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	<title>Arquivo de camarão - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Consumo excessivo de camarão está a provocar grave crise ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 12:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[aquacultura]]></category>
		<category><![CDATA[camarão]]></category>
		<category><![CDATA[crise ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[pesca de arrasto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O camarão é uma das comidas mais apreciadas em todo o mundo. Só nos Estados Unidos, cada pessoa come, em média, quatro quilos de camarão por ano, e não é preciso ser-se um especialista na matéria para perceber que esta tendência é insustentável e tem consequências ecológicas devastadoras. Os camarões que acabam nos nossos pratos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O camarão é uma das comidas mais apreciadas em todo o mundo. Só nos Estados Unidos, cada pessoa come, em média, quatro quilos de camarão por ano, e não é preciso ser-se um especialista na matéria para perceber que esta tendência é insustentável e tem consequências ecológicas devastadoras. Os camarões que acabam nos nossos pratos podem sair de um estado selvagem ou cativeiro.</p>
<div>A técnica de criar camarões em viveiros, carcinicultura, baseia-se na manutenção do crustáceo em piscinas, no litoral, locais onde a maré pode passar e levar o lixo para o mar. Há também viveiros que são preparados com doses muito altas de produtos químicos, como diesel, sendo que os camarões recebem pesticidas, antibióticos e soda cáustica.</div>
<p>Por outro lado, os produtores de camarão já destruíram 38% dos manguezais do mundo, para criar todo o tipo de viveiros – aqui, os danos são permanentes. Quando a produção termina, estes manguezais não voltam ao ponto inicial, tornando-se terrenos baldios. Um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, concluiu mesmo que a carcinicultura tornou algumas áreas do Bangladesh inabitáveis, causando uma grave crise ambiental.</p>
<p>Para pescar o camarão selvagem, os pescadores utilizam traineiras de águas profundas, um método conhecido como pesca de arrasto – a técnica faz com que as redes pesquem entre dois a nove quilos de outras espécies de peixes para cada quilo de camarão. Para além do crustáceo, assim, são também pescados tubarões, raias, estrelas-do-mar ou tartarugas marinhas.</p>
<p>A pesca de arrasto representa apenas 2% do mercado mundial de camarão, mas é responsável por mais de um terço das pescas acidentais do mundo, sendo uma das maiores ameaçadas globais ao ecossistema marinho.</p>
<p>Fonte: Green Savers</p>
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		<title>Afinal, camarão é ou não saudável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 11:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[camarão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde as entradas até pratos mais elaborados, o camarão é presença assídua nas mesas festivas. Mas, afinal, faz mal ou bem à saúde? Seguem-se os prós e alguns contras &#160; Baixo em calorias Um camarão médio contém cerca de sete calorias, o que em termos práticos significa que uma dúzia tem menos de 85 calorias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde as entradas até pratos mais elaborados, o camarão é presença assídua nas mesas festivas. Mas, afinal, faz mal ou bem à saúde? Seguem-se os prós e alguns contras</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Baixo em calorias</strong></p>
<p>Um camarão médio contém cerca de sete calorias, o que em termos práticos significa que uma dúzia tem menos de 85 calorias (tem por exemplo 15 calorias menos do que um peito de frango). Já um camarão de tamanho &#8216;jumbo&#8217; tem cerca de 14 calorias e uma colher de chá de molho tem cinco calorias, ou seja, três camarões &#8216;jumbo&#8217;, cada um com uma colher de molho como aperitivo, contém cerca de 60 calorias (menos vinte calorias do que duas mini empadas ou duas mini quiches).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rico em proteínas</strong></p>
<p>O camarão, para além da quantidade de água que tem, é essencialmente composto por proteína: 85 gramas de camarão contêm cerca de 20 gramas de proteína, apenas três gramas menos que a mesmo quantidade de peito de frango. No caso do camarão &#8216;jumbo&#8217;, este contém três gramas de proteína e pouca gordura e hidratos de carbono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Providencia nutrientes essenciais</strong></p>
<p>Além da proteína, o camarão providencia uma quantidade impressionante de nutrientes. 113 gramas de camarão cozido contêm mais de 100% do valor diário recomendado de selénio, mais de 75% de vitaminas B12, mais de 50% de fósforo e mais de 30% de colina Colina (um nutriente essencial que faz parte do complexo B de vitaminas), cobre e iodo. O selénio desempenha um papel importante na importante na função da tiróide, ajuda a combater partículas danificadas denominadas de radicais livres, que afetam as membranas das células e do ADN, levando a um envelhecimento precoce e a doenças diversas. Outro antioxidante presente no camarão é a astaxantina, um carotenóide que ao contrário dos restantes não se converte em vitamina A (substância que pode ser tóxica para o corpo humano). Este antioxidante providencia a cor primária do camarão e tem dado mostras de ajudar a reduzir inflamações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alergénio muito comum</strong></p>
<p>Como um membro da família do marisco, o camarão está no topo dos alergénios, ao lado do leite, ovos, peixe, frutos secos, amendoins, trigo e soja. A exposição ao marisco pode causar reações severas, incluindo risco de morte por choque anafilático. Outras reações podem incluir congestionamento nasal, comichão, dores abdominais e náuseas. Este tipo de alergias pode surgiu em qualquer idade. Convém consultar um especialista caso surjam efeitos adversos a qualquer elemento da cadeia alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rico em colesterol, mas&#8230;</strong></p>
<p>Algumas associações especialistas nas doenças causadas pelo colesterol indicam que o valor diário do mesmo não deve ultrapassar as 300mg, o que significa que 85 gramas de camarão representam metade desse valor. No entanto convém (re)lembrar que existem dois tipos de colesterol. O primeiro tipo é o colesterol encontrado nos alimentos. Apenas alimento proveniente de animais contém colesterol, dado que o corpo dos mesmos o produz. O segundo tipo é o colesterol que se encontra no sangue e que é produzido pelo fígado.</p>
<p>Se a nossa alimentação for de base animal, o colesterol absorvido pode também contribuir para o colesterol que se encontra naturalmente no sangue. Porém, o impacto que este tem no colesterol produzido pelo fígado continua a ser um assunto em debate. Estudos demonstram que as gorduras saturadas e as gorduras criadas artificialmente têm um maior impacto no colesterol sanguíneo. Logo, o camarão tem índices muito reduzidos de gordura saturada e não contém gorduras artificiais (a menos que durante o processo de confeção lhe sejam adicionados elementos transgénicos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comprar gato por lebre</strong></p>
<p>Um estudo recente refere que 30% dos 143 produtos testados (em mais de 100 empresas que vendem produtos que dizem conter camarão ou à base de) não são significativos em termos do uso deste ingrediente. Por exemplo, camarão de aquacultura vendido como camarão selvagem. Isto significa que o consumidor pode estar a ingerir camarão produzido num espaço onde são usados antibióticos, fungicidas e outros químicos. Infelizmente, enquanto consumidor, não há muito a fazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Antibióticos</strong></p>
<p>Numa investigação desenvolvida pela Universidade do Arizona, foram analisadas 27 amostras de marisco, incluindo camarão, provenientes de 11 países. Os investigadores detetaram a presença de cinco antibióticos diferentes, incluindo no camarão selvagem. O uso de antibióticos na produção alimentar tem sido apontado como revelante para o aumento de bactérias resistentes a antibióticos, um problema de saúde pública.</p>
<p>Fonte: <a href="http://visao.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Visão</a></p>
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		<title>Pequeno crustáceo é grande oportunidade de negócio</title>
		<link>https://pescazores.com/pequeno-crustaceo-e-grande-oportunidade-de-negocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2013 11:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[aquacultura]]></category>
		<category><![CDATA[artémia]]></category>
		<category><![CDATA[camarão]]></category>
		<category><![CDATA[João Saramago Tavares]]></category>
		<category><![CDATA[Projecto Aquafood]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projecto Aquafood já tem potenciais clientes, mas esbarrou num problema burocrático e está, por agora, parado. Numa altura em que se fala da necessidade de aproveitar o mar como uma das saídas para a crise, um grupo de jovens decidiu apostar na comercialização da artémia, um pequeno crustáceo que existe junto de salinas e serve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Projecto Aquafood já tem potenciais clientes, mas esbarrou num problema burocrático e está, por agora, parado.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Numa altura em que se fala da necessidade de aproveitar o mar como uma das saídas para a crise, um grupo de jovens decidiu apostar na comercialização da artémia, um pequeno crustáceo que existe junto de salinas e serve de alimento para peixes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“A artémia, que tem uma utilização muito grande a nível internacional, tem facilidades de exportação, um custo de produção baixo e tem um custo de venda alto”, explica João Saramago Tavares, responsável pelo projecto que nasceu na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já esteve no Sado e nas salinas do Samouco. É lá que a empresa Aquafood tem cinco hectares de água, mas a extinção da Fundação Salinas do Samouco levou a uma nova paragem do projecto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Está parado por este motivo. Não entrámos na fase de comercialização, já conseguimos ter o produto pronto, já conseguimos ter potenciais clientes, o problema é que precisamos de ter garantias de continuidade para conseguirmos fechar contratos”, afirma João Saramago Tavares, em declarações à Renascença.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Neste caso, investidores não faltam. João Saramago Tavares acredita que este negócio dá muito lucro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“A artémia pode ir para todo o mundo. A artémia viva só pode ser para Portugal e, eventualmente, Espanha, porque é retirada aguenta 24 horas fora de água. Para o resto do mundo temos a artémia congelada e depois há um outro produto da artémia, que são os cistos, os ovos de artémia, que realmente é um produto com muito interesse económico, com um preço de venda por quilo de ronda entre os 400 a 500 euros, é uma coisa muito cara”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Portugal, a Aquafood já tem potenciais clientes, porque até agora para comprar a artémia só mesmo importar dos Estados Unidos, do Brasil ou do Vietname.   </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas há outras áreas de negócio que estão em curso. O Fórum Empresarial para a Economia do Mar é uma estrutura da Associação Comercial de Lisboa e que define estratégias nesta área.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entrevistado pela Renascença, Fernando Ribeiro e Castro revela que, nesta altura, a economia do mar é o motor da economia nacional, fala das oportunidades de negócio e da necessidade de políticas públicas e fiscais para atrair novos investimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&amp;did=93560">RR</a></p>
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