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	<title>Arquivo de águas-vivas - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Direção Regional dos Assuntos do Mar e Autoridade Marítima Nacional alertam para cuidados a ter com águas-vivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 10:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Marítima Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[caravelas-portuguesas]]></category>
		<category><![CDATA[Direcção Regional dos Assuntos do Mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Face ao elevado número de águas-vivas e caravelas-portuguesas registado este ano em zonas balneares de todo o arquipélago, a Direção Regional dos Assuntos do Mar e a Autoridade Marítima alertam os banhistas para os cuidados a ter com estes animais marinhos. As águas-vivas, também conhecidas por medusas ou alforrecas, e as caravelas-portuguesas (Physalia physalis), frequentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Face ao elevado número de águas-vivas e caravelas-portuguesas registado este ano em zonas balneares de todo o arquipélago, a Direção Regional dos Assuntos do Mar e a Autoridade Marítima alertam os banhistas para os cuidados a ter com estes animais marinhos.</strong></p>
<p>As águas-vivas, também conhecidas por medusas ou alforrecas, e as caravelas-portuguesas (Physalia physalis), frequentes no mar e em zonas costeiras dos Açores, incluindo areais, sobretudo durante a Primavera e o Verão, possuem tentáculos urticantes que em contacto com a pele podem, potencialmente, causar irritações e ferimentos mais ou menos graves.</p>
<p>Segundo a Direção Regional dos Assuntos do Mar, é importante evitar, sobretudo, o contacto com as caravelas-portuguesas, organismos coloniais que vivem à superfície do mar, graças ao seu flutuador, azul-arroxeado, cheio de gás.</p>
<p>Os tentáculos destes animais, que podem atingir os 30 metros, possuem estruturas venenosas que largam um potente veneno quando entram em contacto com outros organismos, sendo que este veneno causa na vítima uma forte reação cutânea aliada a uma dor intensa.</p>
<p>A água-viva, por outro lado, em contacto com a pele, provoca uma sensação de choque, sendo que os sintomas posteriores são dor forte e sensação de queimadura (calor/ardor), irritação, vermelhidão, inchaço e comichão.</p>
<p>Caso tenha contacto com águas-vivas ou caravelas, não esfregue ou coce a zona atingida para não espalhar o veneno, não use água doce, álcool ou amónia, nem coloque ligaduras, e lave cuidadosamente a zona afetada com água do mar, retire os tentáculos da caravela, utilizando, se possível, luvas, uma pinça de plástico e água do mar e procure assistência médica o mais rapidamente possível.</p>
<p>Algumas pessoas são especialmente sensíveis ao veneno das águas-vivas e podem ter reações alérgicas graves, nomeadamente falta de ar, palpitações, cãibras, náuseas, vómitos, febre, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios, devendo, por isso, ser encaminhadas de imediato para o serviço de urgência.</p>
<p>Nas praias vigiadas os nadadores salvadores afixam bandeiras quando existem avistamentos e/ou queixas de picadas por águas-vivas, sendo que quando se registam caravelas portuguesas o banho de mar é desaconselhado.</p>
<p>Por iniciativa do Governo dos Açores, em parceria com o Comando da Zona Marítima dos Açores e o Departamento Marítimo dos Açores, foi realizado, em 2015, o concurso “Alerta Águas Vivas” dirigido a alunos das escolas da Região que permitiu a criação desta sinalética para alertar os banhistas para a existência de águas-vivas nas zonas balneares.</p>
<p>Para mais informações, consulte este endereço eletrónico  <a href="http://www.azores.gov.pt/Gra/SRMCT-MAR/conteudos/livres/Alerta_Aguas_Vivas.htm" target="_blank" rel="noopener">http://www.azores.gov.pt/Gra/SRMCT-MAR/conteudos/livres/Alerta_Aguas_Vivas.htm</a></p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Mais de 50 avistamentos de alforrecas em projeto pioneiro nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 09:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[alforrecas]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias dezenas de avistamentos de águas-vivas (alforrecas) e caravelas, maioritariamente no mar de São Miguel, foram registados na página online criada há um mês pela Universidade dos Açores para estudar o fenómeno, revelou um dos coordenadores do projeto. “Recebemos entre 50 e 100 registos até ao momento”, afirmou o biólogo Carlos Moura à Agência Lusa, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Várias dezenas de avistamentos de águas-vivas (alforrecas) e caravelas, maioritariamente no mar de São Miguel, foram registados na página online criada há um mês pela Universidade dos Açores para estudar o fenómeno, revelou um dos coordenadores do projeto.</strong></p>
<p>“Recebemos entre 50 e 100 registos até ao momento”, afirmou o biólogo Carlos Moura à Agência Lusa, acrescentando que são sobretudo os nadadores-salvadores que dão conta dos avistamentos, mas o objetivo é que cada vez mais o cidadão comum colabore.</p>
<p>O “projeto pioneiro” do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP), em parceria com o Instituto do Mar (IMAR), pode ser consultado através do endereço eletrónico www.medusa.uac.pt.</p>
<p>A investigação está a ser coordenada pelos biólogos marinhos Carlos Moura e João Gonçalves e pela oceanógrafa Ana Martins.</p>
<p>“O maior número de registos é de São Miguel, mas isso terá a ver com o facto de haver mais gente por quilómetro quadrado. Participam mais, mas também pode ser por ser a ilha maior. Vamos ter de analisar os dados”, disse Carlos Moura, apelando à participação dos cidadãos de todas as ilhas.</p>
<p>Segundo o responsável, nos Açores não existiam, até agora, estudos de monitorização para as águas-vivas e caravelas e, consequentemente, muito pouco se sabe sobre a biologia, a variabilidade genética e a distribuição das mesmas no arquipélago.</p>
<p>O biólogo da Universidade dos Açores adiantou ainda que com este registo ‘online’ se pretende também auxiliar as políticas de gestão pesqueiras e medidas de proteção de costa para atividades marítimo-turísticas.</p>
<p>Para tornar mais fácil a participação da população, há a intenção de criar uma aplicação para telemóvel, com mapas.</p>
<p>“Isto é uma fase inicial. Vamos a ver se para o ano conseguimos fundos para meter uma aplicação, com mapas interativos para que as pessoas possam dizer diariamente onde estão a haver registos”, afirmou Carlos Moura.</p>
<p>No último verão, banhistas de várias zonas dos Açores alertaram para uma maior concentração de águas-vivas.</p>
<p>O biólogo referiu que existem diversas teorias sobre as grandes agregações de medusas, tais como a influência dos ventos, marés, correntes oceânicas, temperatura da água, nutrientes, fitoplâncton, variabilidade sazonal e inter-anual, poluição marinha, reprodução das espécies e declínio de predadores naturais, como tartarugas e algumas espécies de peixes.</p>
<p>As alforrecas ou medusas são espécies marinhas de corpo mole com tentáculos com células urticantes. As caravelas são colónias desses animais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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		<title>DOP/IMAR cria novo site para registo de agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas nos Açores</title>
		<link>https://pescazores.com/dopimar-cria-novo-site-para-registo-de-agregacoes-de-aguas-vivas-e-caravelas-portuguesas-nos-acores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 14:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[caravelas-portuguesas]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia partiu de investigadores e da direção do Departamento de Oceanografia e Pescas ao reconhecerem a necessidade de se compreender as grandes agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas, que afetam os recursos pesqueiros e o sector do turismo no arquipélago dos Açores. Existem diversas teorias sobre as grandes agregações de medusas, tais como a influência [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/dopimar-cria-novo-site-para-registo-de-agregacoes-de-aguas-vivas-e-caravelas-portuguesas-nos-acores/">DOP/IMAR cria novo site para registo de agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ideia partiu de investigadores e da direção do Departamento de Oceanografia e Pescas ao reconhecerem a necessidade de se compreender as grandes agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas, que afetam os recursos pesqueiros e o sector do turismo no arquipélago dos Açores.</strong></p>
<p>Existem diversas teorias sobre as grandes agregações de medusas, tais como a influência dos ventos, marés, correntes oceânicas de meso- e larga-escalas, temperatura da água, nutrientes, fitoplâncton, variabilidade sazonal e inter-anual, poluição marinha, reprodução das espécies e declínio de predadores naturais como tartarugas e algumas espécies de peixes. A formação de ‘blooms’ de águas-vivas e sua distribuição à superfície e coluna de água resultam sem dúvida de um efeito combinado de mais do que um dos fatores acima enunciados. Contudo os mecanismos subjacentes a tais distribuições e seu desenvolvimento no tempo e espaço são ainda desconhecidos para muitas destas espécies. No caso particular dos Açores, não existem ainda estudos de monitorização para estas espécies e consequentemente muito pouco se sabe sobre a biologia, variabilidade genética e distribuição das mesmas no arquipélago.</p>
<p>Nesse sentido, e dado o recente interesse demonstrado não só pela comunidade académica mas principalmente pelo público, a Universidade dos Açores lançou este portal (<a href="http://www.medusa.uac.pt/">www.medusa.uac.pt</a>) que pretende registar, numa primeira fase, os avistamentos das medusas realizados por banhistas e mergulhadores dos Açores. Pretende-se com esta iniciativa incentivar os cidadãos e comunidades públicas a contribuírem também para o conhecimento científico através de conceito “cidadão cientista”, sob a supervisão dos cientistas e/ou instituições científicas regionais. Adicionalmente, os nadadores-salvadores e capitanias de São Miguel, Santa Maria, Faial, Pico e Terceira estão também a participar neste estudo, ao registar os dias com maiores agregações de medusas nas diferentes áreas balneares vigiadas do arquipélago.</p>
<p>A investigação está a ser coordenada pelos biólogos marinhos Carlos Moura e João Gonçalves, e pela oceanógrafa Ana Martins. O estudo que conta ainda, tal como acima referido, com a colaboração dos cidadãos e visitantes dos Açores, pretende contribuir para o conhecimento da biologia das espécies existentes na região, assinalando e tentando prever (a médio e longo prazos) os locais e alturas do ano com maiores agregações de medusas no arquipélago. Pretende-se ainda com esta iniciativa iniciar um primeiro passo no sentido de auxiliar políticas de gestão pesqueiras e medidas de proteção de costa para atividades marítimo-turísticas.</p>
<p>Para informações ou dúvidas, contactar <a href="mailto:carlosmoura@uac.pt">carlosmoura@uac.pt</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.horta.uac.pt/intradop/" target="_blank" rel="noopener">Notícias do DOP</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/dopimar-cria-novo-site-para-registo-de-agregacoes-de-aguas-vivas-e-caravelas-portuguesas-nos-acores/">DOP/IMAR cria novo site para registo de agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Governo dos Açores e Autoridade Marítima desafiam alunos da Região a criar sinalética sobre ocorrência de águas vivas</title>
		<link>https://pescazores.com/governo-dos-acores-e-autoridade-maritima-desafiam-alunos-da-regiao-a-criar-sinaletica-sobre-ocorrencia-de-aguas-vivas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 13:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As secretarias regionais da Educação e Cultura e do Mar, Ciência e Tecnologia, em parceria com o Comando da Zona Marítima dos Açores e o Departamento Marítimo dos Açores, promovem a realização do concurso “Alerta Águas Vivas”, desafiando os alunos das escolas da Região a criar uma sinalética que alerte os banhistas para a existência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As secretarias regionais da Educação e Cultura e do Mar, Ciência e Tecnologia, em parceria com o Comando da Zona Marítima dos Açores e o Departamento Marítimo dos Açores, promovem a realização do concurso “Alerta Águas Vivas”, desafiando os alunos das escolas da Região a criar uma sinalética que alerte os banhistas para a existência destes animais nas zonas balneares.</p>
<p>Melhorar a informação ao dispor dos banhistas e aumentar a segurança nas zonas balneares são dois dos principais objetivos desta iniciativa.</p>
<p>O concurso, que arranca hoje e termina a 31 de março, destina-se a alunos do 3º ciclo e dos ensinos secundário e profissional de todas as escolas do arquipélago.</p>
<p>Esta iniciativa pretende também estimular a criatividade dos jovens, que terão de desenhar e criar logótipos para bandeiras e placas que assinalem a presença de águas vivas nas zonas balneares de acordo com a sua densidade, ou seja, consoante o número de organismos presentes na água e o perigo que representam para os banhistas.</p>
<p>A escala de densidade a utilizar será de um “Alerta”, a içar quando há avistamentos esporádicos ou queixas de contacto com águas vivas na zona balnear, e de “Perigo”, a içar em situação de elevada concentração de águas vivas na zona balnear.</p>
<p>Os trabalhos dos alunos serão avaliados por um júri constituído por representantes das secretarias regionais da Educação e Cultura e do Mar, Ciência e Tecnologia, do Departamento Marítimo dos Açores e da Associação de Nadadores Salvadores dos Açores.</p>
<p>Serão atribuídos prémios aos 10 primeiros classificados, bem como ao estabelecimento de ensino frequentado pelos alunos classificados em primeiro lugar.</p>
<p>O estabelecimento de ensino vencedor receberá um prémio no valor de 250 euros.</p>
<p>Os três primeiros classificados serão premiados com um almoço e um passeio a bordo de um navio da Marinha Portuguesa, enquanto os alunos cujos projetos fiquem classificados entre o quarto e o décimo lugar terão direito a uma navegação num navio da Marinha Portuguesa.</p>
<p>Todos os projetos aceites a concurso receberão um diploma de participação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-dos-acores-e-autoridade-maritima-desafiam-alunos-da-regiao-a-criar-sinaletica-sobre-ocorrencia-de-aguas-vivas/">Governo dos Açores e Autoridade Marítima desafiam alunos da Região a criar sinalética sobre ocorrência de águas vivas</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Águas vivas invadem praias dos Açores no inverno (vídeo)</title>
		<link>https://pescazores.com/aguas-vivas-invadem-praias-dos-acores-no-inverno-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2015 15:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[João Gonçalves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O investigador da Universidade dos Açores, João Gonçalves, propõe um programa de monitorização para estudar as causas do maior ou menor aparecimento de águas vivas nas praias dos Açores. O cientista defende que seja criada uma metodologia de trabalho igual em todas as ilhas para que se consiga apurar a evolução real deste fenómeno, que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/aguas-vivas-invadem-praias-dos-acores-no-inverno-video/">Águas vivas invadem praias dos Açores no inverno (vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/ofmShzKNUbYJQsY0O0fp/mov/1" width="410" height="360" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>O investigador da Universidade dos Açores, João Gonçalves, propõe um programa de monitorização para estudar as causas do maior ou menor aparecimento de águas vivas nas praias dos Açores.</strong></p>
<p>O cientista defende que seja criada uma metodologia de trabalho igual em todas as ilhas para que se consiga apurar a evolução real deste fenómeno, que até pode estar relacionado com as alterações climáticas.</p>
<p>Nas ultimas semanas, as zonas balneares foram invadidas por estes organismos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/acores/index.php" target="_blank" rel="noopener">RTP / Açores</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/aguas-vivas-invadem-praias-dos-acores-no-inverno-video/">Águas vivas invadem praias dos Açores no inverno (vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<item>
		<title>O investigador João Gonçalves defende programa para monitorização regular de águas-vivas nos Açores</title>
		<link>https://pescazores.com/o-investigador-joao-goncalves-defende-programa-para-monitorizacao-regular-de-aguas-vivas-nos-acores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 12:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[POPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O docente do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores João Gonçalves defendeu hoje a criação de um programa que permita &#8220;a monitorização regular das águas-vivas&#8221; para &#8220;estudar o fenómeno e tentar mitigar o problema&#8221;. No último verão, banhistas de várias zonas dos Açores alertaram para uma maior concentração de águas-vivas (alforrecas) [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/o-investigador-joao-goncalves-defende-programa-para-monitorizacao-regular-de-aguas-vivas-nos-acores/">O investigador João Gonçalves defende programa para monitorização regular de águas-vivas nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>O docente do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores João Gonçalves defendeu hoje a criação de um programa que permita &#8220;a monitorização regular das águas-vivas&#8221; para &#8220;estudar o fenómeno e tentar mitigar o problema&#8221;.</div>
<div>
<p>No último verão, banhistas de várias zonas dos Açores alertaram para uma maior concentração de águas-vivas (alforrecas) em zonas balneares açorianas.</p>
<p>Também nos últimos 15 dias de 2014 surgiram testemunhos de banhistas sobre a presença de águas-vivas nas águas, particularmente na ilha de São Miguel, algo que é pouco frequente durante os meses de inverno.</p>
<p>“Não há nenhum sistema geral de monitorização para este tipo de organismos. Normalmente, a investigação científica funciona, e infelizmente, com base em projetos de curto prazo, no máximo de três anos, e normalmente virado para questões que envolvam novas tecnologias”, disse o professor universitário, em declarações à Lusa.</p>
<p>Embora sem dados científicos que permitam garantir que as águas-vivas aparecereram em maior quantidade em 2014, o docente do DOP admitiu que essa maior concentração tenha ocorrido em função de uma série de fatores naturais, desde logo, o regime de ventos que geralmente originam &#8220;a acumulação na costa de todo o tipo de resíduos e águas-vivas&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;em anos mais quentes existe uma tendência para a formação de mais águas-vivas&#8221;, acrescentou João Gonçalves, para quem &#8220;as entidades governamentais deveriam criar um programa comum&#8221; para monitorizar aqueles organismos e os resíduos que dão à costa.</p>
<p>No seu entender, esta monitorização permitiria disponibilizar &#8220;informação interessante aos banhistas&#8221; e &#8220;indicadores interessantes&#8221; científicos que poderiam surgir cinco anos após a implementação do projeto.</p>
<p>&#8220;Permitiria, por exemplo, saber se na realidade aqueles fenómenos estão ou a não aumentar. Se estão a ocorrer alterações do ecossistema. É que depois acontecem estes fenómenos e as pessoas ficam alarmadas e não sabem o porquê&#8221;, considerou, lembrando que a região tem, na área das pescas, um projeto deste género, o POPA, projeto de observação das pescas dos Açores, que tem permitido &#8220;uma recolha de informação vastíssima&#8221;.</p>
<p>Para o docente do DOP, &#8220;está na altura&#8221; de pensar na concretização de um projeto de &#8220;observação, de longo prazo, das águas-vivas e resíduos, envolvendo várias ilhas e várias organizações&#8221; com &#8220;uma metodologia comum para estudar o fenómeno.</p>
<p>&#8220;São questões que deveriam merecer projetos de longo prazo, até porque, nas diretivas comunitárias, a estratégia marinha obriga a uma atenção dos países sobre estes assuntos. E é uma pena não haver uma entidade que dinamize um estudo de longo prazo sobre estes fenómenos&#8221;, considerou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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