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	<title>Arquivo de ArtesanalPesca - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Exportações de produtos de pesca portugueses crescem desde 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 11:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O facto de termos uma costa com mais de 900 quilómetros de extensão e uma zona económica exclusiva superior a 1,7 milhões de quilómetros quadrados, numa das melhores zonas do oceano Atlântico, fez com que desde sempre a pesca fosse uma arte tradicional, e que agora o mundo esteja a reconhecer a qualidade única do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O facto de termos uma costa com mais de 900 quilómetros de extensão e uma zona económica exclusiva superior a 1,7 milhões de quilómetros quadrados, numa das melhores zonas do oceano Atlântico, fez com que desde sempre a pesca fosse uma arte tradicional, e que agora o mundo esteja a reconhecer a qualidade única do nosso pescado.</strong></p>
<p>O sector da pesca está actualmente em grande recuperação, muito por via das acções de marketing das autoridades do sector que afirmam que Portugal tem o Melhor Peixe do Mundo e que, desta forma, tem levado a uma grande curiosidade do mercado internacional por este produto. Mas há ainda muito trabalho por fazer, pois como nos diz Carlos Macedo, da ARTESANALPESCA. “Apesar de termos o melhor peixe do mundo, o que é reafirmado por gente insuspeita de diferentes nacionalidades, esse potencial ainda não se traduz directamente no aumento das vendas, porque muitas das espécies capturadas pela nossa frota, ainda são desconhecidas nos mercados potenciais. Também as espécies de maior volume de captura (carapau e cavala) são bastante difíceis de preparar. Estes aspectos são obviamente contornáveis, sendo necessário investimento na divulgação das espécies, através de uma agência nacional que assuma essa empreitada, um pouco à imagem do que a Noruega faz com o salmão. Temos de facto o melhor produto, resta saber se temos essa capacidade”. Por seu turno, Luis Silvério da Associação dos Comerciantes de Pescado, considera que a excelência do nosso pescado “deriva de factores como a temperatura e profundidade das águas, grau de salinidade e oxigénio disponível e a iluminação das correntes marítimas que influenciam directamente a qualidade do peixe”. É esta diferenciação que, na opinião dos grandes chefs, tornou o peixe português especial e tem feito subir o interesse pelo peixe grosso nos mais exclusivos restaurantes do mundo.</p>
<p><strong>Os grandes consumidores do peixe português</strong><br />
O valor das exportações dos produtos da pesca encontra -se numa curva ascendente desde 2012. De um modo geral, dentro da União Europeia, a Espanha continua a ser o principal destino dos produtos da pesca nacionais, seguindo-se a Itália e a França, revela Luís Silvério, que continua “fora desse raio de acção, pois as exportações dos produtos da pesca são essencialmente efectuadas para o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Angola, Suíça e Japão. O principal cliente para peixes congelados (excepto filetes) continua a ser a Espanha que, em 2015, reforçou a sua posição em relação ao ano anterior, o que se traduziu em mais 25,2 milhões de euros; seguem-se Brasil, Itália, França, Angola e Canadá.<br />
Falando das espécies com mais potencial de exportação, Carlos Macedo considerou “aquelas que existem em maior abundância como a Cavala e o Carapau, existindo ainda algumas que pela sua qualidade podem vir a criar nichos de mercado com um alto valor acrescentado.”. Carlos Macedo critica ainda o regime de quotas, imposto no regime de TAC’s que segundo o próprio “não acautela nem defende a especificidade da pesca nacional, quase exclusivamente de cariz artesanal”.<br />
Já Luis Silvério considera que “muito embora os peixes azuis (sardinha, cavala e sardas) pela sua quantidade exportável continuem a ter mais expressão, também o bacalhau, camarão e polvo, assim como alguns peixes nobres (goraz, pregado, robalo, cherne e dourada) conhecerão algum incremento”.</p>
<p><strong>2012 trouxe um aumento de 12% à exportação</strong><br />
Os últimos anos conheceram um aumento exponencial das exportações de peixe português. Os peixes congelados foram o principal grupo de produtos exportados, posição que, nos últimos anos, tem sido ocupada pelas preparações, conservas de peixe e preparação de ovas. Outro grupo cujas exportações se têm evidenciado foram os moluscos, onde o polvo se tem destacado.<br />
Está traçado um quadro de optimismo para a fileira do peixe português, apoiado nas campanhas de divulgação que têm resultado em aumento de vendas, batendo sucessivos recordes de exportação. Os próximos cinco anos são decisivos, tanto no aumento das vendas para os mercados tradicionais, como na procura de outros mercados que poderão também vir a revelar-se como grandes consumidores. Segundo Luis Silvério “cada vez mais as pequenas empresas têm apostado em estar presentes em feiras internacionais que são montras por excelência e que permitem uma interacção única com um vasto leque de intervenientes. É precisamente aí que também é possível os empresários aperceberem-se onde poderão e deverão inovar, constatando nalguns casos a sublimidade dos produtos portugueses. Nesse sentido o crescimento das exportações está também associado ao sucesso e eficácia das acções externas realizadas por parte das empresas”.<br />
Por seu turno, Carlos Macedo não quer antever com rigor o crescimento dos próximos cinco anos, mas acredita que ele será possível “mas dependerá sempre dos índices de abundância das espécies e de muitos aspetos paralelos, nomeadamente índices cambiais e outros que, na actual situação geopolítica, são difíceis de prever. Acredito que o cenário é positivo, mas difícil de prever com precisão” – conclui Carlos Macedo, da ARTESANALPESCA.</p>
<p>Fonte: Mundo Português</p>
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		<title>Pesca em Sesimbra carece de ajudas estatais para subsistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 10:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Quinzena Gastronómica do Peixe-espada Preto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesca do peixe espada preto em Sesimbra tem-se revelado sustentável ao longo dos anos mas as sucessivas limitações impostas pela administração central, desde a ausência de apoios aos pescadores ou a perda da licença aos 55 anos, são encarados pela autarquia como inimigos da arte piscatória. Durante a semana gastronómica do peixe espada preto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A pesca do peixe espada preto em Sesimbra tem-se revelado sustentável ao longo dos anos mas as sucessivas limitações impostas pela administração central, desde a ausência de apoios aos pescadores ou a perda da licença aos 55 anos, são encarados pela autarquia como inimigos da arte piscatória. Durante a semana gastronómica do peixe espada preto, José Polido, vereador das atividades económicas na Câmara Municipal de Sesimbra, revela a “grande pressão junto da administração central para mudar várias limitações à pesca”.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;"><b>“Não se admite que aos 55 anos, um homem seja impedido de exercer a sua atividade se entender que está nas plenas poses para continuar”</b>, frisa José Polido. Já Ricardo Santos, presidente da Cooperativa de Pescas de Setúbal, Sesimbra e Sines explica que esta lei surge no sentido do <b>“desgaste que a profissão de pescador acarreta”</b>.<b> “Quando se atinge os 55 anos, o pescador profissional, regra geral, já exerce a profissão desde os dez anos de idade”</b>, prossegue.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;">A revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida, principalmente no que diz respeito à proibição de pescar no Parque Marinho Luiz Saldanha, tem sido uma reivindicação do poder local ao Governo, já que <b>“o número de barcos que pescavam na zona diminuiu para metade, de 114 para 60”</b>, afirma José Polido. <b>“São necessárias alternativas às consecutivas limitações que não garantem a sobrevivência da pesca”</b>.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;">A adesão de jovens à profissão da pesca em Sesimbra tem sido algo frequente ao longo dos anos, em parte devido à falta de oportunidades noutro setor do mercado laboral. Apesar de José Polido não obter números relativos a este fator, demonstra que a pesca <b>“tem de ser olhada pelos jovens como uma profissão com futuro e não como uma última alternativa face ao desemprego”</b>.<b> “Na pesca do peixe espada preto há 300 profissionais no concelho que fazem deste o seu sustento”</b>.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;">A quinzena gastronómica do peixe espada preto, que decorre até ao próximo fim de semana, tem hoje o dia mais atrativo, quando o público pode provar dezenas de receitas de peixe espada preto por um preço especial de sete euros em todos os restaurantes aderentes à iniciativa. Tranche de Peixe-espada Preto com Papaia, Servido com Brás de Legumes, Lombo de Peixe-espada Preto Corado em Azeite, Migas de Batata e Grelos Salteados ou Filetes de Peixe-espada Preto com Molho de Moscatel e Camarão Flamejado são algumas das propostas desta edição, que conta com a participação de 37 restaurantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;">José Polido refere que esta iniciativa, organizada pelo oitavo ano consecutivo, surgiu para impulsionar a visibilidade do peixe espada preto nas principais superfícies comerciais mas hoje, já que esse principal objetivo foi conseguido, <b>“é necessário não deixar que o trabalho todo caia em saco roto”</b>. A Quinzena Gastronómica do Peixe-espada Preto, criada em 2006 pela Câmara Municipal, é organizada em colaboração com a ArtesanalPesca e as associações de comerciantes locais.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Fonte: <a href="http://anopcerco.wordpress.com/2013/06/07/pesca-em-sesimbra-carece-de-ajudas-estatais-para-subsistencia/">Anopcerco</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/pesca-em-sesimbra-carece-de-ajudas-estatais-para-subsistencia/">Pesca em Sesimbra carece de ajudas estatais para subsistência</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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