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	<title>Arquivo de cavala - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Poluição contamina golfinhos e lança alerta sobre níveis de mercúrio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 11:11:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os golfinhos portugueses, que comem pescada e cavala, como nós, têm dos níveis mais elevados de mercúrio da Europa. Alguns peixes tão apreciados na gastronomia nacional, como a pescada ou a cavala, estão a contaminar com níveis elevados de mercúrio os golfinhos da costa portuguesa. Uma das causas para a concentração elevada desse metal pesado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os golfinhos portugueses, que comem pescada e cavala, como nós, têm dos níveis mais elevados de mercúrio da Europa.</strong></p>
<p>Alguns peixes tão apreciados na gastronomia nacional, como a pescada ou a cavala, estão a contaminar com níveis elevados de mercúrio os golfinhos da costa portuguesa.</p>
<p>Uma das causas para a concentração elevada desse metal pesado nas presas dos golfinhos e , logo, no organismo dos cetáceos, é a poluição da costa portuguesa, concluiu uma investigação conduzida por um grupo do departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA).</p>
<p>&#8220;Uma das maiores fontes da contaminação com mercúrio é a poluição nas zonas costeiras portuguesas&#8221;, sublinha a bióloga Sílvia Monteiro. Segundo o estudo agora divulgado, a principal via de entrada do mercúrio e de outros poluentes químicos nos golfinhos acontece por ingestão. &#8220;Algumas das presas principais destes golfinhos são espécies comerciais importantes, pelo que representam alimento frequentemente ingerido pelos humanos&#8221;.</p>
<p>Os níveis elevados desse metal pesado em populações de golfinhos estudadas &#8211; roazes (visíveis no estuário do Sado, por exemplo) ou botos (mais pequenos)- tem consequências para a saúde destes animais. &#8220;Existem já vários estudos que mostram que a exposição a metais pesados interfere no desenvolvimento e crescimento, em processos neurológicos e no sucesso reprodutivo, e pode provocar alterações mutagénicas, imunossupressão e danos hepáticos e renais&#8221;, esclarece Sílvia Monteiro.</p>
<p>Os mesmos danos podem acontecer a seres humanos expostos a elevadas quantidades de mercúrio mas o estudo não extrapola para essa análise. &#8220;Já há estudos feitos em humanos relativamente aos efeitos do mercúrio no organismo mas são precisos níveis muito elevados para acontecerem esses danos. E é diferente do que acontece nos golfinhos&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sentinelas do meio marinho</strong></p>
<p>Sílvia Monteiro explica que &#8220;os golfinhos possuem um conjunto de características &#8211; são predadores de topo, têm uma limitada capacidade de excreção de poluentes, têm uma elevada longevidade e elevada mobilidade &#8211; que os torna potencialmente ameaçados por poluentes químicos e potenciais sentinelas do estado de contaminação do ecossistema marinho&#8221;.</p>
<p>O estudo foi baseado na observaão de uma amostra de 25 roazes e 42 botos. &#8220;O boto é o cetáceo mais pequenino, encontra-se em estado vulnerável em Portugal, o que torna ainda mais premente perceber o impacto que esta espécie poderá ter com os níveis elevados de mercúrio&#8221;, adianta a bióloga.</p>
<p>As concentrações das duas populações acontecem em toda a costa mas com incidência na zona entre o Porto e a Figueira da Foz, em Peniche, no estuário do Sado e na costa algarvia.</p>
<p>Considerando o estatuto de conservação destas espécies e a sobreposição entre algumas atividades humanas e os habitats mais utilizados pelos golfinhos da costa continental portuguesa, Sílvia Monteiro diz que &#8220;é fundamental conhecer o impacto das ameaças antropogénicas sofridas por estas espécies de modo a permitir uma implementação eficaz de estratégias de conservação&#8221;.</p>
<p>Atividades como a agricultura, a indústria, o tráfego marítimo ou a exploração mineira podem ter influência na poluição e consequente presença do mercúrio nos golfinhos analisados.</p>
<p>O estudo lança o alerta para uma questão que diz respeito a todos.&#8221;Podemos estar perante um &#8220;potencial problema associado ao mercúrio no ecossistema marinho em Portugal&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dn.pt" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias</a></p>
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		<title>60% do peixe pescado em Portugal é sardinha, cavala e carapau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2016 17:50:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No campeonato gastronómico, Portugal leva a taça na categoria peixe. Esta ideia começou a ganhar forma quando o famosíssimo chefe catalão Ferran Adrià anunciou que “Portugal tinha o melhor peixe do mundo”. Depois de alguma estranheza, o conceito foi-se entranhando, apoiado em fortes argumentos oferecidos pela biologia e pela meteorologia. “O nosso mar tem uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No campeonato gastronómico, Portugal leva a taça na categoria peixe. Esta ideia começou a ganhar forma quando o famosíssimo chefe catalão Ferran Adrià anunciou que “Portugal tinha o melhor peixe do mundo”. Depois de alguma estranheza, o conceito foi-se entranhando, apoiado em fortes argumentos oferecidos pela biologia e pela meteorologia. “O nosso mar tem uma boa oxigenação, temperatura ótima para o crescimento e reprodução e excelente disponibilidade e qualidade do alimento”, enumera a bióloga e especialista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) Bárbara Serra Pereira.</p>
<p>Na confluência das águas frias do norte e das quentes das regiões tropicais apanhamos com o melhor dos dois mundos. Além disso, temos ainda a agradecer ao fenómeno do afloramento costeiro, ou upwelling, que traz água mais fria às praias, mas que faz maravilhas pela vida marinha. Este movimento das águas, que resulta de uma combinação entre o vento e o movimento de rotação da Terra, arrasta as massas de água à superfície, afastando-as da costa, e uma subida de águas mais profundas, das camadas abaixo dos 200 metros. Esta renovação, que acontece nos meses de verão, transporta nutrientes à superfície, pequenos animais e vegetais, que vão sustentar toda a cadeia alimentar.</p>
<p>Uma costa muito variada permite-nos ter uma grande riqueza de animais – sardinhas a norte e linguados ao centro – exemplifica a investigadora do IPMA. Só nos Açores</p>
<p>Na gastronomia portuguesa, o peixe ocupa grande destaque – estamos entre os maiores consumidores a nível mundial, algures entre o terceiro e o quarto lugar.</p>
<p>Mas é preciso que não se perca todo este património, alerta a crítica gastronómica e autora do livro O Melhor Peixe do Mundo (Assírio &amp; Alvim), Fátima Moura. “Os nossos peixes são saborosos – alimentam- se de coisas boas, como camarões e amêijoas – temos boas lotas e uma boa distribuição”, reforça. “Servimos o peixe inteiro, que é coisa que não se vê no resto da Europa, onde vem tudo em filetes”.</p>
<p>Mesmo assim, Fátima Moura lamenta que nas cozinhas portuguesas não se arrisque muito, fugindo às douradas, robalos e ba-calhau. Aliás, a contabilidade das pescas isso o demonstra: 60% do que pescamos é sardinha, cavala e carapau. “Às vezes, as pessoas têm medo do peixe. Desperdiçam as cabeças, os fígados de tamboril, que são deliciosos”, nota. É com pesar que Rosa Cunha, peixeira no Mercado da Ribeira, em Lisboa, transforma um belo linguado num par de filetes. Ou que se desperdicem as cabeças do peixe. “Fazem uns caldos deliciosos”, ensina a dona da banca Rosanamar, que serve alguns dos principais chefes em Lisboa.</p>
<p>Fonte: ACOPE</p>
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		<title>Cavala algarvia já se deixa cozinhar para conquistar o Sotavento Algarvio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 08:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
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		<category><![CDATA[valorização do pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É um peixe que abunda nas águas portuguesas, tem excelentes caraterísticas nutritivas e é vendido a um preço muito acessível. O projeto «Cavala Algarvia», do Centro de Ciências do Mar (CCMar), associado à Universidade do Algarve, quer agora mostrar que esta espécie também pode ser utilizada para confecionar pratos muito variados, alguns deles gourmet. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/09/67978989.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11073" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/09/67978989.jpg" alt="67978989" width="793" height="467" /></a></p>
<p><strong>É um peixe que abunda nas águas portuguesas, tem excelentes caraterísticas nutritivas e é vendido a um preço muito acessível. O projeto «Cavala Algarvia», do Centro de Ciências do Mar (CCMar), associado à Universidade do Algarve, quer agora mostrar que esta espécie também pode ser utilizada para confecionar pratos muito variados, alguns deles gourmet.</strong></p>
<p>Os responsáveis por este projeto de promoção da cavala pescada ao largo do Algarve voltam à carga este fim-de-semana, com duas sessões de <i>show cooking</i>, em Faro e Vilamoura. Esta sexta-feira, às 19 horas, o chefe José Domingos vai estar <a href="http://www.sulinformacao.pt/2015/09/petisco-mediterranico-e-estrela-de-festival-no-jardim-da-alameda-de-faro/" target="_blank" rel="noopener">no 1º Festival do Petisco Mediterrânico,</a> que está a decorrer no Jardim da Alameda, em Faro.</p>
<p>No domingo, o chefe de cozinha convidado para dinamizar as iniciativas do «Cavala Algarvia» ruma a Vilamoura, para uma demonstração agendada para as 18h30. As receitas que forem confecionadas ao vivo serão, mais tarde, <a href="https://www.facebook.com/cavala.algarvia?fref=ts" target="_blank" rel="noopener">publicadas na página de Facebook do projeto</a>, à semelhança do que aconteceu noutras ações similares antes promovidas.</p>
<p>Estes são momentos de contacto com o público em geral, que acabam por ser a faceta mais visível deste projeto. Esta nova leva de demonstrações culinárias insere-se numa segunda fase da iniciativa do CCMar, que visa levar a promoção da cavala a toda a região algarvia, já que, num primeiro momento, o Cavala Algarvia ao Barlavento algarvio.</p>
<p>«Esta é uma extensão do projeto do Barlavento para o Sotavento, porque fazê-lo só lá não faria sentido. Muitas pessoas nos pediam para replicar este projeto na zona mais a leste da região, e com o Grupo de Ação Costeira do Sotavento, foi possível», explicou Jorge Gonçalves, coordenador do «Cavala Algarvia».</p>
<p>O responsável por este projeto do CCMar e o Nicolas Blanc, outros dos investigadores ligados ao projeto, estiveram à conversa com o Sul Informação e à Rádio Universitária do Algarve RUA FM, para falar sobre o Cavala Algarvia e dar a conhecer as próximas atividades que irão promover.</p>
<p>«Esta é já a espécie mais importante, a nível nacional. Desde de 2012, a cavala é a espécie mais capturada em Portugal, em vez de ser a sardinha. E isto dá-lhe um valor evidente. Também é um peixe muito acessível. Além disso, e já no seguimento da primeira fase deste projeto, foi possível confirmar que as cavalas algarvias, especificamente, é uma das espécies mais ricas em ácidos gordos, a par da sardinha e do salmão», revelou.</p>
<p>Ou seja, a cavala dá cartas nas mais diversas áreas, e até pode dar um forte contributo à economia, mas é, ainda, um recurso «muito pouco aproveitado». Para mudar esta realidade, há que “explodir” noutra área que é, também, importante: a sua aceitação por parte dos portugueses como presença regular na sua dieta e uma maior aposta dos restaurantes neste recurso.</p>
<p>Os muitos <i>show cooking</i> que o projeto Cavala Algarvia tem vindo a promover, nos últimos dois anos, servem precisamente para demonstrar que há muitas maneiras de confecionar cavala, capazes de surpreender tanto os que nunca provaram este peixe, como aqueles que não são apreciadores do seu sabor.</p>
<p>«As pessoas, sobretudo, desconhecem. A cavala era confecionada, em regra, cozida com cebola e orégãos, que será o prato mais antigo. Há muitas pessoas que o rejeitam, incluindo eu (risos). E também há a cavala grelhada, que agrada a uns, e a outros não. O que pretendemos mostrar é que há muito mais que isto», segundo Jorge Gonçalves.</p>
<p>«Este peixe pode ser muito mais saboroso do que muitas pessoas pensam e é esse conhecimento que pretendemos passar às pessoas.</p>
<p>Esta campanha também se estende aos restaurantes e dos seus chefes de cozinha, «porque eles dão uma outra credibilidade ao produto». Estes profissionais «conseguem fazer maravilhas, mas também conseguem demonstrar que, de uma forma simples, se consegue confecionar um bom prato de peixe».</p>
<p>Neste caso, o ponto alto da divulgação desta espécie acontece na Semana da Cavala Algarvia, que já foi promovida, em 2014, na zona entre Albufeira e Aljezur, e será repetida entre os dias 17 e 25 de Outubro, entre Loulé e Vila Real de Santo António.</p>
<p>«Estamos agora a começar a fase de contactar os restaurantes. Tentamos angariar o maior número possível de estabelecimentos, para integrar no seu menu uma ou duas receitas originais de cavala, durante uma semana», segundo Nicolas Blanc, que está mais ligado a esta vertente do projeto.</p>
<p>Foi aqui que os elementos ligados ao projeto conseguiram ter uma melhor perceção do efeito que a campanha que promovem está a ter, já que, «não é possível ter dados sobre se a venda em restaurantes aumentou».</p>
<p>«Houve restaurantes que se sentiram ultrapassados pela forte procura. Ou seja, compraram uma determinada quantidade de cavala, até mais do que compravam habitualmente, e esgotaram-na ao almoço do primeiro dia. Como era sábado, não conseguiram mais para o jantar. Ou seja, houve a vontade de muitas pessoas de experimentar», ilustrou.</p>
<p>Até ao dia 16 de Novembro, Dia do Mar, data em que a Universidade do Algarve acolhe uma demonstração culinária,  haverá outros <i>shows</i> no Mercado Municipal de VRSA, a 26 de Setembro, e no Mercado Municipal de Faro, a 3 de Outubro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sulinformacao.pt" target="_blank" rel="noopener">Sul Informação</a></p>
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		<title>Hambúrgueres de cavala querem introduzir o pescado na alimentação dos jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 14:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cavala, capturada com abundância na costa portuguesa, rica nutricionalmente, mas pouco valorizada económica e culturalmente, é hoje o ingrediente base de hambúrgueres como forma apelativa e saudável de introduzir o pescado na alimentação de crianças e jovens. A ideia de criar hambúrgueres de cavala surgiu no âmbito do projeto &#8220;FishGourmet&#8221;, promovido pela empresa pública [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A cavala, capturada com abundância na costa portuguesa, rica nutricionalmente, mas pouco valorizada económica e culturalmente, é hoje o ingrediente base de hambúrgueres como forma apelativa e saudável de introduzir o pescado na alimentação de crianças e jovens.</strong></p>
<p>A ideia de criar hambúrgueres de cavala surgiu no âmbito do projeto &#8220;FishGourmet&#8221;, promovido pela empresa pública Docapesca, Portos e Lotas, que desafiou hoje alunos de escolas de hotelaria e cozinha nacionais a apresentarem receitas próprias, com o objetivo de &#8220;valorizar e divulgar o pescado português numa perspetiva de consumo sustentável e saudável&#8221;.</p>
<p>Durante a mostra de hambúrgueres vencedores do &#8220;FishGourmet&#8221;, que decorreu no navio Santa Manuela, fundeado na doca do Parque das Nações, em Lisboa, a diretora comercial e de marketing da Doca Pesca, Portos e Lotas, Ana Paula Queiroga, disse à agência Lusa que o conceito pretende &#8220;atingir o público jovem e crianças, por ser um prato que, naturalmente, já consomem, o hambúrguer&#8221;.</p>
<p>O concurso do &#8220;FishGourmet&#8221; recebeu &#8220;54 receitas de hambúrgueres de cavala&#8221;, tendo sido selecionados três vencedores, através de um júri que incluiu nutricionistas para avaliarem o teor nutricional e a qualidade do produto.</p>
<p>A receita da aluna Ana Rita Marques, de 21 anos, do curso de Restauração e Catering, na Escola Superior de Turismo e Tecnologia Mar (ESTM), do Instituto Politécnico de Leiria, arrecadou o primeiro lugar do concurso de hambúrguer de cavala.</p>
<p>&#8220;A receita não tem, particularmente, um segredo. O problema é que as pessoas têm uma ideia da cavala, que está um pouco enraizada, de que era um peixe para os pobres&#8221;, explicou a docente da ESTM, Patrícia Borges, que acompanhou a confeção do hambúrguer vencedor.</p>
<p>De acordo com a professora, os hambúrgueres de cavala são uma boa forma de introduzir o peixe na alimentação das crianças, por ser uma espécie de pescado que &#8220;consegue absorver sabores facilmente e que, ao juntar outros ingredientes, não tem um sabor intenso e característico do pescado&#8221;, pelo que, muitas vezes, as crianças provam e não conseguem identificar que se trata de peixe.</p>
<p>Aluna do curso profissional de cozinha e pastelaria, da Escola Secundária José Belchior Viegas, em São Brás de Alportel (Faro), Adriana Ramos, 16 anos, conquistou o terceiro lugar do concurso, com uma receita de hambúrguer de cavala confecionada com produtos da região do Algarve, como o figo e o mel.</p>
<p>&#8220;As crianças ficam surpreendidas, porque não estão mesmo à espera que seja um hambúrguer de peixe&#8221;, relatou a aluna.</p>
<p>A mostra de hambúrgueres de cavala contou com a presença de alguns empresários da restauração da zona de Lisboa, desafiados a provar e a opinar sobre se é um produto viável para introduzir no mercado.</p>
<p>Rui Gaspar, empresário do grupo Sea Me, que tem dois estabelecimentos de restauração em Lisboa, considerou que &#8220;o hambúrguer de cavala tem, de certeza absoluta, caminho para ser feito dentro do mercado da restauração&#8221;.</p>
<p>Nos restaurantes do grupo já existem hambúrgueres à base de pescado, como por exemplo salmão e choco, camarão ou bacalhau e grelos, e que &#8220;têm sido um êxito&#8221;, defendeu o empresário.</p>
<p>Segundo a diretora comercial da Doca Pesca, Portos e Lotas, a cavala é &#8220;uma espécie muito abundante na costa portuguesa, muito rica do ponto de vista nutricional, especialmente em óleos gordos como ómega 3, mas pouco valorizada&#8221;.</p>
<p>O preço da cavala em lota é &#8220;muito baixo&#8221;, oscilando nos 30 cêntimos por quilograma, pelo que &#8220;qualquer incremento nesse preço, no ponto de vista da valorização, representaria muito para a frota de pesca portuguesa&#8221;, defendeu.</p>
<p>Em 2012, a Docapesca, Portos e Lotas lançou uma campanha para promoção da cavala, desafiando chefes de cozinha a utilizarem este produto nos menus de restaurantes.</p>
<p>&#8220;Atualmente, temos a cavala a ser utilizada no sushi como uma alternativa a outras espécies importadas&#8221;, relatou.</p>
<p>Resultado da campanha, &#8220;houve um aumento de vendas em lota de cerca de dois milhões de euros&#8221;, que se deve à maior procura pelo produto, &#8220;um maior volume de pescado a ser comercializado, o que já é um bom sinal&#8221;, considerou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://lifestyle.sapo.pt" target="_blank" rel="noopener">Lifestyle Sapo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conhecer o pescado de Portugal (5): Cavala</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 12:14:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[cavala]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecer o pescado de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAVALA tem um corpo alongado sem escamas e uma coloração clara e prateada no ventre e cor azul esverdeado mais escuro no dorso, com linhas escuras irregulares que lhe dão um aspecto de “tigre”. É encontrada no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, onde habita na coluna de água em zonas costeiras até 250 m [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CAVALA tem um corpo alongado sem escamas e uma coloração clara e prateada no ventre e cor azul esverdeado mais escuro no dorso, com linhas escuras irregulares que lhe dão um aspecto de “tigre”.</p>
<p>É encontrada no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, onde habita na coluna de água em zonas costeiras até 250 m de profundidade.</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/cavala-art.png"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7362" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/cavala-art.png" alt="cavala-art" width="487" height="135" /></a></p>
<p><span style="font-size: 13px;">Forma grandes cardumes que são fortemente migradores, permanecendo junto ao fundo durante o dia e subindo durante a noite para caçar peixes, moluscos e pequenos crustáceos.</span></p>
<p>Reproduz-se de Fevereiro a Abril, momento em que a fêmea desova 100.000 a 400.000 óvulos.</p>
<p>É pescada com cerco, arrasto e redes de emalhar.</p>
<p>A cavala é muito semelhante à sarda (Scomber scombrus), mas a cavala tem sardas no ventre e a sarda não, razão pela qual popularmente se diz que “a sarda é mentirosa”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cienciaviva.pt/home/" target="_blank" rel="noopener">Ciência Viva</a></p>
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		<title>Consumir cavala e salmão reduz risco de artrite reumatóide</title>
		<link>https://pescazores.com/cavala-e-salmao-reduzem-risco-de-artrite-reumatoide/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 10:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[cavala]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
		<category><![CDATA[salmão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Incluir na dieta pelo menos uma porção de peixe gordo, como a cavala ou o salmão, uma vez por semana, pode reduzir o risco de desenvolver artrite reumatóide. A conclusão é de um amplo estudo desenvolvido por investigadores suecos, que sublinham que esta é mais uma razão que aponta para a importância do consumo regular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Incluir na dieta pelo menos uma porção de peixe gordo, como a cavala ou o salmão, uma vez por semana, pode reduzir o risco de desenvolver artrite reumatóide. A conclusão é de um amplo estudo desenvolvido por investigadores suecos, que sublinham que esta é mais uma razão que aponta para a importância do consumo regular de pescado.</strong></p>
<p>A equipa do Karolinska Institute of Stockholm, em Estocolmo, na Suécia, analisou questionários sobre o regime alimentar de 32.232 mulheres nascidas entre 1914 e 1948, acompanhando-as ao longo de uma década (de 1987 a 1997). Durante o período do estudo, 205 mulheres foram diagnosticadas com artrite reumatóide.</p>
<p>Os especialistas observaram que as mulheres que consumiam regularmente qualquer tipo de peixe rico em gorduras poliinsaturadas (com uma percentagem de ácidos gordos ómega 3 superior a 0,21g) apresentavam um risco 35% menor de desenvolver artrite reumatóide, ao passo que o consumo, a longo prazo, de, pelo menos, uma porção por semana, reduzia o risco em 29%.</p>
<p>Já as participantes que ingeriam pelo menos uma porção de peixe gordo por semana ou quatro porções de outro tipo de peixe de forma regular apresentavam uma redução superior a metade (52%) das probabilidades de vir a sofrer da doença, revela o estudo publicado esta segunda-feira na revista científica Annals of Rheumatic Diseases.</p>
<p>Os investigadores, coordenados por Alicja Wolk, professora de epidemiologia nutricional, acreditam que os benefícios de uma dieta rica em peixe se devem ao papel do ómega 3, que não só protege o coração e o cérebro como aparenta, também, ser um forte agente anti-inflamatório, o que explica a sua eficácia no combate à artrite reumatóide.</p>
<p>Fonte: <a href="http://boasnoticias.pt/" target="_blank" rel="noopener">Boas Notícias</a></p>
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		<title>Docapesca desafia alunos de hotelaria a criarem um fishburguer gourmet</title>
		<link>https://pescazores.com/docapesca-desafia-alunos-de-hotelaria-a-criarem-um-fishburguer-gourmet/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 16:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cavala]]></category>
		<category><![CDATA[Docapesca]]></category>
		<category><![CDATA[FishGourmet]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe em Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[valorização do pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Fish Gourmet” propõe a criação de um hambúrguer de cavala, um dos peixes mais saudáveis, baratos e abundantes da nossa costa. Aproveitando a realização do Mundial de Surf 2014 este domingo 19, em Peniche, o espaço OesteCIM – Comunidade Intermunicipal do Oeste lança o projeto “Fish Gourmet” da Docapesca – Portos e Lotas S.A. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O “Fish Gourmet” propõe a criação de um hambúrguer de cavala, um dos peixes mais saudáveis, baratos e abundantes da nossa costa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitando a realização do Mundial de Surf 2014 este domingo 19, em Peniche, o espaço OesteCIM – Comunidade Intermunicipal do Oeste lança o projeto “Fish Gourmet” da Docapesca – Portos e Lotas S.A. A Campanha da Cavala é uma das Campanhas Nacionais de Valorização do Pescado Português, que pretende motivar, informar e promover junto dos alunos das escolas de hotelaria nacionais os benefícios da utilização desta espécie, abundante na costa portuguesa, rica em ómega 3, e de baixo valor comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 1 de novembro de 2014 e 28 de fevereiro de 2015, os alunos deverão enviar uma ficha técnica da receita de fishburguer gourmet de Cavala, com a indicação do valor nutricional (incluindo a quantidade de ómega 3), das quantidades de cada ingrediente utilizado e do custo monetário por pessoa, o qual não deverá ultrapassar os 2 euros/pax.</p>
<p style="text-align: justify;">A apresentação da receita deve ser apelativa, passível de ser produzida e embalada industrialmente como ready-to-eat e acessível, quer do ponto de vista da relação qualidade/preço, quer do ponto de vista da preparação e confeção em casa, e terá como público-alvo jovens solteiros e casais jovens independentes que, não tendo muita experiência ou muito tempo, dispõem financeiramente de meios para privilegiar compras mais saudáveis e equilibradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A final desta ação será realizada em Lisboa, num dos dias do evento “Peixe em Lisboa 2015”, onde estarão presentes os três finalistas a nível nacional. O vencedor desta iniciativa será premiado com um estágio de 3 meses com um Chef de renome a nível nacional, e a respetiva escola de hotelaria recebe um prémio em material/produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Júri que irá avaliar as receitas será composto por elementos com reconhecida capacidade técnica para a avaliação dos pratos sob diversas óticas, nomeadamente: Gastronomia, Nutricionismo, Indústria de Conservas de Peixe, Indústria Alimentar e Comércio de Pescado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://lifestyle.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sapo Lifestyle</a></p>
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		<title>Governo regulamenta valores de captura diária para chicharro, sardinha e cavala</title>
		<link>https://pescazores.com/governo-regulamenta-valores-de-captura-diaria-para-chicharro-sardinha-e-cavala/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2014 16:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[cavala]]></category>
		<category><![CDATA[chicharro]]></category>
		<category><![CDATA[quotas do pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor, definiu os condicionamentos ao exercício da pesca por Arte de Cerco e por Arte de Levantar para as ilhas de São Miguel e Terceira. Uma portaria hoje publicada em Jornal Oficial determina que o valor máximo de captura diária por embarcação é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: justify;">A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor, definiu os condicionamentos ao exercício da pesca por Arte de Cerco e por Arte de Levantar para as ilhas de São Miguel e Terceira.</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Uma portaria hoje publicada em Jornal Oficial determina que o valor máximo de captura diária por embarcação é de 800 quilos na ilha de S. Miguel e de 190 quilos na ilha Terceira.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes condicionamentos dizem respeito às espécies capturadas através da Arte de Cerco e Arte de Levantar, nomeadamente chicharro, sardinha e cavala, não estando abrangidos o &#8216;chicharro caneco&#8217; e o &#8216;chicharro do alto&#8217; ou &#8216;chicharro velho&#8217;, ou seja, os chicharros com 30 centímetros ou mais.</p>
<p style="text-align: justify;">A utilização da Arte de Cerco e da Arte de Levantar apenas é permitida entre as 06h00 de segunda-feira e as 06h00 de sexta-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta portaria tem em consideração os acordos estabelecidos, desde 2006 para São Miguel e desde 2008 para a ilha Terceira, entre os armadores das embarcações licenciadas para estas pescarias nas duas ilhas e as respetivas associações de pescadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O Governo Regional pretende, com esta portaria, garantir a sustentabilidade das espécies capturadas, bem como o exercício de pesca por Arte de Cerco e por Arte de Levantar nas ilhas de São Miguel e Terceira.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta portaria surge no seguimento da portaria publicada a 6 de outubro, que regulamenta o exercício destas artes de pesca nos Açores.</p>
<p style="text-align: justify;">Fotografia: Bart Van Dinten</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
</div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-regulamenta-valores-de-captura-diaria-para-chicharro-sardinha-e-cavala/">Governo regulamenta valores de captura diária para chicharro, sardinha e cavala</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Cavala algarvia, em tempos considerada o peixe dos pobres (video)</title>
		<link>https://pescazores.com/cavala-algarvia-em-tempos-considerada-o-peixe-dos-pobres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2014 08:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[cavala]]></category>
		<category><![CDATA[valorização do pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cavala algarvia, em tempos considerada o peixe dos pobres, custa agora €1,5 por quilo. O projeto &#8220;Cavala Algarvia&#8221; do Centro de Ciências do Mar pretende estudar a espécie e sensibilizar a população para o consumo deste peixe. No Algarve, onde acontecem 1/3 das capturas nacionais da espécie, metade é rejeitada por ser um peixe com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/npoudDBFgZYpHUzzyvtt/mov/1" width="410" height="231" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A cavala algarvia, em tempos considerada o peixe dos pobres, custa agora €1,5 por quilo. O projeto &#8220;Cavala Algarvia&#8221; do Centro de Ciências do Mar pretende estudar a espécie e sensibilizar a população para o consumo deste peixe. No Algarve, onde acontecem 1/3 das capturas nacionais da espécie, metade é rejeitada por ser um peixe com pouco valor comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">O Economia Verde é um programa de TV que resulta de uma parceria entre a SIC Notícias , o Green Savers e os Green Project Awards.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Sapo / SIC Notícias</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/cavala-algarvia-em-tempos-considerada-o-peixe-dos-pobres/">Cavala algarvia, em tempos considerada o peixe dos pobres (video)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>A cavala, por quatro razões</title>
		<link>https://pescazores.com/a-cavala-por-quatro-razoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 10:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Portuguesa contra a Obesidade Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[cavala]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Mário Silva, presidente da Associação Portuguesa contra a Obesidade Infantil (APCOI), são quatro as razões que o levam a escolher a cavala: é saudável, sustentável aos níveis ambiental e económico e muito fácil de cozinhar. &#8220;Sendo um peixe azul, é extremamente saudável&#8221;, explica. &#8220;A cavala tem uma grande quantidade de EPA e DHA (mais [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/a-cavala-por-quatro-razoes/">A cavala, por quatro razões</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Para Mário Silva, presidente da Associação Portuguesa contra a Obesidade Infantil (APCOI), são quatro as razões que o levam a escolher a cavala: é saudável, sustentável aos níveis ambiental e económico e muito fácil de cozinhar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Sendo um peixe azul, é extremamente saudável&#8221;, explica. &#8220;A cavala tem uma grande quantidade de EPA e DHA (mais conhecidos como ómega 3). Mário salientou também as recomendações europeias que indicam que se deve ingerir diariamente 250 miligramas de ómega 3. A cavala tem ainda vitamina D, &#8220;tão importante para a absorção do cálcio&#8221;, e tem igualmente &#8220;outras vitaminas que permitem que o corpo faça o metabolismo das proteínas&#8221;, refere Mário Silva. Além disso, não sendo um peixe sazonal, existe em grande quantidade na costa portuguesa, &#8220;o que permite que os níveis de pesca da cavala sejam sempre sustentáveis&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ver o vídeo da reportagem <a href="http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3421654">AQUI</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3421654">Diário Notícias</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/a-cavala-por-quatro-razoes/">A cavala, por quatro razões</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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