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	<title>Arquivo de Ciência e tecnologia - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Comunicado de esclarecimento da JB Electrónica</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 11:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por solicitação, publicamos um esclarecimento que nos foi enviado pela empresa JB Electrónica, sobre o sistema Monicap. Na sequência das recentes especulações que circulam no meio marítimo em que prestamos a nossa atividade profissional, sobre os motivos apontados para a recente cessação por parte da nossa empresa, da assistência técnica ao sistema Monicap, os quais [&#8230;]</p>
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<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Por solicitação, publicamos um esclarecimento que nos foi enviado pela empresa <strong>JB Electrónica</strong>, sobre o <strong>sistema Monicap</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência das recentes especulações que circulam no meio marítimo em que prestamos a nossa atividade profissional, sobre os motivos apontados para a recente cessação por parte da nossa empresa, da assistência técnica ao sistema Monicap, os quais de uma maneira menos própria, pretendem denegrir a nossa empresa, ou fazer passar uma imagem menos correta de uma empresa que prestou serviços ao sistema Monicap, por mais de duas décadas, como é o nosso caso, sentimos a necessidade de vir a publico esclarecer os reais motivos pelos quais nos vimos obrigados a solicitar a cessação do referido contrato de credenciação da nossa empresa com a Xsealence – Sea Technologies, S. A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Efetivamente, e por várias razões que se vinham a acumular nos últimos anos, tais como falta de equipamentos de substituição, ou atrasos no envio dos mesmos, descontinuação das antenas Mini-C, do mercado, sem que se encontrassem alternativas para o problema, reparação deficiente dos equipamentos por parte do fabricante, falhas nas ferramentas de hardware (programa de manutenção MEMCM) etc, vimo-nos forçados a tomar esta decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliados a estes motivos, outros existiram do foro das relações entre a nossa empresa e o fabricante dos equipamentos EMC acima mencionado, que por serem de caracter institucional não serão aqui mencionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi efetivamente uma decisão bastante ponderada, e que tentamos a todo o custo evitar, mas que infelizmente nos vimos obrigados a tomar, sob pena de vermos a situação agravar-se, e arrastar-se no tempo, prejudicando os armadores e proprietários das embarcações, que em ultima instancia, são os que menos culpa têm no processo, sem que fossem tomadas medidas por parte das entidades responsáveis, para mitigar todas as lacunas de que o sistema Monicap está a padecer, e que se têm agravado nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo exposto, esperamos ter clarificado as razões do afastamento da nossa empresa da prestação de serviços de intervenção nos equipamentos EMC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponta Delgada, 18 de Outubro de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Helder Amorim</p>
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		<title>Universidade dos Açores quer servir-nos peixe sem o matar (Som)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 10:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Gui Menezes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O centro de investigação Okeanus, da Universidade dos Açores, está envolvido num projeto pioneiro que pretende reproduzir em laboratório as células dos animais marinhos. O objetivo é testar a utilização desta células na alimentação dos humanos, ou na criação de medicamentos.Um mundo de potencialidade que está ainda por explorar e algo impensável há poucos anos. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O centro de investigação Okeanus, da Universidade dos Açores, está envolvido num projeto pioneiro que pretende reproduzir em laboratório as células dos animais marinhos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é testar a utilização desta células na alimentação dos humanos, ou na criação de medicamentos.<br>Um mundo de potencialidade que está ainda por explorar e algo impensável há poucos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.rtp.pt/acores/economia/universidade-dos-acores-quer-servir-nos-peixe-sem-o-matar-som_75764"><strong>Para ouvir clique aqui</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Antena 1 Açores</p>
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		<title>“Deus dos mortos”. Paleontólogos descobrem nova espécie de baleia no Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 09:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paleontólogos descobriram uma espécie de baleia que viveu há mais de 43 milhões de anos. Seria tão assustadora que o seu nome científico foi inspirado em Anúbis, deus egípcio dos mortos. De acordo com o site&#160;Live Science, a espécie recentemente descoberta, apelidada de&#160;Phiomicetus anubis, viveu há mais de 43 milhões de anos e podia chegar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paleontólogos descobriram uma espécie de baleia que viveu há mais de 43 milhões de anos. Seria tão assustadora que o seu nome científico foi inspirado em Anúbis, deus egípcio dos mortos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o site&nbsp;<a href="https://www.livescience.com/ancient-whale-god-of-death.html"><em>Live Science</em></a>, a espécie recentemente descoberta, apelidada de&nbsp;<strong><em>Phiomicetus anubis</em></strong>, viveu há mais de 43 milhões de anos e podia chegar aos três metros de comprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto podia andar em terra como na água e tinha poderosos músculos no maxilar, que lhe teriam permitido mastigar facilmente as suas presas, como crocodilos e pequenos mamíferos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ter sido assustadora, o crânio desta antiga baleia tem algumas semelhanças com a cabeça de chacal de Anúbis, daí a inspiração do nome do deus egípcio dos mortos para o seu nome científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi um&nbsp;<strong>predador ativo e bem-sucedido</strong>. Penso que seria o deus da morte para a maioria dos animais que viviam ao seu lado”, disse ao mesmo site Abdullah Gohar, estudante de Paleontologia de Vertebrados da Universidade de Almançora, no Egito, e autor principal do estudo&nbsp;<a href="https://royalsocietypublishing.org/doi/10.1098/rspb.2021.1368">publicado</a>, a 25 de agosto, na revista científica&nbsp;<em>Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os restos fósseis do&nbsp;<em>P. anubis</em>&nbsp;tinham sido descobertos em 2008, durante uma expedição na Depressão Fayum, uma zona naquele país famosa pelos fósseis da vida marinha que datam do Eoceno (entre há 56 milhões e 33,9 milhões de anos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar alguns dos restos mortais deste espécime, que tinha 600 quilos, a equipa descobriu que é a<strong>&nbsp;baleia mais antiga</strong>&nbsp;(ou mais “primitiva”) de África, de um grupo de baleias semiaquáticas conhecido como&nbsp;<em>Protocetidae</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a&nbsp;<em>P. anubis</em>&nbsp;não foi a única baleia do Eoceno descoberta no Egito. Os seus fósseis vieram da mesma zona onde, anteriormente, também foram encontrados fósseis de uma&nbsp;<em>Rayanistes afer</em>, uma das primeiras baleias aquáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta descoberta sugere que ambas viveram na mesma época e no mesmo lugar, mas provavelmente ocuparam nichos diferentes. É até possível que a <em>P. anubis</em> tenha caçado crias da <em>R. afer</em>, tornando o seu novo nome<strong> ainda mais apropriado</strong>, concluiu Gohar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ZAP</p>
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		<title>Ancorados dois agregadores para atum ao largo das ilhas Faial e Pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 15:26:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[agregador de atum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram ancorados dois agregadores para atum (M-FAD) ao largo das ilhas Faial e Pico, com o objetivo de melhorar o acesso da pequena pesca artesanal a espécies pelágicas (atuns e similares). Esta experiência é numa parceria entre a universidade dos Açores e a Federação das Pescas dos Açores, com o apoio da Associação de Armadores [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="461" src="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/IMG_20210623_130243.jpg" alt="" class="wp-image-32081" srcset="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/IMG_20210623_130243.jpg 1080w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/IMG_20210623_130243-768x327.jpg 768w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/IMG_20210623_130243-1320x563.jpg 1320w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Foram ancorados dois agregadores para atum (M-FAD) ao largo das ilhas Faial e Pico, com o objetivo de melhorar o acesso da pequena pesca artesanal a espécies pelágicas (atuns e similares). Esta experiência é numa parceria entre a universidade dos Açores e a Federação das Pescas dos Açores, com o apoio da Associação de Armadores de Pesca Artesanal do Pico (AAPAP), Associação de Produtores de Atum e Similares nos Açores (APASA) e Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores (APEDA). As associações farão o registo das capturas declaradas pelos seus associados, que serão fundamentais para avaliar a eficácia dos agregadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois agregadores, visíveis à superfície, estão ancorados a mais de 1000 m de profundidade e a cerca de 3 milhas da costa, ao largo das ilhas do Pico (São Mateus) e do Faial (Varadouro), e serão monitorizados, a partir da costa, remotamente via satélite e com visitas regulares durante cerca de dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta experiência espera-se vir a compreender se estes agregadores poderão ser usados no futuro para ajudar a complementar o rendimento da pequena pesca e aliviar a pressão sobre as espécies costeiras e demersais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A participação de toda comunidade é fundamental</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">OKEANOS-UAc | IMAR | Federação das Pescas dos Açores</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1080" height="763" src="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Varadouro-MFAD.jpg" alt="" class="wp-image-32086" srcset="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Varadouro-MFAD.jpg 1080w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Varadouro-MFAD-768x542.jpg 768w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Varadouro-MFAD-1320x932.jpg 1320w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1080" height="803" src="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Sao-Mateus-MFAD.jpg" alt="" class="wp-image-32084" srcset="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Sao-Mateus-MFAD.jpg 1080w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Sao-Mateus-MFAD-768x571.jpg 768w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2021/06/Sao-Mateus-MFAD-1320x981.jpg 1320w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/ancorados-dois-agregadores-para-atum-ao-largo-das-ilhas-faial-e-pico/">Ancorados dois agregadores para atum ao largo das ilhas Faial e Pico</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Blue Azores reforça compromisso de utilização sustentável do mar dos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 10:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Azores]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oceano Azul]]></category>
		<category><![CDATA[lixo marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Blue Azores promove, já a partir da próxima segunda-feira, uma série de encontros públicos e reuniões de trabalho alargadas, com vista a reforçar o compromisso, apoio e empenho dos Açores nos objetivos a alcançar com este programa e que irão contribuir para a conservação e a utilização sustentável do Mar dos Açores, bem [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/blue-azores-reforca-compromisso-de-utilizacao-sustentavel-do-mar-dos-acores/">Blue Azores reforça compromisso de utilização sustentável do mar dos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Programa Blue Azores promove, já a partir da próxima segunda-feira, uma série de encontros públicos e reuniões de trabalho alargadas, com vista a reforçar o compromisso, apoio e empenho dos Açores nos objetivos a alcançar com este programa e que irão contribuir para a conservação e a utilização sustentável do Mar dos Açores, bem como a valorização do seu capital natural azul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os diversos eventos previstos para a “Semana Blue Azores” destacam-se aqueles que contam com a participação das comunidades piscatória, científica e civil dos Açores, a terem lugar nas ilhas do Faial, Terceira e São Miguel, as quais são fundamentais para o sucesso de uma maior proteção do mar Açoriano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa Blue Azores resulta de uma parceria entre o Governo Regional dos Açores, a Fundação Oceano Azul e o Instituto Waitt, que, com base em dados científicos robustos, resultantes de décadas de trabalho da comunidade científica açoriana, e reforçados pelas expedições científicas Blue Azores, em colaboração com diversos parceiros e entidades, pretende criar novos caminhos rumo a uma nova economia sustentável para o arquipélago, em cooperação direta com os principais ‘stakeholders’.</p>



<p class="wp-block-paragraph">14 de junho, na ilha do Faial, com um encontro com a Federação das Pescas dos Açores, que pretende fortalecer a relação de cooperação com este setor fundamental para o sucesso do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dias 15 e 16 de junho, também no Faial, o Blue Azores reúne o Comité Técnico e Científico do programa, que conta com a participação de representantes da comunidade científica açoriana e também internacional, a par de um outro encontro que junta diversos membros da sociedade civil Açoriana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com diversas reuniões de trabalho previstas também para a Terceira e para São Miguel, a Semana Blue Azores termina com o encontro “COOL Açores 2021”, no dia 19 de junho, na Lagoa, que vai juntar várias organizações não-governamentais açorianas dedicadas ao lixo marinho e à conservação do oceano, o qual constitui uma oportunidade para partilhar conhecimento e experiências entre todos, assim como para divulgar as diversas iniciativas que são levadas a cabo pelos muitos voluntários de diferentes ilhas do arquipélago.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Único, rico e ao mesmo tempo, frágil, o Mar dos Açores forma a identidade cultural dos açorianos e sustenta o seu modo de vida ao longo de muitas gerações. Proteger os seus ecossistemas marinhos, é essencial para garantir um oceano saudável para os açorianos, no presente e no futuro.</p>
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		<title>Embarcação «Mar profundo» marca a entrada da Nautiber na ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 10:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Embarcação «Mar profundo»]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Heitor]]></category>
		<category><![CDATA[Nautiber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embarcação para fins científicos irá testar tecnologia de ponta desenvolvida em Portugal. Lições aprendidas pela Nautiber vão permitir que o estaleiro algarvio concorra neste nicho especializado Chama-se «Mar Profundo» foi lançado à água nos estaleiros da&#160;Nautiber, na margem do Guadiana, em Vila Real de Santo António. Terá por missão testar novas tecnologias na área das [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/embarcacao-mar-profundo-marca-a-entrada-da-nautiber-na-ciencia/">Embarcação «Mar profundo» marca a entrada da Nautiber na ciência</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading" id="h-embarca-o-para-fins-cient-ficos-ir-testar-tecnologia-de-ponta-desenvolvida-em-portugal-li-es-aprendidas-pela-nautiber-v-o-permitir-que-o-estaleiro-algarvio-concorra-neste-nicho-especializado">Embarcação para fins científicos irá testar tecnologia de ponta desenvolvida em Portugal. Lições aprendidas pela Nautiber vão permitir que o estaleiro algarvio concorra neste nicho especializado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Chama-se «Mar Profundo» foi lançado à água nos estaleiros da&nbsp;<a href="http://www.nautiber.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nautiber</a>, na margem do Guadiana, em Vila Real de Santo António.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terá por missão testar novas tecnologias na área das ciências marítimas, como robots, sensores e veículos submarinos não tripulados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo navio será utilizado sobretudo pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) da Universidade do Porto e pelo Centro de Investigação Tecnológica do Algarve (CINTAL) da Universidade do Algarve, mas também por outras entidades académicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção demorou cerca de um ano, em plena pandemia, e a Nautiber, empresa de construção naval algarvia também aprendeu algumas lições, segundo explicou o responsável Rui Roque aos jornalistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Esta embarcação é muito importante para nós porque pode abrir-nos outros mercados que até agora, sem executar e sem fazer algo assim, possivelmente, não teríamos acesso», disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Esta oportunidade que o INESC TEC nos deu é fundamental para a nossa indústria, pois criámos um produto específico que é vendável lá fora. Já tínhamos feito outros trabalhos, mas não com uma embarcação tão especializada. É a nossa entrada no segmento da ciência», disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos tecnológicos, «foi um desafio que nos obrigou a criar novas competências e novo conhecimento. Foi um trabalho de equipa entre o INESC TEC, o nosso estaleiro e todas as outras entidades envolvidas», acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Roque não escondeu que a pandemia de COVID-19 foi um contexto desfavorável que criou dificuldades acrescidas ao projeto. «Foi. Neste momento, debatemo-nos com falta de equipamentos, falta de material, custos muito mais elevados de aquisição. É uma consequência de toda esta situação. Mas nunca paramos, fomos sempre resolvendo os problemas. Houve essa resiliência e acho que é o que todos nós temos de tentar fazer».</p>



<p class="wp-block-paragraph">O «Mar Profundo» ainda não está pronto, falta a instalação de computadores e outros meios de apoio à missão que se destina. E que missão é essa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Respondeu Eduardo Silva, professor do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). «Esta embarcação vai-nos permitir dar um salto muito grande. Não é um navio oceanográfico, mas é uma embarcação que nos vai permitir desenvolver tecnologia para o mar, para testar se aquilo que fizemos em tanque no laboratório está ou não, funcional para a função que foi projetada».</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silva refere-se a robots do tipo AUV (<em>Autonomous Underwater Vehicle</em>) e ROV (<em>Remotely Operated Vehicle</em>) para a exploração dos recursos da plataforma marinha, assim como vários tipos de sensores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O «Mar Profundo» terá «computadores a bordo, um sistema de comunicação e duas plataformas de acesso ao mar. Terá também uma grua e plataforma móvel. Estamos a fazer experiências com satélites para o fundo do mar. Trabalhamos em projetos para a mineração de mar profundo. Com este navio podemos testar se os robots conseguem localizar e chegar a esses recursos».</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando estiver pronto e equipado, o navio deverá entrar ao serviço em setembro. «Isto é um navio que deverá trabalhar com o mar em estado 4. Em Portugal, isso acontece durante cerca de 150 dias úteis durante o ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem 19 metros por 7 de boca, «dá para levar oito investigadores a bordo, mais três a quatro tripulantes. Tem uma autonomia até três dias no mar antes de voltar a um porto».</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ter propulsão Diesel tradicional, tem condições de funcionar de forma silenciosa com motores elétricos, condição necessária à realização de experiências com sensores acústicos. «Pode estar nesse modo até 20 horas de seguida, com todos os sistemas operacionais, sem necessidade de geradores», acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha da Nautiber para este projeto foi feita por concurso público. Além do caderno de encargos e das especificações da embarcação, o principal critério foi a «leveza dos custos de operação» que permite ao INESC TEC fazer o máximo possível com o orçamento disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Esta estrutura irá também ser partilhada com outros organismos. Queremos que outros também sejam beneficiários. A ciência vive muito da partilha e da troca de informações e portanto queremos chamar vários parceiros para poderem usufruir desta embarcação que nós desenvolvemos», concluiu Eduardo Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Nautiber emprega diretamente 70 pessoas e outras 10 subcontratadas. Em média, a empresa entrega 10 embarcações por ano, o que representa uma faturação média de 7 milhões de euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da incerteza e da crise que assola a economia mundial, o estaleiro tem em mãos várias encomendas. «Temos 14 embarcações em construção, das quais, oito são para exportação e as restantes para o mercado nacional», disse Rui Roque aos jornalistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Angola continua a ser um cliente preferencial. «Sim, é um mercado fundamental. Temos oito embarcação alocadas e há continuidade nesse trabalho. Estamos também a fazer uma embarcação polivalente para Moçambique».</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que toca ao mercado regional, a pandemia veio travar o segmento das marítimo-turísticas, mas ainda assim, o estaleiro não deixou cair as encomendas dos operadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Tivemos de procurar soluções e ter um espírito de cooperação com esses agentes económicos. Não estamos sozinhos, precisamos todos uns dos outros. Temos de estar unidos neste esforço. Acho que o Algarve vai passar uma fase muito complicada e é preciso que se perceba isso de uma vez por todas. Se há região afetada com tudo isto é o Algarve que vive sobretudo do turismo. O Algarve tem índices fiscais muito bons, sempre contribuimos muito para o país, está na hora do país também retribuir isso», concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimónia de «bota-abaixo» contou com a presença de Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; José Apolinário, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve; José Manuel Mendonça, professor catedrático no Departamento de Engenharia e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e presidente do Conselho de Administração do INESC TEC; de Paulo Águas, Reitor da Universidade do Algarve; e de Helena Pereira, presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) que é madrinha do «Mar Profundo» e também ela uma marinheira com curso de Patrão de Costa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A embarcação foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Operacional Regional do Norte, e pela FCT através de fundos nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Barlavento</p>
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		<title>Concluída em Sines a Junção do Cabo Submarino de Fibra Ótica que Liga a Europa e a América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 15:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[cabos submarinos]]></category>
		<category><![CDATA[EllaLink]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação marítima do cabo transatlântico EllaLink foi concluída, no passado dia 4 de março em Sines, tornando esta cidade como o elo de rede entre a Europa e a América Latina. O EllaLink foi implementado no âmbito do projeto do Consórcio BELLA, Building the Europe Link to Latin America e vai possuir quase 10.000 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A instalação marítima do cabo transatlântico EllaLink foi concluída, no passado dia 4 de março em Sines, tornando esta cidade como o elo de rede entre a Europa e a América Latina.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O EllaLink foi implementado no âmbito do projeto do Consórcio BELLA, Building the Europe Link to Latin America e vai possuir quase 10.000 km de extensão, e capacidade para transmissão de dados até 100Gbs/segundo, uma velocidade 10 vezes superior aos atuais 10Gbs/segundo. Uma capacidade que vai permitir dar resposta às crescentes necessidades de partilha e colaboração transatlânticas das comunidades de investigação e ensino da Europa e da América Latina nos próximos 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a junção, foram efetuados testes de conectividade e potência e posteriormente foi anunciada a conclusão oficial da instalação marítima EllaLink. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O comissionamento da rede encontra-se em curso e, em breve, os centros de dados em Sines, Lisboa e Madrid estarão conectados a Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Recorde-se que a empresa EllaLink tinha anunciado a 6 de janeiro a ancoragem do seu sistema de cabos submarinos em Sines, a partir de onde se estabelecerá a ligação da Europa à América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta foi uma operação de um investimento de 150 milhões de euros, sendo que o cabo deverá ficar plenamente operacional no segundo trimestre deste ano, proporcionando um nível de conectividade internacional sem precedentes entre os dois continentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias do Mar</p>
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		<title>Libertação de Meros no Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 14:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[libertação de meros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sequência das experiências de repovoamento que têm vindo a ser realizadas desde 2001, o IPMA procedeu recentemente a mais uma acção de libertação de alguns exemplares de Meros (Epinephelus marginatus) na costa algarvia. Os indivíduos libertados já nasceram nas instalações do IPMA &#8211; Estação Piloto de Piscicultura de Olhão (EPPO) e estão identificados exteriormente [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na sequência das experiências de repovoamento que têm vindo a ser realizadas desde 2001, o IPMA procedeu recentemente a mais uma acção de libertação de alguns exemplares de Meros (<em>Epinephelus marginatus</em>) na costa algarvia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os indivíduos libertados já nasceram nas instalações do IPMA &#8211; Estação Piloto de Piscicultura de Olhão (EPPO) e estão identificados exteriormente com uma marca amarela numerada, estando a ação incluída no âmbito do Projecto DIVERSIAQUA II &#8211; MAR-02.01.01-FEAMP-0175.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espera-se que estes indivíduos possam fixar-se no meio selvagem e contribuir para a recuperação da população. Infelizmente, o Mero apresenta o Estatuto de Conservação em Perigo, duas categorias antes de Declarado Extinto na Natureza, como identificado na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da UICN, União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN Red List of Threatened Species).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, e embora a sua captura seja proibida na pesca lúdica, se encontrar algum destes animais pede-se que comunique ao IPMA a localização desse avistamento e se possível o número da marca encontrada, através do telefone 289700500.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: IPMA</p>
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		<title>“PS defende reabilitação de antiga fábrica de conservas no Faial para implementação do novo Tecnopolo”, afirma Tiago Branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 14:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnopolo MARTEC]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Branco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No debate sobre as propostas que o atual Governo tem para o setor do Mar, Tiago Branco destacou dois investimentos previstos nesta área, “a aquisição de um novo navio de investigação e a implementação do Tecnopolo, MARTEC, no Faial”, investimentos esses que foram incluídos pelo anterior Governo do PS no Plano de Recuperação e Resiliência [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No debate sobre as propostas que o atual Governo tem para o setor do Mar, Tiago Branco destacou dois investimentos previstos nesta área, “a aquisição de um novo navio de investigação e a implementação do Tecnopolo, MARTEC, no Faial”, investimentos esses que foram incluídos pelo anterior Governo do PS no Plano de Recuperação e Resiliência e pediu esclarecimentos sobre as reais intenções do executivo, tendo em conta as verbas que constam do Plano e Orçamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em concreto sobre o Tecnopolo, o deputado do PS/Açores sublinhou que se pretende que “seja um centro científico, de incubação e fixação de empresas, que fomente o conhecimento, mas também o desenvolvimento de determinadas áreas de ponta da economia azul, como a aquacultura, as tecnologias marinhas ou a biotecnologia, e que se quer partilhável pela Universidade dos Açores, Centros de Investigação e empresas”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, explicou, a concretização desse projeto, tal como ficou acordado na legislatura anterior, “passa pela aquisição, por parte do Governo, da antiga Fábrica de Conservas do Pasteleiro, na ilha do Faial, com vista à sua reabilitação e instalação deste Tecnopolo”. Nesse âmbito, durante o debate desta terça-feira, o deputado socialista questionou o Secretário Regional do Mar e Pescas sobre esses projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pergunto ao Senhor Secretário Regional se a verba inscrita no Plano contempla essa aquisição, e em que fase está a implementação destes dois investimentos estimados em cerca de 32 milhões de euros e, que, como sabe, terão de estar concluídos em 2026 e apenas dispõem de pouco mais de um milhão e meio de euros neste Orçamento?”.</p>
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		<title>Manuel São João destaca “apoio ao investimento privado, formação e fiscalização” como objetivos principais para Mar e Pescas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 14:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Lotaçor]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel São João]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnopolo MARTEC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar e das Pescas, Manuel São João, destacou hoje, na Horta, que os objetivos principais do setor para 2021 são “o apoio ao investimento, a formação, a fiscalização” e as condições para um melhor futuro do Mar e das Pescas. Durante o debate parlamentar sobre a proposta de Plano e Orçamento [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/manuel-sao-joao-destaca-apoio-ao-investimento-privado-formacao-e-fiscalizacao-como-objetivos-principais-para-mar-e-pescas/">Manuel São João destaca “apoio ao investimento privado, formação e fiscalização” como objetivos principais para Mar e Pescas</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Secretário Regional do Mar e das Pescas, Manuel São João, destacou hoje, na Horta, que os objetivos principais do setor para 2021 são “o apoio ao investimento, a formação, a fiscalização” e as condições para um melhor futuro do Mar e das Pescas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o debate parlamentar sobre a proposta de Plano e Orçamento da Região para 2021, Manuel São João esclareceu que o setor tem um investimento público na ordem dos 42 milhões de euros, “entre fundos regionais e fundos comunitários”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Repartidos quase de forma equitativa”, avançou Manuel São João, estes fundos destinam-se a diversos projetos a desenvolver na área do Mar e das Pescas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Projeto Controlo, Inspeção e Gestão estão alocados 3,7 milhões de euros, explicou o Secretário Regional, destacando uma “nova ação com o Cluster do Mar”, que inclui “84 mil euros para a construção de um novo navio de investigação e 1,4 milhões de euros para a construção do Tecnopolo Martec”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao projeto de Infraestruturas de Apoio às Pescas, as verbas designadas são de 9,7 milhões de euros, sendo que o contrato programa com a Lotaçor, no âmbito da gestão e exploração dos portos de pesca, “absorve 7,6 milhões de euros”, confirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Projeto Frota e Recursos Humanos, com uma verba de 4 milhões de euros, o governante avançou que “as maiores fatias vão para o Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Projeto Produtos da Pesca e Aquicultura inclui os apoios ao funcionamento das associações do setor”, com 910 mil euros, prosseguiu Manuel São João, destacando “mais 900 mil euros para o Regime Suplementar do Plano de Compensação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma verba de 16,2 milhões de euros, “em que apenas 1,2 milhões saem do Orçamento da Região”, o Projeto Regimes de Apoio e Assistência Técnica do Mar 2020 destina-se à operacionalização dos fundos ao abrigo daquele programa comunitário, assegurou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o governante, o ano de 2021 será “fundamental para a preparação das intervenções no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 em áreas como a proteção da biodiversidade marinha, ordenamento do espaço marítimo e da economia azul sustentável”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Áreas que serão concretizadas no futuro Programa Operacional para a Região Autónoma dos Açores”, garantiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O titular da pasta do Mar e das Pescas conclui ainda que a elaboração do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo dos Açores “está em desenvolvimento”, dando relevo também, no investimento para 2021, à Gestão e Requalificação da Orla Costeira.</p>
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