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	<title>Arquivo de apanha de algas - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
	<lastBuildDate>Sun, 26 Aug 2018 13:55:21 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Iniciativa &#8216;Pesca na Ilha&#8217; promove algas e peixe seco na ilha Graciosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Aug 2018 13:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Regional das Pescas afirmou, em Santa Cruz da Graciosa, que as medidas de desenvolvimento local de base comunitária “devem constituir uma oportunidade para a criação de rendimento complementar à pesca” nos Açores. Luís Rodrigues falava domingo durante a iniciativa &#8216;Pesca na Ilha&#8217;, que decorreu no âmbito do Festival Ilha Branca e que visa promover e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Diretor Regional das Pescas afirmou, em Santa Cruz da Graciosa, que as medidas de desenvolvimento local de base comunitária “devem constituir uma oportunidade para a criação de rendimento complementar à pesca” nos Açores.</p>
<p>Luís Rodrigues falava domingo durante a iniciativa &#8216;Pesca na Ilha&#8217;, que decorreu no âmbito do Festival Ilha Branca e que visa promover e valorizar os produtos da pesca que são mais emblemáticos em cada ilha dos Açores, aproveitando as festividades de verão.</p>
<p>No caso da Graciosa, os produtos selecionados foram as algas e o peixe seco, tendo Luís Rodrigues salientado que a apanha de algas e a secagem de peixe são “tradições que têm vindo a ser recuperadas pela Associação de Pescadores Graciosenses, com apoio da Direção Regional das Pescas”.</p>
<p>“A economia da pesca é muito influenciada por tendências observadas ao nível do emprego e do desenvolvimento nas comunidades costeiras, designadamente a emergência de novos setores que oferecem oportunidades de reconversão ou diversificação de rendimento”, afirmou o Diretor Regional.</p>
<p>Nesse sentido, salientou que “pensar na política para a pesca exige da parte de todos uma nova visão, muito mais abrangente”.</p>
<p>Durante a sua intervenção, Luís Rodrigues apelou ainda para que os agentes do setor das pescas “aproveitem as novas oportunidades proporcionadas pelos apoios comunitários à comercialização dos produtos da pesca e os novos incentivos à criação de unidades de processamento de pescado”.</p>
<p>“No caso da Graciosa, estes apoios são particularmente interessantes no que respeita às algas e ao peixe seco”, frisou.</p>
<p>A iniciativa &#8216;Pesca na Ilha&#8217; pretende reforçar a ligação de determinados produtos da pesca à identidade de cada ilha, através da organização de pequenos fóruns de discussão, envolvendo agentes das áreas da investigação, gestão, produção e a restauração.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Pesca de atum nos Açores já rendeu cerca de 1 milhão de euros em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 09:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
		<category><![CDATA[Gui Menezes]]></category>
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		<category><![CDATA[rendimento da pesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje, nas Velas, que a pesca de atum no mar dos Açores já rendeu cerca de um milhão de euros este ano, acrescentando que foram descarregadas nas lotas da Região 156 toneladas de patudo e 205 toneladas de voador. Durante o mesmo período de 2017, segundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje, nas Velas, que a pesca de atum no mar dos Açores já rendeu cerca de um milhão de euros este ano, acrescentando que foram descarregadas nas lotas da Região 156 toneladas de patudo e 205 toneladas de voador.</strong></p>
<p>Durante o mesmo período de 2017, segundo Gui Menezes, tinham sido descarregadas apenas 27 toneladas de tunídeos, no valor de 99 mil euros, salientando, por isso, que “há indícios de que 2018 será um ano bom para a frota atuneira açoriana”.</p>
<p>O Secretário Regional referiu, no entanto, que, “por se tratar de espécies migratórias, é sempre com alguma reserva que é feito o acompanhamento da evolução das capturas de tunídeos nos Açores”.</p>
<p>Gui Menezes falava durante uma reunião com a Direção da Associação de Pescadores de São Jorge, no âmbito da visita estatutária a esta ilha.</p>
<p>O titular da pasta das Pescas adiantou que o Governo Regional procedeu à alteração do Regime Jurídico da Apanha de Espécies Marinhas no Mar dos Açores, conforme solicitado pelas associações do setor.</p>
<p>Segundo Gui Menezes, com o novo diploma, que “será publicado ainda durante esta semana, pretende-se assegurar a sustentabilidade dos recursos marinhos costeiros da Região”, nomeadamente lapas, polvos, cracas, algas, búzios, caranguejos, amêijoas, ouriços e pepinos do mar.</p>
<p>Este novo diploma, que vai entrar em vigor a 1 de junho, estabelece novos limites de captura por espécie, por dia, e estabelece um número máximo de licenças por ilha, tendo sido criados pela primeira vez limites de captura para espécies como os ouriços e os pepinos do mar, respetivamente de 40 quilos e 20 quilos.</p>
<p>“A apanha de espécies marinhas tem evoluído nos Açores com capturas de novas espécies, que podem constituir-se como rendimento complementar aos pescadores&#8221;, afirmou Gui Menezes, frisando que “havia necessidade de alterar a legislação vigente em conformidade com a evolução da atividade”.</p>
<p>O Secretário Regional referiu que, no caso da apanha de lapas, o limite de captura diário passou de 80 para 50 quilos, “indo ao encontro das pretensões das associações do setor, a fim de salvaguardar este recurso”, sendo que, no caso da ameijoa, o limite permitido são 50 quilos por mês.</p>
<p>Também foi estabelecido um limite de 250 quilos diários para as algas não destinadas a consumo humano direto.</p>
<p>Gui Menezes salientou o “elevado potencial económico” da apanha de algas nos Açores, mas advertiu para a &#8220;necessidade de assegurar a sua sustentabilidade, no sentido de não se comprometerem os ecossistemas marinhos e o futuro das pescas e da própria apanha de algas”.</p>
<p>Por forma a garantir a sustentabilidade da exploração deste recurso, Gui Menezes referiu que a Direção Regional das Pescas remete regularmente ao Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores os mapas com as capturas diárias, bem como os locais de captura, que cada apanhador preenche no âmbito da regulamentação da apanha.</p>
<p>O novo diploma também estabelece o número máximo de licenças a emitir por ilha, sendo que, no caso da ilha de São Jorge, são emitidas 20 licenças para cracas, 20 para lapas, cinco para ameijoas e 15 para a apanha de algas.</p>
<p>O licenciamento para o exercício da apanha é válido apenas para o ano civil da respetiva emissão, sendo que a atribuição de licenças a novos apanhadores deve ser precedida de parecer da associação representativa do setor da ilha em causa.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Governo Regional estimula atividades que geram rendimentos complementares aos pescadores açorianos</title>
		<link>https://pescazores.com/governo-regional-estimula-atividades-que-geram-rendimentos-complementares-aos-pescadores-acorianos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 12:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
		<category><![CDATA[Associação dos Pescadores Graciosenses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, na ilha Graciosa, que o Governo dos Açores vai continuar a estimular “a criação de atividades complementares ou alternativas à pesca, como é o caso da apanha de algas”, frisando que esta atividade tem ganhado nos últimos anos grande expressão na Região, &#8220;contribuindo para o rendimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, na ilha Graciosa, que o Governo dos Açores vai continuar a estimular “a criação de atividades complementares ou alternativas à pesca, como é o caso da apanha de algas”, frisando que esta atividade tem ganhado nos últimos anos grande expressão na Região, &#8220;contribuindo para o rendimento dos pescadores açorianos e, em particular, dos graciosenses”.</p>
<p>Gui Menezes salientou que a Associação de Pescadores Graciosenses “tem dinamizado bastante esta atividade”, através da exportação de algas para as indústrias alimentar, farmacêutica e cosmética, adiantando que, em 2016, foram capturadas na ilha Graciosa cerca de 21 toneladas de algas, que &#8220;renderam mais de 50 mil euros”.</p>
<p>O titular da pasta do Mar, que falava durante uma visita ao Porto de Pescas da Folga, onde foi criada uma zona de armazenamento e de secagem de algas num espaço cedido pelo Governo Regional, referiu que a apanha deste recurso é “uma atividade com elevado potencial económico” nos Açores, mas advertiu para “a necessidade de assegurar a sua sustentabilidade no sentido de não se comprometer os ecossistemas marinhos e o futuro das pescas e da própria apanha de algas”.</p>
<p>Nesse sentido, lembrou que o Governo dos Açores tem promovido “o contacto entre cientistas e apanhadores de algas, através de workshops e palestras, para estimular uma economia baseada no conhecimento, mais competitiva e sustentável”.</p>
<p>O governante salientou que “existem centros de investigação regionais ligados à biologia marinha que estão a desenvolver trabalhos sobre as algas açorianas” e que, por isso, deve ser aproveitado esse conhecimento.</p>
<p>Por forma a garantir a sustentabilidade da exploração deste recurso, Gui Menezes referiu ainda que a Direção Regional das Pescas remete regularmente ao Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores os mapas com as capturas diárias, bem como os locais de captura, que cada apanhador preenche no âmbito da regulamentação da apanha.</p>
<p>O Secretário Regional, que defendeu “uma atitude precaucionaria e responsável para garantir a sustentabilidade da apanha de algas”, apontou também a aquacultura como “uma solução”.</p>
<p>Gui Menezes lembrou que, no ano passado, o Governo dos Açores procedeu a uma alteração ao regulamento da apanha de espécies marinhas, que terminou com a obrigatoriedade de efetuar a primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano.</p>
<p>Esta medida, “que veio dar resposta a uma solicitação dos apanhadores de algas graciosenses, teve como principal objetivo contribuir para o rendimento dos apanhadores”, na medida em que os compradores deste tipo de algas preferem adquiri-las em seco, e a obrigatoriedade da primeira venda em lota prejudicava os apanhadores porque obtinham um rendimento inferior ao real valor das algas já depois de secas.</p>
<p>Em 2016 foram capturadas na Região 450 toneladas de algas, que renderam cerca de 450 mil euros, estando licenciados para esta atividade cerca de 130 apanhadores, maioritariamente pescadores profissionais.</p>
<p>Desde o início deste ano foram apanhadas 13 toneladas nas ilhas de São Miguel e Terceira, que renderam 30 mil euros.</p>
<p>A apanha de algas foi um dos temas da reunião que Gui Menezes teve hoje com os pescadores graciosenses, que se mostraram satisfeitos com o atual regulamento da apanha deste recurso.</p>
<p>Para além da apanha de algas, a gestão da quota do goraz, o licenciamento para a apanha de lapas e a criação de uma zona de reparação de embarcações na zona da Praia da Graciosa foram outros temas abordados neste encontro.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Projeto europeu liderado pelo Politécnico de Leiria (MARE-IPLeiria) vai transformar uma atual ameaça dos oceanos, as algas invasoras, numa oportunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2017 15:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[algas invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
		<category><![CDATA[xprojeto AMALIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtos alimentares, rações, novos medicamentos e cosméticos serão algumas das inovações desenvolvidas com recurso a estas algas invasoras. O crescente aparecimento de espécies de algas marinhas exóticas tem causado problemas ecológicos e económicos consideráveis. Estas ameaças podem contudo ser encaradas como oportunidades e aproveitadas tendo em conta o seu potencial industrial e presença de compostos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Produtos alimentares, rações, novos medicamentos e cosméticos serão algumas das inovações desenvolvidas com recurso a estas algas invasoras.</strong></p>
<p>O crescente aparecimento de espécies de algas marinhas exóticas tem causado problemas ecológicos e económicos consideráveis. Estas ameaças podem contudo ser encaradas como oportunidades e aproveitadas tendo em conta o seu potencial industrial e presença de compostos com grande potencial de uso na indústria alimentar, rações, farmacêutica e cosmética. Ao mesmo tempo que se gera valor e contribui para a economia, a exploração e extração destas algas pode contribuir para o seu controlo efetivo, contribuindo para uma melhoria da qualidade dos oceanos.</p>
<p>O projeto AMALIA (Algae-to-MArket Lab IdeAs) um dos 4 financiados pela Comissão Europeia no âmbito do mecanismo Blue Labs, conta com a participação de instituições de ensino superior, unidades de investigação, empresas e associações de desenvolvimento local* e visa valorizar as algas do noroeste da Península Ibérica e criar produtos alimentares inovadores, rações com potencial para estimular o sistema imunitário de peixes e camarões em aquacultura, extratos para a indústria cosmética e novos medicamentos (com ação anti-tumoral, por exemplo).</p>
<p>Adicionalmente, para promover a monitorização do aparecimento destas algas invasoras, avançados sistemas e soluções de engenharia e recolha de imagem serão integrados num sistema subaquático que dará informações em tempo real sobre o aparecimento e quantidades de alga – permitindo assim espoletar mecanismos de recolha das algas para a indústria antes que as mesmas imponham grandes danos no ambiente marinho.</p>
<p>De acordo com Marco Lemos (coordenador do projeto), esta abordagem multidisciplinar, com valiosos parceiros das unidades de investigação juntamente com as empresas envolvidas, “<em>permitirá o desenvolvimento de sensores e</em> <em>integrá-los numa ferramenta de deteção das espécies invasoras e gestão dos oceanos, ao mesmo tempo que</em> <em>potencia o uso destes recursos para rações, alimentos, cosméticos e fármacos, contribuindo para as diretivas</em> <em>comunitárias para o controlo destas algas problemáticas, contribuindo ao mesmo tempo para a economia com</em> <em>produtos com potencial para o mercado europeu e de exportação para o mercado asiático</em>”.</p>
<p>Instituições envolvidas: Politécnico de Leiria (Portugal; líder); INEGI (Portugal); Universidade de Vigo (Espanha); Universidade de Coimbra (Portugal); Algaplus (Empresa; Portugal); Biomin (Empresa; Áustria); Quest-Innovation (Empresa; Holanda); Associação para o Desenvolvimento de Peniche (Portugal).</p>
<p>Fonte:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/projeto-europeu-liderado-pelo-politecnico-de-leiria-mare-ipleiria-vai-transformar-uma-atual-ameaca-dos-oceanos-as-algas-invasoras-numa-oportunidade/">Projeto europeu liderado pelo Politécnico de Leiria (MARE-IPLeiria) vai transformar uma atual ameaça dos oceanos, as algas invasoras, numa oportunidade</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<item>
		<title>Primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano deixa de ser obrigatória nos Açores</title>
		<link>https://pescazores.com/primeira-venda-em-lota-de-algas-que-nao-se-destinem-ao-consumo-humano-deixa-de-ser-obrigatoria-nos-acores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 09:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor e da Universidade dos Açores, procedeu a uma alteração ao regulamento da apanha de espécies marinhas no Mar dos Açores, hoje publicada em Jornal Oficial. Com esta alteração deixa de ser obrigatório efetuar a primeira venda em lota de algas que não [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/primeira-venda-em-lota-de-algas-que-nao-se-destinem-ao-consumo-humano-deixa-de-ser-obrigatoria-nos-acores/">Primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano deixa de ser obrigatória nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor e da Universidade dos Açores, procedeu a uma alteração ao regulamento da apanha de espécies marinhas no Mar dos Açores, hoje publicada em Jornal Oficial.</p>
<p>Com esta alteração deixa de ser obrigatório efetuar a primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano, sendo que, até agora, todas as algas apanhadas no arquipélago tinham de passar pela lota, à exceção da recolha de arrojos do mar, ou seja, do sargaço.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia salientou a &#8220;importância&#8221; desta alteração, na medida em que passa a ser permitida a pesagem de algas em seco, o que representa uma “enorme mais valia” para os apanhadores.</p>
<p>Segundo Fausto Brito e Abreu, a pesagem de algas molhadas na lota “revelava-se muito difícil”, acrescentando que esta medida “vem dar resposta a uma solicitação dos apanhadores de algas da Graciosa, ilha onde esta atividade está em franco desenvolvimento”.</p>
<p>“Os compradores deste tipo de algas preferem adquirir as algas em seco”, frisou o Secretário Regional, sustentando que a obrigatoriedade da primeira venda em lota “prejudicava os apanhadores porque obtinham um rendimento inferior ao real valor das algas depois de secas”.</p>
<p>Para o titular da pasta do Mar, a apanha de algas na Graciosa, promovida pela associação de pescadores desta ilha, assume-se “como uma forma alternativa de rendimento para os profissionais” do setor,  recordando que o apoio à diversificação de atividades e à promoção de novas formas de rendimento consta do Eixo IV do documento estratégico ‘Melhor Pesca, Mais Rendimento’.</p>
<p>A pesagem das algas em seco deve ser acompanhada por um funcionário da Lotaçor, de forma a que se mantenha o controlo das quantidades, para assegurar a sustentabilidade ambiental desta atividade, sendo que as algas destinadas a consumo humano como, por exemplo, a erva patinha, vão continuar a ser vendidas em lota, em regime de primeira venda.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/primeira-venda-em-lota-de-algas-que-nao-se-destinem-ao-consumo-humano-deixa-de-ser-obrigatoria-nos-acores/">Primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano deixa de ser obrigatória nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<item>
		<title>O renascer da apanha de algas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 12:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A promoção de actividades ligadas ao mar que garantem rendimentos complementares aos pescadores, como a apanha de algas, foi abordada na Sexta-feira na Vila de Rabo de Peixe. A sessão decorreu na sede do Clube Naval de Rabo de Peixe, numa organização consertada pela Associação de Pescadores Graciosenses e a Associação de Pescas de Rabo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A promoção de actividades ligadas ao mar que garantem rendimentos complementares aos pescadores, como a apanha de algas, foi abordada na Sexta-feira na Vila de Rabo de Peixe. A sessão decorreu na sede do Clube Naval de Rabo de Peixe, numa organização consertada pela Associação de Pescadores Graciosenses e a Associação de Pescas de Rabo de Peixe.</strong></p>
<p>Para consolidar esse crescimento, o Presidente da Associação de Pescadores Graciosenses esteve em São Miguel, para consertar com a Associação de Pescas de Rabo de Peixe, a data da realização de uma sessão de esclarecimento, reunião que decorreu na Sexta-feira, na sede do Clube Naval de Rabo de Peixe.<br />
Lázaro Silva realçou que nessa sessão “pretendeu-se transmitir a nossa experiência na actividade na ilha Graciosa, que tem vindo a crescer e, quem sabe, conseguir novos apanhadores, porque consideramos que a apanha de algas marinhas poderá ser uma grande ajuda para a criação de rendimento extra em Rabo de Peixe”.<br />
Ruben Farias, membro da Direcção da Associação de Pescas de Rabo de Peixe e Presidente do Clube Naval de Rabo de Peixe relevou, de igual modo, a importância dessa sessão de esclarecimento sobre a apanha de algas, entendendo que “a actividade que poderá constituir-se como uma mais-valia para o aumento do rendimento dos pescadores”.<br />
A propósito recordou o projecto “Hominis Aqua”, desenvolvido pela Associação de Pesca de Rabo de Peixe em parceria com o Clube Naval de Rabo de Peixe, que visa a angariação de fundos para apoiar financeiramente dois objectivos: primeiro, financiar a alimentação e a aquisição de materiais escolares a parte de estudantes carenciados, filhos de pescadores – de forma a combater o absentismo escolar, o segundo, angariar fundos para financiar o licenciamento de pequenas embarcações de pessoas para a pesca/turismo – “de forma a criar rendimento complementar aos pescadores com menores rendimentos”.<br />
A apanha de algas pode ser feita até aos 10 metros de profundidade, os apanhadores de algas passarão a ter uma licença e também um diário de apanha, fornecido pela Associação de Pescadores Graciosenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realidades de outros tempos</strong></p>
<p>Como apontamento histórico, sabe-se que sempre foi nas pescas que as nossas gentes encontraram abundante fonte de alimento do mar, que não precisa de estrumes ou adubos para que daí se tire maior proveito. E foi assim noutros tempos a apanha de algas Ágar-ágar para exportação foi uma boa fonte de rendimento.<br />
Sobre o assunto, recolhemos o testemunho de dois cidadãos da Vila de Rabo de Peixe, acerca da realidade de um passado não muito recente, mas que em tempos foi exercida por muitos.<br />
“A apanha de algas foi no passado uma grande ajuda na criação de rendimentos extra em Rabo de Peixe”, confere José.<br />
Sem ter sido pescador a tempo inteiro, recorda que “os passeios ficavam ornamentados com algas que eram postas a secar, e que a apanha ocorria entre os meses mais quentes do ano”, ou seja, “entre Maio a Setembro”.<br />
“Naquela altura, homens e mulheres dividiam esforços para tirar o melhor proveito das algas, que depois eram distribuídas por três centros de recolha, nomeadamente na Lagoa, Fajã de Baixo e Rabo de Peixe”.<br />
“Mais disse que chegou a transportar mais de uma tonelada para esses centros de recolha”, acentuando que via com bons olhos o “regresso da apanha de algas que poderia funcionar como uma actividade complementar dos pescadores”.<br />
Um outro testemunho refere que “a Avenida D. Paulo José Tavares era conhecida pelos seus passeios largos, onde as pessoas estendiam as algas para secar, actividade mais tarde proibida porque obstruía a via pública. Nessa altura”, recorda João, “e porque as multas eram caras, o esforço não compensava”.<br />
“A Rua do Cemitério era conhecida como a «Cova da Moura» e era das principais vias da secagem das algas”.<br />
O nosso interlocutor recorda ainda “que havia uma família inteira que se dedicada única e exclusivamente à apanha de algas. Vendia peixe e, no Verão só se dedicava à actividade”, conferindo que “a maioria dos elementos dessa família acabou por emigrar”.<br />
Numa outra zona piscatória do porto “também havia muita gente que se dedicava à apanha de algas. Uns iam para o mar e outros ficavam perto da costa, a cuidar da apanha e do processo de secagem das algas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apanha sustentável de algas</strong></p>
<p>Se os Açores tiveram grande aproveitamento das algas marinhas no passado, certo é que sector esteve praticamente em vias de extinção, surgindo agora a Associação de Pescadores Graciosenses, que promove a apanha e arrojo de algas marinhas em várias ilhas dos Açores.<br />
A actividade reiniciada há 3 anos pela Associação de Pescadores Graciosenses tem vindo a aumentar de ano para ano, que começou por exportar 16 toneladas em 2013 e 32 toneladas de algas no ano seguinte. Em 2015, os valores subiram para as 120 toneladas, sendo que as perspectivas para o corrente ano são ainda maiores.<br />
Como curiosidade, registe-se que a nível mundial, a falta de Ágar-ágar Japonês, durante a II Guerra Mundial, possibilitou o aparecimento de uma indústria de Ágar-ágar portuguesa que chegou a ter expressão nas produções mundiais, devido à abundância e qualidade das algas portuguesas. No entanto, a incapacidade de diversificar, de apostar na qualidade, e a conjuntura internacional desfavorável, levaram ao desaparecimento desta indústria, restando hoje apenas uma empresa, a Iberagar – Sociedade Luso-Espanhola de Coloides Marinhos, SA.<br />
Muito para além do conceito “melhor pesca – maior rendimento”, a apanha sustentável de algas “passa por assegurar que as algas devem ser cortadas e não arrancadas, pois só assim se conseguirá manter os stocks das mesmas”, como defende a investigadora Rita Patarra.<br />
Da alga da Graciosa é produzido um produto muito específico chamado agarose, produzida pela IberAgar. As algas que esta empresa tem comprado na Graciosa são de qualidade e são por isso utilizadas para uma indústria muito específica de biotecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rabo de Peixe e Calhetas regressam à apanha de algas</strong></p>
<p>No porto onde se ergue o monumento do “Senhor dos Navegantes”, a pesca e os assuntos do mar são sempre temas fortes. Desta vez, o Clube Naval de Rabo de Peixe acolheu uma sessão de esclarecimentos sobre a apanha e arrojo de algas marinhas, na Sexta-feira.<br />
A iniciativa conjunta da Associação dos Pescadores Graciosenses e a Associação de Pescas de Rabo de Peixe (APRAP) foi muito bem acolhida por parte dos pescadores daquela Vila, que compareceram em muito bom número na sede do Clube Naval.<br />
Lázaro Silva partilhou connosco a sua satisfação por mais esta iniciativa. “Se conseguirmos incentivar com que as pessoas consigam fazer a apanha de algas aqui, acho que já poderá ser um bom começo para esta gente toda”.<br />
Na sua intervenção, o Presidente da Associação de Pescadores Graciosenses falou da importância que a apanha de algas poderá ter na economia de Rabo de Peixe, como actividade suplementar de rendimento extra, falando ainda da sustentabilidade da actividade e de algumas regras que são impostas pela Região, no que diz respeito a licenças e ao funcionamento da lota para começarem a exercer a actividade”.<br />
Mais disse, que “o que se vai praticar aqui é o que já se pratica nas restantes ilhas dos Açores, nomeadamente na Graciosa e na ilha Terceira, ilhas onde a apanha de algas tem conseguido já, números bastantes interessantes”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melhorar a qualidade de vida dos pescadores</strong></p>
<p>Por falar em números, a apanha de algas foi reiniciada em 2013, pelas mãos da Associação de Pescadores Graciosenses, tendo a actividades alastrado às ilhas Terceira e São Miguel. Na ilha Terceira apanharam-se 3 toneladas em 2014 e 120 toneladas no ano passado. Em São Miguel, e no Porto Formoso, pesaram-se 7 toneladas.<br />
Não menos satisfeito estava Ruben Farias, Presidente do Clube Naval de Rabo de Peixe e membro da Associação de Pescas de Rabo de Peixe, que reforçou que a sessão surgiu também “integrada no Projecto Hominis Aqua e que tem como objectivo complementar o rendimento dos pescadores”.<br />
Com esta medida, e através do projecto Hominis Aqua, “a comunidade piscatória de Rabo de Peixe vai conseguindo criar rendimentos complementares, e alternativos, à pesca, contribuindo para a sustentabilidade dos stocks e melhorando a qualidade de vidas dos pescadores”, complementou.<br />
Dentro destes objectivos, “promover a apanha de algas é fenomenal”, considera ainda, relembrando que “esta terra já teve grandes tradições na apanha de algas, faltando só um factor, ou seja, alguém que acompanhasse este processo de apanha para que haja sustentabilidade. Foi o que falhou e é isto o que queremos fazer aqui. Queremos que haja este negócio, que acreditamos que vai ajudar os tempos difíceis, de hoje, na pesca e que terá que ser feito com calma e cuidado. Portanto, mais do que uma casa cheia precisamos de uma casa bem composta, de pessoas que tenham a noção sobre o que é a sustentabilidade das pescas”.<br />
Ruben Farias aproveitou a oportunidade para elogiar o trabalho desenvolvido pela Associação de Pescadores Graciosenses, ali representado por Lázaro Silva, que explicou com o devido pormenor, entre outras coisas, as condições da apanha de forma a manter a sustentabilidade das colheitas e o tratamento a dar às algas”. Para além de Ruben Faria e Lázaro Silva, este encontro que reuniu cerca de 20 pessoas, entre apanhadores e pescadores, contou ainda com a presença do Presidente da APRAP, Francisco Cabral.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.correiodosacores.info/index.php" target="_blank" rel="noopener">Correio dos Açores</a></p>
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		<title>Apanha de algas e sua utilização com certificação garantida nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 11:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para além das paisagens dos Açores e das falésias donde jorram cascatas, das lagoas encantadas nas caldeiras dos vulcões extintos e adormecidos da obra-prima da natureza deste Arquipélago, os açorianos começam despertam para uma particular biodiversidade marinha específica que são as algas. Apesar de serem difíceis de identificar, conhecem-se cerca de 30000 espécies de algas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para além das paisagens dos Açores e das falésias donde jorram cascatas, das lagoas encantadas nas caldeiras dos vulcões extintos e adormecidos da obra-prima da natureza deste Arquipélago, os açorianos começam despertam para uma particular biodiversidade marinha específica que são as algas.</p>
<p>Apesar de serem difíceis de identificar, conhecem-se cerca de 30000 espécies de algas, havendo nos Açores uma grande variedade, algumas delas são comestíveis, surgindo assim como potencial gastronómico, havendo ainda espaço para inovar, com novos pratos, podendo funcionar como um atractivo turístico.</p>
<p>A apanha de algas tem ainda como fim a sua exportação para as indústrias alimentar, farmacêuticas e biotecnológicas.</p>
<p>Recentemente, e segundo a SeaExpert, “procedeu-se ao processo de certificação das algas com a Marca Açores, de forma a assegurar o seu local de origem e a sua diferenciação a partir dos atributos mais distintivos dos Açores – a natureza, o elevado valor ambiental, a diversidade e exclusividade natural.</p>
<p>“Através de parcerias com diversas associações de pesca e à semelhança do passado recente da Região, contamos envolver cada mais Açorianos nesta actividade criando a possibilidade de absorver mão-de-obra da pesca. O nosso objectivo e proposta a médio prazo, é criar, divulgar e afirmar o cluster das algas açorianas no mercado mundial da cosmética, farmacêutica e biotecnologia através da uniformização dos critérios de qualidade e práticas ambientais. O nosso compromisso com os clientes é com base na qualidade, no produto de excelência, seguindo constantemente uma base científica e garantindo a exclusividade dos nossos produtos”, refere a empresa de consultadoria na área das pescas.</p>
<p>Sedeada na ilha do Faial, a SeaExpert tem como base do seu trabalho a experiência dos seus elementos e colaboradores directos, sendo constituída por um grupo de profissionais com habilitações nas áreas da Biologia Marinha e Pescas.</p>
<p>Na ilha Graciosa a apanha de algas para exportação está a funcionar como uma actividade complementar dos pescadores que rendeu cerca de 80 mil euros entre 2013 e 2014. Isto mesmo foi dito pelo Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, Fausto Brito e Abreu, na conferência “Apanha de Algas: sustentabilidade e criação de rendimento”, que decorreu no ano passado em Santa Cruz da Graciosa, evento que teve como objectivo contribuir para a sustentabilidade da apanha de algas naquela ilha.</p>
<p><b>Enorme potencial</b><br />
Já em Abril de 2012, uma equipa de cientistas da Universidade dos Açores tinha publicado um estudo no jornal “Arquipélago – Life and Marine Science”, da Universidade dos Açores, dando conta de que, as macroalgas, na costa da ilha de São Miguel, possuem propriedades antiproliferantes e antioxidantes que podem ser aplicados na área da saúde.<br />
Para este estudo, os investigadores estudaram as algas ‘Ulva compressa’, ‘Gelidium microdon’, ‘Osmundea pinnatifida’, ‘Fucus spiralis’ e Cystoseira abies-marina’, que segundo os cientistas possuem substâncias que podem ser úteis no combate a certos tipos de tumores devido às suas propriedades antiproliferantes.<br />
Nas mesmas espécies de algas foram extraídas substâncias com propriedades antioxidantes que podem ser aplicadas em diversos ramos da indústria farmacêutica, indústria alimentar e da indústria cosmética.<br />
Os investigadores acreditam, por isso, que nesta ilha existe um enorme potencial relativamente à aplicação da fauna e flora local em tratamentos terapêuticos, cosméticos e alimentares.</p>
<p><b>Erva patinha e Àgar-ágar</b><br />
Por falar em potencial, fique a saber que a “Erva patinha”, alga de cor castanha (Porphyra umbilicalis Kützing), come-se tradicionalmente nas ilhas açorianas das Flores e Corvo. Nestas ilhas fazem-se omeletas com a “Erva patinha”, muito saborosa, com ovos, salsa, cebola e alho. Também se podem fazer tortas, adicionando farinha.<br />
Uma outra espécie de algas existentes nos Açores é a Ágar-ágar, de cor vermelha e com textura gelatinosa. Na sua composição possui principalmente fibras e também sais minerais (P, Fe, K, Cl, I), celulose, anidrogalactose e uma pequena quantidade de proteínas.<br />
Quando dissolvida em água quente e seguidamente arrefecida, a agarose toma uma consistência gelatinosa. Esta propriedade é usada em investigação laboratorial, medicina, culinária e indústria.<br />
A “Nutri Super Health” dá a conhecer uma receita de gelatina de fruta com alga Ágar-ágar, com os seguintes ingredientes: Alga Ágar-ágar (5g), maçãs, peras, laranjas, bananas, morangos (1000g), Água (1000g) e açúcar mascavado (100g).<br />
Para 4 doses, esta receita de cozinha contemporânea de dificuldade fácil é rápida e tem o seguinte modo de preparação:<br />
Coloque a alga Ágar-ágar num litro de água, num recipiente fundo e corte aos pedaços vários frutos (ex. maçãs, peras, laranjas, bananas, morangos). Leve a água com a alga a ferver 5 minutos com o açúcar mascavado e deite no recipiente até cobrir as frutas. Guarde no frigorífico até consolidar.<br />
O Ágar-ágar pode ser encontrado em pó, cápsulas ou em tiras de algas secas, podendo ser usado em várias formas diferentes, como compressas, sopas e até chás.<br />
Utilizado há séculos no tratamento de várias doenças é muito usado na culinária naturalista, por possuir várias propriedades medicinais, funcionamento como regulador do intestino, prevenindo prisões de ventre e infeções nessa área, actuando como um excelente desintoxicante, aumentando a elasticidade da pele e melhorando a textura da pele, deixando-a mais lisa e macia, evitando rugas e acne, sendo ainda indicado para pessoas que precisam de moderar o apetite e emagrecer.</p>
<p>Para quem não sabe, a RIAC também emite o pedido inicial e de renovação da “Licença Apanha”, que habilita os cidadãos na apanha de Polvos, Lapas, Cracas, Amêijoas e Algas.<br />
Sem custos associados, os pedidos poderão ser feitos em qualquer altura.<br />
Para além da RIAC, as referidas licenças poderão ainda ser solicitadas na Direção Regional das Pescas, nas delegações da Direção Regional das Pescas, nas associações de pescadores e na Lotaçor, E.P.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.correiodosacores.info/index.php" target="_blank" rel="noopener">Correio dos Açores</a></p>
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		<title>Governo dos Açores promove contacto entre cientistas e apanhadores de algas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2015 09:21:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou, em Santa Cruz da Graciosa, que o Governo dos Açores quer “estimular o contacto entre os cientistas e os atores económicos regionais, para promover uma economia baseada no conhecimento, mais competitiva e sustentável”. Fausto Brito e Abreu referiu que existem na Região centros de investigação ligados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou, em Santa Cruz da Graciosa, que o Governo dos Açores quer “estimular o contacto entre os cientistas e os atores económicos regionais, para promover uma economia baseada no conhecimento, mais competitiva e sustentável”.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu referiu que existem na Região centros de investigação ligados à biologia marinha que estão a desenvolver trabalhos sobre as algas açorianas, salientando que “os apanhadores de algas devem aproveitar este conhecimento a seu favor”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar falava na conferência “Apanha de Algas: sustentabilidade e criação de rendimento”, uma iniciativa da Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, em parceria com a Associação de Pescadores Graciosenses, que teve como objetivo contribuir para a sustentabilidade da apanha de algas na ilha Graciosa.</p>
<p>O evento contou com uma apresentação da investigadora da Universidade dos Açores Rita Patarra sobre métodos de apanha das algas e os riscos de invasoras.</p>
<p>“A apanha de algas é uma atividade com elevado potencial económico nos Açores”, defendeu Brito e Abreu, advertindo que “é essencial assegurar a sua sustentabilidade para não comprometermos os ecossistemas marinhos e o futuro das pescas e da própria apanha de algas”.</p>
<p>“Temos de ter uma atitude precaucionaria e responsável para garantia da sustentabilidade da apanha de algas na Graciosa e também na Região”, frisou o Secretário Regional do Mar, apontando a aquacultura como uma solução no futuro.</p>
<p>Nesse sentido, Brito e Abreu destacou a importância das medidas de desenvolvimento local de base comunitária para a promoção de &#8220;iniciativas que podem contribuir para o aumento do rendimento dos pescadores, através de atividades complementares à pesca, como poderá  ser o caso da cultura de algas”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar elogiou o trabalho que está a ser desenvolvido pela Associação de Pescadores Graciosenses, que apanha e exporta algas para as indústrias alimentar, farmacêutica e biotecnológica.</p>
<p>“Na ilha Graciosa a apanha de algas para exportação está a funcionar como uma atividade complementar dos pescadores que rendeu cerca de 80 mil euros nos últimos dois anos”, referiu.</p>
<p>Brito e Abreu destacou ainda o potencial gastronómico das algas, área em que considerou “haver espaço para inovar, com novos pratos”, podendo funcionar como um atrativo turístico.</p>
<p>A promoção de atividades ligadas ao mar que garantam rendimentos complementares aos pescadores, como a cultura e a apanha de algas, e o melhor uso do conhecimento científico são medidas defendidas no plano “Melhor Pesca, Mais Rendimento” apresentado em abril deste ano pelo Governo dos Açores.</p>
<p>Foto: Centro de Ciência de Angra do Heroísmo</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
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		<title>Governo dos Açores promove contacto entre cientistas e apanhadores de algas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 09:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apanha de algas]]></category>
		<category><![CDATA[Associação dos Pescadores Graciosenses]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, em Santa Cruz da Graciosa, que o Governo dos Açores quer “estimular o contacto entre os cientistas e os atores económicos regionais, para promover uma economia baseada no conhecimento, mais competitiva e sustentável”. Fausto Brito e Abreu referiu que existem na Região centros de [&#8230;]</p>
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<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, em Santa Cruz da Graciosa, que o Governo dos Açores quer “estimular o contacto entre os cientistas e os atores económicos regionais, para promover uma economia baseada no conhecimento, mais competitiva e sustentável”.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu referiu que existem na Região centros de investigação ligados à biologia marinha que estão a desenvolver trabalhos sobre as algas açorianas, salientando que “os apanhadores de algas devem aproveitar este conhecimento a seu favor”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar falava na conferência “Apanha de Algas: sustentabilidade e criação de rendimento”, uma iniciativa da Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, em parceria com a Associação de Pescadores Graciosenses, que teve como objetivo contribuir para a sustentabilidade da apanha de algas na ilha Graciosa.</p>
<p>O evento contou com uma apresentação da investigadora da Universidade dos Açores Rita Patarra sobre métodos de apanha das algas e os riscos de invasoras.</p>
<p>“A apanha de algas é uma atividade com elevado potencial económico nos Açores”, defendeu Brito e Abreu, advertindo que “é essencial assegurar a sua sustentabilidade para não comprometermos os ecossistemas marinhos e o futuro das pescas e da própria apanha de algas”.</p>
<p>“Temos de ter uma atitude precaucionaria e responsável para garantia da sustentabilidade da apanha de algas na Graciosa e também na Região”, frisou o Secretário Regional do Mar, apontando a aquacultura como uma solução no futuro.</p>
<p>Nesse sentido, Brito e Abreu destacou a importância das medidas de desenvolvimento local de base comunitária para a promoção de &#8220;iniciativas que podem contribuir para o aumento do rendimento dos pescadores, através de atividades complementares à pesca, como poderá  ser o caso da cultura de algas”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar elogiou o trabalho que está a ser desenvolvido pela Associação de Pescadores Graciosenses, que apanha e exporta algas para as indústrias alimentar, farmacêutica e biotecnológica.</p>
<p>“Na ilha Graciosa a apanha de algas para exportação está a funcionar como uma atividade complementar dos pescadores que rendeu cerca de 80 mil euros nos últimos dois anos”, referiu.</p>
<p>Brito e Abreu destacou ainda o potencial gastronómico das algas, área em que considerou “haver espaço para inovar, com novos pratos”, podendo funcionar como um atrativo turístico.</p>
<p>A promoção de atividades ligadas ao mar que garantam rendimentos complementares aos pescadores, como a cultura e a apanha de algas, e o melhor uso do conhecimento científico são medidas defendidas no plano “Melhor Pesca, Mais Rendimento” apresentado em abril deste ano pelo Governo dos Açores.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-dos-acores-promove-contacto-entre-cientistas-e-apanhadores-de-algas/">Governo dos Açores promove contacto entre cientistas e apanhadores de algas</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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