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	<title>Arquivo de baleias - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Covid-19 // O confinamento fez silêncio nos oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 11:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a diminuição de navios em movimento, os cientistas puderam investigar como o silêncio dos oceanos é benéfico para a fauna marinha. A pandemia, o isolamento social e o bloqueio implementado em todo o mundo permitiram uma mudança positiva a nível ambiental. O ar está mais limpo, já não existe tanto ruído, as fábricas pararam [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com a diminuição de navios em movimento, os cientistas puderam investigar como o silêncio dos oceanos é benéfico para a fauna marinha.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia, o isolamento social e o bloqueio implementado em todo o mundo permitiram uma mudança positiva a nível ambiental. O ar está mais limpo, já não existe tanto ruído, as fábricas pararam e os transportes também. Tal como em terra, no mar, o ambiente também mudou: instalou-se um silêncio. O ruído dos navios e dos outros transportes já não se faz ouvir e a fauna marítima está mais calma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os observatórios aquáticos, que recolhem dados sobre o aspeto físico, químico, biológico e geológico dos oceanos, oferecendo recursos científicos e técnicos que permitem que os investigadores recebam dados em qualquer lugar do mundo, administrados pela Ocean Networks Canada, localizados perto de Vancouver, no Canadá, recebem os sinais sonoros subaquáticos em tempo real. O oceanógrafo e professor David Barclay, da Universidade Dalhousie, no Canadá, e os seus colegas, analisaram as gravações subaquáticas em dois locais perto do porto, encontrando uma diminuição significativa no ruído dos navios. “Normalmente, sabemos que o ruído subaquático afeta os mamíferos marinhos”, explica o oceanógrafo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num dos sítios onde se recolheram as ondas sonoras, Barclay confirma que o bloqueio teve influência no ruído do mar. “Houve uma queda consistente no ruído desde o primeiro dia de janeiro, o que representou uma alteração de quatro ou cinco decibéis no período até ao dia 1 de abril”. Durante este período de tempo, os dados do porto mostraram uma queda de cerca de 20% nas exportações e importações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, no segundo local, localizado em águas mais profundas, a cerca de 3&nbsp;000 metros de profundidade e a 60 quilómetros das rotas marítimas mais próximas, os níveis de ruído diminuíram cerca de 1,5 decibéis. “Isto dá-nos uma ideia da escala a que esta redução no ruído pode ser observada”, disse o professor Barclay ao&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/environment/2020/apr/27/silence-is-golden-for-whales-as-lockdown-reduces-ocean-noise-coronavirus" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Guardian</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da presença dos navios no oceano torna possível descobrir quais os efeitos que este período pode ter na vida marinha. Barclay compara esta época com uma “experiência humana gigante”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos perante um momento de verdade”, resume, ao&nbsp;<em>The Guardian</em>, Michelle Fournet, investigadora em acústica marinha na Universidade de Cornell, em Nova Iorque, que estuda baleias jubarte no Alasca. “Temos a oportunidade de ouvir e esta oportunidade não aparecerá novamente nas nossas vidas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última vez que os oceanos estiveram tão silenciosos foi no seguimento dos atentados do 11 de setembro, quando houve uma diminuição nos movimentos dos navios e dos aviões. Nesta altura, os cientistas puderam concluir que o ruído dos navios está intimamente ligado com o stress crónico das baleias. ” [Atualmente] temos uma geração de jubarte que nunca conheceram um oceano calmo”, confirma a investigadora Fournet.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O final de abril costumava ser a época de maior movimento de navios cruzeiro, no porto de Vancouver, mas a pandemia da Covid-19 impediu esta afluência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que sabemos sobre as baleias no sudeste do Alasca é que, quando fica barulhento e os barcos passam por elas, elas ‘chamam’ menos” disse Fournet. “Espero que o que possamos ver seja uma oportunidade para as baleias terem mais conversas e mais complexas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Europa, também existem especialistas a tentar descobrir qual o impacto que este bloqueio está a ter nos oceanos. Nathan Merchant, especialista em bioacústica no Centro de Ciências do Ambiente, Pescas e Aquacultura do governo do Reino Unido (Cefas) disse: “Estamos à espera para ver o que nossos registos dizem”. O Cefas tem aparelhos para detetar ruído em quatro locais: dois no Mar do Norte, um em Plymouth e outro perto de Bangor. “Veremos como o coronavírus está a afetar o ruído subaquático em toda a Europa. Portanto, este trabalho fora do Canadá será o primeiro de muitos”, disse ele. “Temos esta experiência natural em andamento. É claro que é uma crise terrível, mas é melhor analisarmos os dados para descobrir que efeito está a ter”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Visão</p>
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		<title>Baleia morre depois de engolir mais de 80 sacos de plástico no mar da Tailândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jun 2018 11:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[plástico nos oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sacos impediram que ingerisse qualquer outro alimento nutritivo, segundo Thon Thamrongnawasawat, biólogo da Universidade Kasetsart, de Bangcoc. Uma baleia morreu, na Tailândia, depois de ter engolido mais de 80 sacos de plástico nas águas poluídas do sul do país, anunciaram hoje as autoridades marítimas locais. Segundo a agência EFE, que cita a imprensa local, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Os sacos impediram que ingerisse qualquer outro alimento nutritivo, segundo Thon Thamrongnawasawat, biólogo da Universidade Kasetsart, de Bangcoc.</h2>
<p>Uma baleia morreu, na Tailândia, depois de ter engolido mais de 80 sacos de plástico nas águas poluídas do sul do país, anunciaram hoje as autoridades marítimas locais.</p>
<p>Segundo a agência EFE, que cita a imprensa local, <strong>o animal foi localizado inerte no mar, incapaz de nadar, e apesar do socorro das autoridades marítimas tailandesas acabou por morrer devido a uma obstrução intestinal provocada pela ingestão de sacos de plástico.</strong></p>
<p>Uma equipe de veterinários ainda tentou salvar a baleia, sem sucesso. Segundo o departamento de Recursos Costeiros e Marinhos da Tailândia, a autópsia revelou que o animal tinha alojados no estômago 80 sacos de plástico, com um peso total de oito quilos.</p>
<p><strong>Os sacos impediram que ingerisse qualquer outro alimento nutritivo, segundo Thon Thamrongnawasawat, biólogo da Universidade Kasetsart, de Bangcoc.</strong></p>
<p>Pelo menos 300 animais marinhos, entre baleias, tartarugas e golfinhos, morrem todos os anos nas águas tailandesas por engolirem resíduos plásticos, explicou Thon Thamrongnawasawat.</p>
<p>A Tailândia é um dos países do mundo onde mais se usa sacos de plástico, situação que causa todos os anos a morte de centenas de criaturas marinhas que vivem perto das populares praias do sul do país.</p>
<p>Fonte: Observador</p>
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		<title>Embarcações da Atlânticoline afugentam baleias e golfinhos (som)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 09:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atlânticoline]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Whale Watching]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A operação dos navios inter-ilhas da Atlânticoline está a perturbar o serviço das empresas marítimo-turísticas da ilha Terceira. A navegação junto à costa e o barulho dos motores dos novos barcos da Atlânticoline estão a afugentar as baleias e golfinhos. A situação prejudica o negócio marítimo-turístico nessas zonas. Os empresários apelam à Atlânticoline para alterar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A operação dos navios inter-ilhas da Atlânticoline está a perturbar o serviço das empresas marítimo-turísticas da ilha Terceira.</strong></p>
<p>A navegação junto à costa e o barulho dos motores dos novos barcos da Atlânticoline estão a afugentar as baleias e golfinhos.</p>
<p>A situação prejudica o negócio marítimo-turístico nessas zonas.</p>
<p>Os empresários apelam à Atlânticoline para alterar as rotas.</p>
<p><a href="https://www.rtp.pt/acores/local/embarcacoes-da-atlanticoline-afugentam-baleias-e-golfinhos-som_54451" target="_blank" rel="noopener"><strong>Audio disponível aqui</strong></a></p>
<p>Fonte: Antena 1 Açores</p>
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		<title>Está em discussão nos Açores a interdição de natação com golfinhos grampos a menos de 3 milhas da costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2017 10:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia-azul]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Baleias-de-bossa]]></category>
		<category><![CDATA[Biosphere Expeditions 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Cachalote]]></category>
		<category><![CDATA[Europhlukes]]></category>
		<category><![CDATA[golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[POPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “Biosphere Expeditions 2016” concluiu com sucesso o seu décimo terceiro ano de recolha de dados sobre a distribuição de cetáceos nos Açores, com recurso a observações visuais e foto-identificação. A cidade da Horta, na ilha do Faial, foi a base da expedição e o trabalho foi conduzido em redor das três ilhas do Faial, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/esta-em-discussao-nos-acores-a-interdicao-de-natacao-com-golfinhos-grampos-a-menos-de-3-milhas-da-costa/">Está em discussão nos Açores a interdição de natação com golfinhos grampos a menos de 3 milhas da costa</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A “Biosphere Expeditions 2016” concluiu com sucesso o seu décimo terceiro ano de recolha de dados sobre a distribuição de cetáceos nos Açores, com recurso a observações visuais e foto-identificação.</strong></p>
<p>A cidade da Horta, na ilha do Faial, foi a base da expedição e o trabalho foi conduzido em redor das três ilhas do Faial, Pico e São Jorge. Esta expedição decorreu entre 4 de Abril e 5 de Maio, e concentrou-se em seis projectos principais.<br />
Foram registados um total de 244 avistamentos de 11 espécies distintas de cetáceos e 1 espécie de tartaruga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Áreas protegidas para a baleia-azul</strong></p>
<p><strong>Baleia-azul:</strong> A expedição registou 16 baleias-azuis em 14 encontros em 2016 e, desde 2004, contribuiu com 108 indivíduos para o catálogo do Atlântico Nordeste. Os resultados obtidos para as baleias azuis avistadas nos Açores através da expedição incluem 3 reavistamentos de animais fotografados em anos anteriores nos Açores: uma baleia avistado em 2016 foi observada em 2010 e duas correspondências em 2012, uma foi observado em 2006 e a outra também fotografada em 2010.<br />
No Atlântico Norte, onde se estima viverem cerca de 2000 animais, é muito raro observarem-se reavistamentos entre os indivíduos constantes dos catálogos das costas Este e Oeste, o que sugere existirem duas populações distintas de baleias-azuis no Atlântico Norte. Uma delas parece viver entre o Sudoeste da Gronelândia e a costa da América do Norte, estando centrada nas águas do leste do Canadá. A outra população ocorre no estreito da Dinamarca, Islândia e “Jan Mayen, Spitzbergen”, e o Mar de Barents no Verão, e a sul até à costa Noroeste de África no inverno.<br />
A taxa anual de 14% de reavistamentos de baleias-azuis do catálogo dos Açores sugere que, pelo menos alguns indivíduos, usam uma rota que cruza os Açores durante a sua migração.<br />
Segundo os investigadores, “é importante obter informações sobre os movimentos, localização e zonas limite de ocorrência destes animais, porque ao contrário de outras baleias, as populações de baleia-azul não parecem estar a recuperar à mesma velocidade, o que faz com que a delimitação de áreas protegidas efectivas seja ainda mais importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Baleias-de-Bossa que passam nos Açores são da população ameaçada de Cabo de Verde</strong></p>
<p><strong>Baleias-de-bossa:</strong> Em 2016, a expedição registou 12 baleias-de-bossa. O catálogo de baleias-de-bossa do Atlântico Norte está a aproximar-se a um total de 9000 indivíduos e desempenha um papel importante na detecção de reavistamentos de longo alcance. Desde 2004 que a expedição contribuiu com 18 fotografias identificativas e registou um reavistamento com as ilhas de Cabo Verde em 2010. Este reavistamento, juntamente com dados recolhidos por outros investigadores, sugere que as baleias-de-bossa observadas nos Açores fazem parte da população ameaçada de Cabo Verde e não da população das Caraíbas. Estes reavistamentos são considerados “importantes” porque, actualmente, existe pouca informação sobre os movimentos das baleias-de-bossa na costa Este do Atlântico.</p>
<p><strong>Outras baleias de barbas:</strong> As baleias de barbas têm sido observadas com maior frequência nos últimos anos. Em 2016 registaram-se 42 encontros com outras baleias de barbas, como as baleias-comuns e uma baleia-anã com uma cria. Não foram observadas sardinheiras.<br />
Segundo os investigadores, “os esforços desenvolvidos na conservação e investigação de baleias de barbas demonstram que os Açores poderão ser um ponto de paragem/abastecimento (entre as áreas de reprodução a sul e as áreas de alimentação a norte, como Noruega e Islândia) crucial para alguns animais migradores, que não tenham tido a oportunidade de se alimentarem nas áreas de reprodução, durante os últimos meses”.<br />
Os recursos que estas baleias encontram nos Açores “podem significar a diferença entre sobrevivência ou morte”, escrevem os investigadores do ‘Biosphere Expeditions 2016’.<br />
A recolha de informação base sobre o número de animais e áreas que eles estão a usar “pode ser útil” na detecção prévia de mudanças na disponibilidade de presas, devido a alterações climáticas.</p>
<p><strong>Cachalote:</strong> Desde 1987 que está em curso nos Açores um programa de foto-identificação de cachalotes, com 69 indivíduos identificados (7 não-identificados) e fotografados em 124 encontros, incluindo reavistamentos de 26 animais observados em anos anteriores. Os reavistamentos detectados indicam que os machos migram para as águas da Noruega e as fêmeas passam a sua vida em grupos e efectuam migrações/movimentações mais limitadas. Para além disso, os grupos de cachalotes observados nos Açores são mais estáveis e as associações entre indivíduos permanecem por períodos mais longos do que as que ocorrem no Pacífico. Este facto deve-se, provavelmente, à diferença de disponibilidade de alimento entre ambas as áreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A interdição da natação com golfinhos grampos&#8230;</strong></p>
<p><strong>Golfinhos:</strong> A foto-identificação de golfinhos, que se iniciou em 1987, tem continuado. Até ao momento, conhecem-se 8 grupos de roazes e 13 grupos de grampos e também foram fotografados 2 grupos de falsas-orcas.<br />
Com o tempo, as fotografias identificativas de falsas orcas poderão mostrar se existem indivíduos residentes, apesar de serem menos conhecidas, como no caso de roazes e grampos. À data de elaboração deste relatório, pelo menos 1 indivíduo foi observado em ambos os grupos de falsas-orcas, que foram observados no fim da expedição, o que poderá suportar esta teoria.<br />
A diferenciação entre animais residentes e transeuntes “é importante”, porque os primeiros “poderão necessitar de determinadas áreas em redor das ilhas, para alimentação e reprodução”, enquanto que os transeuntes “apenas se encontram de passagem”.<br />
Na opinião dos investigadores, “Isto pode ser considerado aquando da implementação de nova legislação, como a que tem sido discutida sobre a interdição de natação com golfinhos grampos, a menos de 3 milhas da costa, que é o habitat crucial para mães e crias”.</p>
<p><strong>Europhlukes:</strong> Europhlukes é um projecto europeu que reúne investigadores de diversos países para compartilhar dados de foto-identificação de várias espécies. Todas as fotografias recolhidas no âmbito desta expedição serão enviadas para esta base de dados. As extracções das caudas dos cachalotes fotografados durante a expedição serão comparadas com fotografias obtidas em anos anteriores e noutras áreas do Atlântico. Até ao momento nenhum dos cachalotes fotografados nos Açores foi reavistado noutras áreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesca de atum sem golfinhos</strong></p>
<p><strong>POPA:</strong> Pelo décimo terceiro ano foram recolhidos dados para o Programa de Observação das Pescas nos Açores (POPA) coordenado pelo Centro do Instituto do Mar da Universidade dos Açores.<br />
A POPA foi lançada em 1998 com o objectivo principal de certificar o atum capturado nos Açores como um produto “seguro para golfinhos”. Este rótulo é atribuído pela ONG Earth Island Instituto às capturas feitas sem mortalidade de cetáceos.<br />
A POPA construiu uma Informação recolhida pelos observadores a bordo dos navios de pesca do atum.<br />
Esta base de dados inclui informações sobre a pesca do atum (por exemplo, localização dos eventos de pesca, Capturas e esforço de pesca), condições meteorológicas (por exemplo, SST, vento e visibilidade), entre outras recolhas.<br />
A POPA também é responsável pelo atum “Amigo do Mar”.<br />
O “Physeter” é a única embarcação que não se dedica à pesca comercial e que contribui para o POPA. A informação foi recolhida aleatoriamente ao longo de trânsitos de observação de cetáceos. Foram também efectuadas contagens de tartarugas, aves marinhas e recolhidos parâmetros ambientais. Em 2016 foi adicionado a observação de lixo.</p>
<p><strong>Tartarugas:</strong> As tartarugas Caretta caretta são capturadas e marcadas nos Açores desde 1988, para um projecto conjunto entre a Universidade da Flórida e a Universidade dos Açores. Durante esta expedição, 47 tartarugas-boba foram avistadas, mas nenhuma foi capturada ou marcada.</p>
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		<title>Fotógrafo Nuno Sá envolvido no resgate de uma baleia nos mares da Noruega</title>
		<link>https://pescazores.com/fotografo-nuno-sa-envolvido-no-resgate-de-uma-baleia-nos-mares-da-noruega/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 10:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Sá]]></category>
		<category><![CDATA[salvamento de baleia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo Nuno Sá, que venceu vários prémios com imagens subaquáticas do mar dos Açores, esteve a semana passada envolvido no salvamento de uma baleia jubarte, nos fiordes de Vengsoya, nos mares da Noruega, onde se encontra a fotografar e a filmar com uma equipa internacional de fotógrafos subaquáticos no âmbito do ‘Acampamento Orca’. Naquele [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/fotografo-nuno-sa-envolvido-no-resgate-de-uma-baleia-nos-mares-da-noruega/">Fotógrafo Nuno Sá envolvido no resgate de uma baleia nos mares da Noruega</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O fotógrafo Nuno Sá, que venceu vários prémios com imagens subaquáticas do mar dos Açores, esteve a semana passada envolvido no salvamento de uma baleia jubarte, nos fiordes de Vengsoya, nos mares da Noruega, onde se encontra a fotografar e a filmar com uma equipa internacional de fotógrafos subaquáticos no âmbito do ‘Acampamento Orca’.</strong></p>
<p>Naquele dia, após o barco onde se encontrava Nuno Sá estar alguns minutos no mar,  o gerente de operações Frank Wirth telefonou a informar que fora detectada uma baleia à superifície, em dificuldade, envolvida numa rede com bóias atreladas. A equipa internacional de mergulhadores foi em direcção ao local onde a baleia se encontrava e Nuno Sá foi um dos mergulhadores a envolver-se voluntariamente na operação de salvamento. O mergulhador – que tem cedido gratuitamente várias fotos ao ‘Correio dos Açores’ – começou a cortar as cordas em redor da boca e da barbatana peitoral do cetáceo.</p>
<p>Nuno Sá descreve os primeiros momentos: “Percorreu-me um friozinho pela espinha, pois era a primeira vez que estava a um metro dos olhos da Jubarte que cantava canções de socorro. Fiquei com a sensação de que ela só iria confiar em mim enquanto mantínhamos contacto visual”.</p>
<p>Ao mesmo tempo que filmava, Nuno Sá começou a cortar as cordas em redor do cetáceo. Começou por libertar a barbatana e a boca da linha de pesca, mudando-se depois para a zona da cauda, onde três bóias estavam presas.</p>
<p>Na minha primeira tentativa para libertar as bóias da cauda da baleia, “ela bateu violentamente com a causa a alguns centímetros acima da minha cabeça enviando-me a vários metros num redemoinho de água. A outra alternativa era fazer um mergulho livre a 10 metros sob sua enorme cauda e libertá-la do fundo mas não das bóias. Logo que cheguei ao cabo percebi que estava a arrastar todo o peso de uma baleia debaixo d’água, e foi tão tenso como uma barra de ferro. Logo que cortei o cabo com a faca, ocorreu uma explosão de bolhas de ar e a baleia surgiu mais à superfície de água”.</p>
<p>“Apesar da baleia estar livre”, descreve Nuno Sá, “para minha surpresa a baleia não foi para alto mar, sentindo o arrastar das bóias em torno da sua cauda. Ela apenas ficou ali estática esperando o meu próximo passo”.</p>
<p>“Entretanto”, continua o mergulhador, “o skipper Emanuel Goulart improvisou uma vara longa com uma faca agarrada a um fim para eu fazer uma última tentativa de corte do cabo no rabo a uma distância segura, ainda uma situação arriscada. Felizmente, nessa altura, (45 minutos após o alerta) a guarda-costeira norueguesa chegou ao local e assumiu a operação com equipamentos adequados (um rov e material para cortar as cordas a partir do barco) e a baleia foi finalmente lançada”.<br />
Nuno Sá teve então possibilidade de conversar com o experiente oficial da Guarda Costeira norueguesa neste tipo de operações de salvamento de baleias. Na altura, “explicou-nos que eles são muito experientes com estas operações. Ele mesmo resgatou 6 Baleias em 2015”.</p>
<p>Nuno Sá concluiu que a Guarda Costeira norueguesa está a fazer um excelente trabalho para limpar as linhas de pesca da costa e, ajudar os animais em perigo, controlando a frota de pesca. A Noruega é o único país na Europa que está a investir, em larga escala, na vida marinha e conservação das espécies.</p>
<p>Este feito de Nuno Sá nos mares da Noruega foi seguido com muita atenção pelos seus colegas nos Açores e alguns deles em Bruxelas, como é o caso do biólogo marinho Frederico Cardigos que, num comentário no Facebook escreveu que este foi um “muito bom trabalho do grande Nuno Sá. Outras pessoas, como os grandes fotógrafos Jorge Fontes, Luís Quinta   e Pedro Afonso, fizeram o mesmo no passado, libertando baleias e jamantas de situações complicadas. São estes actos e estas pessoas que nos dão esperança num futuro brilhante, cheio de solidariedade, empatia e coragem”, completou o biólogo açoriano que já foi Director Regional dos Assuntos do Mar do Governo açoriano.</p>
<p>Fonte: Correio dos Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/fotografo-nuno-sa-envolvido-no-resgate-de-uma-baleia-nos-mares-da-noruega/">Fotógrafo Nuno Sá envolvido no resgate de uma baleia nos mares da Noruega</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>As misteriosas baleias-de-omura captadas pela primeira vez em vídeo</title>
		<link>https://pescazores.com/as-misteriosas-baleias-de-omura-captadas-pela-primeira-vez-em-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2015 11:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleia-de-omura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A baleia mais misteriosa do mundo foi finalmente captada em vídeo. A espécie, descoberta em 2013, tinha sido identificada a partir de espécimes mortos. Com cerca de 12 metros de comprimento e 100 mil quilos de peso, a baleia-de-omura é um animal respeitável. Apesar disso,  conseguiu permanecer escondida dos olhos curiosos dos cientistas. Até agora. Uma equipa de investigadores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dXQi5FDoPQg" width="410" height="231" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>A baleia mais misteriosa do mundo foi finalmente captada em vídeo. A espécie, descoberta em 2013, tinha sido identificada a partir de espécimes mortos.</strong></p>
<p>Com cerca de 12 metros de comprimento e 100 mil quilos de peso, a baleia-de-omura é um animal respeitável. Apesar disso,  conseguiu permanecer escondida dos olhos curiosos dos cientistas. Até agora.</p>
<p>Uma equipa de investigadores, liderada pelo biólogo marinho Salvatore Cerchio, do New England Aquarium e do Woods Hole Oceanographic Institution, descobriu um grupo de baleias-de-omura ao largo da ilha de Madagáscar. Pela primeira vez, os cientistas puderam ter uma ideia dos hábitos e rotinas destes mamíferos, que durante tanto tempo permaneceram desconhecidos.</p>
<p>A baleia-de-omura só foi <a href="http://news.nationalgeographic.com/news/2003/11/1119_031119_rorqualwhale.html" target="_blank" rel="noopener">descoberta</a> em 2003, por Shiro Wada, Masayuki Oishi e Tadasu K. Yamada, um grupo de cientistas japoneses. A nova espécie pôde apenas ser identificada a partir de restos mortais, uma vez que nunca tinham sido avistados espécimes vivos.</p>
<p>O primeiro encontro com a omura só viria a acontecer quase dez anos depois, em 2010, quando Salvatore Cerchio e a sua equipa se encontravam ao largo de Madagascar a observar golfinhos. Na altura, os cientistas pensaram que se tratavam de baleias-de-bryde, que vivem na região. Mas nem todos ficaram convencidos. Alguns dos colegas de Cerchio acharam, porém, que se podia tratar de uma nova espécie de baleias</p>
<p>O derradeiro encontro viria a acontecer apenas em 2013, quando o grupo de investigadores se aventurou em águas mais fundas. No espaço de alguns dias, conseguiram avistar cerca de 13 espécimes e, ao observá-las mais de perto, conseguiram perceber que não se tratavam, afinal, de baleias-de-bryde. “Fiquei entusiasmado porque sabíamos que tínhamos encontrado baleias-de-omura”, <a href="http://www.bbc.com/earth/story/20151030-there-is-a-whale-longer-than-any-orca-and-we-missed-it" target="_blank" rel="noopener">disse</a> Cerchio, citado pela BBC.</p>
<p>A equipa de investigadores conseguiu recolher amostras de 18 espécimes adultos e fotografar 25 animais, <a href="http://qz.com/537802/watch-the-worlds-most-mysterious-whales-were-seen-and-filmed-in-the-wild-for-the-first-time-ever/" target="_blank" rel="noopener">de acordo</a> com a Quartz. As imagens mais bonitas, porém, são as que ficam imortalizadas em vídeo.</p>
<p>Em 2014, testes genéticos confirmara a identidade do grupo de baleias de Madagascar. Tratavam-se, de facto, de baleias-de-omura. “Ao longo dos anos, têm existido alguns avistamentos, mas nada que fosse confirmado. Elas aparecem em regiões remotas e são difíceis de encontrar no mar porque são pequenas — têm entre oito e 28 metros — e não deitam um esguicho proeminente”, disse o cientista. Em comparação, uma baleia-azul, por exemplo pode chegar a medir quase 31 metros.</p>
<p>Os resultados da investigação de Salvatore Cerchio e da sua equipa foram recentemente <a href="http://rsos.royalsocietypublishing.org/content/2/10/150301" target="_blank" rel="noopener">publicados</a> na revista Royal Society Open Science. Até ao momento, já foram registados 44 avistamentos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Baleia “pediu” a pescadores que a libertassem do plástico (vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 09:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[plástico nos oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[salvamento de baleia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma baleia aproximou-se de um barco e &#8220;pediu&#8221; aos pescadores que lhe retirassem os sacos de plástico em redor do corpo. Depois nadou para longe. O momento foi gravado pela tripulação. Na Austrália, uma baleia que parecia sufocar com um emaranhado de plástico e linha de pesca na cabeça aproximou-se de uma embarcação e pareceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Hc2jJLkLp8A" width="410" height="231" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Uma baleia aproximou-se de um barco e &#8220;pediu&#8221; aos pescadores que lhe retirassem os sacos de plástico em redor do corpo. Depois nadou para longe. O momento foi gravado pela tripulação.</strong></p>
<p>Na Austrália, uma baleia que parecia sufocar com um emaranhado de plástico e linha de pesca na cabeça aproximou-se de uma embarcação e pareceu pedir ajuda aos pescadores para que lhe salvassem a vida. Um deles gravou o momento e o vídeo já está a fazer sucesso na Internet.</p>
<p>Ivan Iskenderian, que trabalhava no barco, explicou que o animal se aproximou de um outro barco em busca de auxílio. Os pescadores desse barco não conseguiram ajudar a baleia porque a embarcação era demasiado alta. A baleia acabou por se afastar e aproximou-se então dos colegas de Ivan Iskenderian. Nadou ao lado e por baixo do casco e só então se acercou dos pescadores para que lhes retirassem os plásticos do corpo.</p>
<p>Quando já estava a salvo, a baleia nadou para longe dos pescadores. O vídeo, gravado por Michael Riggio, invadiu as redes sociais. “Inacreditável” foi a palavra que Ivan Iskenderian utilizou para descrever o sucedido ao site Metro: “não conseguimos acreditar nos nossos próprios olhos. Podíamos ver aquele olho enorme a mirar-nos. De certeza que eles não são burros”, acrescenta.</p>
<p>Já em fevereiro, no Havai, uma baleia de 45 toneladas ficou presa em linhas de pesca durante mais de uma semana. Foi preciso enviar uma equipa com uma faca para libertar as cordas – tendo aproveitado também para prender um pequeno sensor que permite seguir os movimentos da baleia por GPS.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Observador</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/baleia-pediu-a-pescadores-que-a-libertassem-do-plastico-video/">Baleia “pediu” a pescadores que a libertassem do plástico (vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Mares dos Açores são um dos maiores santuários de cetáceos do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2015 14:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[observação de cetáceos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Açores são actualmente um dos maiores santuários de baleias do mundo. Entre espécies residentes e migratórias, comuns ou raras, avistam-se mais de 20 tipos diferentes de cetáceos nas suas águas. O número impressiona e corresponde a um terço do total de espécies existentes. Estamos num ecossistema de características únicas. Com a presença das majestosas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mares-dos-acores-sao-um-dos-maiores-santuarios-de-cetaceos-do-mundo/">Mares dos Açores são um dos maiores santuários de cetáceos do Mundo</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Açores são actualmente um dos maiores santuários de baleias do mundo. Entre espécies residentes e migratórias, comuns ou raras, avistam-se mais de 20 tipos diferentes de cetáceos nas suas águas. O número impressiona e corresponde a um terço do total de espécies existentes. Estamos num ecossistema de características únicas. Com a presença das majestosas baleias e dos simpáticos golfinhos, o azul do Atlântico torna-se ainda mais mágico e abençoado em redor destas nove ilhas. E traz para os novos tempos, onde preservação é palavra-chave, um grito antigo: “Baleia à vista!”.</p>
<p>A observação de cetáceos é uma actividade que pode ser praticada nas águas de todo o arquipélago. A facilidade de encontrar baleias e golfinhos nestas paragens foi acompanhada pelo desenvolvimento de operadores turísticos dinâmicos e respeitadores da vida animal. Há por isso vários pontos de partida, espalhados por várias ilhas, que servem de base para quem queira contactar com os encantadores mamíferos. Após a partida do barco, o vasto oceano é o cenário em que decorrem os encontros maravilhosos entre humanos e seres marinhos. Antes da partida, um briefing explica as espécies a avistar, medidas de segurança e procedimentos a adoptar para não interferir com a vida marinha. A bordo das embarcações de fibra ou semi-rígidas, é obrigatório o colete salva-vidas. Em certas condições meteorológicas, aconselha-se o uso de calças e casaco impermeável (normalmente providenciados pelos operadores). As saídas costumam ter uma duração aproximada de três horas. O avistamento das baleias e golfinhos mistura salpicos de água salgada com um turbilhão de emoções. No regresso a terra firme, nasce o desejo de regressar ao mar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ruralea.com/index.php" target="_blank" rel="noopener">Ruralea</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mares-dos-acores-sao-um-dos-maiores-santuarios-de-cetaceos-do-mundo/">Mares dos Açores são um dos maiores santuários de cetáceos do Mundo</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>O que têm uma uma mulher e uma baleia em comum?</title>
		<link>https://pescazores.com/o-que-tem-uma-uma-mulher-e-uma-baleia-em-comum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2015 15:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[orcas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ambas passam pela menopausa, são as únicas que atravessam esse fenómeno. Agora, os cientistas descobriram qual é a utilidade evolutiva das fêmeas quando deixam de procriar. Há um aspeto da espécie feminina que só as mulheres, as baleias piloto de barbatanas curtas e as orcas partilham: a menopausa. Estas espécies são as únicas do mundo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/o-que-tem-uma-uma-mulher-e-uma-baleia-em-comum/">O que têm uma uma mulher e uma baleia em comum?</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ambas passam pela menopausa, são as únicas que atravessam esse fenómeno. Agora, os cientistas descobriram qual é a utilidade evolutiva das fêmeas quando deixam de procriar.</strong></p>
<p>Há um aspeto da espécie feminina que só as mulheres, as baleias piloto de barbatanas curtas e as orcas partilham: a menopausa. Estas espécies são as únicas do mundo animal que ficam privadas de procriar a partir da meia-idade. A notícia foi dada pelo jornal espanhol <a href="http://elpais.com/elpais/2015/03/06/ciencia/1425641341_093055.html" target="_blank" rel="noopener">El</a><a href="http://elpais.com/elpais/2015/03/06/ciencia/1425641341_093055.html" target="_blank" rel="noopener"> País</a>.</p>
<p>Os cientistas consideraram que esta descoberta contraria todas as bases da teoria evolutiva de Darwin. Segundo Darwin, a inaptidão de um ser vivo conduziria à sua eliminação. Ora a transmissão de genes da menopausa tornam apenas o género feminino inapto para a reprodução. Trata-se, contudo, de um fenómeno exclusivo das mulheres e destes cetáceos.</p>
<p>Lauren Brent, Darren Croft e as suas colegas das Universidades de Exeter e de Nova Iorque acreditam ter encontrado a resposta para o mistério. Segundo os dados publicados na <a href="http://www.cell.com/current-biology/abstract/S0960-9822(15)00069-X?_returnURL=http%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS096098221500069X%3Fshowall%3Dtrue" target="_blank" rel="noopener">Current Biology</a>, as orcas e as baleias piloto de barbatanas curtas tornam-se, após a menopausa, líderes do seu grupo familiar. E influenciam a reprodução e a sobrevivência dos mais novos.</p>
<p>O banquete favorito das baleias é o salmão e a sobrevivência destes mamíferos marinhos depende da abundância de salmão no mar. Conhecer as baleias mais velhas e o ambiente que as rodeia, bem como a sua pertinência para o desenvolvimento da espécie, mesmo depois da menopausa, é crucial para as teorias de Darwin.</p>
<p>Na espécie humana, assume-se que o processo é o mesmo: as avós melhoram as perspetivas de sobrevivência ou de reprodução no seu seio familiar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/o-que-tem-uma-uma-mulher-e-uma-baleia-em-comum/">O que têm uma uma mulher e uma baleia em comum?</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Japão proíbe entrada no país de 11 ecologistas da Sea Shepherd</title>
		<link>https://pescazores.com/japao-proibe-entrada-no-pais-de-11-ecologistas-da-sea-shepherd/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 10:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[baleias]]></category>
		<category><![CDATA[caça à baleia]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Sea Shepherd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Japão negou entrada no seu território a 11 membros da organização ecologista Sea Shepherd, que se opõe à pesca de cetáceos que decorre no país, confirmou hoje o Governo nipónico. O porta-voz do executivo, Yoshihide Suga, explicou que, com base na lei de imigração, as autoridades rejeitaram o pedido destas 11 pessoas para entrar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/japao-proibe-entrada-no-pais-de-11-ecologistas-da-sea-shepherd/">Japão proíbe entrada no país de 11 ecologistas da Sea Shepherd</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><strong>O Japão negou entrada no seu território a 11 membros da organização ecologista Sea Shepherd, que se opõe à pesca de cetáceos que decorre no país, confirmou hoje o Governo nipónico.</strong></div>
<div>
<p>O porta-voz do executivo, Yoshihide Suga, explicou que, com base na lei de imigração, as autoridades rejeitaram o pedido destas 11 pessoas para entrar no Japão por não considerarem válidos os motivos de entrada e as atividades a desempenhar no país especificadas nos documentos.</p>
<p>Os ativistas da Sea Shepherd têm boicotado regularmente as campanhas de caça da baleia no Oceano Antártico e também a caça de golfinhos que todos os anos se realiza na localidade de Taiji, em Wakayam.</p>
<p>Ainda que Yoshihide Suga não tenha dado mais pormenores sobre o caso nas declarações recolhidas pela emissora pública NHK, tudo indica que o Departamento de Imigração rejeitou os pedidos de entrada por suspeitas de que os 11 membros da Sea Shepherd iriam boicotar a campanha de Taiji, em abril.</p>
<p>A caça de cetáceos no Japão é habitualmente feita com arpões, sendo a carne dos animais destinada principalmente ao <strong>consumo humano</strong>. As autoridades locais defendem a sua captura, alegando o valor tradicional e dizendo que fazem parte da cultura gastronómica nipónica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/japao-proibe-entrada-no-pais-de-11-ecologistas-da-sea-shepherd/">Japão proíbe entrada no país de 11 ecologistas da Sea Shepherd</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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