<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de 200 milhas - A Pesca nos Açores</title>
	<atom:link href="https://pescazores.com/tag/200-milhas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pescazores.com/tag/200-milhas/</link>
	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Feb 2018 07:35:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Deputada Patrão Neves e a revisão da Política Comum de Pescas: “É perigoso os Açores continuarem a defender as 200 milhas de ZEE”</title>
		<link>https://pescazores.com/deputada-patrao-neves-e-a-revisao-da-politica-comum-de-pescas-e-perigoso-os-acores-continuarem-a-defender-as-200-milhas-de-zee/</link>
					<comments>https://pescazores.com/deputada-patrao-neves-e-a-revisao-da-politica-comum-de-pescas-e-perigoso-os-acores-continuarem-a-defender-as-200-milhas-de-zee/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 12:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[200 milhas]]></category>
		<category><![CDATA[Maria do Céu Patrão Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Política Comum das Pescas da União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Económica Exclusiva ZEE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=4023</guid>

					<description><![CDATA[<p>“No plano político, reclamar as 200 milhas abre o debate sobre as actuais 100 milhas (pela primeira vez já estabelecido na proposta da Comissão Europeia para a futura reforma), sem certezas quanto ao seu desfecho o qual poderia conduzir à eliminação da mitigada discriminação positiva de que beneficiamos e ao estabelecimento de apenas 12 milhas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/deputada-patrao-neves-e-a-revisao-da-politica-comum-de-pescas-e-perigoso-os-acores-continuarem-a-defender-as-200-milhas-de-zee/">Deputada Patrão Neves e a revisão da Política Comum de Pescas: “É perigoso os Açores continuarem a defender as 200 milhas de ZEE”</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="texto">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>“No plano político, reclamar as 200 milhas abre o debate sobre as actuais 100 milhas (pela primeira vez já estabelecido na proposta da Comissão Europeia para a futura reforma), sem certezas quanto ao seu desfecho o qual poderia conduzir à eliminação da mitigada discriminação positiva de que beneficiamos e ao estabelecimento de apenas 12 milhas como se verifica no continente”.<br />
</strong></span><br />
<span style="color: #000080;"> Correio dos Açores &#8211; Disse numa entrevista ao nosso jornal que a constante reivindicação das 200 milhas da ZEE dos Açores quase se reduz hoje a uma arma política com fins diversos. O que quer dizer com isso? Que fins pretendem atingir os apologistas do regresso às 200 milhas partindo do pressuposto que este é um objectivo inatingível?</span><br />
<span style="color: #000000;"> Maria do Céu Patrão Neves &#8211; Qualquer pessoa hoje, com responsabilidades políticas ou sociais no sector das pescas, sabe que a possibilidade de recuperar as 200 milhas da ZEE é extremamente remota, não obstante tratar-se de uma pretensão do máximo interesse para os Açores. </span><br />
<span style="color: #000000;"> Nestes casos, a minha posição costuma ser a de manter o discurso reivindicativo para o exterior, para a União Europeia, no sentido de manter a pressão e de ganhar capital político para futuras reivindicações ou mesmo compensações. Simultaneamente, porém, não se pode dispensar um diferente discurso para dentro, nos Açores, para o sector, em que se apresente a situação com toda a verdade para não dar azo a falsas expectativas, para não criar ilusões a quem depende dessa actividade como seu ganha-pão. É inaceitável recorrer a um discurso demagógico e populista, só para agradar a quem ouve e promover quem fala, quando se sabe não corresponder à realidade.</span><br />
<span style="color: #000000;"> No que se refere à reivindicação das 200 milhas, mesmo o discurso para o exterior é desaconselhável, excepto ainda eventualmente no plano jurídico. No plano político, reclamar as 200 milhas abre o debate sobre as actuais 100 milhas (pela primeira vez já estabelecido na proposta da Comissão Europeia para a futura reforma), sem certezas quanto ao seu desfecho o qual poderia conduzir à eliminação da mitigada discriminação positiva de que beneficiamos e ao estabelecimento de apenas 12 milhas como se verifica no continente. Considero, pois, que a reclamação política das 200 milhas é perigosa no plano europeu e demagógica no plano regional, servindo apenas nos desviar do essencial como seja o ajustamento da frota aos recursos disponíveis ou o reforço da fiscalização &#8211; outras vias para garantir a sustentabilidade dos nossos recursos que a protecção das 200 milhas só por si também não faria.</span><br />
<span style="color: #000000;"> A estratégia mais eficaz nesta matéria é a identificação das zonas biogeográficas sensíveis, que vão também para além das 100 milhas, e o estabelecimento do seu acesso restringido à frota local. Esta é uma estratégia lançada pelo PSD, através de Duarte Freitas, desde 2007 e que começa agora a dar resultados. No final do ano passado o Governo Regional adoptou-a também, lamentavelmente sem o devido reconhecimento do seu promotor.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"> Fez aprovar no Parlamento Europeu uma proposta sua com o conceito de zonas biogeográficas sensíveis e a argumentação, por via da preservação do meio marinho e de uma pesca sustentável (mais do que jurídica), da sua protecção acrescida, restringindo o acesso a estas águas à frota local, regional. Em que dimensão esta proposta é favorável aos Açores? Está assegurada a defesa das 100 milhas?</span><br />
<span style="color: #000000;"> Sim, fui eu que, pela primeira vez, consegui fazer aprovar este conceito este ano e já em dois Relatórios do Parlamento Europeu: um sobre “o papel da política de coesão nas regiões ultraperiféricas da União Europeia no contexto da Europa 2020”, em Março, outro sobre “a reforma da Política Comum das Pescas &#8211; Comunicação Geral”, em Setembro.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Os outros que adoptam hoje o mesmo discurso vieram depois… Mas são bem-vindos porque o processo de integração desta pretensão na Política Comum de Pescas ainda não está terminado e quantos mais formos a pressionar no mesmo sentido, melhor. Fora do período de eleições, em que cada um tem de prestar contas do que fez e do que não fez, é absurdo competirmos entre nós em vez de nos unirmos num lóbi açoriano junto das instituições europeias.</span><br />
<span style="color: #000000;"> O sucesso desta estratégia implica manter as 100 milhas, obter maior protecção nas zonas mais sensíveis também para além das 100 milhas e ganhar um acesso a essas zonas de pesca restringido à frota regional o que, obviamente, será uma grande conquista quer para o sector da pesca dos Açores, quer em termos ambientais, na preservação da biodiversidade, do equilíbrio ecossistémico, dos habitats marinhos.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"> Os investigadores das pescas têm manifestado a preocupação de que um maior esforço de pesca entre as 100 e as 200 milhas nos mares da Região pode ter impacto nos bancos de pesca dentro das 100 milhas. De que forma é que se pode levar esta preocupação ao Parlamento Europeu para que haja um eventual um controlo nas autorizações de pesca para toda esta zona?</span><br />
<span style="color: #000000;"> Esta estratégia das zonas biogeográficas sensíveis é já um passo para a redução do esforço de pesca entre as 100 e as 200 milhas.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Por esta via, ou por outra para outras situações, a forma mais eficaz de fazermos valer hoje os nossos interesses junto da Comissão Europeia é através de uma fundamentação científica sólida e de uma argumentação pelo reforço de uma protecção e preservação ambiental. Neste âmbito, o trabalho do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores é determinante.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Se eu puder dispor de dados científicos que apoiem as pretensões do sector açoriano da Pesca poderei exercer maior pressão sobre a Comissão Europeia e terei melhores possibilidades de construir um lóbi mais forte no Parlamento para granjear maior apoio. É assim que temos de trabalhar, articulados, sector, cientistas e políticos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <strong>Segundo Patrão Neves </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>POSEI Transportes, afinal, “é iniciativa do PSD/Açores&#8230;”<br />
</strong></span><br />
<span style="color: #000000;"> O ‘Correio dos Açores’ noticiou recentemente que tinha sido o PSD/Açores o autor da iniciativa de se criar, no seio da União Europeia, um POSEIMA transportes com apoios que tivessem impacto nos preços das tarifas aéreas e nos produtos consumidos no arquipélago.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Esta noticia levou o subsecretário dos Assuntos Europeus, Rodrigo Oliveira, em nome do governo dos Açores, a reivindicar a autoria da iniciativa. Segundo Rodrigo Oliveira, foi o presidente do governo, Carlos César, o primeiro a reivindicar o POSEIMA Transportes no âmbito das cimeiras dos presidentes das regiões ultraperiféricas.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Agora, a deputada do PSD/Açores ao Parlamento Europeu, Maria do Céu Patrão Neves, vem sublinhar, “sem dúvidas”, que este “é um dos temas lançados pelo PSD e seguidos, depois, pelos socialistas como se deles tivesse partido”.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"> C.A. &#8211; Afinal, de quem foi a iniciativa de avançar para a defesa do POSEI Transportes? </span><br />
<span style="color: #000000;"> Patrão Neves &#8211; Compreendo a sua dúvida. Este é mais um dos temas que foi lançado pelo PSD e seguido depois pelos socialistas como se deles tivesse partido. Não tenho nada contra e até aprovo que diferentes forças políticas adiram a boas ideias avançadas por outras, a soluções eficazes para os problemas de todos. Ficamos todos a ganhar. Mas não é sério apropriarem-se dessas iniciativas em vez de lhes reconhecerem os méritos e as subscreverem. E não vale a pena virem dizer, como já ouvi, que já em 2010 os Presidentes das RUP se referiam a programas horizontais semelhantes ao Posei para a energia, tecnologias da informação e da comunicação, e transportes.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Um programa Posei, especificamente desenhado para apoiar os transportes, foi uma das bandeiras de campanha de Berta Cabral e que ela própria apresentou ao Presidente da Comissão Europeia em Janeiro passado. Seguindo esta mesma linha, introduzi a questão no Parlamento Europeu e tenho-me batido por ela num modelo não permanente mas antes com uma duração definida, suficiente para lançar linhas de transportes que, inicialmente deficitárias, se pudessem tornar rentáveis. O Posei transportes funcionaria como alavanca para que estes projectos se tornem autónomos num determinado período de tempo.</span><br />
<span style="color: #000000;"> É fácil de verificar, até pela comunicação social, que tanto no Parlamento Europeu como na Região, a apologia socialista do Posei transportes veio depois.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> <strong>“Usurpar localmente o que a UE faz nos Açores cria visão distorcida&#8230;”</strong></span></p>
<p>A “usurpação” do investimento da União Europeia nos Açores “cria uma visão distorcida da realidade política em que nos integramos e inquina a participação necessária dos cidadãos açorianos na construção europeia”.</p>
<p><span style="color: #000080;"> C.A. &#8211; Tem, mais do que uma vez, manifestado oposição à postura adoptada nos Açores de que tudo o que é de bom tem origem nas instituições de governo da Região e tudo o que é mau tem origem nas instituições comunitárias em Bruxelas. Quando os mais bem informados sabem que uma parte significativa dos investimentos na Região é feita com 70% a 80% de apoio comunitário. E cerca de 70% da governação açoriana é feita com base em regulamentos comunitários. Quer pormenorizar esta sua posição?</span><br />
<span style="color: #000000;"> Patrão Neves &#8211; Lamentavelmente, esta atitude de crítica oportunista à União Europeia e de usurpação local de méritos alheios não é exclusiva aos Açores. Encontramo-la um pouco por todo o lado, se bem que em diferentes graus. Ela traz certamente benefícios imediatos aos governantes locais, na certeza de que a União Europeia tão pouco vai protestar. Porém, a médio prazo cria um afastamento e uma desconfiança em relação à União Europeia que, afinal, constitui hoje a grande fonte de financiamento do país, da Região, das instituições, das pessoas. Cria uma visão distorcida da realidade política em que nos integramos e inquina a participação necessária dos cidadãos açorianos na construção europeia.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Valia a pena que a União Europeia reforçasse as normas relativas à divulgação da sua comparticipação nos múltiplos projectos que financia. Por exemplo, a informação do financiamento europeu está bem exposta enquanto dura a obra mas, no dia de cortar a faixa, é o nome de quem segura a tesoura que se destaca na placa e fica gravado permanentemente. </span></p>
<p><span style="color: #000080;"> Está decidido que, no seio da União Europeia, 2013 vai ser o Ano Europeu da Cidadania. O que pode fazer um deputado europeu para que haja nos Açores uma maior cidadania europeia? Não deveria ter açorianos na sua equipa no Parlamento Europeu?</span><br />
<span style="color: #000000;"> No Ano Europeu de 2011, dedicado ao Voluntariado, e no de 2012, dedicado ao Envelhecimento Activo e Solidariedade entre Gerações, organizei várias iniciativas, de diferente natureza, sempre destinadas a valorizar, divulgar e promover os valores privilegiados em cada um destes Anos. Creio que foram iniciativas interessantes pela adesão que granjearam, e também porque algumas foram reproduzidas por outros como, por exemplo, a elaboração de um logo e de um slogan ilustrativo deste Ano Europeu, concurso que designei por “Slogotipa-te”. </span><br />
<span style="color: #000000;"> É pois óbvio que também desenvolverei actividades evocativas do próximo Ano Europeu as quais, como compreenderá, só oportunamente anunciarei. Em todo o caso, serão sempre dedicadas à vivência da cidadania europeia e, por isso, à promoção de um maior conhecimento da União Europeia, às implicações da nossa integração, às modalidades da nossa participação nos destinos da Europa, às oportunidades que a União oferece a todos os cidadãos.</span><br />
<span style="color: #000000;"> No que se refere à sua última questão, sublinho que de facto tenho um açoriano na minha equipa, tendo escolhido todos os meus colaboradores pela adequação das suas competências e do seu perfil às tarefas a realizarem, garantindo assim o melhor desempenho do meu Gabinete ao serviço dos Açores.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"> É uma cidadã atenta à evolução política, económica e social nos Açores. Ainda recentemente houve eleições regionais que ditaram a continuação de um governo socialista de maioria absoluta no arquipélago. Que perspectiva tem das razões que levaram ao resultado eleitoral e que espera do novo governo açoriano? </span><br />
<span style="color: #000000;"> Não sou socióloga nem comentadora política pelo que apenas posso transmitir uma percepção muito pessoal, como “cidadã atenta” – como afirma &#8211; acerca dos resultados eleitorais.</span><br />
<span style="color: #000000;"> Começo por referir a derrota do PSD porque considero que a vitória do PS é, em parte, sua consequência e não apenas sua causa. Ora, uma tão pesada derrota numa ocasião em que o PS muda de líder e, por isso, está mais frágil, não pode ter uma única causa, mas antes várias que interagem. Em todo o caso, para mim é óbvio que há uma que se destaca como a mais decisiva, a saber, a proliferação de medidas de austeridade pelo Governo da República associada à sua inépcia comunicativa. Medidas muitíssimo duras e aparentemente incompreensíveis determinaram a impossibilidade de atribuição do voto ao PSD, quer por castigo, quer por receio.</span><br />
<span style="color: #000000;"> O outro factor que mais pesou nestas eleições, desta vez conducente à vitória do PS, é a teia de dependências há muito estabelecida, mais apertada em sociedades circunscritas e pequenas como os Açores, e mais forte à medida que os governos se perpetuam, como nos Açores. É uma teia de interesses e de receios que abrange a sociedade açoriana na qual quase todas as famílias têm quem dependa da administração pública. Mais vale ficar tudo como está do que arriscar perder o seu pequeno conforto quotidiano. Vota-se muito pensando apenas na sua própria vida e no que melhor serve os seus interesses individuais e imediatos e não nas opções que poderão servir melhor o bem de todos no futuro. Afinal, depois de mais de meio século de integração europeia, os Açores continuam no nível das Regiões mais pobres da Europa e o desemprego entre nós é superior ao do continente e, ainda assim, são os obreiros desta situação que continuarão a governar os destinos dos Açores. </span><br />
<span style="color: #000000;"> Não ignoro, porém, outros factores, entre os quais erros da campanha social-democrata e o profissionalismo da campanha socialista.</span></p>
</div>
<p><strong>Autor:</strong> João Paz <em>in</em> <a href="http://www.correiodosacores.net/index.php?mode=noticia&amp;id=41481">Correio dos Açores</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/deputada-patrao-neves-e-a-revisao-da-politica-comum-de-pescas-e-perigoso-os-acores-continuarem-a-defender-as-200-milhas-de-zee/">Deputada Patrão Neves e a revisão da Política Comum de Pescas: “É perigoso os Açores continuarem a defender as 200 milhas de ZEE”</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/deputada-patrao-neves-e-a-revisao-da-politica-comum-de-pescas-e-perigoso-os-acores-continuarem-a-defender-as-200-milhas-de-zee/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luís Paulo Alves defende a protecção das 200 milhas para as Pescas</title>
		<link>https://pescazores.com/luis-paulo-alves-defende-a-proteccao-das-200-milhas-para-as-pescas/</link>
					<comments>https://pescazores.com/luis-paulo-alves-defende-a-proteccao-das-200-milhas-para-as-pescas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 11:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[200 milhas]]></category>
		<category><![CDATA[Comissária Europeia das Pescas e Assuntos Marítimos]]></category>
		<category><![CDATA[Federação das Pescas dos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[pesca Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Política Comum das Pescas da União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=1402</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta semana as Pescas estiveram em destaque em Bruxelas, com algumas iniciativas a terem lugar dentro e fora do parlamento Europeu. Desde logo pela audição pública no Parlamento Europeu, organizada pelo Grupo Socialista, com a intervenção da Comissária das Pescas, Maria Damanaki e a presença de um grupo de profissionais da pesca portugueses, que se [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/luis-paulo-alves-defende-a-proteccao-das-200-milhas-para-as-pescas/">Luís Paulo Alves defende a protecção das 200 milhas para as Pescas</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta semana as Pescas estiveram em destaque em Bruxelas, com algumas iniciativas a terem lugar dentro e fora do parlamento Europeu.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Desde logo pela audição pública no Parlamento Europeu, organizada pelo Grupo Socialista, com a intervenção da Comissária das Pescas, Maria Damanaki e a presença de um grupo de profissionais da pesca portugueses, que se deslocaram a convite do deputado Capoulas Santos, no qual se incluíram, por sugestão do deputado <strong>Luís Paulo Alves</strong>, José António Fernandes e Floriberto Santos, da Federação das Pescas dos Açores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na audição que proporcionou um debate com a Comissária Europeia sob o lema &#8220;Formas de Assegurar o Futuro dos Nossos Recursos Piscatórios&#8221;, a Comissária abordou as principais prioridades da reforma da Política Comum de Pescas e o novo pacote de ajudas financeiras, salientando em particular as questões criticas ligadas aos recursos, à melhoria dos aspectos ligados à descentralização e à regionalização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Luís Paulo Alves</strong> considera que neste domínio &#8220;<em>é hora de mudar o rumo da actual politica que conduziu à sobrepesca generalizada e à preocupante fragilidade dos recursos, bem como à sobrecapacidade das frotas, situações que esta reforma em curso tem definitivamente que resolver&#8221;. Para o deputado dos Açores, &#8220;A pesca deve fazer-se em cada região de acordo com a disponibilidade dos recursos, acompanhada cientificamente, e dando prioridade às comunidades dessas regiões que desde sempre aí pescaram e a quem a sustentabilidade futura da actividade mais interessa</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Luís Paulo Alves</strong> que acompanhou o grupo de visitantes à &#8220;European Seafood Exposition&#8221;, a maior feira internacional sobre pescas, encontrou-se no Stand de Portugal com o Ministro da Agricultura, António Serrano, e com o Secretário de Estado, Luís Vieira, trocando impressões com ambos acerca dos desafios que a pesca açoriana enfrenta, nomeadamente, nas palavras do deputado, &#8220;<em>sobre a questão essencial do acesso às aguas e pela necessidade de se aumentar a Zona Económica Exclusiva para 200 milhas, afastando o acesso das grandes frotas, que com a redução para as actuais 100 milhas vieram por em perigo a sustentabilidade e a defesa dos recursos e das comunidades piscatórias</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://www.obaluarte.net/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czo0OiI0MTE2IjtzOjk6ImlkX3NlY2NhbyI7Tjt9">O Baluarte</a></span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/luis-paulo-alves-defende-a-proteccao-das-200-milhas-para-as-pescas/">Luís Paulo Alves defende a protecção das 200 milhas para as Pescas</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/luis-paulo-alves-defende-a-proteccao-das-200-milhas-para-as-pescas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>19</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
