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Os Açores vão utilizar um «drone» para inspecionar zonas remotas do mar do arquipélago (video)

Os Açores vão utilizar um «drone» para inspecionar zonas remotas do mar do arquipélago (video)

Os Açores vão utilizar um ‘drone’ para inspecionar zonas remotas do mar do arquipélago, revelou o secretário regional Fausto Brito e Abreu, que anunciou um reforço do orçamento da fiscalização das pescas em 16% em 2015.

O secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia, que foi ouvido esta terça-feira pela comissão de Economia da Assembleia Legislativa dos Açores, na cidade da Horta, a respeito da proposta de Plano e Orçamento dos Açores para 2015, adiantou que a região irá recorrer às novas tecnologias para reforçar os meios de fiscalização das suas águas.

“Em 2015, a Inspeção Regional das Pescas está a prever uma parceria com uma empresa açoriana para o uso de um ‘drone’, de uma aeronave não tripulada, equipada com uma câmara de alta definição e com posição GPS, para fazer umas missões de fiscalização, nomeadamente, às Formigas e ao Banco Princesa Alice”, explicou.

Esta será, explicou, uma solução experimental para “testar” a eficácia de novos meios tecnológicos na fiscalização do mar dos Açores, em especial em áreas de mais difícil acesso por mar.

Fausto Brito e Abreu sublinhou que a proposta de Plano Anual 2015, do Governo dos Açores, prevê um aumento de cerca de 16% na área da fiscalização das pescas, além de alterações legislativas no sentido de “desincentivar a prática de atos ilícitos”.

“Pretendemos aplicar coimas mais elevadas e sanções acessórias, como a perda de licença, durante alguns meses ou mesmo um ano, para os pescadores e armadores que sejam apanhados a utilizar artes de pesca proibidas”, adiantou.

O secretário do Mar, Ciência e Tecnologia lembrou que há profissionais da pesca que já foram “apanhados” a cometer atos ilícitos de forma repetida, e que apesar das multas de que foram alvo, voltaram a prevaricar.

“Há pescadores que vão começar a sofrer multas mais elevadas, e nalguns casos mesmo a suspensão da licença como forma de os desencorajar”, insistiu, adiantando que a intenção do Governo açoriano é “mostrar que o crime não compensa”.

Fotografia: Pixabay

Fonte: RTP AçoresAçoriano Oriental

7 Comentários neste artigo

  1. Parece-me mais logico e gasta-se menos euros, se tivessem coragem de acabar com o palangre, para todos, nem que fosse por alguns anos

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  2. Zé de BRAGA

    Acho muito bem estarmos na primeira linha do desenvolvimento informático no Futuro, neste caso na área da fiscalização dos mares (um drone) porque não, também gostava de ver os AIS envolvidos nesta nova forma de abordar o problema.
    Fiquei sem perceber bem, se o senhor Secretario estava mesmo a referir-se ao banco Princesa Alice, julgo que o Senhor Secretario deve ter se equivocado no Princesa Alice (que eu tenha ouvido conhecimento), não existe nenhuma reserva ou proibição à pesca relevante que seja necessário ser fiscalizado. Poderá ser um ponto estratégico para um campo de treino.
    Em relação aos AIS deveriam estar todos ligados inclusive o do Presidente da Republica.

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  3. só deve levantar voo com vento fraco isso e para rir

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  4. ZE PESCADOR

    FIATE NA VIRGEM E NÃO CORRAS

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  5. AGORA VOU USAR UMA CAÇADEIRA A BORDO,QUALQUER OBJETO VOADOR NÃO IDENTIFICADO SERÁ IMEDIATAMENTE ABATIDO..HEHEHHEHEHE

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  6. pescador

    sr PEREIRA vai ser o primeiro a ser apanhado

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  7. HEHEHEHHE….HEHEHEHHEHE….HEHEHEHEHHE….HE

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