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	<title>Arquivo de atum em cativeiro - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Ministra da Agricultura desafia empresas a investirem na produção de atum em aquacultura</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 09:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
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		<category><![CDATA[Assunção Cristas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra da Agricultura e do Mar desafiou hoje (30/07/2014) as empresas a investirem na produção de atum em aquacultura, tal como já se faz no Algarve com a corvina, e mostrou-se empenhada em estabelecer parcerias com instituições japonesas. “Nós temos aqui uma extraordinária oportunidade de intensificar trabalhos neste domínio e alcançar o desafio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ministra da Agricultura e do Mar desafiou hoje (30/07/2014) as empresas a investirem na produção de atum em aquacultura, tal como já se faz no Algarve com a corvina, e mostrou-se empenhada em estabelecer parcerias com instituições japonesas.</strong></p>
<p>“Nós temos aqui uma extraordinária oportunidade de intensificar trabalhos neste domínio e alcançar o desafio de produzir atum em ciclo fechado em Portugal, como já se faz no Japão”, afirmou Assunção Cristas, que quer promover uma parceria entre a Universidade de Kinki e a Universidade do Algarve.</p>
<p>A governante falava aos jornalistas a bordo de uma embarcação para a captura de atum, frente à Fuseta, ao largo de Olhão, após ter observado atuns a serem alimentados, peixe que na sua rota migratória é capturado e conduzido para a armação da empresa Tunipex, que tem atualmente um cardume com cerca de 1.000 exemplares.</p>
<p>Os atuns ali capturados, alguns com quase 200 quilos, são transportados em grande quantidade para o Japão, na carga de aviões comerciais, sobretudo a espécie bluefin, uma das mais apetecíveis para o mercado do sushi e cuja rota migratória passa pelo Algarve.</p>
<p>“O desafio para nós, do ponto de vista do país e do ponto de vista comercial, é encontrar empresas que possam trabalhar para termos fechado o ciclo do atum, como temos já o da corvina, que é não só engordar o atum, mas produzi-lo desde o início”, sublinhou Assunção Cristas.</p>
<p>A ministra, que no começo de julho esteve no Japão, contou aos jornalistas que na Universidade de Kinki, em Osaka, existem dois restaurantes nos quais a instituição vende o seu próprio atum, criando receitas para a investigação.</p>
<p>Assunção Cristas revelou ainda já ter falado com o reitor da Universidade do Algarve sobre a possibilidade de ser estabelecida uma parceria com aquela instituição japonesa, protocolo que envolveria também o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a Tunipex.</p>
<p>Antes de assistir à alimentação dos atuns, a ministra assistiu também à trasfega de corvinas juvenis para uma jaula oceânica de grandes dimensões onde o IPMA está a ensaiar a produção de corvina em aquacultura, peixe que, por enquanto, não é comercializado, sendo doado a instituições sociais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt/" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
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		<title>Projecto Bioeconomia: A ciência pode salvar os nossos mares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atum em cativeiro]]></category>
		<category><![CDATA[atum rabilho]]></category>
		<category><![CDATA[SELFDOTT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O atum-rabilho é de tal forma apreciado que está a ser conduzido à extinção devido à pesca intensiva e muitas vezes ilegal. Um projecto de investigação europeu encontrou um modo de criar o atum em cativeiro e de potencialmente salvar este peixe tão cobiçado. Conhecido como o tigre do mar, este peixe pode pesar mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>O atum-rabilho é de tal forma apreciado que está a ser conduzido à extinção devido à pesca intensiva e muitas vezes ilegal. Um projecto de investigação europeu encontrou um modo de criar o atum em cativeiro e de potencialmente salvar este peixe tão cobiçado.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conhecido como o tigre do mar, este peixe pode pesar mais de meia tonelada, atingir velocidades até 70 quilómetro por hora e migrar ao longo de milhares de quilómetros, mas é a sua carne que o torna excepcional. Em Junho, um atum-rabilho de 342 quilos atingiu o valor recorde de 32.49 milhões de ienes (ou 295 mil euros) num leilão do mercado Tsukiji em Tóquio. A procura deste peixe de elevado valor económico está a levá-lo à extinção. Apesar das iniciativas globais para limitar a pesca, as populações de atum caíram em 80 por cento desde 1970.</span></p>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="color: #000000;">Um projecto designado SELFDOTT (Aquicultura auto sustentável e criação de atum-rabilho), financiado pela Comissão Europeia, anunciou os primeiros êxitos na criação deste peixe em gaiolas flutuantes sem utilização de hormonas. A gestão eficiente das pescas e o cumprimento das regras será essencial para garantir a conservação da espécie. A aquicultura também pode ser parte da solução, no entanto a cultura destes peixes, cujo habitat natural é o alto mar, tem desafiado os esforços dos criadores mais dedicados ao longo dos anos. Agora, porém, uma iniciativa Europeia anunciou um importante avanço.</span><span style="color: #000000;">Após quatro anos de pesquisas envolvendo 13 institutos em toda a Europa, os cientistas obtiveram um grande número de ovos viáveis de atum-rabilho em cativeiro. Criados em vários laboratórios europeus envolvidos no projecto, incluindo o Instituto Espanhol de Oceanografia (IEO) – que está a coordenar o SELFDOTT –, o peixe cresceu mais de um quilo em pouco mais de três meses.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Embora o SELFDOTT não seja o primeiro projecto deste género, será necessário mais tempo e esforço para ultrapassar os restantes pontos de estrangulamento: o peixe leva uma década ou mais para atingir a maturidade e o cultivo e alimentação das larvas são particularmente desafiantes. Os aspectos de sustentabilidade também deverão ser tidos em conta. Mas os cientistas envolvidos esperam completar o ciclo de vida do atum em cativeiro nos próximos quatro a cinco anos. Se o objectivo for atingido, poderá contribuir para aliviar parcialmente a enorme pressão sobre as populações selvagens em perigo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Espaço Europeu de Investigação</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O SELFDOTT é um dos muitos projectos apoiados pela União Europeia, não apenas através de subvenções, mas através da construção de um Espaço Europeu de Investigação (EEI) que apoia cientistas, instituições e empresas, a partilhar, competir e cooperar a nível transfronteiriço, visando permitir-lhes o acesso a um espaço aberto europeu de conhecimento e tecnologias no qual sejam totalmente exploradas sinergias transnacionais e complementaridades.</span></p>
</div>
<div>Fonte: <a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52296&amp;op=all">Ciência Hoje</a></div>
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