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	<title>Arquivo de aves marinhas - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Gui Menezes: Açores têm responsabilidade na preservação de aves marinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 18:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia defendeu hoje, nas Velas, que os Açores “têm responsabilidade de preservar” as aves marinhas que ocorrem no arquipélago, como é o caso dos garajaus comum e rosado, frisando que são “aves icónicas” da Região. Gui Menezes afirmou que os investigadores estimam que, na Europa, cerca de 50% [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/gui-menezes-acores-responsabilidade-na-preservacao-aves-marinhas/">Gui Menezes: Açores têm responsabilidade na preservação de aves marinhas</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia defendeu hoje, nas Velas, que os Açores “têm responsabilidade de preservar” as aves marinhas que ocorrem no arquipélago, como é o caso dos garajaus comum e rosado, frisando que são “aves icónicas” da Região.</h2>
<p>Gui Menezes afirmou que os investigadores estimam que, na Europa, cerca de 50% dos garajaus-rosados nidificam nos Açores, onde existem mais de três dezenas de colónias desta espécie, “altamente protegida por diretivas europeias”, defendendo, neste sentido, que “os Açores devem ter um papel de guardião destas aves emblemáticas”.</p>
<p>O Secretário Regional falava à margem de uma ação de campo, no âmbito do Censo Anual de Garajaus, que está a decorrer na ilha de São Jorge, junto ao Parque de Campismo das Velas, onde existe uma colónia destas aves marinhas.</p>
<p>Gui Menezes referiu que, através do recenseamento realizado em 2017, apurou-se que “a Região registou o maior aumento de garajaus em oito anos”, tendo sido contabilizados 4.048 casais reprodutores de garajau-comum, em 124 colónias, e 891 casais de garajau-rosado, em 25 colónias.</p>
<p>“Estes valores representam um aumento da população nidificante destas aves em relação a 2016, tendo-se contabilizado um aumento de cerca de 50% de casais reprodutores de garajau-comum e de 30% de casais de garajau-rosado”, disse.</p>
<p>O Secretário Regional adiantou que o Governo dos Açores, através da Direção Regional dos Assuntos do Mar, “investiu até agora cerca de 20 mil euros” nesta atividade, nomeadamente em despesas operacionais e de reequipamento dos Parques Naturais de Ilha, que considerou serem “parceiros centrais” no trabalho de recenseamento destas aves.</p>
<p>Gui Menezes lembrou que a monitorização de aves marinhas com estatuto de proteção regional, comunitária e internacional, como é o caso de ambas as espécies de garajaus, “constitui uma obrigação legal da Região no âmbito da Diretiva Aves (Rede Natura 2000), da Diretiva Quadro Estratégia Marinha, tendo ainda enquadramento na Convenção OSPAR”.</p>
<p>O Censo de Garajaus realiza-se anualmente em todas as ilhas dos Açores entre maio e junho, e é coordenado pela Direção Regional dos Assuntos do Mar desde 2016, em parceria com os Serviços de Ambiente e Parques Naturais de Ilha.</p>
<p>No recenseamento destas aves usam-se metodologias padronizadas para estimar o número de casais reprodutores.</p>
<p>Os trabalhos podem decorrer em terra ou no mar, consoante as colónias estejam ou não acessíveis aos técnicos, com recurso a equipamentos especializados, nomeadamente binóculos, telescópios e buzinas indutoras de voo.</p>
<p>Para as contagens feitas a partir do mar são usadas embarcações semirrígidas alugadas especificamente para o efeito.</p>
<p>As contagens de garajaus nas principais colónias da Região iniciaram-se em 1989, por iniciativa de investigadores de aves marinhas do DOP/IMAR.</p>
<p>A partir de 1993, este programa tem tido uma periodicidade mais regular, mas só na última década a monitorização se estendeu a todas as colónias do arquipélago.</p>
<p>Gui Menezes referiu que, em 2017, as ilhas do Grupo Central albergavam 50% da população nidificante de garajau-comum na Região, mas os garajaus-rosado preferem as ilhas do Corvo e das Flores, que concentram cerca de 76% de casais reprodutores desta espécie.</p>
<p>O censo conta com a participação anual de aproximadamente meia centena de pessoas, entre Vigilantes da Natureza e técnicos dos Parques Naturais de Ilha, investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e técnicos da Direção Regional dos Assuntos do Mar.</p>
<p>“O empenho e a participação de todas as pessoas envolvidas têm sido decisivos para o sucesso deste censo”, afirmou o Secretário Regional.</p>
<p>“Foi graças ao recenseamento de garajaus realizado em 2015 que se percebeu que o ilhéu da Praia, junto à ilha Graciosa, alberga a segunda maior colónia de garajau-rosado da Europa”, frisou, acrescentando que é “motivo de congratulação e encorajamento”.</p>
<p>“Significa que estamos a fazer um trabalho de conservação e de preservação desta espécie que se repercute no aumento destas populações nos Açores”, salientou Gui Menezes.</p>
<p>Foto ©SIARAM</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Menos aves marinhas capturadas em redes de emalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2018 10:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi concluído o “Estudo sobre medidas de mitigação para reduzir a captura acidental de aves marinhas em redes de emalhar” liderado pela BirdLife International e que contou com a parceria da SPEA. Neste projeto foram testadas medidas para reduzir as capturas acidentais de aves marinhas em redes de emalhar em Portugal e na Polónia. Os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi concluído o “Estudo sobre medidas de mitigação para reduzir a captura acidental de aves marinhas em redes de emalhar” liderado pela BirdLife International e que contou com a parceria da SPEA. Neste projeto foram testadas medidas para reduzir as capturas acidentais de aves marinhas em redes de emalhar em Portugal e na Polónia. Os trabalhos decorreram na Zona de Proteção Especial do arquipélago das Berlengas, uma vez que a área marinha entre Peniche e a Nazaré é conhecida pelo arrojamento frequente de aves marinhas, sobretudo de tordas-mergulheiras e airos, com evidências de captura em artes de pesca. A medida testada nas embarcações a operar a partir de Peniche foi a aplicação de painéis de alto contraste em redes, de modo a torná-las mais visíveis para as aves. Nos 22 embarques de pesca realizados com observadores a bordo não houve registo de capturas acidentais, nem nas redes com painéis, nem nas redes de controlo (sem painéis), o que não permitiu avaliar a eficácia da medida. O mau tempo sentido nos dois últimos invernos fez com que não fosse possível a realização de um maior número de embarques, pelo que a SPEA continua a trabalhar no teste desta medida de mitigação no âmbito do Life Berlengas.</p>
<p>O relatório está disponível para consulta a partir do endereço de publicações da Comissão Europeia.</p>
<p>Consulte o estudo <a href="https://publications.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/f426200b-1138-11e8-9253-01aa75ed71a1/language-en" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a></p>
<p>Fonte: SPEA</p>
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		<title>Governo dos Açores assinala Dia Mundial dos Oceanos com campanha de monitorização de aves marinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 09:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[garajaus]]></category>
		<category><![CDATA[ilhéu de Vila Franca do Campo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, em Vila Franca do Campo, que os Açores são &#8220;reconhecidos como um destino de turismo ornitológico”, salientando que são cada vez mais as pessoas que se deslocam ao arquipélago para &#8220;observar aves, incluindo aves marinhas”. Fausto Brito e Abreu falava durante uma campanha de monitorização do Censo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, em Vila Franca do Campo, que os Açores são &#8220;reconhecidos como um destino de turismo ornitológico”, salientando que são cada vez mais as pessoas que se deslocam ao arquipélago para &#8220;observar aves, incluindo aves marinhas”.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu falava durante uma campanha de monitorização do Censo do Garajau 2016, integrada nas comemorações do Dia Mundial dos Oceanos, que se assinala nesta data.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar destacou  “a importância que os oceanos têm para a sociedade ao nível económico e ambiental”, acrescentando que o Governo dos Açores tem promovido várias campanhas de sensibilização para a conservação do meio marinho.</p>
<p>O Censo do Garajau 2016, organizado pela Direção Regional dos Assuntos do Mar em colaboração com os Parques Naturais de Ilha, tem como objetivo quantificar as populações das duas principais espécies de garajaus que nidificam nos Açores, nomeadamente o garajau-comum (<i>Sterna hirundo</i>) e o garajau-rosado (<i>Sterna dougalii</i>).</p>
<p>“Na colónia do Iilhéu de Vila Franca do Campo estão identificados 22 ninhos, ou seja, 44 casais de garajaus comuns”, frisou, acrescentando que “no ilhéu da Caloura e na Vinha D’Areia existem também ninhos de garajaus rosados”.</p>
<p>Brito e Abreu sublinhou ainda que, na Europa, “cerca de 50% dos garajaus-rosados&#8221; nidificam no arquipélago dos Açores, frisando que esta é considerada &#8220;uma das 30 espécies mais raras do continente europeu”.</p>
<p>Por essa razão, defendeu que a Região tem “uma responsabilidade especial de proteger o garajau-rosado”.</p>
<p>“O facto de estas aves escolherem a nossa Região para nidificar significa que temos ecossistemas saudáveis nas nossas ilhas”, frisou.</p>
<p>O Governo dos Açores, através da Direção Regional dos Assuntos do Mar, no âmbito do Censo do Garajau 2016, fretou embarcações nas nove ilhas do arquipélago para a contagem destas aves, tendo também financiado equipamento ótico adequado para observação de aves, nomeadamente binóculos e telescópios, o que permite aos técnicos dos Parques Naturais de Ilha efetuarem contagens nas colónias mais inacessíveis.</p>
<p>Estes técnicos também receberam formação sobre metodologias de contagens de aves, dada por uma investigadora da Universidade dos Açores (IMAR/DOP).</p>
<p>Foi através destas campanhas de monitorização que em 2015 foi descoberta a segunda maior colónia de garajaus-rosados da Europa no Ilhéu da Praia, na Graciosa.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>çores têm responsabilidade especial na conservação da biodiversidade de aves marinhas, afirma Brito e Abreu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 10:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[censo de garajaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou hoje, nas Lajes do Pico, o papel dos Açores para a conservação da biodiversidade marinha a nível mundial e, em particular, no que respeita à preservação de várias espécies de aves marinhas. Fausto Brito e Abreu falava na apresentação do programa de monitorização de garajaus &#8211; Censo do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou hoje, nas Lajes do Pico, o papel dos Açores para a conservação da biodiversidade marinha a nível mundial e, em particular, no que respeita à preservação de várias espécies de aves marinhas.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu falava na apresentação do programa de monitorização de garajaus &#8211; Censo do Garajau 2016, que tem como objetivo quantificar as populações das duas principais espécies de garajaus que nidificam nos Açores, nomeadamente o garajau-comum (Sterna hirundo) e o garajau-rosado (Sterna dougalii), num investimento de cerca de 10 mil euros.</p>
<p>“O Governo dos Açores, através da Direção Regional dos Assuntos do Mar, financiou a aquisição de equipamento ótico para observação de aves, nomeadamente 10 binóculos e quatro telescópios, que irão permitir a contagem de indivíduos nas colónias mais inacessíveis, em particular nos ilhéus costeiros, e contratualizou o aluguer de embarcações nas nove ilhas do arquipélago para efetuar este censo”, afirmou Brito e Abreu.</p>
<p>O Secretário Regional salientou que “o envolvimento do Governo nestas questões tem uma dimensão que vai para além da dimensão científica”, acrescentando que “é uma obrigação legal da Região dar cumprimento à Diretiva Aves (Rede Natura 2000), da Diretiva Quadro Estratégia Marinha, tendo ainda enquadramento na Convenção OSPAR”.</p>
<p>O governante frisou que os investigadores estimam que, na Europa, cerca de 50% dos garajaus-rosados nidifiquem nos Açores, onde existem mais de três dezenas de colónias desta espécie protegida, “considerada uma das 30 mais raras no continente europeu e que tem um estatuto de conservação de perigo”.</p>
<p>“Estamos a descobrir novas colónias destas aves, sendo que o ano passado foi descoberta no ilhéu da Praia, junto à ilha Graciosa, a segunda maior colónia de garajaus-rosados da Europa, com cerca de 600 casais”, afirmou o Secretário Regional, frisando a importância destes censos, que decorrem de 25 de maio a 10 de junho.</p>
<p>Brito e Abreu defendeu que “a Região tem um papel de destaque a nível mundial no que respeita à conservação marinha”, dando como exemplo o workshop que está a decorrer em São Miguel no âmbito do Mistic’ Seas, um projeto europeu, liderado pelos Açores, que pretende uniformizar metodologias e estudos relacionados com a avaliação das populações das várias aves do Atlântico, bem como de tartarugas marinhas e de cetáceos.</p>
<p>Em 2015, por iniciativa da Direção Regional dos Assuntos do Mar, foi realizada uma formação de monitorização de aves marinhas pela investigadora Verónica Neves, do IMAR/DOP, com o objetivo de capacitar os Vigilantes da Natureza e os técnicos dos Parques Naturais de Ilha para efetuarem campanhas de monitorização de algumas espécies de aves marinhas que nidificam nos Açores, com ênfase nos garajaus.</p>
<p>Este ano, a investigadora vai acompanhar os censos em algumas ilhas onde as colónias são mais densas e onde as duas espécies de garajaus coexistem, o que pode dificultar a sua distinção.</p>
<p>Nos Açores, estima-se que existam cerca de 1.100 casais de garajaus-rosados e cerca de 2.600 casais de garajaus comuns, segundo estudos realizados entre 2001 e 2012.</p>
<p>As principais colónias de garajaus rosados (75 a 80%) concentram-se nas ilhas Graciosa, Flores e Santa Maria.</p>
<p>Foto: Paulo Henrique Silva ©SIARAM</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Cientistas testam alertas de luz e som para proteger aves das redes de pesca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2016 17:21:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto de investigação está a ensaiar soluções para evitar que as aves marinhas sejam apanhadas nas redes de pesca, utilizando sons e feixes de luz que funcionam como alertas de perigo, para preservar espécies como a pardela-baleal. Um projeto de investigação está a ensaiar soluções para evitar que as aves marinhas sejam apanhadas nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um projeto de investigação está a ensaiar soluções para evitar que as aves marinhas sejam apanhadas nas redes de pesca, utilizando sons e feixes de luz que funcionam como alertas de perigo, para preservar espécies como a pardela-baleal.</strong></p>
<p>Um projeto de investigação está a ensaiar soluções para evitar que as aves marinhas sejam apanhadas nas redes de pesca, utilizando sons e feixes de luz que funcionam como alertas de perigo, para preservar espécies como a pardela-baleal.</p>
<p>O trabalho “Capredux – Redução das Capturas Acidentais de Aves Marinhas na Zona de Proteção Especial Aveiro- Nazaré”, que reúne Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem e as universidades do Minho e de Aveiro, foi o vencedor do “InAqua — Fundo de Conservação by Oceanário de Lisboa e National Geographic Channel”, hoje anunciado.</p>
<p>Os investigadores vão colocar 20 dispositivos, 10 de som e 10 óticos, em 40 barcos para testar o funcionamento dos sistemas e da adaptação dos mestres da embarcação.</p>
<p>Iniciado em 2010, o projeto parte da constatação do elevado número de aves marinhas emaranhadas nas redes de pesca, quando estas são lançadas ou levantadas do mar, provocando a sua morte, mas também prejuízos para os pescadores.</p>
<p>Já com informações acerca da abundância e distribuição das aves marinhas na área entre Aveiro e Nazaré, os investigadores vão agora, durante dois anos, “assegurar um novo tipo de ensaios com um novo tipo de metodologias de redução de capturas acidentais”, explicou à agência Lusa o coordenador do projeto, José Vingada.</p>
<p>O aumento da pressão sobre o meio marinho, nomeadamente da parte das pescas, “tem resultado num incremento da mortalidade destas espécies e é preciso encontrar um ponto de equilíbrio, é preciso que haja exploração da atividade pesqueira, mas também a conservação de algumas espécies, que são fortemente ameaçadas”, defendeu José Vingada.</p>
<p>O efeito sobre as aves, explicou, “pode ser muito elevado em algumas épocas do ano, por exemplo para a espécie que mais nos preocupa, que é a pardela-balear”, e entre Nazaré e Aveiro “haverá uma captura média de três a quatro aves por embarcação”, o que, no conjunto de uma população estimada em cerca de 20 mil indivíduos, “pode colocar em risco a sobrevivência da espécie”.</p>
<p>Há casos de taxas de captura mais elevadas, como entre os alcatrazes, mas a população não é tão reduzida e o efeito não é tão grave.</p>
<p>“Vamos apostar em duas metodologias integradas, uma delas implica o afastamento acústico, através de um sistema que emite um conjunto de sons naturalmente feitos pelas aves marinhas, chamados sons de <i>stress</i>”, ou de alerta, que levam a uma resposta defensiva da parte dos pássaros, que se afastam “da zona da largada ou recolha de redes”, resumiu José Vingada.</p>
<p>A segunda metodologia também é de afastamento, mas utiliza sistemas óticos, partindo do facto de as aves serem sensíveis a feixes de luz mais ou menos intensos e à cor verde forte.</p>
<p>A ave, ao ver aquele feixe de luz, “acha que está ali alguma coisa estranha, perigosa e afasta-se” enquanto o pescador está a operar a rede.</p>
<p>Os ensaios nos 40 barcos são acompanhados por observadores do grupo de investigação, que vão recolher dados acerca da forma como é aplicada a metodologia na área Nazaré-Aveiro, classificada ao abrigo da Rede Natura 2000 para proteção de aves, e onde existe abundância de sardinha, carapau e cavala.</p>
<p>José Vingada realçou a existência de muita cooperação com as organizações dos produtores de pesca e com os armadores que não veem os investigadores como “entidade de conflito, mas como parceiros na procura de uma solução”.</p>
<p>“Todo o trabalho que fazemos depende da cooperação dos pescadores e só com um trabalho em conjunto, na tentativa de encontrar soluções com o setor, é possível, a longo prazo, assegurar estas medidas”, salientou o cientista.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/cientistas-testam-alertas-de-luz-e-som-para-proteger-aves-das-redes-de-pesca/">Cientistas testam alertas de luz e som para proteger aves das redes de pesca</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Garajau-comum anilhado nos Açores encontrado no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 16:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[Garajau-comum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia de 2015 foi encontrado na Praia do Morro dos Conventos (Araranguá, Brasil) um garajau-comum (Sterna hirundo) originário dos Açores. Esta ave havia sido anilhada, por investigadores do DOP, a 14 de Julho de 2003 no ilhéu da Praia, Graciosa, quando era ainda uma pequena cria. Tinha, portanto, 12 anos quando foi encontrada, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia de 2015 foi encontrado na Praia do Morro dos Conventos (Araranguá, Brasil) um garajau-comum (<i>Sterna hirundo</i>) originário dos Açores. Esta ave havia sido anilhada, por investigadores do DOP, a 14 de Julho de 2003 no ilhéu da Praia, Graciosa, quando era ainda uma pequena cria. Tinha, portanto, 12 anos quando foi encontrada, um valor ligeiramente acima da longevidade média da espécie (9-10 anos).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.horta.uac.pt/intradop/" target="_blank" rel="noopener">Notícias do DOP</a></p>
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		<title>SPEA // 10 Anos a seguir aves marinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2015 17:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este ano completaram-se 10 anos que, no âmbito do programa marinho da SPEA, as aves marinhas das Berlengas têm sido monitorizadas e seguidas com dispositivos de deteção remota, o que tem permitido conhecer as suas áreas de alimentação e distribuição no mar. A cagarra é a espécie que tem sido anualmente monitorizada, através da colocação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este ano completaram-se 10 anos que, no âmbito do programa marinho da SPEA, as aves marinhas das Berlengas têm sido monitorizadas e seguidas com dispositivos de deteção remota, o que tem permitido conhecer as suas áreas de alimentação e distribuição no mar.</strong></p>
<p>A cagarra é a espécie que tem sido anualmente monitorizada, através da colocação de <i>compass-loggers</i> e <i>GPS-loggers</i>, num total de 180 aves seguidas e mais de 500 viagens de alimentação, entre o período de pré-incubação e o de crescimento das crias. Nestas viagens, as cagarras exploraram desde ambientes mais costeiros (ao longo da costa de Portugal) até áreas oceânicas e remotas como os montes submarinos do Gorringe (a 400km a sudoeste de Portugal) ou o cabo Flemish (a 2800 km a oeste de Portugal, junto ao Canadá).</p>
<p>Mais recentemente os trabalhos de seguimento foram alargados à gaivota-de-patas-amarelas, ao roque-de-castro e à galheta.</p>
<p>Em 2015, no âmbito do LIFE Berlengas, foram colocados em cagarras adultas 28 GPS-<i>loggers</i> e 20 <i>geolocators</i> nos períodos de pré-incubação e crescimento das crias. Os dados de GPS são importantes para conhecer em pormenor as áreas utilizadas pelas aves durante a época de reprodução e os GLS permitem conhecer os seus movimentos migratórios e distribuição durante o período não-reprodutor.</p>
<p>Só através de um conhecimento aprofundado da distribuição no mar das aves marinhas, será possível delinear áreas importantes em alto-mar, identificar potenciais riscos para a avifauna nesses locais e definir medidas de conservação aplicada que visem proteger as diferentes espécies e mitigar potenciais ameaças à sua sobrevivência. Um exemplo de tais medidas são as ZPEs recentemente aprovadas pelo Estado Português.</p>
<p>21 de outubro</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.spea.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">SPEA</a></p>
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		<title>Quase todas as aves marinhas vão ter plástico no aparelho digestivo em 2050</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 11:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[plástico nos oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo australiano concluiu que em 2050, 99% das aves marinhas vão ter resíduos de plástico no aparelho digestivo. O maior problema não está nas zonas com mais lixo, mas onde vivem mais espécies. O ser humano produz, consome e deita fora. E as aves é que sofrem com a poluição. O plástico não dá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um estudo australiano concluiu que em 2050, 99% das aves marinhas vão ter resíduos de plástico no aparelho digestivo. O maior problema não está nas zonas com mais lixo, mas onde vivem mais espécies.</strong></p>
<p>O ser humano produz, consome e deita fora. E as aves é que sofrem com a poluição. O plástico não dá descanso às gaivotas, aos albatrozes ou às andorinhas-do-mar e de acordo com um estudo<a href="http://www.pnas.org/content/early/2015/08/27/1502108112.abstract" target="_blank" rel="noopener"> divulgado </a>na segunda-feira, em 2050, quase todas as aves marinhas (99%) vão ter resíduos de plástico no aparelho digestivo.</p>
<p>Os investigadores do Australia’s Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation concluíram que neste momento, cerca de 90% das aves já contêm este tipo de resíduos nas entranhas, ao contrário da percentagem estimada em estudos anteriores – 29%. O estudo baseou-se em dados recolhidos entre 1962 e 2012.</p>
<p>Ao Quartz, o autor do estudo <a href="http://qz.com/492447/nearly-all-seabirds-will-have-plastic-in-their-stomachs-by-2050/" target="_blank" rel="noopener">referiu </a>que tinha consciência de que em aves como os albatrozes existia uma percentagem elevada de ingestão de plástico.  Aquilo que o surpreendeu neste estudo foi a proporção – em parte relacionada com a produção mundial de plástico, que duplicou em 11 anos.</p>
<p>“Isso significa que entre hoje e 2026 vamos produzir tanto plástico como aquele que já produzimos desde que ele existe [a produção industrial de plástico começou na década de 1950]”, disse Chris Wilcox. Ou seja, vai haver cada vez mais espécies expostas ao plástico na sua dieta, o que não é bom para o ecossistema oceânico.</p>
<p>O autor do estudo explicou que as aves marinhas são um bom indicador do estado do ambiente, porque voam em distâncias longas, são relativamente sensíveis às mudanças ambientais e estão no topo da cadeia alimentar marinha. “Qualquer tipo de poluente ou distúrbio é ampliado na cadeia alimentar”, diz Chris Wilcox.</p>
<p>Denise Hardesty, uma da investigadoras do estudo, <a href="http://www.nytimes.com/aponline/2015/08/31/science/ap-us-sci-plastic-in-birds.html?partner=rss&amp;emc=rss&amp;_r=1" target="_blank" rel="noopener">disse </a>ao The New York Times que, ao contrário do que se poderia pensar, o maior problema não reside nos pontos que acumulam mais resíduos, mas naqueles onde vivem mais espécies diferentes, sobretudo na zona do hemisfério sul, perto da Austrália e da Nova Zelândia. Já a Europa e a América do Norte estão numa situação melhor, disse.</p>
<p>A investigadora explica que as aves confundem os pedaços de plástico com ovos de peixes e que já encontrou de tudo nos animais que estudou, de isqueiros a brinquedos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
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		<title>As aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir cada vez mais plástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2015 11:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[lixo no mar]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[plástico nos oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poluição produzida através do plástico está a afectar cada vez mais os ecossistemas marinhos e pode ter vários efeitos nocivos De acordo com um estudo recente, além dos animais marinhos, também as aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir plástico. Frequentemente, as tartarugas, os mamíferos marinhos e agora também as aves, ingerem pedaços de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A poluição produzida através do plástico está a afectar cada vez mais os ecossistemas marinhos e pode ter vários efeitos nocivos De acordo com um estudo recente, além dos animais marinhos, também as aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir plástico.</p>
<p>Frequentemente, as tartarugas, os mamíferos marinhos e agora também as aves, ingerem pedaços de plástico acidentalmente – porque confundem os objectos de plástico com potenciais presas. Estes fragmentos podem ferir ou obstruir o sistema digestivo destes animais ou libertar químicos tóxicos, que têm efeitos nocivos na saúde dos animais do ecossistema marinho do Mediterrâneo.</p>
<p>O mar Mediterrâneo é um local propenso ao risco causado pelos plásticos devido às grandes áreas industriais localizadas na costa da região.</p>
<p>Este <a href="http://ec.europa.eu/environment/integration/research/newsalert/pdf/363na2.pdf">estudo</a> é o primeiro a analisar a ingestão de plástico por parte das aves marinhas do Mediterrâneo. Os investigadores recolheram cerca de 171 animais que ficaram acidentalmente presos nas redes dos barcos de pesca e acabaram por morrer, entre Maio de 2003 e Junho de 2010, ao longo da costa Catalã e da costa leste do Mediterrâneo. No total, foram recolhidas nove espécies diferentes. As aves foram dissecadas e o conteúdo dos estômagos foi recolhido e analisado.</p>
<p>Os resultados indicam que 113 aves, cerca de 66%, tinham pelo menos um pedaço de plástico no estômago. O tamanho médio dos fragmentos era de 3,5 milímetros e tinham um peso médio de 2,26 miligramas. Pedaços de garrafas ou caixas de plástico foram os vestígios mais frequentemente encontrados, seguidos pelos sacos e embalagens.</p>
<p>A cagarra-do-atlântico foi a ave mais afectada, com cerca de 94% dos animais recolhidos acusarem a ingestão de plásticos. As três aves mais afectadas pela ingestão de plástico pertencem à lista de espécies em risco.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sapo.pt/#_swa_cname=bsu&amp;_swa_csource=bsu&amp;_swa_cmedium=web" target="_blank" rel="noopener">SAPO</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/as-aves-marinhas-do-mediterraneo-estao-a-ingerir-cada-vez-mais-plastico/">As aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir cada vez mais plástico</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Campanha SOS Cagarro 2014 salva cerca de 2600 juvenis nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 10:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[cagarro]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Cagarro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na tarde do passado dia 17 de Novembro marcou-se o fim da Campanha SOS Cagarro com a apresentação do relatório final a uma turma do nono ano da Escola Secundária Manuel de Arriaga pelo Diretor Regional dos Assuntos do Mar, Filipe Porteiro. Esta ação contou também com a presença do Diretor do Parque Natural da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na tarde do passado dia 17 de Novembro marcou-se o fim da Campanha SOS Cagarro com a apresentação do relatório final a uma turma do nono ano da Escola Secundária Manuel de Arriaga pelo Diretor Regional dos Assuntos do Mar, Filipe Porteiro. Esta ação contou também com a presença do Diretor do Parque Natural da ilha do Faial, João Melo e do Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, Fausto Brito e Abreu.</p>
<p>A Campanha SOS Cagarro, que decorre desde 1995, salvou cerca 2600 cagarros juvenis este ano, um número muito inferior ao do ano de 2013, em que se salvou quase 7000 aves.</p>
<p>As ilhas onde se verificou mais salvamentos foi no Pico e São Jorge. As ilhas de Santa Maria, Terceira e Graciosas foram aquelas onde se registaram menor número de salvamentos. A ilha do Faial ficou a meio da tabela, com cerca de 200 cagarros juvenis salvos.</p>
<p>Segundo Filipe Porteiro, este ano “houve uma baixa significativa” no número de salvamentos, referindo a este respeito que “existe uma grande variabilidade de ilha para ilha e inter-anual”, desconhecendo-se, no entanto as razões, que motivaram esta ocorrência.</p>
<p>Como possíveis razões para esta redução, o Diretor dos Assuntos do Mar apontou a falta de alimento no mar, que consequentemente faz com que os cagarros não consigam alimentar as suas crias, as condições atmosféricas e o facto de terem vindo menos cagarros nidificar este ano na Região.</p>
<p>A Campanha deste ano, que decorreu entre 15 de outubro e 15 de novembro, contou novamente com duas vertentes, a educação ambiental e a conservação da natureza. Este ano decorreu também um curso de formação de anilhadores, nos parques naturais das Flores, Terceira e São Miguel, onde mais 32 pessoas ficaram capazes de executar esta tarefa nos Açores.</p>
<p>Filipe Porteiro destacou que o envolvimento das pessoas a participarem na campanha deste ano foi menor que no ano passado, com cerca de 2500 voluntários, mas que em compensação houve um aumento de identidades, com cerca de 315.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia justificou o apoio do Governo Regional na Campanha SOS Cagarro alegando que “é aqui nas nossas ilhas que se reproduzem cerca de dois terços da população mundial de cagarros” e deste modo o arquipélago “têm uma responsabilidade especial na conservação desta espécie”.</p>
<p>Fausto Brito e Abreu lembrou que <strong>o cagarro, a ave marinha mais abundante nos Açores tem uma grande importância também para a pesca, visto que através dele, os pescadores conseguem detetar a localização de cardumes de peixe</strong>.</p>
<p>O governante mencionou que as políticas regionais de defesa do ambiente marinho “têm contribuído para que os Açores sejam considerados um dos destinos turísticos mais sustentáveis do mundo”.</p>
<p>Brito e Abreu garantiu ainda que uma iniciativa deste cariz “prestigia a Região porque é uma boa prática de conservação da natureza e de educação ambiental, com cerca de 20 anos de existência, cujo balanço tem sido muito positivo”.</p>
<p>Fotografia: <a href="http://www.tribunadasilhas.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tribuna das Ilhas</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tribunadasilhas.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tribuna das Ilhas</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/campanha-sos-cagarro-2014-salva-cerca-de-2600-juvenis-nos-acores/">Campanha SOS Cagarro 2014 salva cerca de 2600 juvenis nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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