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Como reverter a queda no consumo de produtos do mar
A diminuição no consumo de produtos do mar preocupa o setor. A que se deve e como evitar este decréscimo? Este foi o tema central do XVII Congresso de Produtos do Mar, organizado pela AECOC (La asociación de fabricantes y distribuidores), com a colaboração da indústria, e durante o qual se tentou encontrar respostas para a questão de fundo.
Durante o encontro, foram analisadas as estatísticas de consumo, as experiências das empresas e inclusive, o impacto do selo de certificação nas vendas, sendo que este último gerou maior polémica.
A compra de produtos da pesca registou um crescimento de 0,2% em 2015, embora este número varie de acordo com o tipo de produto. O pescado e marisco fresco teve um decréscimo de 0,8% o ano passado, enquanto o pescado congelado sofreu um crescimento de 3,5%, segundo dados da consultora Nielsen.
Apesar do decréscimo apresentado, o pescado fresco continua a ser a principal categoria de compra de produtos do mar, representando 62% do total do cesto, com um ganho de 15% relativamente à quota de congelado.
As conservas representam 18% das compras, embora também tenham sofrido um decréscimo de 1,5% no ano de 2015. Ainda assim, o mercado externo das conservas de peixe e marisco continua em alta e, segundo dados da ANFACO, durante o primeiro trimestre de 2016, as exportações aumentaram 15% em volume e 13% em valor, alcançando um total de 40.013 toneladas por um valor de 170 milhões de euros.
A grande revelação, segundo a Nielsen, são os produtos refrigerados e fumados com crescimento de 10,6% e 8,3%, respectivamente. Destaca o sushi que, representa apenas 0,1% de vendas do setor, mas conseguiu superior os numero do ano passado em 115% (Kg).
Fonte: Acope







