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	<title>Arquivo de atum - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Presidente da Federação das Pescas deixa alerta sobre descargas de atum que registaram quebras “abruptas” nos últimos cinco anos nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 10:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[crise setor pescas]]></category>
		<category><![CDATA[FADs]]></category>
		<category><![CDATA[Federação das Pescas dos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Gualberto Rita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente da Federação das Pescas dos Açores apresentou recentemente junto do ICCAT &#8211; International Commission for the Conservation of Atlantic Tunas, em Bruxelas, um estudo sobre as graves consequências para a sustentabilidade dos ecossistemas marinhos, provocadas pela utilização de técnicas de pesca utilizando Dispositivos de concentração de pescado (FADs). Segundo Gualberto Rita, “o problema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da Federação das Pescas dos Açores apresentou recentemente junto do ICCAT &#8211; International Commission for the Conservation of Atlantic Tunas, em Bruxelas, um estudo sobre as graves consequências para a sustentabilidade dos ecossistemas marinhos, provocadas pela utilização de técnicas de pesca utilizando Dispositivos de concentração de pescado (FADs).</p>
<p>Segundo Gualberto Rita, “o problema assume particular relevância com as espécies migradoras como o atum. Os tunídeos são migradores, inserem-se em diferentes contextos geográficos, sendo pescados por frotas de pesca de países diferentes. Esta vulnerabilidade pode conduzir à sobrexploração e a sua gestão, que deve ser comum entre diferentes Estados, pode tornar-se difícil. A proliferação a que se tem assistido do uso dos “Fish Aggregation Devices” (FADs), especialmente na costa africana, limita o percurso natural do atum, concentrando-o, tendo um efeito com impacto imprevisível no futuro de alguns stocks”.</p>
<p>“No Atlântico o uso de FADs, em pouco tempo, passou de dezenas a dezenas de milhares. Nos Açores cerca de 60% da frota está licenciada para a pesca do Atum, nos últimos 5 anos as descargas de tunídeos na Região registaram um decréscimo abrupto (mais de 85%) levando a que as empresas que se dedicam à captura destas espécies se encontrem em situação financeira complicada, temendo a Região Autónoma dos Açores que, a manter-se este padrão, possamos assistir a uma situação de falência generalizada” refere o mesmo responsável, salientando que “o emprego directo criado afecta mais de 600 famílias de pescadores e os efeitos transversais desta crise, pelo emprego indireco, estendem-se ao comércio e à indústria de conservas regional com graves repercussões no PIB, no emprego e nas exportações regionais”.</p>
<p>Assim, a Federação das Pescas considera “urgente implementar medidas precaucionárias e estudar o real efeito destes dispositivos. Deve o ICCAT e a Comissão Europeia propor a extinção ou uma limitação mais restritiva no uso de FADs na pescaria de tunídeos de modo a evitar a sobrepesca e diminuir os impactos negativos do seu uso na rota migratória dos tunídeos. É importante que se reconheça que a pesca de atum com salto-e-vara, arte de anzol, altamente selectiva, praticada nos Açores e devidamente certificada e reconhecida com os estatutos de friend of the sea e dolphin safe, deve merecer um tratamento diferente da pesca do atum industrial, predadora, que usa redes de cerco e tecnologias avançadas de detecção e extracção. Não é comparável uma técnica artesanal, que pesca um peixe de cada vez, com técnicas super intensivas, que em cada lance capturam centenas de toneladas” acrescenta Gualberto Rita na reunião em Bruxelas.</p>
<p>Fonte: Correio dos Açores</p>
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		<title>Programa internacional quer marcar 120 mil atuns no Atlântico, inclusive nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 10:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[ICCAT]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Machete]]></category>
		<category><![CDATA[POPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um total de 120 mil atuns, dos quais 6.000 em águas dos Açores, serão marcados nos próximos anos, no âmbito de um programa internacional para conservação e melhor conhecimento desta espécie migratória no Atlântico, anunciou hoje a organização. “Vamos estar concentrados no Patudo e no Bonito, as duas espécies que sustentam a pescaria nos Açores”, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um total de 120 mil atuns, dos quais 6.000 em águas dos Açores, serão marcados nos próximos anos, no âmbito de um programa internacional para conservação e melhor conhecimento desta espécie migratória no Atlântico, anunciou hoje a organização.</strong></p>
<p>“Vamos estar concentrados no Patudo e no Bonito, as duas espécies que sustentam a pescaria nos Açores”, afirmou à agência Lusa o coordenador do Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA), Miguel Machete, acrescentando que o objetivo geral do projeto visa “obter informação para melhorar os conhecimentos sobre as migrações, o crescimento, a mortalidade e a abundância desta espécie”.</p>
<p>O denominado “Programa de Marcação do Atum Tropical do Oceano Atlântico”, levado a cabo pelo Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico (ICCAT) e financiado pela União Europeia, terá a duração total de quatro anos, embora a marcação do pescado propriamente dita deva durar entre dois e três anos.</p>
<p>Nos Açores o projeto é gerido pelo Instituto do Mar, da Universidade dos Açores, sediado na Horta, ilha do Faial, contando com um grupo de técnicos/observadores do POPA.</p>
<p>Miguel Machete explicou que “para já” o programa contempla dois tipos de marcações no atum &#8211; uma “standard, em que as marcas parecem esparguetes amarelos”, e outra em que será “injetado no atum uma espécie de antibiótico que se deposita nas estruturas ósseas, permitindo mais tarde, quando este for recapturado, perceber, por exemplo, quanto cresceu”.</p>
<p>O responsável adiantou ainda que mais tarde serão também utilizadas as marcas eletrónicas, que permitirão ter um nível de informação ainda mais abrangente, como a profundidade a que o atum andava, por onde se deslocou, entre outras.</p>
<p>Segundo Miguel Machete, as saídas para o mar serão feitas num atuneiro fretado e a marcação do atum, que será mantido a bordo “com muito cuidado, numa espécie de berço”, será feita conjuntamente pela tripulação de pescadores profissionais, pelos investigadores e pelos técnicos/observadores do POPA.</p>
<p>Mais tarde, quem recapturar um atum marcado deverá ligar ou enviar um sms para o 918012568, comunicando o código inscrito na marcação, o comprimento do peixe, entre outros dados. Por este gesto será recompensado com 10 euros por animal, um chapéu e uma t-shirt do programa.</p>
<p>“Se tivermos mais informação sobre as áreas de distribuição do atum, crescimentos, entre outros, naturalmente que depois o ICCAT, entidade gestora deste recurso no Atlântico, poderá fazer um melhor trabalho”, considerou Miguel Machete, acrescentando que “toda a gente ligada ao setor tem a ganhar com uma melhor gestão dos recursos”.</p>
<p>Nas próximas semanas o coordenador do POPA estará em várias ilhas para divulgar e promover o programa junto da comunidade, com destaque para lota, portos e fábricas conserveiras.</p>
<p>Fonte: Lusa</p>
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		<title>Estudo do impacto das alterações climáticas nos oceanos é de extrema importância para os Açores, afirma Brito e Abreu</title>
		<link>https://pescazores.com/estudo-do-impacto-das-alteracoes-climaticas-nos-oceanos-e-de-extrema-importancia-para-os-acores-afirma-brito-e-abreu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2015 09:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum European Marine Board]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou, em Bruxelas, que o impacto das alterações climáticas nos oceanos é um tema de extrema importância para uma região como os Açores no que diz respeito à subida do nível do mar e à alteração das correntes oceânicas, bem como na distribuição de peixes migratórios, como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou, em Bruxelas, que o impacto das alterações climáticas nos oceanos é um tema de extrema importância para uma região como os Açores no que diz respeito à subida do nível do mar e à alteração das correntes oceânicas, bem como na distribuição de peixes migratórios, como os atuns.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu falava no 5º Fórum European Marine Board, The Ocean-Climate Nexus, subordinado ao tema “The Critical Role of Ocean Science in Responding to Climate Change” (A importância das Ciências do Mar como Resposta às Alterações Climáticas), organizado no Parlamento Europeu pelo Eurodeputado Ricardo Serrão Santos.</p>
<p>Brito e Abreu disse que <strong>“as alterações climáticas são uma das maiores ameaças ambientais do século XXI”</strong>, frisando que <strong>“as regiões arquipelágicas, como os Açores, estão mais expostas aos efeitos das mudanças do clima”</strong>.</p>
<p>O 5º Fórum European Marine Board acontece em vésperas da Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (COP21), que se realiza, a 30 de novembro, em Paris, “onde é esperado um acordo para a proteção do clima a nível mundial”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar destacou a importância que as regiões ultraperiféricas têm para a União Europeia, lembrando que “é devido às regiões insulares que a União Europeia tem tanta área marítima sob jurisdição comunitária”.</p>
<p>“A dimensão insular da União Europeia concede-nos uma vantagem negocial relativamente a grupos importantes no contexto das Nações Unidas, como os pequenos estados-ilha que são um bloco muito importante e com interesses muito específicos nas negociações climáticas”, referiu.</p>
<p>Debater o papel dos oceanos nas alterações climáticas foi um dos principais objetivos deste evento que contou a presença de responsáveis políticos, ONGs, grupos de reflexão e investigadores de vários países europeus.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
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		<title>Açores // Quase todos continuam à espera do atum&#8230;</title>
		<link>https://pescazores.com/acores-quase-todos-continuam-a-espera-do-atum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2015 10:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[mestre Eduíno Guerreiro]]></category>
		<category><![CDATA[pesca do atum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A traineira ‘Açoriana’, de mestre Eduíno Guerreiro, registada no porto da Horta, esteve ontem a descarregar cerca de sete toneladas de atum patuto pequeno, pescado em mancha a Sul de São Miguel e perto da costa micaelense. A tripulação da ‘Açoriana’ é constituída por nove pescadores entre os 20 e os 60 anos. Esta é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A traineira ‘Açoriana’, de mestre Eduíno Guerreiro, registada no porto da Horta, esteve ontem a descarregar cerca de sete toneladas de atum patuto pequeno, pescado em mancha a Sul de São Miguel e perto da costa micaelense.</strong></p>
<p>A tripulação da ‘Açoriana’ é constituída por nove pescadores entre os 20 e os 60 anos.</p>
<p>Esta é uma das poucas capturas que se têm feito a Sul de São Miguel já que a maioria das embarcações está a pescar a Sul da ilha do Pico. Muitas destas embarcações têm vindo a descarregar o peixe na lota de Ponta Delgada, onde o peixe atinge melhores valores.</p>
<p>A explicação que mestre Eduíno Guerreiro dá para a fraca captura de atum este ano é a de que as águas continuam ainda com temperaturas muito baixas à superfície, sobretudo o atum patudo de maiores dimensões.</p>
<p>Tudo leva a crer que os cardumes ainda estejam em viagem e só chegam perto das ilhas dos Açores para meados de Julho – altura em que começa a aparecer o atum bonito, de menores dimensões e utilizado pela indústria conserveira.</p>
<p>As 50 toneladas de atum capturadas até ao dia 15 do Maio último nos mares dos Açores representavam menos 80% do que igual período do ano passado, uma quebra de que não há memória nas pescarias de tunídeos no arquipélago.</p>
<p>O ano passado, por esta altura, a frota atuneira já tinha descarregado nos portos açorianos mais de 250 toneladas de atum patudo e, entre Janeiro e Maio de 2013, havia já feito a descarga de 350 toneladas.</p>
<p>Mas, foi de Janeiro até 15 de Maio de 2012 o período recorde pois as capturas já tinham atingido, nesta altura, as 1.500 toneladas de atum patudo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.correiodosacores.info/index.php" target="_blank" rel="noopener">Correio dos Açores</a></p>
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		<item>
		<title>De São Jorge para o Mundo, a centenária indústria conserveira continua viva</title>
		<link>https://pescazores.com/de-sao-jorge-para-o-mundo-a-centenaria-industria-conserveira-continua-viva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2015 15:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[Conserveira Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[indústria conserveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É na vila da Calheta, São Jorge, que resiste uma fábrica fundada nos anos de 1930 e que continua a ser herdeira de uma prática antiga: a pesca e transformação de atum, de forma tradicional e sustentável. A Fábrica de Santa Catarina, com um volume de vendas anual superior a sete milhões de euros destina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/F-S-CATARINA142-1024x767.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7635" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/F-S-CATARINA142-1024x767.jpg" alt="F-S-CATARINA142-1024x767" width="799" height="508" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/F-S-CATARINA144-1024x767.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7636" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/F-S-CATARINA144-1024x767.jpg" alt="F-S-CATARINA144-1024x767" width="799" height="463" /></a></p>
<p>É na vila da Calheta, São Jorge, que resiste uma fábrica fundada nos anos de 1930 e que continua a ser herdeira de uma prática antiga: a pesca e transformação de atum, de forma tradicional e sustentável. A Fábrica de Santa Catarina, com um volume de vendas anual superior a sete milhões de euros destina metade da produção para a exportação e emprega actualmente 110 pessoas. «Uma responsabilidade social enorme e com impactos socioeconómicos no concelho», diz Maria João Brissos, Directora Comercial e de Marketing.</p>
<p>O método de pesca (com linha e anzol designada por «Salto e Vara»), transformação e embalamento é todo ele tradicional, seguindo a tradição usada pelos antigos mestres conserveiros.</p>
<p>Na Fábrica de conservas <a href="http://www.atumsantacatarina.com/" target="_blank" rel="noopener"><b>Santa Catarina</b></a>, na Rua do Roque, vila da Calheta, São Jorge, trabalham actualmente mais de cem pessoas, um «impulso tremendo em termos daquilo que é o impacto socioeconómico local» e da «responsabilidade social da empresa», como considera Maria João Brissos.</p>
<p>A Directora de Marketing da Santa Catarina explica que a fábrica labora desde «os anos 30 do século XX», tendo sofrido ao longo do tempo «várias convulsões, mudou de nome, foi comprada, etc.».</p>
<p>A designação actual (Santa Catarina) existe desde 1995 «embora a fábrica, tal como existe hoje, seja a mesma desde os anos de 1950», revela.</p>
<p>Na fábrica é produzido «todo o tipo de conservas de atum», conta Maria João. Entre eles, filetes claros e rosados de atum em azeite com funcho, tomilho, molho cru, orégãos ou os filetes de atum em azeite com piripiri, bem como patés de atum com orégãos ou patés simples. Tudo com sabor a mar.</p>
<p>O método de pesca (com linha e anzol designada por «Salto e Vara»), transformação e embalamento é todo ele tradicional, seguindo a tradição usada pelos antigos mestres conserveiros.</p>
<p>Na Fábrica de conservas <a href="http://www.atumsantacatarina.com/" target="_blank" rel="noopener"><b>Santa Catarina</b></a>, na Rua do Roque, vila da Calheta, São Jorge, trabalham actualmente mais de cem pessoas, um «impulso tremendo em termos daquilo que é o impacto socioeconómico local» e da «responsabilidade social da empresa», como considera Maria João Brissos.</p>
<p>A Directora de Marketing da Santa Catarina explica que a fábrica labora desde «os anos 30 do século XX», tendo sofrido ao longo do tempo «várias convulsões, mudou de nome, foi comprada, etc.».</p>
<p>A designação actual (Santa Catarina) existe desde 1995 «embora a fábrica, tal como existe hoje, seja a mesma desde os anos de 1950», revela.</p>
<p>Na fábrica é produzido «todo o tipo de conservas de atum», conta Maria João. Entre eles, filetes claros e rosados de atum em azeite com funcho, tomilho, molho cru, orégãos ou os filetes de atum em azeite com piripiri, bem como patés de atum com orégãos ou patés simples. Tudo com sabor a mar.</p>
<p>A marca está presente em inúmeras lojas em Portugal mas o motor económico da empresa assenta na exportação, que representa 50% do volume de vendas. Os Açores contam com 10% e o Continente com 40% de vendas.</p>
<p>«O nosso maior mercado é europeu, com Itália a destacar-se, seguindo-se depois a Inglaterra. Fora da Europa, destaco os EUA, Canadá e Moçambique», afirma.</p>
<p>Em vista estão novos mercados como a Alemanha, a França, Escandinávia e Brasil, este último que requer mais «cuidado» sobretudo por ser um mercado «muito específico, fechado e que ao nível dos licenciamentos é muito rígido».</p>
<p>Outro objectivo futuro passa por «alargar a componente de inovação dentro dos produtos fabricados com azeites biológicos nacionais».</p>
<p><b>Sustentabilidade e preservação da espécie:</b><br />
Maria João Brissos salienta, por fim, que a Fábrica de Santa Catarina tem um papel muito importante» não só na economia local como na sustentabilidade, respeitando o ecossistema marinho e salvaguardando a espécie.</p>
<p>Tal como referido no início da reportagem a pesca de atum nos Açores utiliza o método do «Salto e Vara», considerada por muitos como «amiga do ambiente» já que «ao contrário da pesca de arrastão», permite aos pescadores seleccionarem o peixe necessário. «Isto, claro está, obriga a um processo mais lento, de muitas horas, desde o início (em que o pescador tem de detectar a presença do atum e só depois é lançado o isco ao mar atraindo o cardume de atuns).</p>
<p>«Pescamos o peixe, limpamos, transformamos a matéria-prima, tudo trabalhado à mão, sem uma única máquina, num processo tradicional para garantir o futuro e o amanhã», afiança, relembrando que, «desde que haja atum, iremos continuar a nossa missão».</p>
<p>«Porque para fazer milhões de latas todas iguais a 50 cêntimos não vale a pena. Queremos marcar a diferença, contar uma história e incrementar nos nossos produtos o selo de sustentabilidade», refere.</p>
<p>A imagem que a empresa adoptou desde 2011 (as latas de atum embrulhadas em papel de jornal, cada uma com uma receita) é para a responsável «uma marca de qualidade».</p>
<p>«O consumidor sabe que o produto tem valor, que alguém o embrulhou, com carinho. E esta relação emotiva entre o consumidor e o produto é, para nós, fundamental», remata.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cafeportugal.pt/Default.aspx#ad-image-0" target="_blank" rel="noopener">Café Portugal</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/de-sao-jorge-para-o-mundo-a-centenaria-industria-conserveira-continua-viva/">De São Jorge para o Mundo, a centenária indústria conserveira continua viva</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Venda de conservas açorianas no exterior atingem 41M€, mas há quebras na exportação</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 10:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano de 2013, a venda de conservas açorianas para o exterior atingiu um total de 41 milhões de euros, de acordo com os dados publicados no Boletim Trimestral do Serviço Regional de Estatística relativo ao 3º trimestre, que pela primeira vez inclui dados sobre este sector. O Boletim passa a conter igualmente informação sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano de 2013, a venda de conservas açorianas para o exterior atingiu um total de 41 milhões de euros, de acordo com os dados publicados no Boletim Trimestral do Serviço Regional de Estatística relativo ao 3º trimestre, que pela primeira vez inclui dados sobre este sector. O Boletim passa a conter igualmente informação sobre Comércio internacional, Índice do custo de trabalho e “posse de computador” e “ligação à internet” por regiões.</p>
<p>Embora não seja referido, estima-se que se trate exclusivamente de conservas de atum. Há informação desde Janeiro de 2013 até Setembro de 2014, o que não permite ainda traçar conclusões anuais, mas apenas até ao 3º trimestre de 2014 parece haver novidades.</p>
<p>Desde logo, no conjunto dos primeiros 3 trimestres, há um aumento de 27,5% ao nível do peso (“massa líquida”), que passa de 6,3 mil toneladas para 8 mil toneladas. E um aumento ainda mais significativo na receita, de 30,43%, passando de 31,14 milhões de euros para 40,6 milhões. Registe-se que nos primeiros 9 meses de 2014, a Região terá facturado quase 99% do que foi facturado nos 12 meses de 2013.</p>
<p>Mas há uma alteração significativa do destino dessas expedições. Enquanto que em 2013 o mercado nacional foi responsável apenas por 9,2% do peso e 11,25% da receita, em 2014 aumentou a sua quota para 59,3% do peso e 60% da receita. A grande quebra foi nas vendas para fora da União Europeia (Países Terceiros), que baixou de 61% do peso e 51,2% do valor, para apenas 21,4% do peso e 15,2% da receita. Supõe-se que parte dessa quebra tenha a ver com os mercados da América do Norte. A União Europeia regista igualmente uma quebra do peso de 29,4% para 19,2%, e no valor de 37,5% para 24,66%.</p>
<p>Registe-se que devido ao aumento das expedições, este recuo na UE não encontra a mesma expressão nos valores absolutos, uma vez que a redução foi de 17% no peso (de 1.860 toneladas para 1.549) e de 14% da receita (que passa de 11,7 para 10 milhões de euros). Já no caso dos países terceiros a situação é pior, uma vez que há uma redução de 55% no peso e de 61% na receita.</p>
<p>A exportação para países terceiros manteve-se em 2014 como o produto menos valorizado: nos primeiros 3 trimestres de 2013 a um valor de 4,1 euros em 2013 e baixando para 3,6 euros em 2014. Nesse sentido, as expedições para território nacional estão a render muito mais, apesar de existir uma quebra significativa dos 6 euros em 2013 para 5,1 euros em 2014 – mas mesmo assim muito acima dos 3,6 euros dos países terceiros. A Europa, no entanto, é onde o produto é mais valorizado, atingindo este ano uma média de 6,46 euros por quilo, contra 6,3 no ano passado.</p>
<p>Fotografia: António Silveira</p>
<p><a href="http://www.diariodosacores.pt/" target="_blank" rel="noopener">Por Manuel Moniz <em>in</em> Diário dos Açores</a></p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/conservas-quadro.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6604" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/conservas-quadro.jpg" alt="conservas-quadro" width="967" height="832" /></a></p>
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		<title>Conhecer o pescado de Portugal (2): Atum-albacora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 11:25:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ATUM-ALBACORA, como a maioria dos atuns, tem um corpo alongado, o que o torna excelente nadador, fazendo longas migrações a grandes velocidades. Possui linhas escuras quase verticais no ventre e a segunda barbatana dorsal, bem como a barbatana anal são grandes e amarelas. É encontrado no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, formando cardumes que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ATUM-ALBACORA, como a maioria dos atuns, tem um corpo alongado, o que o torna excelente nadador, fazendo longas migrações a grandes velocidades. Possui linhas escuras quase verticais no ventre e a segunda barbatana dorsal, bem como a barbatana anal são grandes e amarelas.</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/Atum-art.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7376" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/Atum-art.png" alt="Atum-art" width="465" height="236" /></a></p>
<p>É encontrado no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, formando cardumes que habitam maioritariamente junto à superfície. Pode, no entanto, fazer mergulhos de curta duração até profundidades superiores a 500 m, à procura de alimento como lulas, crustáceos e uma variedade de peixes. O pico reprodutivo ocorre no Verão.</p>
<p>É pescado com palangre de superfície, salto e vara e com armações.</p>
<p>O atum-albacora pode nadar e caçar em águas frias pois consegue manter a temperatura corporal superior à temperatura da água.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cienciaviva.pt/home/" target="_blank" rel="noopener">Ciência Viva</a></p>
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		<title>Atum rabilho do Mediterrâneo vai recuperar se a ambição de conservação continuar alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:53:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a abertura da 19ª Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT) em Génova, Itália na segunda-feira 10 de Novembro, a WWF alertou os responsáveis para que mantivessem alguma cautela em relação à gestão do atum rabilho no Mediterrâneo. Apesar das indicadores recentes de um stock a recuperar, há ainda deficiências substanciais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a abertura da 19ª Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT) em Génova, Itália na segunda-feira 10 de Novembro, a WWF alertou os responsáveis para que mantivessem alguma cautela em relação à gestão do atum rabilho no Mediterrâneo. Apesar das indicadores recentes de um stock a recuperar, há ainda deficiências substanciais que minam a rastreabilidade desta pesca, permitindo que o atum rabilho ilegal, não declarado e não regulamentado chegue a mercados mundiais.</p>
<p>” Os extraordinários esforços que têm sido feitos nos últimos anos pelo ICCAT e pelas partes interessadas, levaram ao início da recuperação do Atum rabilho do Atlântico e Mediterrâneo. Mas é preciso ficarmos atentos – pois sem uma rastreabilidade clara e consistente, os anos de esforços para recuperar esta emblemática espécie do mundo dos oceanos corre o risco de ter sido em vão” , disse o Dr. Sergi Tudela , diretor de Pesca da WWF Mediterrâneo.</p>
<p>Num estudo recente da WWF conclui-se que o documento do ICCAT (BCD ) sobre a captura do atum rabilho deveria apoiar a totalidade da rastreabilidade da pescaria, e não apresentar deficiências que comprometam a sua capacidade de manter os atuns rabilho fora dos mercados ilegais. O estudo também demonstra que o esquema atual não responde aos padrões mínimos exigidos pelo Regulamento INN da União Europeia. A WWF pede a reforma urgente da BCD.</p>
<p>Fotografia: © Wild Wonders of Europe /Zankl / WWF</p>
<p>Fonte: W<a href="http://mediterranean.panda.org/?232551/Mediterranean-bluefin-tuna-will-recover-if-conservation-ambition-remains-high" target="_blank" rel="noopener">WF Mediterrâneo</a></p>
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		<item>
		<title>Atum: Japão vai impulsionar aquacultura nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 17:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[aquacultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante uma visita oficial ao Japão, na semana passada, a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, convidou os laboratórios de pesca da Universidade de Kinki, em Osaca, para desenvolverem a produção de atum em viveiro, em Portugal. Além de promover a economia do mar, a ministra negociou a exportação de carne de porco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante uma visita oficial ao Japão, na semana passada, a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, convidou os laboratórios de pesca da Universidade de Kinki, em Osaca, para desenvolverem a produção de atum em viveiro, em Portugal. Além de promover a economia do mar, a ministra negociou a exportação de carne de porco nacional para o Japão.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Os laboratórios de pesca da Universidade de Kinki fazem, desde 2002, o ciclo completo de criação do atum &#8216;bluefin&#8217;, o mais apreciado no Japão<em>.</em> É este conhecimento que a ministra quer trazer para Portugal.Assunção Cristas fez &#8220;um balanço muitíssimo positivo&#8221; desta deslocação, na qual a comitiva portuguesa se reuniu com dezenas de empresas japonesas que manifestaram interesse em investir na aquacultura e na agricultura portuguesas. Entre elas estão, segundo o jornal Expresso, as gigantes Mitsubishi Corporation e Mitsui.Ainda de acordo com aquele semanário, num encontro entre a delegação portuguesa e a Associação Japonesa de Aquacultura, um dos representantes japoneses declarou o seu interesse em investir em Portugal, nomeadamente no pregado. O empresário ficou a saber que existe uma grande unidade de produção de pregado que está à procura de investidor: a Pescanova, em Mira.</p>
<p>Da viagem fez também parte uma visita ao mercado Tsukiji (o maior mercado de peixe do mundo), onde a ministra encontrou o atum<em> &#8216;</em>bluefin&#8217;<em> </em>da Tunipex, uma empresa de Olhão, subsidiária da japonesa Arai Soji, que captura atuns em trânsito entre o Mediterrâneo e o Atlântico para depois os engordar e exportá-los para o Japão.</p>
<p>Assunção Crista considera que Portugal tem potencialidades para atrair futuros negócios que invistam na cultura desta espécie. A ministra diz tratar-se de um negócio rentável, tendo em conta o aumento da procura dos &#8216;stocks&#8217; de atum e as consequentes restrições à sua captura.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://boasnoticias.pt/" target="_blank" rel="noopener">Boas Notícias</a></div>
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		<title>Salsicha de atum? Sim, já existe e é saborosa</title>
		<link>https://pescazores.com/salsicha-de-atum-sim-ja-existe-e-e-saborosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 08:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cofisa (Conservas de Peixe da Figueira da Foz) investiu 1,2 milhões de euros na criação de uma salsicha de atum para atrair consumidores mais jovens e que valorizam a alimentação saudável. A Cofisa (Conservas de Peixe da Figueira da Foz) investiu 1,2 milhões de euros no desenvolvimento de uma salsicha de atum desenhada para [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/salsicha-de-atum-sim-ja-existe-e-e-saborosa/">Salsicha de atum? Sim, já existe e é saborosa</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Cofisa (Conservas de Peixe da Figueira da Foz) investiu 1,2 milhões de euros na criação de uma salsicha de atum para atrair consumidores mais jovens e que valorizam a alimentação saudável.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Cofisa (Conservas de Peixe da Figueira da Foz) investiu 1,2 milhões de euros no desenvolvimento de uma salsicha de atum desenhada para atrair consumidores mais jovens e que valorizam a alimentação saudável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O produto chegou ao mercado há pouco mais de um mês, depois de atravessar um processo “lento e difícil” para ganhar a consistência desejável sem comprometer o sabor do atum, disse à Agência Lusa o presidente da Cofisa, José Freitas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O difícil para conseguir uma salsicha de atum, ou de peixe em geral, é a textura porque enquanto a carne tem uma textura adequada para dar consistência (…), o peixe não tem essa consistência, daí a enorme dificuldade em conseguir uma salsicha vinda de um produto de peixe”, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">À parte a utilização do atum como principal matéria-prima, a unidade de produção das salsichas assemelha-se à dos produtos de carne e liberta o aroma intenso do fumeiro que se associa aos enchidos tradicionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O projeto custou, só em equipamento e instalação cerca de um milhão de euros, ao qual acresceram mais 200 mil euros na fase de desenvolvimento e testes de produto, realizados numa planta-piloto ao longo de dois anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A insistência do patrão da Cofisa, que adquiriu a conserveira há uma década, resultou da “experiência pessoal” anterior e da “ligação muito forte à indústria de carne”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Convivi durante muitos anos com a salsicha”, contou José Freitas, adiantando que sempre “teve o sonho” de fazer um produto deste género, desde que adquiriu as fábricas de conserva de peixe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A opção por este formato deveu-se ao facto de ser “um produto massificado, muito atrativo para a juventude”, além das características saudáveis: “só tem produtos naturais, peixe, não tem corantes, nem conservantes. Fizemos questão que fosse um produto natural. Agora vamos ver qual é a reação do mercado e se há que introduzir alguma coisa no paladar”, sublinhou o dono da Cofisa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os primeiros frascos já estão à venda em alguns hipermercados e a Cofisa está a negociar a entrada das salsichas de atum noutras cadeias de distribuição nacionais, optando por adiar a internacionalização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">José Freitas disse que já houve uma cadeia espanhola a abrir portas à salsicha de atum, mas prefere esperar para ter uma avaliação do que é consumido pelo mercado nacional: “Parece-nos muito prematuro porque a capacidade instalada que temos atualmente prevê o fabrico de cerca de 10 mil frascos (…) Antes de termos a noção do que é que o mercado nacional consome parece-nos prematuro estar a dar saltos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Promete fabricar, numa fase posterior, um hambúrguer de conserva, com uma durabilidade mínima de 2 ou 3 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Optamos por fazer lançamentos faseados: primeiro, a salsicha, que envolve todo um trabalho de colocação e desenvolvimento do mercado. Quando estiver completo, fazemos o lançamento do hamburger”, continuou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Cofisa pertence ao grupo Freitasmar, que tem outra unidade em Olhão, e está instalada junto ao porto de pesca da Figueira da Foz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Transforma atualmente cerca de 16 mil toneladas de atum, sardinha, cavala e polvo, mas é o atum que “dá volume às fábricas”, confessa José Freitas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A maior parte do atum é importado, mas a cavala é quase toda pescada em águas nacionais. No caso da sardinha, a “turbulência dos últimos dois anos” tem obrigado a conserveira a adquirir matéria-prima em Espanha, França ou Marrocos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Acreditamos que esta falta de sardinha é pontual e que a sardinha vai voltar às costas portuguesas”, adiantou o empresário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A indústria de conservas, que só mais recentemente começou a ser encarada como “essencial para o desenvolvimento do país”, tem vindo a aumentar exportações para os mercados mais diversos e a Cofisa não é exceção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A empresa exporta cerca de metade da produção e quase duplicou a faturação desde 2010, chegando quase aos 38 milhões de euros no final do ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cavala e o atum destinam-se primordialmente ao mercado italiano, seguindo-se os países do Norte de África que representam exportações da ordem dos 20 a 25%, enquanto a sardinha é exportada para mais de 30 países, mas em menores quantidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O líder da Cofisa sublinhou que “há um enorme potencial de crescimento, sobretudo para a Itália”, onde “a conserva portuguesa é associada a um produto de alta qualidade”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No mercado interno, a preferência vai para o atum.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A sardinha chegou a ter penetração no mercado português há algumas décadas, mas o cenário mudou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Lembro-me na minha tenra idade que o lanche nas aldeias era uma lata de sardinha, muitas vezes a sardinha em tomate. Tenho essa imagem de quando era miúdo”, recordou José Freitas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atualmente, a proporção de vendas será de 10 latas de atum para cada lata de sardinha ou de cavala, estimou.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Foto: PAULO NOVAIS/LUSA</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://observador.pt/2014/07/27/salsicha-de-atum-sim-ja-existe-e-e-saborosa/" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
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