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	<title>Arquivo de botes baleeiros - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Exposição de botes baleeiros dos Açores em Santa Catarina (Vídeo)</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 10:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[botes baleeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os botes baleeiros dos Açores são tema de uma exposição visitável no edifício da Assembleia Legislativa do estado brasileiro de Santa Catarina. A mostra está integrada nas celebrações dos 270 anos da chegada dos açorianos ao sul do Brasil. Reportagem disponível aqui​ Fonte: RTP-Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/exposicao-botes-baleeiros-dos-acores-santa-catarina-video/">Exposição de botes baleeiros dos Açores em Santa Catarina (Vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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<p class="margin-top-0 text-light">Os botes baleeiros dos Açores são tema de uma exposição visitável no edifício da Assembleia Legislativa do estado brasileiro de Santa Catarina.</p>
<p>A mostra está integrada nas celebrações dos 270 anos da chegada dos açorianos ao sul do Brasil.</p>
<p><a href="https://www.rtp.pt/acores/cultura/exposicao-de-botes-baleeiros-dos-acores-em-santa-catarina-video_57545" target="_blank" rel="noopener"><strong>Reportagem</strong><strong> disponível aqui</strong><strong>​</strong></a></p>
<p>Fonte: RTP-Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/exposicao-botes-baleeiros-dos-acores-santa-catarina-video/">Exposição de botes baleeiros dos Açores em Santa Catarina (Vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Governo dos Açores apoia conservação do património baleeiro com mais de 143 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2015 09:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo dos Açores concedeu mais de 143 mil euros de subsídio destinado a apoiar a conservação e restauro de embarcações baleeiras, bem como projetos de investigação e salvaguarda da memória do património ligado à atividade da caça à baleia. O despacho do Secretário Regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, já publicado em Jornal [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-dos-acores-apoia-conservacao-do-patrimonio-baleeiro-com-mais-de-143-mil-euros/">Governo dos Açores apoia conservação do património baleeiro com mais de 143 mil euros</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo dos Açores concedeu mais de 143 mil euros de subsídio destinado a apoiar a conservação e restauro de embarcações baleeiras, bem como projetos de investigação e salvaguarda da memória do património ligado à atividade da caça à baleia.</p>
<p>O despacho do Secretário Regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, já publicado em Jornal Oficial, além do cumprimento da legislação e regulamentação regional sobre esta matéria, salienta a &#8220;relevância” que tem para a &#8220;identidade cultural açoriana&#8221; o património ligado à caça à baleia.</p>
<p>O subsídio agora atribuído destina-se a apoiar mais de seis dezenas de projetos apresentados por 26 entidades das ilhas de Santa Maria, S. Miguel, Terceira, Graciosa, S. Jorge, Pico e Faial.</p>
<p>Foto: António Silveira</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-dos-acores-apoia-conservacao-do-patrimonio-baleeiro-com-mais-de-143-mil-euros/">Governo dos Açores apoia conservação do património baleeiro com mais de 143 mil euros</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Açores vão fazer levantamento de técnicas tradicionais de construção de botes baleeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2015 10:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
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		<category><![CDATA[Recuperação Botes Baleeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Açores vão efetuar um levantamento dos processos e técnicas tradicionais de construção dos botes baleeiros, “o mais importante vestígio material do património baleeiro e da cultura” da caça à baleia, que terminou na região no início dos anos de 1980. A medida consta de um resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os Açores vão efetuar um levantamento dos processos e técnicas tradicionais de construção dos botes baleeiros, “o mais importante vestígio material do património baleeiro e da cultura” da caça à baleia, que terminou na região no início dos anos de 1980.</strong></p>
<p>A medida consta de um resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, aprovada a 12 de março deste ano e publicada hoje em Diário da República.</p>
<p>A resolução sublinha o “vasto património baleeiro” nas nove ilhas açorianas, acrescentando que “apesar de admitida a existência de técnicas de construção específicas de alguns lugares que deram origem a botes baleeiros diferenciados, será importante conhecer efetivamente melhor esta dimensão imaterial, designadamente, entender as várias técnicas, estudá-las, conhecer as comunidades nas quais surgiram, as vivências que lhe eram inerentes e as inúmeras razões que terão levado a essas especializações”.</p>
<p>A ilha de São Miguel, por exemplo, “terá desenvolvido uma técnica de construção distinta e à semelhança deste, outros locais poderão também ter conhecido técnicas diferentes”, explica a resolução, frisando que o bote baleeiro açoriano é descrito por muitos especialistas como “a mais perfeita embarcação que alguma vez sulcou os mares”.</p>
<p>Além disso, o texto justifica que “a história da baleação nos Açores revela-se transversal a todas as ilhas do arquipélago, configurando uma importante e incontornável peça histórica da identidade insular e cultura”.</p>
<p>Assim, a resolução recomenda ao Governo dos Açores que “desenvolva os procedimentos necessários à identificação e inventariação dos diferentes processos e técnicas tradicionais de construção dos botes baleeiros e das suas especificidades na história e no património imaterial da baleação dos Açores”.</p>
<p>A inventariação deve estar concluída no prazo de um ano e meio.</p>
<p>O fim da caça à baleia nos Açores, no início dos anos 80 do século XX deixou muito património abandonado, cuja recuperação começou em 1998 com a aprovação de legislação específica.</p>
<p>O programa de reabilitação do património baleeiro nos Açores permitiu, por exemplo, recuperar na última década 40 botes e 10 lanchas.</p>
<p>Além disso, as embarcações que antigamente estavam envolvidas na caça à baleia foram reabilitadas e são agora utilizadas em regatas, que se realizam no verão.</p>
<p>O bote baleeiro açoriano estava especialmente adaptado às condições de navegabilidade do mar dos Açores e ao modelo de baleação costeira praticado no arquipélago.</p>
<p>O primeiro bote baleeiro açoriano foi construído em finais do século XIX, nas Lajes do Pico, pelo Mestre Francisco José Machado, o ‘Experiente’, e resultou da capacidade criativa e do génio dos construtores navais açorianos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornalacores9.net" target="_blank" rel="noopener">Açores 9</a></p>
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		<title>Ilha de São Jorge // «O Topo vivia à base da baleação»</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 09:46:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Topo, a Associação local Cachalote reabilitou um bote de caça à baleia e luta pela criação de um núcleo museológico. Enquanto um grupo de homens veleja no bote São José em direcção ao ilhéu do Topo, dois ex-baleeiros, Augusto Correia e Eduardo Borba, recordam os tempos da caça à baleia. «Só se pagava o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 13px;">No Topo, a Associação local Cachalote reabilitou um bote de caça à baleia e luta pela criação de um núcleo museológico. Enquanto um grupo de homens veleja no bote São José em direcção ao ilhéu do Topo, dois ex-baleeiros, Augusto Correia e Eduardo Borba, recordam os tempos da caça à baleia. «Só se pagava o fiado quando se recebia da baleação».</span></strong></p>
<p>Porto do Topo, Ilha de São Jorge. Um fim de tarde benigno permite a um grupo de homens jovens sair para o mar da ponta leste da ilha com o São José, um bote baleeiro que é uma réplica de um antigo que acabou soterrado ali perto. A Associação Cachalote, associação de defesa do património do Topo, restaurou-o e pretende agora criar na freguesia um núcleo museológico.</p>
<p>O bote São José evolui ao sabor das ondas do fim da ilha, o ilhéu do Topo ao fundo. Os homens saem com ele para praticar, como desporto e se prepararem para regatas de botes baleeiros. Lá em cima, sentados no muro do porto, estão dois dos oito ex-baleeiros do Topo ainda vivos. Assistem às manobras de longe e indicam onde tudo se passava no seu tempo.</p>
<p>«Ali ao fundo eram as caldeiras onde se derretia o óleo. Onde está agora o bar», afirma Augusto Correia, 82 anos. «Depois o tanque onde se guardava tudo era lá em cima, não me pergunte porquê. Acartávamos ‘bidons’ de 200 litros cheios de óleo até lá acima, à espera que viesse o barco buscar. Eram vários, o “Furnas”, o “Girão”. Quando chegavam, tínhamos de carregar tudo para baixo outra vez».</p>
<p>A baleação no Topo acabou em 1965. «Chegaram a ser arreados três botes aqui no porto do Topo», conta Eduardo Borba, outro ex-baleeiro. «Por fim havia só um, o Maria Deolinda. Eu arreei com 16 anos, a fugir ao cabo do mar. Íamos para o mar do Pico, para o norte da Terceira, para onde elas andavam».</p>
<p>O Topo era então uma freguesia muito pobre. A caça à baleia atraía todo o tipo de pessoas e o que se ganhava vinha ajudar a sobreviver.</p>
<p>«Ninguém trabalhava só na baleação. Vínhamos para aqui às 8h00 da manhã todos os dias para que se houvesse baleia sair-mos mos depressa. Se não aparecia baleia, cada um ia à sua vida, uns iam amanhar a terra, outros trabalhar de carpinteiros», conta Borba.</p>
<p>O pai de Augusto Correia, por exemplo, era oleiro, um oleiro micaelense que um dia assentou arraiais no Topo.</p>
<p>«Era de Vila Franca do Campo. Um primo dele arreou à baleia. Tinha 11 filhos. Para sustentar famílias dessas era preciso trabalhar em tudo o que aparecesse. Muitas das famílias do Topo viviam da baleia».</p>
<p>A mercearia fiava às famílias dos baleeiros. «Só se pagava quando se recebia. Em dois anos, ganhei três mil escudos. A minha mãe foi à loja pagar. Quando regressou a casa, vinha toda contente com uma nota de mil escudos na mão, daquelas da Dona Maria e um quilo de açúcar. Até os olhos brilhavam: “A vossa mãe pagou tudo o que estava a dever e o senhor ainda me ofereceu um quilo de açúcar”. Respondi-lhe eu: “Mãe, esse quilo está pago há muito”».</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cafeportugal.pt/default.aspx#ad-image-0" target="_blank" rel="noopener">Café Portugal</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/ilha-de-sao-jorge-o-topo-vivia-a-base-da-baleacao/">Ilha de São Jorge // «O Topo vivia à base da baleação»</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Inauguração da Casa do Bote das Angústias</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 10:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[botes baleeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã de sábado, dia 14 de março, teve lugar a inauguração da Casa do Bote da Freguesia das Angústias, situada num antigo armazém das Obras Públicas junto ao Bairro do Hospital. A Casa do Bote destina-se a albergar, fora da época desportiva, o bote baleeiro classificado “Nª Sª das Angústias” e a sua palamenta, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/inauguracao-da-casa-do-bote-das-angustias/">Inauguração da Casa do Bote das Angústias</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/03/jmacedo-casabotes2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-8897" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/03/jmacedo-casabotes2.jpg" alt="jmacedo-casabotes2" width="599" height="376" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/03/jmacedo-casabotes3.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-8898" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/03/jmacedo-casabotes3.jpg" alt="jmacedo-casabotes3" width="599" height="334" /></a></p>
<p>Na manhã de sábado, dia 14 de março, teve lugar a inauguração da Casa do Bote da Freguesia das Angústias, situada num antigo armazém das Obras Públicas junto ao Bairro do Hospital.</p>
<p>A Casa do Bote destina-se a albergar, fora da época desportiva, o bote baleeiro classificado “Nª Sª das Angústias” e a sua palamenta, bem como uma exposição permanente referente ao Complexo Baleeiro das Angústias e à história do bote “Nª Sr.ª das Angústias”, exposição meticulosamente organizada pelo Observatório do Mar dos Açores (OMA).</p>
<p>A construção da Casa do Bote foi uma iniciativa da Junta de Freguesia das Angústias, tomada depois 2008, ano em que o bote baleeiro classificado “Nª Sr.ª das Angústias” ficou operacional. Essa opção teve o apoio das maiorias da Assembleia de Freguesia dos dois últimos mandatos e materializou-se com o apoio financeiro da Câmara Municipal e o apoio técnico e operacional de vários serviços do Governo Regional.</p>
<p>Na inauguração de hoje, organizada pela Junta de Freguesia das Angústias, estiveram presentes o Secretário Regional do Mar, o Presidente da Câmara, o Presidente da Assembleia Municipal, o Capitão do Porto, os Presidentes de várias Juntas de Freguesia, o Presidente do Clube Naval, Directores do OMA, tripulantes do bote, outros convidados e OCSs. Nas intervenções realizadas pelo Presidente da Junta, José Costa, pelo Presidente da Câmara, José Leonardo Silva e pelo Secretário Regional do Mar, Fausto Brito de Abreu, foi salientada a importância da criação desta estrutura, o valor do movimento de utilização do património baleeiro móvel e a excelência do património marítimo ligado à memória da baleação. A Directora do OMA, Carla Dâmaso, fez a apresentação detalhada da exposição permanente instalada na Casa do Bote.</p>
<p>Em declarações prestadas no final da cerimónia o Presidente da Direcção do CNH, José Decq Mota, afirmou que “esta foi uma iniciativa importante da Junta de Freguesia das Angústias, porque assegura a partir de agora a existência de um local onde este excelente exemplar do bote baleeiro açoriano, que é o “Nª S.ª das Angústias”, pode estar preservado fora da época desportiva e pode ser pormenorizadamente observado por muitos visitantes”, tendo acrescentado que “a exposição permanente aqui instalada pelo OMA faz justiça ao Complexo Baleeiro da Angústias, que foi de facto uma das várias “almas” da baleação açoriana e é bom que isso se saiba”. A terminar as suas declarações o Presidente do CNH afirmou que “é urgente olhar com atenção para a necessidade de se encontrarem soluções estáveis e adequadas à preservação, no inverno, da totalidade do património baleeiro móvel navegável existente no Faial e que é constituído por oito botes baleeiros e duas lanchas da baleia”.</p>
<p>Fotos: José Macedo</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cnhorta.org" target="_blank" rel="noopener">CNH</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/inauguracao-da-casa-do-bote-das-angustias/">Inauguração da Casa do Bote das Angústias</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>“Botes baleeiros dos Açores são um património que importa conhecer ainda melhor”</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2015 14:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[botes baleeiros]]></category>
		<category><![CDATA[PS Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada socialista Renata Correia Botelho falava esta quinta-feira, em plenário regional, na cidade da Horta. “Na ótica do Grupo Parlamentar do PS é importante identificar e inventariar os diferentes processos e técnicas tradicionais de construção dos botes baleeiros e das suas especificidades na História e no património imaterial da baleação dos Açores. Foi por isso que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A deputada socialista Renata Correia Botelho falava esta quinta-feira, em plenário regional, na cidade da Horta.</b></p>
<p>“Na ótica do Grupo Parlamentar do PS é importante identificar e inventariar os diferentes processos e técnicas tradicionais de construção dos botes baleeiros e das suas especificidades na História e no património imaterial da baleação dos Açores. Foi por isso que apresentámos justamente esta proposta”, explicou Renata Correia Botelho.</p>
<p>Renata Correia Botelho considerou que o “bote baleeiro é, independentemente da técnica de construção utilizada, o mais importante vestígio material do património baleeiro e da cultura da baleação”, que atualmente assume um “caráter essencialmente lúdico e turístico, e presente um pouco por todo o arquipélago”.</p>
<p>Para a deputada socialista é “importante conhecer melhor a dimensão imaterial dos botes baleeiros e entender as várias técnicas, estudá-las, conhecer as comunidades nas quais surgiram, as vivências que lhe eram inerentes, as inúmeras razões que terão levado a essas especializações”.</p>
<p>“Ao que tudo indica, os botes baleeiros de S. Miguel eram diferenciados na sua técnica construtiva, mas isso deve ser estudado, procurando saber igualmente se existirão outras diferenciações”, explicou.</p>
<p>Conforme destacou a deputada socialista, “este nosso património pertence a todo o povo Açoriano, é resultado da capacidade criativa e do génio inventivo dos primeiros grandes construtores navais açorianos”.</p>
<p>“A história da baleação nos Açores é transversal a todas as ilhas do arquipélago, configurando uma importante e incontornável peça histórica da nossa identidade insular, de uma cultura que é nossa e que nos une”, finalizou Renata Correia Botelho.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornalacores9.net" target="_blank" rel="noopener">Açores 9</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/botes-baleeiros-dos-acores-sao-um-patrimonio-que-importa-conhecer-ainda-melhor/">“Botes baleeiros dos Açores são um património que importa conhecer ainda melhor”</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Exposição Mestre João Silveira Tavares – o bote baleeiro açoriano: uma viagem e um olhar</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 11:17:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Será inaugurada pelo Museu do Pico, a 19 de Agosto, a exposição Mestre João Silveira Tavares – o bote baleeiro açoriano: uma viagem e um olhar. Esta exposição inscreve-se no processo vital de reabilitação e divulgação do património baleeiro regional. Na ilha do Pico, de forma muito expressiva e, porventura, única, este património adquire, para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Será inaugurada pelo <strong>Museu do Pico</strong>, a 19 de Agosto, a exposição Mestre João Silveira Tavares – o bote baleeiro açoriano: uma viagem e um olhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta exposição inscreve-se no processo vital de reabilitação e divulgação do património baleeiro regional. Na ilha do Pico, de forma muito expressiva e, porventura, única, este património adquire, para além da sua natureza material, uma dimensão profundamente intangível. Aqui, se condensam os velhos saberes tradicionais associados à cultura material e imaterial da baleação: as técnicas de construção naval, o fabrico de panos (velame) e a produção de palamentas.</p>
<p style="text-align: justify;">A recuperação de uma parte significativa do património baleeiro dos Açores – botes e lanchas de reboque – deve ser considerada como um dos mais emblemáticos projetos de reabilitação patrimonial, verdadeiramente ao serviço da comunidade, realizado nos últimos anos em Portugal. O papel desempenhado por Mestre João Silveira Tavares neste processo merece ser reconhecido e destacado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mestre João Tavares é, pela dimensão, abrangência geográfica e qualidade da sua obra, um dos grandes construtores de botes baleeiros dos Açores, e o mais conhecido, estudado, divulgado e mediático (à escala internacional) construtor de botes baleeiros no Arquipélago. O seu nome aparece, frequentemente, associado a livros, filmes, documentários, artigos de jornais e revistas, publicações especializadas e museus, facto que o legitima como uma referência histórica incontornável desta arte e desta tradição na Região.</p>
<p style="text-align: justify;">A sessão pública de inauguração terá lugar no Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, pelas 21h30, e até 28 de setembro a exposição estará patente ao público no seguinte horário: 2ª a 6ª feira: 09h00 – 12h30 e 14h00 &#8211; 17h30; Sábados e Domingos: 14h00 &#8211; 17h30.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://cm-lajesdopico.pt/" target="_blank" rel="noopener">cm-lajesdopico.pt</a></p>
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		<title>Programa recupera 41 botes baleeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 10:33:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto Baleiaçor]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Botes Baleeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recuperação de 41 botes baleeiros, uma embarcação emblemática dos Açores, é um dos resultados mais visíveis do programa de reabilitação de património ligado à caça à baleia no arquipélago, em curso desde 1998. “Uma região pequena como a nossa recuperou 41 botes, 11 lanchas de reboque e faz regatas com mais de 30 botes”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A recuperação de 41 botes baleeiros, uma embarcação emblemática dos Açores, é um dos resultados mais visíveis do programa de reabilitação de património ligado à caça à baleia no arquipélago, em curso desde 1998.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma região pequena como a nossa recuperou 41 botes, 11 lanchas de reboque e faz regatas com mais de 30 botes”, afirmou Manuel Costa, diretor do Museu do Pico, defendendo que a mobilização da comunidade e a reaproximação dos açorianos ao mar gerada por este programa torna-o uma “referência a nível nacional e internacional”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O fim da caça à baleia nos Açores, no início dos anos 80, deixou muito património abandonado, cuja recuperação começou em 1998 com a aprovação de legislação específica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Desde essa altura, o investimento na valorização da cultura baleeira ascende a cerca de 1,5 milhões de euros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na sequência desta aposta das autoridades regionais, decorreu entre 2008 e 2011 o projeto Baleiaçor, financiado por fundos comunitários, que permitiu a recuperação de uma dezena de botes baleeiros, a cargo dos mestres João Tavares e Manuel Machado, enquanto o mestre João Medina, considerado o último grande veleiro artesanal dos Açores, fez as velas para todos os botes recuperados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O bote baleeiro açoriano, que nasceu da capacidade inventiva dos construtores navais do Pico, estava especialmente adaptado às condições de navegabilidade do mar dos Açores e ao modelo de baleação costeira praticado no arquipélago.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para alguns especialistas, trata-se de uma embarcação quase perfeita devido à sua elegância, robustez, eficácia e singularidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O projeto Baleiaçor incluiu o apoio às regatas de botes baleeiros, a realização de um seminário internacional e a digitalização de mais de 20 mil documentos, entre os quais cédulas marítimas, escrituras de constituição de sociedades baleeiras, planos de construção de embarcações baleeiras e mapas de capturas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Este projeto insere-se na lógica de uma política cultural de preservação do património baleeiro, que é uma imagem de marca da cultura dos Açores”, frisou Manuel Costa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A atividade desenvolvida neste projeto, orçado em cerca de 450 mil euros, consta de um catálogo recentemente lançado, com 120 páginas e inúmeras fotografias relativas ao processo de reabilitação das embarcações antigamente usadas na caça à baleia, mas também às regatas em que agora estão envolvidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Manuel Costa, “o aspeto mais importante deste projeto é que não foi pensado para que o património recuperado fosse destinado ao museu, mas numa perspetiva de o relançar na comunidade”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Assim foi possível reanimar a carpintaria naval, a construção de velas, a cordoaria, a arte de navegar, saberes que estavam em risco de se perderem”, afirmou, destacando a “enorme envergadura social, cultural e patrimonial” deste projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesse sentido, apontou as regatas de botes baleeiros, que reúnem mais de duas dezenas de embarcações, como “uma forma criativa de fazer reviver este património”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Manuel Costa, a conclusão do projeto Baleiaçor representa o “fecho de um ciclo”, salientando que “não há mais embarcações para recuperar”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Agora importa agora conservar o que existe”, alertou o diretor do Museu do Pico.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/218229">Açoriano Oriental</a></p>
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		<title>Regata Botes Baleeiros APEDA 2011- 1ª tentativa</title>
		<link>https://pescazores.com/regata-botes-baleeiros-apeda-2011-cancelada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 10:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotos de Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[APEDA]]></category>
		<category><![CDATA[botes baleeiros]]></category>
		<category><![CDATA[regatas Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Infelizmente a regata de botes baleeiros da APEDA foi cancelado devido às condições meteorológicas, mas ainda assim houve quem desse a &#8220;volta&#8221; e tentado a sua sorte. Claro que quem tem mais força ganha&#8230;. Senhora do Socorro: 0 &#8211; Vento: 1 [imagebrowser id=8] Fotos cedidas gentilmente por Souto Gonçalves</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/regata-botes-baleeiros-apeda-2011-cancelada/">Regata Botes Baleeiros APEDA 2011- 1ª tentativa</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Infelizmente a regata de botes baleeiros da APEDA foi cancelado devido às condições meteorológicas, mas ainda assim houve quem desse a &#8220;volta&#8221; e tentado a sua sorte.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Claro que quem tem mais força ganha&#8230;. Senhora do Socorro: 0 &#8211; Vento: 1</span></p>
<p><span style="color: #000000;">[imagebrowser id=8]</span></p>
<p>Fotos cedidas gentilmente por Souto Gonçalves</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/regata-botes-baleeiros-apeda-2011-cancelada/">Regata Botes Baleeiros APEDA 2011- 1ª tentativa</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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