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	<title>Arquivo de alimentação - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>FishGourmet // Solta o Chef Que Há em Ti!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 13:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No seguimento da final do Passatempo Docapesca “FishGourmet – Solta o Chef Que Há em Ti!”, para a criação do melhor Hambúrguer de Cavala, e respetiva atribuição de prémios no festival Peixe em Lisboa 2015, os alunos premiados com Menções Honrosas FishGourmet começaram os respetivos estágios e serão durante os próximos 30 dias os mini-Chefs [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/09/6887537_orig.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11030" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/09/6887537_orig.jpg" alt="6887537_orig" width="582" height="315" /></a></p>
<p>No seguimento da final do Passatempo Docapesca “FishGourmet – Solta o Chef Que Há em Ti!”, para a criação do melhor Hambúrguer de Cavala, e respetiva atribuição de prémios no festival Peixe em Lisboa 2015, os alunos premiados com Menções Honrosas FishGourmet começaram os respetivos estágios e serão durante os próximos 30 dias os mini-Chefs de duas grandes cozinhas!</p>
<p>Adriana Ramos, vencedora da Menção Honrosa “Aplicação à Indústria” com o Hambúrguer de Cavala Mediterrânico, começou a estagiar no passado dia 15 de agosto e irá decorrer até dia 15 de setembro no Restaurante São Gabriel (Vale do Lobo, Algarve) com a supervisão direta do <i>Chef</i> Leonel Pereira.</p>
<p>André Martins, vencedor da Menção Honrosa “Aplicação ao Mercado” com o Hambúrguer de Cavala Natura começou a sua aventura no dia 18 de agosto e irá estagiar até dia 1 de setembro no Restaurante Alexandre Silva (Mercado da Ribeira, Lisboa) e de 1 de setembro até 17 de setembro no novo Restaurante LOCO (Lisboa), também do <i>Chef</i> Alexandre Silva e com a sua supervisão direta.</p>
<p>Relativamente a Ana Rita Marques, vencedora do Prémio Inovação com Hambúrguer de Cavala Italiano, prescindiu do seu estágio de três meses com o <i>Chef</i> Pedro Lemos no Porto por já se encontrar a realizar estágio, pelo que de acordo com o Regulamento do Concurso foi atribuído um outro prémio de valor equivalente, que será escolhido pela aluna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O Projeto FishGourmet &#8211; Hambúrguer de Cavala</b></p>
<p>Tendo por objetivo a criação de um <i>fishburguer</i> de estilo gourmet, esta iniciativa da Docapesca Portos e Lotas de Portugal, consolida a Campanha Nacional de Valorização do Pescado Português, neste caso a Campanha para promoção da Cavala. Utilizando esta espécie como produto-base, a Docapesca pretende motivar, informar e promover junto dos alunos das escolas de hotelaria nacionais os benefícios da utilização da Cavala por ser uma espécie abundante na costa portuguesa, rica em ómega 3, e de baixo valor comercial.</p>
<p>Fazendo parte dos desafios propostos no ano letivo 2014/15, os alunos das escolas de hotelaria nacionais foram convidados a apresentar uma receita de <i>fishburguer</i> gourmet de Cavala, com a indicação do valor nutricional (incluindo a quantidade de ómega 3), das quantidades de cada ingrediente utilizado e do custo monetário por pessoa, o qual não podia ultrapassar os 2 euros/pax.</p>
<p>A receita deve ser apelativa, passível de ser produzida e embalada industrialmente como <i>ready-to-eat</i> e acessível, quer do ponto de vista da relação qualidade/preço, quer do ponto de vista da preparação e confeção em casa, tendo como público-alvo jovens solteiros e casais jovens independentes que, não tendo muita experiência ou muito tempo, dispõem financeiramente de meios para privilegiar compras mais saudáveis e equilibradas.</p>
<p>Este projeto é uma iniciativa da Docapesca e do Ministério da Agricultura e do Mar, cofinanciado pelo programa Promar &#8211; Fundo Europeu das Pescas.</p>
<p>26/8/2015</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.docapesca.pt" target="_blank" rel="noopener">Docapesca</a></p>
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		<title>Sardinhas, anchovas e carapau em defesa dos Oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 12:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[“Salve os oceanos e alimente o mundo"]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinte dos melhores chefs do mundo juntam-se a partir de hoje numa campanha em defesa dos oceanos. Sardinhas, anchovas e cavalas passam a ser pratos obrigatórios nos seus restaurantes. A iniciativa partiu da Organização Não Governamental Oceana, que quer promover o consumo sustentável de peixe. “Salve os oceanos e alimente o mundo&#8221; &#8211; é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vinte dos melhores <i>chefs</i> do mundo juntam-se a partir de hoje numa campanha em defesa dos oceanos. Sardinhas, anchovas e cavalas passam a ser pratos obrigatórios nos seus restaurantes. A iniciativa partiu da Organização Não Governamental Oceana, que quer promover o consumo sustentável de peixe.</strong></p>
<p>“Salve os oceanos e alimente o mundo&#8221; &#8211; é o nome desta campanha que reúne <i>chefs</i> como Ferrán Adriá, Pedro Sbijana, o italiano Massimo Bottura ou o peruano Gáston Acurio. Um dos objetivos é promover o consumo de espécies cada vez mais usadas na indústria alimentar para fabrico de farinhas ou óleos e não para consumo direto, como explicou à TSF o diretor da<a href="http://perfectprotein.oceana.org/es/" target="_blank" rel="noopener"><b> </b><b>ONG Oceana</b></a>, Lasse Gustavsson.</p>
<p>&#8220;Queremos que peixes como sardinhas e cavalas se tornem atrações culinárias e quem pode fazer isso melhor do que os 20 melhores <i>chefs</i> do mundo? Quem pode ensinar-nos a saborear este peixe maravilhoso e também ensinar num dia da semana à noite, quando os miúdos estão a saltar e temos que ter o jantar pronto em 10 minutos, quem podem ensinar-nos a cozinhar este peixe em casa e de forma a querermos comer mais vezes&#8221;.</p>
<p>A ONG Oceana acredita que a mudança de hábitos e a conservação das espécies permitiria alimentar milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>&#8220;Hoje em dia servimos todos os dias 415 milhões de refeições vindas do oceano. Pensamos que é possível passar para um bilião, o que é muito importante se pensarmos num mundo com 9 biliões de pessoas, em que muitas não têm alimentos. Por isso é importante reconstruir os oceanos, não só para a atualidade, mas também para criar reservas de alimentos para aqueles que não têm acesso a uma refeição&#8221;.</p>
<p>Lasse Gustavsson acredita que é possível mudar mentalidades. &#8220;Queremos que anchovas e sardinhas sejam tão populares como o sushi, porque sabemos que as sardinhas, as cavalas ou as anchovas são saudáveis e saborosas. Isso iria permitir continuar a pescar, mas a evitar espécies em perigo como o atum e outros peixes.&#8221;</p>
<p>Esta segunda-feira, Dia Mundial dos Oceanos, os <a href="http://oceana.org/press-center/press-releases/chefs-20-world%E2%80%99s-best-restaurants-pledge-serve-perfect-protein-%E2%80%9Csave" target="_blank" rel="noopener"><b>20 chefs</b></a> vão oferecer pratos feitos com sardinhas, anchovas, arenque, cavala e carapau.</p>
<p>Fonte: <a href="Sardinhas, anchovas e carapau em defesa dos Oceanos" target="_blank" rel="noopener">TSF</a></p>
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		<title>Conservas são prato principal de mais de metade dos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2015 14:24:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de metade dos inquiridos num estudo feito por investigadores da Universidade Católica Portuguesa consome conservas de peixe como principal refeição. De acordo com o estudo, que caracteriza pela primeira vez o consumo de conservas de pescado em Portugal, elaborado em conjunto com a Associação dos Industriais de Conservas de Peixe, 60% dos 1.229 inquiridos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mais de metade dos inquiridos num estudo feito por investigadores da Universidade Católica Portuguesa consome conservas de peixe como principal refeição.</strong></p>
<p>De acordo com o estudo, que caracteriza pela primeira vez o consumo de conservas de pescado em Portugal, elaborado em conjunto com a Associação dos Industriais de Conservas de Peixe, 60% dos 1.229 inquiridos disseram que substituem a carne ou o peixe na refeição por estas conservas, enquanto 39% apenas as consome como &#8220;tapa/entrada&#8221;.</p>
<p>Na escolha das conservas a consumir, o estudo &#8211; desenvolvido entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015 &#8211; revela que, depois do preço, é a &#8220;nacionalidade portuguesa&#8221; o fator determinante (59%) e o atum, o peixe preferido por 87% dos inquiridos.</p>
<p>A amostra utilizada no estudo reuniu 1.229 pessoas, maiores de 16 anos, residentes em Portugal Continental e nas Ilhas, tendo mais de metade dos inquiridos (53,2%) idades correspondidas entre os 30 e os 50 anos.</p>
<p>Os distritos do Porto (50%), de Lisboa (16%) e de Faro (9,2%) foram os mais representados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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		<title>Sesimbra // Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2015 10:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe espada preto]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Gastronómica do Peixe-espada Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Sesimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Sesimbra é Peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para valorizar o Peixe-espada Preto, capturado de forma artesanal há cerca de 40 anos pelos pescadores de Sesimbra, e dinamizar a restauração local, capitalizando assim as potencialidades da região, a Câmara Municipal decidiu criar, em 2006, este evento gastronómico dedicado exclusivamente a esta espécie. Mais de 90 por cento do Peixe-espada Preto português é pescado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/05/espadapreto.png"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-10019" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/05/espadapreto.png" alt="espadapreto" width="763" height="428" /></a></p>
<p>Para valorizar o Peixe-espada Preto, capturado de forma artesanal há cerca de 40 anos pelos pescadores de Sesimbra, e dinamizar a restauração local, capitalizando assim as potencialidades da região, a Câmara Municipal decidiu criar, em 2006, este evento gastronómico dedicado exclusivamente a esta espécie.</p>
<p>Mais de 90 por cento do Peixe-espada Preto português é pescado por embarcações de Sesimbra, número que transmite bem a importância desta espécie para a economia e gastronomia locais. Atualmente, a pesca é feita de forma artesanal por perto de 260 pescadores, que partem diariamente em 16 barcos, rumo ao largo de Sesimbra.</p>
<p>Em todas as edições, os chefes sesimbrenses surpreendem o público com pratos inovadores e bastante variados, como o Espada Preto de Sesimbra em Tempura de Cerveja Preta e Sésamo, Creme de Amêndoas e Legumes com Aromas Asiáticos ou Supremos de Peixe-espada Preto Dourados em Leito de Legumes Salteados Guarnecidos de Risoto de Berbigão.</p>
<p>Desde 2014, a complementar as receitas, os restaurantes sugerem também um vinho da região, em resultado da parceria com a Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cm-sesimbra.pt/pt" target="_blank" rel="noopener">Câmara Municipal de Sesimbra</a></p>
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		<item>
		<title>Portugal recebe o 1.º festival de sushi da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2015 10:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[sushi]]></category>
		<category><![CDATA[Sushi Fest]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcado para os dias 2, 3 e 4 de julho, nos Jardins e Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, o Sushi Fest vai reunir reconhecidos chefs de sushi e alguns dos melhores nomes da música portuguesa ao vivo. O primeiro festival de sushi da Europa promete um programa gastronómico e musical &#8220;inovador e com uma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/portugal-recebe-o-1-o-festival-de-sushi-da-europa/">Portugal recebe o 1.º festival de sushi da Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/148.jpeg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9547" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/148.jpeg" alt="148" width="805" height="784" /></a></p>
<p><strong>Marcado para os dias 2, 3 e 4 de julho, nos Jardins e Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, o Sushi Fest vai reunir reconhecidos <i>chefs</i> de sushi e alguns dos melhores nomes da música portuguesa ao vivo.</strong></p>
<p>O primeiro festival de sushi da Europa promete um programa gastronómico e musical &#8220;inovador e com uma área dedicada à cultura japonesa&#8221;, onde o &#8220;público vai poder saborear um jantar com o melhor sushi e sashimi com a máxima qualidade e frescura.&#8221;</p>
<p>O <strong>Sushi Fest</strong> conta com o apoio institucional da Câmara Municipal de Oeiras, da Embaixada do Japão, da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Japonesa, da Associação de Amizade Portugal-Japão e do Turismo de Portugal.</p>
<p>Com a promessa deste ser <strong>&#8220;o evento mais cool do ano&#8221;</strong>, Nuno Graciano, da CoolWorld, empresa responsável pela organização e promoção do evento, refere que o Sushi Fest &#8220;é mais do que um evento gastronómico baseado no sushi e é mais do que um festival de música. É um acontecimento fresco, novo, ideal para juntar família e amigos e saborear o melhor sushi e o melhor da música portuguesa. Uma experiência única, que ninguém pode perder.&#8221;</p>
<p>Mais informações podem ser consultadas <a href="http://www.sushifest.pt/" target="_blank" rel="noopener"><b>aqui</b></a>, onde se prometem novidades para breve.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dinheirovivo.pt" target="_blank" rel="noopener">Dinheiro Vivo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Algas Comestíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2015 07:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[algas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Tok de Mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem cerca de 10.000 espécies de macroalgas divididas em 3 grandes grupos: castanhas (Ochrophyta), verdes (Chlorophyta) e vermelhas (Rhodophyta), de acordo com os pigmentos fotossintéticos e a composição química. Algumas macroalgas crescem mais de 50cm por dia, chegando a atingir mais de 60m de comprimento, outras só crescem alguns centímetros por ano. A distribuição e [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/algas-comestiveis/">Algas Comestíveis</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem cerca de 10.000 espécies de macroalgas divididas em 3 grandes grupos: castanhas (Ochrophyta), verdes (Chlorophyta) e vermelhas (Rhodophyta), de acordo com os pigmentos fotossintéticos e a composição química. Algumas macroalgas crescem mais de 50cm por dia, chegando a atingir mais de 60m de comprimento, outras só crescem alguns centímetros por ano. A distribuição e abundância das espécies são condicionadas por vários fatores ambientais e fatores biológicos como a resistência a predadores e a competição entre espécies por recursos essenciais. As diferentes estratégias de adaptação das macroalgas a estes fatores são facilmente visíveis na elevada diversidade de tamanho, forma, cor e textura existente entre espécies e até mesmo dentro da mesma espécie.</p>
<p>As macroalgas <strong>têm sido utilizadas desde a antiguidade como alimento e medicamento</strong>. O registo mais antigo data de 12100 AC no Chile. Nos países ocidentais, o interesse das macroalgas na alimentação humana tem vindo a aumentar, principalmente devido à tendência para a utilização e consumo de produtos 100% naturais e ao reconhecimento das suas propriedades nutricionais (proteínas, fibras, vitaminas, ácidos gordos insaturados, minerais) e nutracêuticas (e.g. antioxidante, anti colesterol). Na Europa a legislação (EC258/97) restringe a utilização generalizada de macroalgas na alimentação humana e animal, admitindo apenas 22 espécies como comestíveis. No entanto, não há registos de algas tóxicas para consumo humano (só algumas com sabor muito amargo!). Noutras partes do mundo, há muitas outras espécies que entram na dieta das populações e que podem mesmo ser encontradas em alguns pontos de venda na Europa (p.e. a <i>Codium</i>spp. <i>Caulerpa</i> spp., <i>Hizikia fusiformis, Macrocystis pyrifera).</i></p>
<p>A extracção de ficocolóides (fico=alga + colóide=gel) a nível industrial é um sector muito importante da aplicação das algas. Os alginatos (algas castanhas), os carraginatos e o agar (algas vermelhas) são dos agentes estruturantes e/ou texturizantes mais explorados para várias aplicações na indústria alimentar, cosmética, biomedicina, farmacêutica, entre outras. Os produtos que apresentem os códigos E400 a E407 têm na sua composição estes ficocolóides (e.g. pasta de dentes, gelatina).</p>
<p>Em baixo segue a lista atual das espécies de algas consideradas comestíveis na Europa (www.ceva,fr) por nome científico e comum.</p>
<p><strong>CASTANHAS</strong><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Alaria esculenta</span></i> – Wakame atlântico<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Ascophyllum nodosum</span></i> – Limo-de-nós<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Fucus vesiculosus</span></i><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Fucus spiralis</span></i> – Bodelha, Botelho, Fava-do-Mar<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Himanthalia elongata</span></i> – Esparguete-do-Mar <b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Laminaria digitata</span></i><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Laminaria japónica / Saccharina japonica</span></i><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Saccharina latissima</span></i><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Undaria pinnatifida</span></i> – Wakame, Kelp</p>
<p><strong>VERDES</strong><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Enteromorpha</span></i> spp. – Erva-patinha verde, Fitas-verdes<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Ulva</span></i> spp. – Alface-do-mar</p>
<p><strong>VERMELHAS</strong><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Chondrus crispus</span></i> – Musgo-irlandês<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Gracilaria verrucosa</span></i> – Cabelo-de-velha<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Lithothamnium calcareum</span></i><b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Mastocarpus stellatus</span></i> – Falso Musgo-irlandês<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Palmaria palmata</span></i> – Botelho-comprido<b><br />
</b><i><span style="text-decoration: underline;">Porphyra</span></i> spp. (<i><span style="text-decoration: underline;">umbilicalis, tenera, yezoensis, dioica, purpurea, laciniata, leucosticta</span></i>) – Erva-patinha, Nori Atlântico</p>
<p>Apesar de não fazer parte da lista do “Centre d´Étude et Valorisation des Algues”, a espécie <i>Osmundea pinnatifida</i> ou Erva-malagueta tem um histórico considerável de consumo nos Açores e outras partes da Europa, onde são um aperitivo muito apreciado.</p>
<p>Fonte: <a href="https://tokdemar.wordpress.com" target="_blank" rel="noopener">Tok de Mar</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ericeira: Ouriços podem valer até 80 euros o quilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 12:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival Internacional do Ouriço-do-Mar]]></category>
		<category><![CDATA[ouriços-do-mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Portugal pouca gente come ouriços-do-mar. Mas ‘lá fora’ este marisco é considerado uma iguaria e pode custar até 80 euros o quilo. Dois jovens portugueses, integrados no projeto Endògenos, estão a apostar na revitalização deste bivalve através da sua criação em tanques e viveiros. Embora seja possível encontrar o espinhoso ‘paracentrotus lividus’ em quase [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em Portugal pouca gente come ouriços-do-mar. Mas ‘lá fora’ este marisco é considerado uma iguaria e pode custar até 80 euros o quilo. Dois jovens portugueses, integrados no projeto <a href="https://www.facebook.com/endogenos?fref=photo" target="_blank" rel="noopener">Endògenos</a>, estão a apostar na revitalização deste bivalve através da sua criação em tanques e viveiros.</strong></p>
<p>Embora seja possível encontrar o espinhoso ‘paracentrotus lividus’ em quase toda a costa portuguesa, o seu consumo é residual. Mas o sucesso do <a href="http://www.pescazores.com/noticias/nacionais/ericeira-acolhe-festival-dedicado-ao-ourico-do-mar-em-abril/" target="_blank" rel="noopener">1.º Festival do Ouriço-do-Mar</a>, que decorreu no fim-de-semana passado na Ericeira, prova que os portugueses estão curiosos e dispostos a servir este marisco à sua mesa.</p>
<p>Todas as iniciativas do programa contaram com casa cheia: tanto as jornadas técnicas, como as sessões de &#8216;showcooking&#8217; e as visitas aos primeiros viveiros de ouriço-do-mar do país, criados por Luís Inácio e pela bióloga Patrícia Lopes, no âmbito do projeto Endògenos.</p>
<p>O objetivo é apostar na exportação para países onde este marisco chega a valer 80 euros ao quilo mas também incentivar o consumo interno deste alimento.</p>
<p>“Nos anos 60 ou 70 comia-se bastante o ouriço-do-mar em Portugal, mas era uma apanha familiar para consumir em casa. Em Portugal nunca houve a tradição de comercializar este marisco nos mercados e nos restaurantes”, explica Luís Inácio.</p>
<p>Nas sessões de ‘showcooking’ deste fim-de semana, que decorreram no Hotel Vila Galé, os participantes tiveram oportunidade de experimentar diversos pratos de ouriço-do-mar, preparados por ‘chefs’ de renome, como António Alexandre, do Lisbon Marriott Hotel, ou Carlos Collado, da Le Cordon Bleu de Madrid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/12700.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9539" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/12700.jpg" alt="12700" width="640" height="427" /></a></p>
<p><span style="color: #999999;">O &#8216;chef&#8217; Carlos Collado, da Le Cordon Bleu de Madrid, preparou um prato com puré de ouriço e ovo de codorniz © Endògenos</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luís Inácio explica que, no ouriço-do-mar, só se deve comer as ovas, que na realidade são os órgãos reprodutores dos ouriços e que estão presentes tanto nos machos como nas fêmeas. “Quando comemos as ovas sentimos uma explosão de sabor a mar”, afirma.</p>
<p>As ovas são as tiras laranjas que se encontram dentro de todos os ouriços. No macho, este órgão funciona como esperma e na fémea como óvulos que, ao serem expelidos, são fecundados fora de água dando origem a um ovo de onde nasce a larva.</p>
<p>O empresário sublinha que as ovas estão sempre presentes nos ouriços mas avisa que a “altura ideal para as consumir é durante os meses com ‘R’”. “Fora desse período as ovas são muito aguadas”, acrescenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/14748.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9542" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/14748.jpg" alt="14748" width="720" height="685" /></a></p>
<p><span style="color: #999999;">No domingo, os visitantes tiveram oportunidade de visitar o viveiro que foi reativado e onde crescem os ouriços-do-mar adultos que vieram dos tanques © Endògenos</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aliás, um dos objetivos do projeto de Luís e Patrícia “passa por criar vários ciclos todas as semanas para podermos fornecer ovas com qualidade durante todo ano todo”. Nos tanques onde garantem a reprodução das crias, Luís e Patrícia já têm “vários ciclos reprodutivos a decorrer simultaneamente, graças ao controlo da alimentação, das temperaturas e da luz”.</p>
<p>Quando as larvas chegam à fase adulta, são transferidas para os viveiros naturais, junto ao mar: “estes viveiros foram feitos nos anos 60/70 para criar lagostas e santolas que abasteciam os restaurantes locais mas depois foram abandonados e acabaram por ficar destruídos pelo mar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/2174703.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9541" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/2174703.jpg" alt="2174703" width="640" height="427" /></a></p>
<p><span style="color: #999999;">As sessões de &#8216;showcooking&#8217; do Hotel Vila Galé tiveram casa cheia © CMF</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto dos viveiros começou há dois anos e Luís Inácio admite que a produção ainda é reduzida. “Mas já abastecemos restaurantes locais e de lisboa, bem como alguns restaurantes de sushi a nível nacional”, salienta, acrescentando que o objetivo é, em breve, reativar mais viveiros e apostar numa maior escala de produção para começar a exportar.</p>
<p>Esta aposta na criação de ouriços-do-mar poderá ainda incentivar outras áreas de investigação, uma vez que há já estudos, em Portugal, que exploram as propriedades dos ouriços, por exemplo a nível cosmético e ambiental.</p>
<p>Fonte: <a href="http://boasnoticias.pt" target="_blank" rel="noopener">Patrícia Maia / Boas Notícias</a></p>
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		<title>Festival &#8220;Peixe em Lisboa&#8221; // 9 a 19 de Abril 2015, no Pátio da Galé, Terreiro do Paço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2015 10:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe em Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Um dos maiores eventos gastronómicos do País em que os melhores &#8220;chefs&#8221; de cozinha celebram o Peixe e Marisco. Novos restaurantes com degustações, mercado de produtos, aulas de cozinha, debates e a popular prova “O Melhor Pastel de Nata” complementam a programação da 8.ª edição do “Peixe em Lisboa”. Duas das principais celebridades da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/10150531_687880554583326_1343096249_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-9388" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/04/10150531_687880554583326_1343096249_n.jpg" alt="10150531_687880554583326_1343096249_n" width="640" height="747" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um dos maiores eventos gastronómicos do País em que os melhores &#8220;chefs&#8221; de cozinha celebram o Peixe e Marisco.</strong></p>
<p>Novos restaurantes com degustações, mercado de produtos, aulas de cozinha, debates e a popular prova “O Melhor Pastel de Nata” complementam a programação da 8.ª edição do “Peixe em Lisboa”.</p>
<p>Duas das principais celebridades da cozinha mundial vão regressar ao nosso país para participar na 8.ª edição do “Peixe em Lisboa”, que se realizará de 9 a 19 de abril 2015, no Pátio da Galé – Terreiro do Paço. Os espanhóis <strong>Joan Roca</strong><b> </b>(dia 14) e <strong>Quique Dacosta</strong><b> </b>(dia 12), três estrelas Michelin, na 2.ª e 41.ª posições, respetivamente, no famoso “The World’s 50 Best Restaurants”, vão brilhar no auditório do evento, a par de outros convidados oriundos da França, do Brasil e, claro, de Portugal.</p>
<p>De França chega Mauro Colagreco (dia 13), chefe argentino radicado naquele país, no restaurante Mirazur, em Menton, na Riviera francesa – um chefe com duas estrelas Michelin, 11.ª posição do “50 Best Restaurants”. Mantendo a ligação transatlântica, “Peixe em Lisboa” volta a convidar um chefe brasileiro, este ano Rafael Costa e Silva (dia 15), do restaurante Lasai, no Rio de Janeiro, um dos mais aclamados pela crítica.</p>
<p>As sessões de cozinha ao vivo, que decorrerão no Auditório do evento, de novo instalado no Terreiro do Paço, serão ainda protagonizadas por Vitor Sobral (dia 12), pelos dois recém-galardoados com uma estrela Michelin, Pedro Lemos e Leonel Pereira (dias 10 e 17, respetivamente), Ricardo Costa (dia 16, chefe com uma estrela Michelin), Tomoaki Kanazawa e Leonardo Pereira (dia 18) e Belmiro de Jesus (dia 19).</p>
<p>Ao ritmo de 12 horas diárias, uma dezena de restaurantes combinará tradição e contemporaneidade, com propostas gastronómicas exclusivamente de peixes e mariscos do mar português. Entre novidades e espaços já “clássicos” no “Peixe em Lisboa”, a 8.ª edição apresenta as estreias de Las Ficheras, Kiko Martins, Pap’Açorda, Sushi Café e Taberna da Rua das Flores &amp; Flores Bairro Alto Hotel. Repetem presença Arola by Penha Longa, José Avillez, O Nobre/Nobre Estoril, Ribamar e Vitor Sobral.</p>
<p>À vasta oferta de produtos do mar e rio junta-se um mercado gourmet, composto por expositores de diversas marcas, desde bebidas, doçarias, produtos tradicionais e mercearia fina.</p>
<p>O talento de subchefes volta a ser reconhecido na terceira edição do simpósio “Sangue Na Guelra” (dia 11), um evento gastronómico que pretende divulgar o potencial criativo de jovens chefes que trabalham com os grandes nomes da cozinha portuguesa e internacional. Destaque ainda para nova edição dos “Jovens Talentos da Gastronomia” (dia 16).</p>
<p>Ao longo de onze dias, os visitantes serão também desafiados a participar em aulas de cozinha orientadas por chefes de cozinha mediáticos, bem como serão apresentados os projetos “As espécies mais populares do mar de Portugal” e “Projeto Mr. Good Fish”, ambos em colaboração com a Ciência Viva; o “Projeto Novos Bolos Fabrico Próprio” e “Projeto Fabrico Próprio: Design da pastelaria semi-industrial portuguesa”.</p>
<p>No sítio oficial do evento, <a href="http://www.peixemlisboa.com/" target="_blank" rel="noopener"><b>www.peixemlisboa.com</b></a>, estão entretanto já disponíveis os detalhes da programação da 8.ª edição do “Peixe em Lisboa”, incluindo horários e condições de acesso.</p>
<p>“Peixe em Lisboa” é uma organização da Associação Turismo de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da EV – Essência do Vinho.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.visitlisboa.com/Home_PT.aspx?lang=pt-PT" target="_blank" rel="noopener">Turismo de Portugal</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/festival-peixe-em-lisboa-9-a-19-de-abril-2015-no-patio-da-gale-terreiro-do-paco/">Festival &#8220;Peixe em Lisboa&#8221; // 9 a 19 de Abril 2015, no Pátio da Galé, Terreiro do Paço</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Comer bem e barato é possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2015 01:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Cíntia Machado Fileira do Pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem pense que uma alimentação equilibrada fica cara e que o peixe é um luxo inacessível para orçamentos mais reduzidos. Apesar de a proteína do peixe ser muito mais benéfica para a saúde do que a da carne, nem todas as famílias a incluem regularmente na lista de compras, por acharem que fica cara. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há quem pense que uma alimentação equilibrada fica cara e que o peixe é um luxo inacessível para orçamentos mais reduzidos. Apesar de a proteína do peixe ser muito mais benéfica para a saúde do que a da carne, nem todas as famílias a incluem regularmente na lista de compras, por acharem que fica cara. Não é assim!</strong></p>
<p>Para ter refeições de peixe, saborosas e nutritivas, não precisa de gastar uma fortuna. Aliás, ao contrário das ideias feitas que existem, os peixes mais baratos, disponíveis no mercado e capturados no nosso mar, como a cavala, o carapau ou a sardinha, são os mais benéficos para a saúde. São muito ricos em ácidos gordos polinsaturados, como os Ómega 3 e Ómega 6, substâncias muito importantes para a saúde, sobretudo ao nível do sistema circulatório e imunitário.</p>
<p>O peixe congelado é outra opção para refeições económicas e saudáveis, pois é mais acessível que a maioria do pescado fresco, tem os mesmos valores nutricionais e está sempre pronto a preparar. A descongelação é um processo e deve-se, de preferência, descongelar na embalagem de compra, no frigorífico. Não sendo possível, pode-se usar o micro-ondas ou optar pela cozedura sem previamente descongelar, em alguns casos.</p>
<p>Temos também que falar nas conservas portuguesas, acessíveis e versáteis, com que rapidamente se prepara uma refeição para toda a família, a preços controlados. O bacalhau é outra boa opção para cortar nos custos, mas não no sabor. Dependendo do seu tamanho, existe no mercado a preços acessíveis, e é um fiel amigo para a saúde e para a carteira.</p>
<p>Ou seja, o pescado proporciona refeições completas, do ponto de vista nutricional, e com elevados benefícios para a saúde e para a manutenção de um peso saudável. Claro que o peso calórico de uma refeição com peixe depende muito do modo de confeção. Deve-se privilegiar os cozidos, grelhados e, sempre que se adicionar gordura, o azeite deve ser a escolhida!</p>
<p>Já sabe, é possível comer bem e barato. Se procura uma alimentação equilibrada, corte nas calorias, mas não desista do sabor! Descubra tudo aquilo que o mar lhe oferece. Vá ao mercado e deixe-se tentar por um peixe diferente. Na secção de congelados, descubra as novidades! E lembre-se que não há só conservas de atum e sardinha!</p>
<p><a href="http://www.fileiradopescado.com" target="_blank" rel="noopener">Cíntia Machado – Fileira do Pescado</a></p>
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		<title>Ericeira acolhe o I Festival Internacional do Ouriço-do-Mar em Abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 08:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ericeira]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Internacional do Ouriço-do-Mar]]></category>
		<category><![CDATA[ouriços-do-mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a semana de 6 a 12 de Abril os restaurantes da vila vão ter ementas onde se pode provar a iguaria. A Câmara de Mafra organiza, a 11 e 12 de Abril, na Ericeira, o I Festival Internacional do Ouriço-do-Mar, para incentivar o surgimento de indústrias e promover a vila enquanto destino gastronómico associado [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/ericeira-acolhe-festival-dedicado-ao-ourico-do-mar-em-abril/">Ericeira acolhe o I Festival Internacional do Ouriço-do-Mar em Abril</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Durante a semana de 6 a 12 de Abril os restaurantes da vila vão ter ementas onde se pode provar a iguaria.</strong></p>
<p>A Câmara de Mafra organiza, a 11 e 12 de Abril, na Ericeira, o I Festival Internacional do Ouriço-do-Mar, para incentivar o surgimento de indústrias e promover a vila enquanto destino gastronómico associado à tradição do consumo de ouriços.</p>
<p>O topónimo da vila, que terá derivado de &#8220;ouriceira&#8221;, levou a autarquia a querer apostar num festival que &#8220;associe a Ericeira aos ouriços&#8221;, &#8220;valorizando este produto endógeno&#8221; para atrair turistas à restauração da vila, afirmou à agência Lusa o vice-presidente da Câmara de Mafra, Joaquim Sardinha.</p>
<p>Tendo em conta as tradições locais, ainda há mariscadores a capturá-los e duas embarcações têm licença para tal.</p>
<p>Em resultado de uma maior escassez desta espécie ao longo da costa e das restrições à sua captura – por dia um mariscador pode capturar até dois quilos e uma embarcação até 40 quilos – os ouriços destinam-se na sua maioria ao autoconsumo e só &#8220;de forma pontual&#8221; os restaurantes da vila conseguem incluí-los nas suas ementas.</p>
<p>Para a iguaria chegar aos restaurantes e poder ser apreciada pelos turistas, a autarquia quer incentivar a sua produção e dois empreendedores locais deram já o primeiro passo nesse sentido, aproveitando uns viveiros antigos de marisco.</p>
<p>&#8220;É um produto <em>gourmet</em>, por isso caro. O valor no mercado é muito significativo, porque ronda os 150 euros o quilo, sendo certo que para fazer um quilo de gónadas de ouriços são necessários 100 quilos de ouriços&#8221;, explicou o autarca.</p>
<p>O município tem várias universidades a trabalhar na elaboração de um estudo dos <i>stocks</i> para avaliar a sustentabilidade do recurso. Além disso, pretende incentivar o aparecimento de uma indústria ligada a esse recurso, associada não só à produção em aquacultura como ao reaproveitamento dos ouriços para outros fins.</p>
<p>Para o fim-de-semana do festival estão previstas mostras gastronómicas, degustações, chefes de cozinha internacionais a trabalhar ao vivo em formas diferentes de confecionar os ouriços, <em>workshops</em><i> </i>e conferências por especialistas ligados à biologia, ecologia marinha e gestão e conservação dos recursos.</p>
<p>Durante a semana de 6 a 12 de Abril, os restaurantes da vila vão ter ementas onde se pode provar a iguaria. A organização espera entre 15 mil a 20 mil visitantes nos dois dias do festival.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.publico.pt" target="_blank" rel="noopener">Público</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/ericeira-acolhe-festival-dedicado-ao-ourico-do-mar-em-abril/">Ericeira acolhe o I Festival Internacional do Ouriço-do-Mar em Abril</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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