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	<title>Arquivo de cultura marítima - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Documentário sobre Rabo de Peixe no Festival de Cinema de Berlim</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 10:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Rabo de Peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário &#8220;Rabo de Peixe&#8221;, de Joaquim Pinto e Nuno Leonel, será exibido em fevereiro, fora de competição, no Festival de Cinema de Berlim. Rabo de peixe, rodado nos Açores, foi um dos 43 filmes selecionados para a secção Fórum, dedicada a ensaios visuais, a obras mais experimentais, vanguardistas, seja em ficção ou documentário. Joaquim Pinto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/101975322" width="410" height="230" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>O documentário &#8220;Rabo de Peixe&#8221;, de Joaquim Pinto e Nuno Leonel, será exibido em fevereiro, fora de competição, no Festival de Cinema de Berlim.</strong></p>
<p>Rabo de peixe, rodado nos Açores, foi um dos 43 filmes selecionados para a secção Fórum, dedicada a ensaios visuais, a obras mais experimentais, vanguardistas, seja em ficção ou documentário.</p>
<p>Joaquim Pinto e Nuno Leonel, autores do premiado <em>E agora? Lembra-me</em>, apresentam em Berlim uma nova montagem de um <strong>documentário rodado entre 1999 e 2003 em São Miguel, Açores, com co-produção da RTP, sobre uma comunidade ligada à pesca artesanal e sobre a relação dos pescadores com o mar e a morte</strong>.</p>
<p>&#8220;Este filme delicado traça um retrato dos pescadores, do trabalho que ainda fazem à mão e da vida que já só existe nestas imagens. Os planos inebriantes do mar, dos barcos, das praias [de areias] negras e das casas brancas remetem também para estados de alma&#8221;, afirma o festival de Berlim, na apresentação da secção Fórum.</p>
<p>Esta secção focará ainda o cinema latino-americano, com a inclusão de dois filmes do Brasil: <em>Beira-Mar</em>, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, e <em>Brasil S/A</em>, de Marcelo Pedroso.</p>
<p>Joaquim Pinto &#8211; e também o companheiro Nuno Leonel &#8211; está ligado ao cinema desde os anos 1980, como produtor, técnico de som, diretor de fotografia e realizador. Em 2013 viu o documentário autobiográfico <em>E agora? Lembra-me</em> ser premiado no festival de Cinema de Locarno.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dn.pt/inicio/" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias</a></p>
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		<title>Museu Marítimo de Esposende &#8211; da Memória ao Legado dos Homens do Mar</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2015 09:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Marítimo de Esposende]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Situado no icónico e imponente edifício da Estação de Socorros a Náufragos de Esposende, sobranceiro ao Rio Cávado, o Museu Marítimo de Esposende já se tornou num equipamento cultural concelhio de referência e de visita obrigatória. O imóvel encontrava-se num estado de acelerada degradação, quando, por ação direta da Associação Fórum Esposendense, foi totalmente restaurado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/65002.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7663" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/65002.jpg" alt="65002" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Situado no icónico e imponente edifício da Estação de Socorros a Náufragos de Esposende, sobranceiro ao Rio Cávado, o Museu Marítimo de Esposende já se tornou num equipamento cultural concelhio de referência e de visita obrigatória.</p>
<p>O imóvel encontrava-se num estado de acelerada degradação, quando, por ação direta da Associação Fórum Esposendense, foi totalmente restaurado para albergar o Museu Marítimo de Esposende. “A recuperação do edifício e a sua transformação em espaço museológico veio dar não só uma certa dignidade a uma edificação com mais de 100 anos, com forte história ligada ao Rio e ao Mar, através do Instituto de Socorros a Náufragos, como possibilitou, e julgo ser o mais importante, à comunidade concelhia e visitantes o conhecimento da história marítima de Esposende”, afirma Fernando Ferreira, Presidente da Associação Fórum Esposendense.</p>
<p>A sua abertura, a 20 de Julho de 2012, “confirmou e superou”, para Fernando Ferreira, todas as espectativas. Um cenário já esperado devido à importância que o equipamento representa para Esposende e principalmente pelo que veio proporcionar – um recordar de memórias (perdidas ou esquecidas) de uma atividade tão significativa do concelho, nomeadamente da primitiva comunidade marítima e piscatória. Desde a exposição inaugural: “ Do rio ao mar largo – a gesta esposendense”, que este equipamento tem vindo a despertar grande curiosidade junto da comunidade local e junto daqueles que visitam o concelho. Uma procura que se traduz, até ao momento, em cerca de 1500 visitas.</p>
<p>“Na maioria, os nossos visitantes saem satisfeitos deste museu e alguns, que nos visitam assiduamente, ficam sempre surpreendidos pela positiva”, salienta Elsa Teixeira, Técnica de Conservação e Restauro do Museu Marítimo, acrescentando que têm ainda a necessidade de “melhorar alguns aspetos, como a criação, em tempo útil, de guiões em inglês e francês para as exposições, cuja falta vai sendo colmatada com as visitas acompanhadas nestas duas línguas”.</p>
<h6></h6>
<h6>Vasto Espólio e a sua História</h6>
<p>O Museu detém, presentemente, mais de 1500 peças no seu vasto espólio histórico e cultural. Um elevado número, que só é possível devido à colaboração de famílias e particulares que se dispuseram a cedê-las, temporária ou permanentemente, para estudos e exposições. “Quando iniciamos este projeto tínhamos conhecimento da possibilidade de existirem muitos objetos nas mãos de particulares que justificavam plenamente esta nossa intenção de fundar o Museu e da eventualidade de cedência por parte deles”, assegurou Fernando Ferreira, realçando que “as instalações já se tornam pequenas para armazenamento, quer de peças em tratamento, quer de peças já tratadas, expostas e que necessitam de acondicionamento”.</p>
<p>Respeitante a esta última dificuldade, o Presidente do Fórum Esposendense revela que aguardam decisão por parte da Câmara Municipal para se encontrar um “espaço para albergar o Centro de Investigação do Mar, que entre outras valências terá um espaço destinado à inventariação, tratamento e preservação de todo todo o espólio que venha a ser encontrado”.</p>
<p>Associado ao trabalho de recolha existe ainda um profundo trabalho de gestão da coleção, no que diz respeito à identificação de peças, catalogação e o conhecimento das mesmas, sem esquecer a necessidade da sua constante conservação. “Para além das mostras em exibição, temos de manter o controle sobre todas as peças em reserva, saber onde elas estão e como estão exatamente. Por isso as mais de 1500 peças/documentos catalogados têm de ser regularmente revistos e inspecionados, retirados de armários, e limpos”, elucida a técnica de conservação.</p>
<h6></h6>
<h6>Rede MUMAR-E</h6>
<p>Atualmente o Museu Marítimo está integrado na Rede de Museus do Mar de Esposende (MUMAR-E), organismo que integra 2 museus (Museu Municipal de Esposende e Museu Marítimo) e que tem como missão desenvolver uma rede temática ligada à cultura e património costeiro em várias vertentes como, exploração marítima, pesca, lazer e tradição.</p>
<p>Segundo Elsa Teixeira, o protocolo celebrado com a Câmara Municipal em Maio de 2013 no âmbito do MUMAR-E veio proporcionar uma maior afluência de visitas por parte da comunidade educativa, instituições e associações concelhias. “ Sem esta integração muitas destas instituições não poderiam usufruir da visita”, explica, acrescentando que “tem-se vindo a verificar um aumento de visitantes de outras faixas etárias, como idosos e crianças, motivado essencialmente pela materialização deste protocolo”. Um aspeto muito significativo e positivo, para a mesma.</p>
<p>No domínio pedagógico, a técnica de conservação e restauro assegura que até ao momento têm conseguido responder a todas as solicitações. Afirma, porém, que o aumento da procura de escolas a quererem visitar o museu leva-os (Direção) a pensar criar um programa de serviço educativo que melhore a resposta atual e que permita desenvolver em simultâneo outras atividades para além das visitas guiadas ao museu, nomeadamente no Centro de Atividades Náuticas Sabseg e no Centro de Ecologia Marinha, também da responsabilidade do Fórum Esposendense.</p>
<p>Relativamente à necessidade de aplicação da taxa de ingresso, Elsa Teixeira esclarece que nunca foi a intenção do Museu selecionar visitantes, porém “como equipamento particular que é, a única forma de poder manter abertas as suas portas é através da cobrança do bilhete, que contribui para a manutenção, apesar de não ser suficiente”. “É necessário fazer face aos diferentes encargos, que se prendem com a manutenção do edifício, do elevador, limpeza e pagamento de colaboradores qualificados que executam todo o trabalho de bastidor, como a montagem das exposições, visitas guiadas, produção de textos, filmes e fotografias de apoio às visitas”, elucida Elsa Teixeira.</p>
<h6></h6>
<h6>Naufrágios em Esposende</h6>
<p>Apesar de haver ainda algum desconhecimento por parte da população, certo é que foram muitas as embarcações que encalharam e naufragaram ao longo da costa de Esposende. Acontecimentos importantes que estiveram na base de trabalho da atual exposição do Museu Marítimo – “ Naufrágios na Costa de Esposende”, patente ao público desde 30 Maio de 2014. Uma mostra expositiva que se propõe a contar um pouco da história do concelho e da sua ligação ao Mar e ao Rio, sobretudo relacionada com a atividade da pesca, recolha do sargaço e pilado, sem esquecer o trabalho mercantil.</p>
<p>Logo à entrada, o espaço museológico remete-nos para outros tempos, o olhar orienta-nos para as inúmeras peças expostas, relacionadas com vários momentos da temática, como o transporte de mercadorias e o encalhe de embarcações de grande porte; o salvamento de pessoas e bens; o naufrágio de embarcações de pesca e o sofrimento; a fé; os achados arqueológicos e, por fim, os comandantes de Esposende e os momentos de aflição.</p>
<p>No que se refere aos naufrágios, Elsa Teixeira revela que “muitas das peças em exibição são das embarcações de mercadorias Ada Ferrer, Harriet, Julian, Lagoa, Oldemburg e de uma caravela datada de 1548”. “Na memória de alguns habitantes está ainda o encalhe e socorro da embarcação Harriet, 1925, em S. Bartolomeu do Mar, cujos testemunhos orais persistiram no tempo, assim como algumas fotografias”, divulga a técnica, salientando ainda que “por ter sido um salvamento tão emblemático, onde os Bombeiros Voluntários de Esposende tiveram a oportunidade de utilizar o mecanismo de salvamento, através do moitão vaivém e da boia calção, são muitos os bombeiros desta corporação que ainda têm presente os exercícios de simulação feitos para testar este sistema, usado para salvamento até 2008”. Foi, segundo a mesma, esta memória que estimulou vários locais (nomeadamente amigos da associação e do museu, diretores, associados e funcionários) a “executar uma maquete de simulação deste momento para o a explicar aos mais novos”. “Nas várias visitas da comunidade educativa que realizamos, esta maquete é o ponto alto”, frisa.</p>
<p>Patente na mostra está também os ex-votos e diários de bordo, retratos dos imensos sustos passados no impetuoso mar, por capitães de grandes embarcações mercantes ou pescadores de uma catraia, e do seu apego à fé, única certeza durante uma tempestade. Não esquecendo os intitulados achados arqueológicos de Belinho, recolhidos no passado inverno 2013/2014, depois de colocados a descoberto pela agitação marítima.</p>
<p>Esta singular exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira das 14h00 às 18h00, ao sábado das 14h30 às 18h00 e ao domingo mediante marcação prévia. Está encerrado ao público nos feriados 25 de Dezembro, 1 de Janeiro, domingo de Páscoa e nos dias 24 e 31 de Dezembro. Possibilita ainda visitas guiadas, que carecem de marcação prévia, através do número: 253 964 836. A taxa de ingresso tem um custo de 2€ para adultos e de 1€ para crianças, sendo que grupos a partir de três pessoas o bilhete custa 1,50€ para adultos e 0,50€ para crianças, dos 6 aos 12 anos. A entrada é, porém, gratuita para estudantes do Concelho de Esposende, mediante apresentação do cartão de estudante.</p>
<h6></h6>
<h6>Reavivar a Construção Naval</h6>
<p>Ainda que em início de estudo, a direção técnica do Museu Marítimo encontra-se já a preparar a próxima exposição, que terá como temática a Construção Naval em Esposende e Fão. Um tema extremamente enraizado nas origens do concelho e com muitas curiosidades acalentadas. De acordo com Elsa Teixeira, a próxima mostra “pretende reavivar e dar a conhecer a construção naval, como uma atividade de sublime importância a nível local, mostrar as grandes construções feitas no séc. XX e sobretudo entender os fatores que levaram os estaleiros ao quase total desaparecimento”.</p>
<p>Para criar uma narrativa e discurso expositivo forte é, contudo, e na perspetiva de Elsa Teixeira, necessário achar uma série de respostas a perguntas que surgem sobre o assunto, tais como, quem eram os grandes construtores nessa altura e quais são os que ainda temos; como eram construídas as embarcações do início do séc. XX; quais as suas tipologias, materiais e providência, entre outras. “São algumas questões que temos e que servirão de guião para a próxima exposição, que está agora em início de pesquisa”, explica, acrescentando ainda que espera, com a posterior mostra, voltar a superar as espectativas dos visitantes deste espaço museológico.</p>
<h6></h6>
<h6>Torre da Memória</h6>
<p>Para além do espaço expositivo, a visita ao equipamento oferece também uma subida à denominada Torre da Memória, a sua mostra permanente. Centenas de registos fotográficos dos marítimos inscritos na Delegação Marítima de Esposende, entre os anos de 1893 e 1962, bem como fotografias das comunidades locais do concelho, expostas nas paredes das escadas que acompanham a Torre da Memória. A procura pelo registo do possível antepassado tem-se revelado, segundo a direção do Museu, um êxito junto dos visitante, não descurando a esplendorosa vista panorâmica, sobre a cidade de Esposende e o Rio Cávado, que a subida proporciona.</p>
<p>Fonte: <a href="http://esposendeacontece.pt/" target="_blank" rel="noopener">Esposende Acontece</a></p>
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		<title>Parque Natural do Faial promove Concurso Fotográfico ‘’Mar bravo’’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 10:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Fotográfico ‘’Mar bravo’’]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural do Faial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 22, decorre no Aquário do Porto Pim, a conferência de imprensa para a apresentação pública do concurso fotográfico ‘’Mar bravo’’. Este concurso fotográfico surge no âmbito do dia Europeu do Mar, que se assinala a 20 de maio de 2015 e promovido pelo Parque Natural do Faial, no seguimento do Programa Parque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 22, decorre no Aquário do Porto Pim, a conferência de imprensa para a apresentação pública do concurso fotográfico ‘’Mar bravo’’.</p>
<p>Este concurso fotográfico surge no âmbito do dia Europeu do Mar, que se assinala a 20 de maio de 2015 e promovido pelo Parque Natural do Faial, no seguimento do Programa Parque Aberto.</p>
<p>Esta iniciativa tem por objetivo dinamizar a fotografia tendo como foco o Mar, ao mesmo tempo que pretende despertar na população o sentimento de responsabilidade ambiental no sentido de proteger e conservar o mesmo.</p>
<p>Os interessados poderão concorrer de 22 de janeiro e 30 de abril de 2015, com um máximo de três fotografias por participante, todas elas a abordar a temática do Mar.</p>
<p>A inscrição e o regulamento já estão disponiveis no site<a href="http://parquesnaturais.azores.gov.pt/pt/faial" target="_blank" rel="noopener">http://parquesnaturais.azores.gov.pt/pt/faial</a>, para mais informações pode  contactar o Jardim Botânico, a Casa dos Dabney ou Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos.</p>
<p>Os resultados do concurso deverão ser divulgados a 20 de maio de 2015, não havendo limite máximo de inscrições.</p>
<p>Fotografia: António Silveira</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tribunadasilhas.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tribuna das Ilhas</a></p>
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		<title>Sardinha: Já era tempo de lhe prestar a devida homenagem</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 10:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[sardinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São 64 páginas todas dedicadas ao peixe mais emblemático do país &#8211; seja no volume de pesca, seja no de consumo. Bem vistas as coisas, um português sabe que o verão está a chegar quando sente o cheiro das sardinhas a assar na brasa. Com séculos e séculos de presença no território, é um peixe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10410341_1032211663462133_1137536102485849567_n.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7541" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10410341_1032211663462133_1137536102485849567_n.jpg" alt="10410341_1032211663462133_1137536102485849567_n" width="959" height="454" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10933832_1032211653462134_5092237688692531247_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7542" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10933832_1032211653462134_5092237688692531247_n.jpg" alt="10933832_1032211653462134_5092237688692531247_n" width="960" height="460" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10385606_1032211700128796_5489414590002282362_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7543" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10385606_1032211700128796_5489414590002282362_n.jpg" alt="10385606_1032211700128796_5489414590002282362_n" width="959" height="471" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10408975_1032211656795467_2487902165566776283_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7544" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10408975_1032211656795467_2487902165566776283_n.jpg" alt="10408975_1032211656795467_2487902165566776283_n" width="960" height="465" /></a></p>
<p>São 64 páginas todas dedicadas ao peixe mais emblemático do país &#8211; seja no volume de pesca, seja no de consumo. Bem vistas as coisas, um português sabe que o verão está a chegar quando sente o cheiro das sardinhas a assar na brasa. Com séculos e séculos de presença no território, é um peixe transversal a escalões etários e classes sociais. A sardinha tem um sério caso de amor com Portugal. Discreto, mas arrebatador. Já era tempo de lhe prestar a devida homenagem.</p>
<p>Neste livro, faz-se o relato e a apologia de um peixe, por texto e imagem. Os pescadores e as peixeiras, os assadores e os comensais, fogareiros e carvão, pimentos e batatas &#8211; todo o universo da sardinhada é tratado como se de um tesouro se tratasse. Não fosse a sardinha o peixe que chega à brasa prata e se torna ouro. Um tesouro, lá está.</p>
<div>
<p>Fotografia: Luís Silva Campos e Pedro Loureiro<br />
Design: Luís Alegre<br />
Textos: Ricardo J. Rodrigues<br />
Prop Stylist: Ana Trancoso</p>
<p>N.º de páginas: 64<br />
Capa dura: 19&#215;19 cm<br />
Data de lançamento: 31 de Maio<br />
Edição: Bilingue Português/Inglês<br />
Contactos informações/vendas<br />
<a href="http://www.limao-edicoes.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener">www.limao-edicoes.com</a></p>
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		<title>Lisboa &#8211; Uma viagem ao mundo das pescas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2015 10:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redes, armadilhas, anzóis, godos, linhas são termos que fazem parte do quotidiano dos pescadores. A sua arte envolve diversos utensílios e um profundo conhecimento do mar. O Museu Nacional de Etnologia propõe uma viagem ao mundo piscatório na exposição «Artes de Pesca». Para visitar até 2015. A faina no mar começa bem cedo. A companha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/artes-de-pesca.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7518" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/artes-de-pesca.jpg" alt="artes-de-pesca" width="600" height="671" /></a></p>
<p><strong>Redes, armadilhas, anzóis, godos, linhas são termos que fazem parte do quotidiano dos pescadores. A sua arte envolve diversos utensílios e um profundo conhecimento do mar. O Museu Nacional de Etnologia propõe uma viagem ao mundo piscatório na exposição «Artes de Pesca». Para visitar até 2015.</strong></p>
<p>A faina no mar começa bem cedo. A companha junta-se e prepara a embarcação. Cada pescador traz consigo a lancheira. O almoço será feito a bordo. Repetem-se gestos. É assim todos os dias. Soltam-se amarras e parte-se mar adentro em busca de bons cardumes de peixe. A vida de pescador «é dura e perigosa», diz quem vai ao mar e quem fica em terra a aguardar por familiares e amigos.</p>
<p>Por outro lado, o que tem de perigosa, tem de fascinante. Um mundo confinado ao pequeno espaço da embarcação requer camaradagem e muita estratégia para atingir objectivos e na hora da pesca não tropeçarem uns nos outros. Cada um tem a sua função e nada pode falhar. Toda a faina decorre sob as ordens do mestre.</p>
<p>O mundo da pesca há muito que conquistou Luís Martins, antropólogo que tem dedicado grande parte da sua vida a acompanhar pescadores para conhecer a profissão, hábitos e costumes. A investigação reflecte-se agora na exposição «<a href="http://mnetnologia.wordpress.com/exposicao-temporarias/" target="_blank" rel="noopener"><b>Artes de Pesca: Pescadores, Práticas, Objectos Instáveis</b></a>», patente no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa.</p>
<p>Os artefactos expostos (perto de 200), assim como vídeos e fotografias, resultam da investigação de Luís Martins e articulam-se com a colecção do museu datada de 1960. A mostra permite uma viagem ao mundo da pesca, revelando os diferentes métodos para capturar o peixe e o marisco.</p>
<p>A exposição tem ainda uma cenografia de Manuela Jardim que esculpiu, com redes de pesca, vários peixes da costa portuguesa como a sardinha, carapau, tainha, robalo e pescada.</p>
<p>A apanha é a primeira das artes em mostra nesta exposição. Praticada ao longo de toda a costa portuguesa, a apanha é essencialmente uma arte individual. Mesmo quando há um grupo de pescadores, estão a fazer a apanha sozinhos recorrendo às suas mãos e, por vezes, com auxílio de alguns utensílios. Em Sines, usam a arrelhada, que relembra uma pá para colocar o pão no forno, para apanhar percebes nas rochas. No lamacento piso das margens do rio Sado, Setúbal, em períodos de maré baixa, usam-se as patolas para caminhar e assim apanhar ostras. As patolas são um pedaço rectangular de madeira, normalmente de pinho, e no meio coloca-se um pedaço de couro em arco que vai segurar o pé. Estes são apenas alguns do exemplos para conhecer das artes da apanha, alguns deles ilegais.</p>
<p>Enquanto nos debruçamos sobre os objectos, na parede vão surgindo rostos a preto e branco de homens, algumas mulheres, e mesmo crianças. A fotografia passou a ser obrigatória nos registos de inscrição marítima no início do XX e algumas capitanias marítimas nacionais cederam as imagens para a exposição. Luís Martins analisou essas inscrições e houve um elemento que lhe despertou a atenção. É obrigatório justificar a renovação da inscrição e verifica-se que «muitas vezes o motivo é por perda no mar da cédula, porque simplesmente se estragou ou porque se perdeu num naufrágio. E é curioso verificar que há indivíduos que sofreram muitos naufrágios. Vão de naufrágio em naufrágio até não voltar a existir renovação da cédula», comenta.</p>
<p>O anzol é um dos utensílios mais antigos utilizados na pesca e existe numa grande variedade de formas que se prende com as diferentes espécies capturadas e materiais disponíveis. O anzol pode ter um isco ou ser usado sem esse «atractivo» para o peixe. O uso do anzol vai muito além da típica imagem do pescador sentado à beira da água com a cana esticada ao mar à espera que «o bicho morda o isco». O anzol é utilizado também de forma intensiva. O palangre é o aparelho que melhor caracteriza o uso intensivo do anzol. O anzol tem uma linha que se liga a outra mais forte, a madre, e que, uma vez encontrado peixe, é lançado ao mar de forma metódica. Luís Martins explica que «a largada de um palangre é sempre efectuada pela popa de uma embarcação, com a corrente a seu favor».</p>
<p>Ao fundo da sala está um conjunto de covos ou murejonas. São armadilhas de gaiola que servem para apanhar polvos, enguias, lagostas. As armadilhas eram feitas de vime, junco, madeira. A função hoje em dia continua a ser a mesma, mas os materiais são outros. As murejonas mais comuns actualmente são feitas de ferro, revestidas de uma rede plástica ou grade de arame e corda.</p>
<p>Além armadilhas de gaiola, os pescadores utilizam armadilhas de estrutura flexível que são mais frágeis do que as armadilhas de gaiola e, por isso, são utilizadas em águas interiores. Estas armadilhas são conhecidas como botirão, usado no rio Minho, para pesca de salmão, escalo, boga, sável, lampreia; nassa e galricho são usadas, por exemplo, em Alhandra, Vila Franca de Xira, para pesca do camarão e enguia.</p>
<p>Enquanto passeamos entre redes, armadilhas, anzóis, de fundo há sempre a voz de um pescador. O som sai de um dos vários vídeos que são projectados nesta mostra e que mostram as diferentes artes que existem no país. Os objectos expostos ganham vidam nas imagens exibidas. Alguns dos filmes foram filmados por Luís Martins no decorrer da sua investigação.</p>
<p>Entre as diferentes artes há ainda a tracção com e sem arrasto. Na primeira, utensílios como ganchorra, ou ancinho, e rede de arrasto de vara «varrem» o fundo e tentam captar berbigão, conquilha e outros molúsculos. Na tracção sem arrasto existem essencialmente redes que não revolvem os fundos e captam os peixes que frequentam a meia água. Nesta arte, existe, por exemplo, a mugiganga, para a pesca de peixes do rio e estuário, como a solha.</p>
<p>No que às artes de pesca diz respeito, a exposição mostra ainda as redes de enredar que são constituídas por três panos de rede sobrepostos, por isso, normalmente são designadas por tresmalhos. Os pescadores podem também utilizar as redes de emalhar que são de um só pano. Estas redes têm na parte superior a tralha das bóias ou dos flutuadores, e a tralha dos chumbos ou lastros na parte inferior. Com redes de emalhar é possível pescar à superfície ou próximo do fundo, dependendo da espécies que se quer capturar.</p>
<p>Luís Martins adianta que as terminologias utilizadas pelos pescadores varia muito de região para região e há termos para classificar diversos aspectos do mar, como os fundos. «Quando o fundo é de pedra direita é designado por laje. Se for uma pequena pedra é um rato. Se for o resto de um naufrágio é um casco e são, normalmente, bons locais de pesca porque se tornam com os anos bons viveiros. Se for areia fina é um fundo limpo. Um fundo de lodo, é lodo. Mas se o fundo tiver calhaus, pequenas pedras, então são godos. O fundo está cheio de nomes», explica o antropólogo.</p>
<p>No centro desta exposição está a cabine de uma embarcação típica do Norte do país. Um espaço pequeno destinado ao mestre. O local onde todas as decisões se tomam. Flutuadores, lastros e outros utensílios expostos acrescentam pormenores às artes da pesca que aqui se descobrem.</p>
<p>Na despedida, tempo para observar um desenho, «neste caso uma efabulação porque é mais ou menos assim que se desenhava o mar». Um pescador desenhou a costa da Arrábida que retrata como eles conheciam e traçavam o mar. «Representam-se as artes da pesca da costa da Arrábida», diz o antropólogo. O cerco à sardinha, as redes, os covos, os barcos, os fundos, tudo anotado em papel. «Eram referências para ajudar à navegação», conclui Luís Martins.</p>
<p>A exposição «Artes de Pesca: Pescadores, Práticas, Objectos Instáveis» inaugurou a 3 de Abril de 2014 e ficará patente por um ano no Museu de Etnologia, em Lisboa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://cafeportugal.pt/Default.aspx#ad-image-0" target="_blank" rel="noopener">Café Portugal</a></p>
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		<title>A incrível aventura de sobrevivência na Antárctida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 10:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[O Endurance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com cerca de 170 fotografias inéditas, é agora reeditado um dos mais emblemáticos livros de sobrevivência de sempre, «O Endurance – Encurralados no Gelo», de Caroline Alexander, com edição da Planeta. Precisamente um século depois do navio ter ficado preso no gelo do mar de Weddel, a 160 km da Antárctida. Comandado pelo explorador Ernest [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/456542.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7434" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/456542.jpg" alt="456542" width="492" height="581" /></a></h4>
<p><strong>Com cerca de 170 fotografias inéditas, é agora reeditado um dos mais emblemáticos livros de sobrevivência de sempre, «O Endurance – Encurralados no Gelo», de Caroline Alexander, com edição da Planeta. Precisamente um século depois do navio ter ficado preso no gelo do mar de Weddel, a 160 km da Antárctida.</strong></p>
<p>Comandado pelo explorador Ernest Shackleton e com uma tripulação de 27 homens, o Endurance ficou encalhado a 160 km do seu objetivo. O plano inicial de todos era atravessar pela primeira vez a pé a Antárctida. No entanto, o que era para ser uma viagem épica transformou-se numa viagem de sobrevivência épica, já que o navio Endurance ficou encalhado no gelo.</p>
<p>«O Endurance – Encurralados no Gelo» retrata precisamente a sobrevivência desses homens, sempre dirigidos por Shackleton, um explorador que mostrou ser um invulgar líder, capaz de conseguir manter toda a tripulação viva, num ambiente adverso só por si. No total, a tripulação ficou detida no gelo entre 19 de janeiro de 1915 e 30 de agosto de 1916, quando foi finalmente resgatada.</p>
<p>O livro aborda precisamente como Shackleton conseguiu manter os seus homens vivos, apesar das enormes contrariedades, como o explorador conseguiu fazer com que a moral de todos não caísse a níveis perigosos, como esses mesmos homens conseguiram encontrar uma saída, para muitos inimaginável.</p>
<p>Caroline Alexander retrata uma aventura que parece ficção, mas que existiu na realidade. É complicado escolher um momento para retratar esses dias, mas evidentemente que há dois momentos cruciais: quando Shackleton decidiu procurar uma nova rota com um barco salva-vidas melhorado (construído a partir dos restos do Endurance) e a posterior caminhada a pé por uma rota nunca antes explorada.</p>
<p>O que transforma este livro em algo ainda mais emblemático são as cerca de 170 fotografias tiradas pelo fotógrafo da expedição, Frank Hurley. Imagens que dão vida às palavras de Caroline Alexander e que apenas imortalizam uma aventura de sobrevivência realmente impressionante.</p>
<p>Fonte: <a href="http://diariodigital.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Diário Digital</a></p>
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		<title>“Histórias que vêm do Mar”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 10:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia marinha]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Marinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estará patente no Museu de Marinha – Sala D. Luís, em Lisboa, a partir de 19 Janeiro de 2015, a Exposição “Histórias que Vêm do Mar”. Uma iniciativa do Observatório do Mar dos Açores (OMA), do Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM) e do Museu de Marinha, que conta com o apoio da Escola [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/255748.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7480" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/255748.jpg" alt="255748" width="886" height="960" /></a></p>
<p><strong>Estará patente no Museu de Marinha – Sala D. Luís, em Lisboa, a partir de 19 Janeiro de 2015, a Exposição “Histórias que Vêm do Mar”.</strong></p>
<p>Uma iniciativa do <strong>Observatório do Mar dos Açores (OMA)</strong>, do <strong>Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM) </strong>e do<strong> Museu de Marinha</strong>, que conta com o apoio da Escola Naval, da Marinha Portuguesa, da Direcção Regional da Cultura dos Açores (entidade financiadora) e de vários Museus da sua rede regional (Museu da Horta, Museu de Angra do Heroísmo, Museu Carlos Machado, Museu  das Flores e Museu do Pico). A inauguração terá lugar às 18:00h do dia 19 de Janeiro.</p>
<p>Hoje, o Arquipélago dos Açores assume o Mar como parte da sua identidade cultural, apostando na sua investigação como estratégia de afirmação científica e cultural. A arqueologia subaquática assumiu por isso nas últimas décadas uma importância crescente, sendo a região com maior investimento em investigação, salvaguarda e valorização do seu património subaquático. A valorização tem passado por diversas iniciativas, entre as quais se encontram os Parques Arqueológicos e a Exposição itinerante “Histórias que Vêm do Mar”, numa ação que envolveu até à data o OMA, o CHAM, o Museu da Horta, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, o Museu de Angra do Heroísmo e o Museu do Pico, e que contou com o apoio da Direcção Regional da Cultura dos Açores e da empresa Portos dos Açores, S.A desde o início do projecto.</p>
<p>Esta exposição tem um carácter pedagógico acentuado. Numa primeira parte, inclui painéis que definem as diferenças entre arqueologia subaquática e a caça ao tesouro e enquadra as metodologias usadas pela investigação científica. Numa segunda, mostra os principais sítios subaquáticos registados até à data no arquipélago no quadro da navegação no Atlântico, a partir de objetos emblemáticos recolhidos nos mares dos Açores e dos resultados da investigação científica. Inclui ainda vários vídeos dos trabalhos e sítios arqueológicos expostos.</p>
<p><strong>Inicialmente apresentada na cidade da Horta, no âmbito do estudo dos vestígios arqueológicos subaquáticos recuperados durante os trabalhos arqueológicos de minimização do projeto de requalificação e reordenamento da frente marítima daquela cidade</strong>, esta exposição ganhou itinerância em 2012. Tem por isso sido alargada com painéis e peças associadas a outras realidades do arquipélago, reunindo um acervo variado.</p>
<p>Foi também publicado um catálogo com um conteúdo de base regional, maior do que o apresentado na exposição.</p>
<p>Fotografia: Luís Quinta</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornalacores9.net/" target="_blank" rel="noopener">Açores 9</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu Marítimo de Ílhavo foi dos mais visitados do país em 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2015 09:35:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Marítimo de Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[revista Argos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um total de 66.500 visitantes colocou a instituição no topo da lista dos mais procurados. O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) fechou o ano de 2014 com um total de 66.500 visitantes, o segundo melhor registo da sua história, tendo sido um dos museus municipais mais visitados de Portugal, anunciou esta quinta-feira a instituição. Tendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/565651.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7279" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/565651.jpg" alt="56565" width="1000" height="666" /></a></p>
<p><strong>Um total de 66.500 visitantes colocou a instituição no topo da lista dos mais procurados.</strong></p>
<p>O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) fechou o ano de 2014 com um total de 66.500 visitantes, o segundo melhor registo da sua história, tendo sido um dos museus municipais mais visitados de Portugal, anunciou esta quinta-feira a instituição.</p>
<p><strong>Tendo como uma das mais</strong> <strong>recentes atracções o aquário dos bacalhaus</strong>, o Museu Marítimo de Ílhavo foi a estrutura museológica que atraiu mais público no distrito de Aveiro. Registou mesmo um número de visitantes superior à média dos museus portugueses, &#8220;situando-se no segmento dos 10% das instituições museológicas que atraíram mais público no País&#8221;.</p>
<p>Durante o ano de 2014, o MMI apostou na sua extensão e internacionalização, tendo participado, através de empréstimos de obras e conteúdos, em diversas exposições em museus internacionais (Bilbau e São Sebastião) e realizado várias itinerâncias de exposições em Portugal.</p>
<p>Em termos de edições, publicou o segundo número da revista <em>Argos</em>, em parceria com os principais museus marítimos europeus e de outros continentes, e viu o seu projecto museológico divulgado na revista Drassana, do Museu Marítimo de Barcelona. Em Portugal, teve destaque no último número da <em>Revista Património</em>, da Secretaria de Estado da Cultura.</p>
<p>Oito programas de televisão (dois deles em países estrangeiros) foram dedicados àquele museu municipal, que se encontra também a participar em seis projetos cinematográficos relacionados com o tema da pesca do bacalhau e da cultura do mar, em geral.</p>
<p>O ano de 2014 foi também de reconhecimento da qualidade das suas instalações, com a nomeação do projeto de ampliação do Museu/Aquário de Bacalhaus para o Prémio Mies van der Rohe, edição de 2015, cujo resultado será conhecido em Maio.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.publico.pt/" target="_blank" rel="noopener">Público</a></p>
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		<title>As cordas desta tapeçaria já andaram na pesca</title>
		<link>https://pescazores.com/as-cordas-desta-tapecaria-ja-andaram-na-pesca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 10:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma tapeçaria de 30 metros quadrados com cheiro a maresia está até 18 de janeiro no Museu de Arte Popular, em Lisboa. A recolha da matéria prima &#8211; cabos de nylon usados por pescadores &#8211; começou numa espécie de brincadeira de sensibilização ambiental. Se as cordas de pesca desta tapeçaria de 30 metros quadrados e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="NewsSummary"><strong>Uma tapeçaria de 30 metros quadrados com cheiro a maresia está até 18 de janeiro no Museu de Arte Popular, em Lisboa. A recolha da matéria prima &#8211; cabos de nylon usados por pescadores &#8211; começou numa espécie de brincadeira de sensibilização ambiental.</strong></p>
<div id="Article">
<p>Se as cordas de pesca desta tapeçaria de 30 metros quadrados e de 300 quilos falassem, contariam, talvez, a história dos quatro verões em que o artista Rui Horta Pereira, um grupo de crianças e os pais as recolheram no areal da ilha da Armona, concelho algarvio de Olhão. Quem sabe falariam também dos pescadores que as lançaram ao mar e das marés que as arrastaram para a praia. A quem visita a exposição <i>Água e Um Pouco de Areia Fina</i>, no Museu de Arte Popular, em Lisboa, resta ainda o cheiro a mar que algumas das cordas emanam.</p>
<p>São dez metros de comprimento por três de altura de uma tapeçaria multicolor formada por elementos que outrora eram lixo na praia &#8211; há até uma ficha elétrica &#8211; e que, não fosse a recolha, ali poderiam ficar ao longo de 400 anos. Agora, &#8220;um material sem nobreza ou utilidade passa a ser uma coisa para ver, tocar e cheirar&#8221;, explica ao DN o artista eborense Rui Horta Pereira, há décadas a viver em Lisboa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dn.pt/inicio/">DN</a></p>
</div>
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		<title>Relógio da Hora Legal no Cais do Sodré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 11:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Hora Legal em Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cem anos, em 1914, entrou em funcionamento o primeiro relógio público da hora legal em Portugal, colocado, em conformidade com um plano elaborado pela “Comissão do Novo Signal Horário do Porto de Lisboa”, numa edificação contígua ao então edifício sede da Exploração do Porto de Lisboa, no Cais do Sodré. Este mecanismo, fornecido por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há cem anos, em 1914, entrou em funcionamento o primeiro relógio público da hora legal em Portugal, colocado, em conformidade com um plano elaborado pela “Comissão do Novo Signal Horário do Porto de Lisboa”, numa edificação contígua ao então edifício sede da Exploração do Porto de Lisboa, no Cais do Sodré.</strong></p>
<p>Este mecanismo, fornecido por uma relojoaria alemã, tinha por principal função emitir a hora exata, não só para a cidade, mas principalmente para as embarcações que demandavam o porto de Lisboa. A sua marcha era sincronizada electromagneticamente, cada dois segundos, através de uma linha telegráfica ligada a um pêndulo astronómico existente no Observatório Astronómico da Ajuda, para que fosse assegurado o rigor da informação horária, e comandava à distância dois postes de sinalização colocados um na Junqueira e outro na Alfândega para a transmissão luminosa dos sinais horários à navegação.</p>
<p>Ao longo dos anos, este relógio foi registando várias anomalias e foi objeto de várias reparações, e, com o desenvolvimento tecnológico, foi substituído por outro mais moderno, estando, atualmente, ligado em rede aos servidores da Hora Legal (do Observatório Astronómico de Lisboa), através de um sistema NTP (Network Time Protocol). Já o centenário mecanismo original encontra-se em exposição na Gare Marítima da Rocha, sendo ocasionalmente cedido temporariamente a outras entidades para a realização de exposições.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portosdeportugal.pt/" target="_blank" rel="noopener">Portos de Portugal</a></p>
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