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	<title>Arquivo de exportação de pescado - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>À atenção dos armadores dos Açores: Consumo de pescado na Páscoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 18:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros Associados, Agradeço a vossa atenção para a seguinte informação a baixo relativa às expectativas do que pode ser o mercado de pescado nesta semana que antecede as festividades da Páscoa caso as condições meteorológicas o permitirem.  Jorge Gonçalves &#160; &#160; A, ACPA – Associação de Comerciantes do Pescado dos Açores, FPA – Federação das [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/atencao-dos-armadores-dos-acores-consumo-pescado-na-pascoa/">À atenção dos armadores dos Açores: Consumo de pescado na Páscoa</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Associados,</p>
<p>Agradeço a vossa atenção para a seguinte informação a baixo relativa às expectativas do que pode ser o mercado de pescado nesta semana que antecede as festividades da Páscoa caso as condições meteorológicas o permitirem.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Jorge Gonçalves</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>A, <strong>ACPA </strong>– Associação de Comerciantes do Pescado dos Açores, <strong>FPA </strong>– Federação das Pescas dos Açores e a <strong>APEDA </strong>– Associação de produtores de Espécies Demersais dos Açores, vimos reiterar a informação que nós temos de que, quer o mercado Regional como o Continental e o da Exportação continuam a procurar o nosso pescado, sobre tudo neste dias que antecedem as festividades da Páscoa. No entanto é expectável que haja uma ligeira recuperação de algumas cadeias de comércio que até ao momento tem estado estagnadas ou até mesmo paradas.</p>
<p>Nunca é demais referir, que não é expectável que os preços sejam extremamente elevados, visto que as circunstâncias económicas em todos os países são extremamente desfavoráveis à prática de preços elevados.</p>
<p>Acresce o facto, que nos próximos tempos, algumas outras origens (Exemplo. Marrocos, França, Holanda) deverão começar a retomar alguma actividade da frota pesqueira. Já temos informação que na próxima semana Marrocos vai iniciar a pesca, o que fará com que os preços da Lula dos últimos dias, possam vir a baixar, mas no entanto temos informação que continuará a existir mercado para esta espécie.</p>
<p>Para vossa informação, segue a baixo a listagem das espécies mais procuradas por mercados.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-30245 size-full" src="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2020/04/98754.jpg" alt="" width="1080" height="1576" srcset="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2020/04/98754.jpg 1080w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2020/04/98754-206x300.jpg 206w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2020/04/98754-768x1121.jpg 768w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2020/04/98754-702x1024.jpg 702w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
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		<title>Pescas, queijos e vinhos açorianos podem ganhar potencial de exportação com o acordo de livre comércio entre UE e Canadá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 09:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[acordo CETA]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordo elimina muitas barreiras e taxas alfandegárias abrindo um leque de oportunidades, principalmente, nos sectores das pescas, lacticínios e vinicultura&#8230; O acordo CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) de livre comércio entre a União Europeia e o Canadá encontra-se em processo de ratificação pelos Estados-Membros, sendo que poderá potenciar o crescimento das exportações de produtos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Acordo elimina muitas barreiras e taxas alfandegárias abrindo um leque de oportunidades, principalmente, nos sectores das pescas, lacticínios e vinicultura&#8230;</strong></p>
<p>O acordo CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) de livre comércio entre a União Europeia e o Canadá encontra-se em processo de ratificação pelos Estados-Membros, sendo que poderá potenciar o crescimento das exportações de produtos açorianos para aquele país norte-americano, com particular ênfase para os lacticínios, os vinhos e o pescado.</p>
<p>Com este acordo, concluído em 2014, depois de 5 anos de rondas negociais e assinado durante a cimeira UE-Canadá, em Novembro de 2016, o Canadá é o primeiro país a reconhecer o sistema europeu de Indicação Geográfica, tendo sido incluídos 145 produtos com proteção IG no Acordo, dos quais 19 portugueses, com a possibilidade de serem incluídos novos produtos no futuro, explicou ontem o presidente do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia da República, Carlos César.</p>
<p>No caso particular do Queijo de São Jorge, “encontrou-se uma solução que permite um certo nível de proteção do produto, uma vez que apesar de ser permitido o uso do nome na sua tradução em inglês, tal não poderá induzir o consumidor em erro quanto à sua origem”, disse Carlos César, que falava em Ponta Delgada, num colóquio sobre os desafios e oportunidades que se colocam aos Açores, com este acordo comercial entre a União Europeia e o Canadá.</p>
<p>Aqui, é também de salientar o aumento da quota alocada à importação de queijos da Europa para o Canadá, o que poderá significar o aumento das exportações nacionais deste produto para aquele país.</p>
<p>Entretanto, Lara Martinho, vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS para os Negócios Estrangeiros, identificou, em declarações ao Correio dos Açores, que outros dois produtos que vão beneficiar muito com a abertura comercial que o acordo promove.</p>
<p>Para além dos queijos, “diria que o sector dos lacticínios é um dos sectores com maior potencial, também há as pescas porque, em termos das tarifas aduaneiras, haverá uma redução substancial”.</p>
<p>Depois, também há que ter em conta o sector dos vinhos. “É muito difícil entrar no mercado canadiano nestes três sectores e com a eliminação destas barreiras alfandegárias e destas taxas, abre-se um leque de oportunidades principalmente nestes 3 sectores”, considerou.</p>
<p>No entanto, Carlos César adiantou que é esperado um incremento das trocas comerciais entre a União Europeia e o Canadá na ordem dos 23 por cento.</p>
<p>“Os padrões e regras relativos à segurança alimentar, segurança dos produtos, proteção dos consumidores, saúde, ambiente, emprego e direitos sociais não serão alterados com a entrada em vigor do Acordo. Todos os produtos importados do Canadá terão de cumprir as regras europeias sem excepção”, ressaltou.</p>
<p>O deputado socialista à Assembleia da República disse ainda que o CETA “não só elimina e reduz as barreiras tarifárias e não tarifárias, como introduz elementos de facilitação do investimento”, realçando que o acordo contém previsões sobre um alargado número de áreas, desde as barreiras técnicas ao comércio, serviços, telecomunicações, concorrência, mercados públicos, propriedade intelectual, ambiente, mercado de trabalho, serviços financeiros, entre muitas outras.</p>
<p>“À exceção de alguns produtos agrícolas muito sensíveis, o CETA alcançou um dos níveis mais abrangentes de eliminação de tarifas para a UE, com 99% dos direitos aduaneiros sobre bens eliminados, cerca de 98% à entrada em vigor”, vincou.</p>
<p>Também no evento, o embaixador do Canadá em Portugal Jeffrey Marder, afirmou que o acordo vai permitir que haja mais oportunidade para exportar mais produtos açorianos para o Canadá.</p>
<p>“Já existia o mercado da saudade, devido à grande parte da comunidade portuguesa no Canadá ser açoriana e agora, surge a oportunidade para ir mais além, exportar mais lacticínios ou produtos agrícolas, por exemplo”, disse.</p>
<p>Um aspecto muito importante do acordo, para o embaixador, é a quase eliminação total das tarifas, sobretudo na área agrícola. “Os produtos açorianos, portugueses e europeus vão começar a entrar no mercado canadiano com taxas muito mais reduzidas”, observou.<br />
Na óptica de Jeffrey Marder, os canadianos que conhecem os produtos açorianos pensam primeiro nos queijos. “O Queijo de São Jorge será o mais famoso, mas há outros queijos da Região bem conhecidos no Canadá.”<br />
Com o CETA, o mercado canadiano abre para todos os europeus, pelo que cada país tem de pensar como promover os seus produtos. “A qualidade do produto é muito importante e ela existe nos Açores, mas faz falta um pouco de promoção para aproveitar as oportunidades que este acordo representa”, alertou.</p>
<p>Já o Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas, Rui Bettencourt, referiu que, quando o acordo estiver em vigor, “está previsto, por exemplo no queijo, um aumento da exportação em 6 vezes mais, num período de 7 anos. Assim, nem que seja pelo queijo, este acordo já representa uma óptima oportunidade”.<br />
Para Rui Bettencourt, “é previsível que o nosso queijo, a nossa manteiga e produtos agrícolas como o ananás dos Açores, sejam beneficiados ao nível das exportações e haverá também, certamente, um impacto no PIB e no emprego”.<br />
O secretário regional acredita que os vinhos também terão uma boa dispersão no Canadá e defendeu que a promoção dos produtos no Canadá será muito importante.<br />
“Teremos, por exemplo, em Setembro, o encontro das Casas dos Açores de todo o mundo, a ter lugar em Toronto e uma das questões a tratar lá serão os produtos açorianos. Vamos aproveitar todas as oportunidades para promover, no Canadá, os nosso produtos. É necessário um esforço, que será feito”, garantiu.</p>
<p>Por seu turno, Jorge Rita, Presidente da Federação Agrícola dos Açores (FAA), considerou se abre uma janela de oportunidade que os Açores não podem desaproveitar, até porque têm uma relação muito forte com continente norte-americano, não só ao nível da diáspora mas também”.</p>
<p>Para Jorge Rita, “é preciso perceber que já temos nos Açores muitos produtos com IGP (indicação geográfica protegida) que vão ter vantagens com este acordo e a Região não pode desaproveitar esta oportunidade, ficando cingida aos mercados tradicionais que não valorizam qualquer tipo de produto dos Açores”.</p>
<p>O presidente da FAA disse que é necessário estar atento, “no sentido de agilizar algum negócio, algum comércio, para que quando a legislação estiver toda agilizada termos já os primeiros contactos estabelecidos”.</p>
<p>Segundo o mesmo, “há alguma negligência dos industriais na área dos lacticínios, que é a que vai ter maior expressão comercial no Canadá. Estão demasiado acomodados aos mercados tradicionais e agora toda a gente percebe que temos de internacionalizar os nossos produtos”, referiu.</p>
<p>Entretanto, Mário Fortuna, Presidente da Câmara do Comércio e Indústria da Ponta Delgada (CCIPD) afirmou que todos os acordos de liberalização são benéficos, “seja por abrir a hipótese de fazer exportações e trazer vantagens nestes mercados de exportação, seja por podermos comprar produtos a menor preço”.</p>
<p>Mário Fortuna deu conta de que o Canadá “não tem uma relação muito forte com os Açores no que toca a exportações de cá para lá, mas temos interesses significativos no Canadá porque os aviões da SATA Air Açores foram importados deste país” e precisam continuamente de serviços de lá provenientes.</p>
<p>Ainda no colóquio, Carlos César, deputado socialista à Assembleia da República, lembrou, “dado estarmos nos Açores, uma Região Autónoma, um aspeto que esteve associado ao adiamento da assinatura do Acordo, que esteve ameaçada pela região belga da Valónia, pois de acordo com as regas naquele país, que é um Estado federado, o Governo federal só pode assinar acordos internacionais com a autorização dos parlamentos regionais. O impasse foi resolvido depois de ser acordada a introdução de uma adenda respondendo às preocupações da Região”.</p>
<p>O CETA inclui um novo instrumento de resolução de conflitos de investimento, o Investment Court System. Portugal, não tendo um acordo bilateral com o Canadá relativo à proteção do investimento, como outros Estados-Membros têm, beneficiará com este mecanismo.</p>
<p>Outro aspecto muito relevante é que, por via deste acordo, o Canadá abriu o acesso aos mercados públicos ao nível estatal, provincial e municipal às empresas europeias, sendo estas as primeiras não-canadianas a poder fazê-lo.</p>
<p>No que diz respeito apenas a Portugal, apesar do mercado canadiano representar apenas 0.7% das exportações portuguesas, perspectiva-se um incremento das relações comerciais e de investimento. “De resto, nós sabemos bem aqui nos Açores que se trata de um mercado importante para produtos tradicionais, tanto agroalimentares como industriais”, disse Carlos César.</p>
<p>O mesmo apontou que, entre os sectores com maior potencial de crescimento, destacam-se as energias renováveis, a biotecnologia, o sector farmacêutico, tecnologias de informação e comunicação, indústria automóvel, têxtil, calçado, vinhos e produtos alimentares, máquinas e equipamentos.</p>
<p>Lara Martinho, que tem seguido todo o processo inerente ao CETA, afirmou que o acordo é “muito inovador e tem sido referenciado como um modelo para futuras negociações da União Europeia no que respeita a acordos comerciais”.</p>
<p>Segundo a vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS para os Negócios Estrangeiros, o tratado traz um conjunto de vantagens, “e no caso dos Açores vêm ainda mais reforçadas, não só pelo facto de o Canadá em termos de visão do mundo e de valores ser muito idêntico à Europa e a Portugal, mas também pelo facto de termos uma grande comunidade açoriana no Canadá, cerca de 70 por cento dos emigrantes portugueses no Canadá são açorianos ou descendentes de açorianos”.</p>
<p>A realidade, referiu, é que as trocas comerciais entre Canadá e Portugal são hoje inferiores a 1 por cento e, portanto, “há aqui um potencial muito grande em termos de crescimento das relações comerciais”.</p>
<p>Lara Martinho explicou igualmente que, quando é feita a análise a este acordo, perspectiva-se que as trocas comerciais entre Canadá e UE possam crescer 23 por cento.</p>
<p>Assim, defendeu, “Portugal tem uma percentagem tão reduzida que há aqui a perspectiva de que o crescimento seja muito significativo”.</p>
<p>O que este acordo também traz de interessante é que elimina cerca de 92 por cento das tarifas e taxas alfandegárias que são aplicadas aos produtos.</p>
<p>Por outro lado, vai trazer menos burocracia na certificação, na avaliação de conformidade e das regras fitossanitárias, “isto também era um constrangimento para as empresas, que para além de fazer a certificação em Portugal depois ainda tinham de fazer uma nova certificação para o mercado canadiano. Com a implementação deste acordo deixa de haver esta necessidade de uma dupla certificação”, observou.</p>
<p>Em termos de redução e poupança anual estima-se que sejam à volta dos 500 milhões de euros em direitos aduaneiros para as empresas europeias.</p>
<p>As empresas portuguesas podem economizar mais de 500 milhões de euros por ano em impostos e aumentar a sua quota de acesso a concursos públicos no Canadá, em mercados como as telecomunicações, energia e transportes.</p>
<p>O tratado eleva gradualmente as quotas europeias para produtos agrícolas do Canadá e uniformiza as regulações de produtos como a maquinaria industrial, equipamento rádio, jogos ou equipamentos de medição.</p>
<p>Não entram no acordo CETA, por exemplo, os serviços sociais, como a educação, e aplicam-se restrições a outros setores como o audiovisual.</p>
<p>Também permite as exportações canadianas de organismos geneticamente modificados (OGM) ou carne de vaca tratada com hormonas.</p>
<p>Fonte: Correio dos Açores</p>
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		<title>Açores // Exportações para o estrangeiro caem 19% com quebras no peixe fresco e conservas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 10:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor das exportações dos Açores para o Estrangeiro caiu, entre 2015 e 2016, de 104 milhões para 84 milhões de euros, o que representa uma quebra de 19%, sendo a principal causa da diminuição as exportações de peixe fresco e conservas. A evolução do comércio internacional (ver gráfico) mostra que, enquanto, no passado recente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O valor das exportações dos Açores para o Estrangeiro caiu, entre 2015 e 2016, de 104 milhões para 84 milhões de euros, o que representa uma quebra de 19%, sendo a principal causa da diminuição as exportações de peixe fresco e conservas.</strong></p>
<p>A evolução do comércio internacional (ver gráfico) mostra que, enquanto, no passado recente, de 2006 a 2011, se registou uma subida significativa das exportações da Região, a partir dessa altura, os valores apresentam-se irregulares, sendo que nos últimos quatro anos se registou uma tendência decrescente que atingiu nesse espaço de tempo 32%.</p>
<p>Só para se ter uma ideia, de 2015 para 2016, a exportação de peixe fresco para países extracomunitários caiu de 2,5 milhões de euros para 598 mil euros e os produtos referentes à indústria alimentar, nos quais se integram as conservas, desceram mais de 20 milhões de euros.</p>
<p>O comércio internacional dos Açores, em termos globais, não tem grande significado no conjunto da economia, representando apenas 2 a 3% do PIB da Região, mas equilibra o valor das importações que é sempre superior, sendo por vezes o dobro.</p>
<p>É natural que algumas exportações para o estrangeiro se faça através de empresas nacionais, mas, mais uma vez, como noutros sectores, são mais valias que se perdem.</p>
<p>Na apreciação das exportações há, todavia, a registar uma subida de vendas de produtos agrícolas, verificando-se um crescimento de 645 mil euros para 1,8 milhões de euros, um dado positivo mas que não é suficiente compensar a diminuição nas pescas e na indústria.</p>
<p>No sector da agricultura incluem-se as exportações de próteas para a Holanda, um sector que se tem revelado promissor, sendo que só da Terceira as vendas já ultrapassam os 600 mil euros por ano.</p>
<p>Nos lacticínios, são pouco significativos os valores do comércio de produtos lácteos para o estrangeiro.</p>
<p>No conjunto, ou seja incluindo as vendas para o continente, para a Madeira e na própria Região, em 2016 o valor atingiu 279 milhões de euros, uma receita bastante significativa no rendimento das ilhas, apesar da quebra de 2% registada relativamente ao ano anterior.</p>
<p>Estas vendas dizem respeito a leite, queijo, leite em pó, manteiga, natas e soro.</p>
<p>Foto: António Silveira</p>
<p>Fonte: Rafael Cota / Diário dos Açores</p>
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		<title>Empresa inovadora conquista mercados de excelência com peixe dos Açores (vídeo)</title>
		<link>https://pescazores.com/empresa-inovadora-conquista-mercados-de-excelencia-com-peixe-dos-acores-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 23:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[Fat Tuna]]></category>
		<category><![CDATA[inovação nas pescas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com menos de um ano de existência, a Fat Tuna, de São Miguel, já conquistou os mercados de excelência com o peixe dos Açores e prepara-se para aumentar a capacidade de produção. Pescar menos e vender mais. É este o segredo para o sucesso da empresa Fat Tuna, sedeada em São Miguel, que introduziu nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header>Com menos de um ano de existência, a Fat Tuna, de São Miguel, já conquistou os mercados de excelência com o peixe dos Açores e prepara-se para aumentar a capacidade de produção.</p>
<p>Pescar menos e vender mais. É este o segredo para o sucesso da empresa Fat Tuna, sedeada em São Miguel, que introduziu nos Açores métodos de maneio de pescado importados do Japão.</p>
<p>A Fat Tuna está em atividade há menos de um ano. No entanto, segundo os responsáveis da empresa, já garantiu uma carteira de procura superior à capacidade de produção instalada.</p>
<p>A administração assegurou à RTP Açores que a recetividade ao peixe dos Açores tem superado as expectativas, sobretudo nos mercados de excelência no território nacional.</p>
<p>A empresa está agora a preparar a ampliação da estrutura de fábrica para se dedicar ao pescado de grandes dimensões.</p>
<div>
<p><a href="https://www.rtp.pt/acores/economia/empresa-inovadora-conquista-mercados-de-excelencia-com-peixe-dos-acores-video_53416" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Para ver aqui</strong></span></a></p>
<p>Fonte: Telejornal RTP Açores</p>
</div>
</header>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/empresa-inovadora-conquista-mercados-de-excelencia-com-peixe-dos-acores-video/">Empresa inovadora conquista mercados de excelência com peixe dos Açores (vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Armadores açorianos vão poder candidatar-se a apoios para investimentos inovadores a bordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 23:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[apoios aos armadores]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[Fat Tuna]]></category>
		<category><![CDATA[Mar 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje, na Ribeira Grande, que será lançado, em breve, um novo apoio aos investimentos a bordo das embarcações nos domínios da limitação dos impactos da pesca, do valor acrescentado e qualidade do pescado, da eficiência energética e da segurança e higiene. Este novo regime de apoio será cofinanciado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje, na Ribeira Grande, que será lançado, em breve, um novo apoio aos investimentos a bordo das embarcações nos domínios da limitação dos impactos da pesca, do valor acrescentado e qualidade do pescado, da eficiência energética e da segurança e higiene.</strong></p>
<p>Este novo regime de apoio será cofinanciado pelo programa MAR 2020 e está enquadrado na Prioridade 1 do Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e as Pescas (FEAMP).</p>
<p>Gui Menezes, que falava à margem de uma visita à empresa açoriana &#8216;Fat Tuna&#8217;, de transformação e comercialização de pescado, reconheceu o trabalho que está a ser desenvolvido por esta empresa para a valorização do pescado açoriano, através da “implementação de técnicas inovadoras”, elogiando o incentivo que é feito à utilização de artes seletivas de pesca, que contribuem para a sustentabilidade dos recursos piscícolas.</p>
<p>A &#8216;Fat Tuna&#8217; dedica-se ao comércio de peixe, fresco e ultracongelado, e recorre a técnicas japonesas e a tecnologias inovadoras com o intuito de valorizar o pescado, nomeadamente o sangramento e a destruição do sistema nervoso central do peixe e posteriormente o seu acondicionamento em água do mar e gelo.</p>
<p>O Secretário Regional salientou estar “bem impressionado” com os métodos de trabalho desta empresa e apontou-a como “um dos exemplos de sucesso” no que respeita a “formas inovadoras&#8221; de tratar o pescado, acrescentando que está “na linha da estratégia que o Governo dos Açores definiu há algum tempo para o setor&#8221;, ou seja, &#8220;pescar menos e obter mais rendimento desse pescado”.</p>
<p>Gui Menezes destacou o facto desta empresa apenas trabalhar com pescadores que utilizam “as técnicas tradicionais de pesca mais sustentáveis”, como a linha de mão, salto e vara e o carreto elétrico, e que tenham condições a bordo para armazenar em gelo o pescado capturado.</p>
<p>A empresa está no mercado desde o final de 2016 e contou com o apoio do Governo dos Açores para a construção da sua fábrica, através do programa PROPESCAS.</p>
<p>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia tem incluído nos cursos de formação de pescador módulos relacionados com boas práticas no manuseamento e na conservação do pescado a bordo com o objetivo de valorizar o pescado açoriano.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Açores exportaram em 2016 menos 545,3 toneladas de pescado do que em 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 16:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[crise setor pescas]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exportação de peixe caiu o ano passado nos Açores 21,5% em relação a 2015, uma quebra que se reflectiu em toda a fileira do pescado, mas sobretudo na frota atuneira e na classe piscatória. De facto, o ano passado, a Região exportou 1.995.958 quilos de peixe, menos 545,308 quilos do que em 2015. Entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A exportação de peixe caiu o ano passado nos Açores 21,5% em relação a 2015, uma quebra que se reflectiu em toda a fileira do pescado, mas sobretudo na frota atuneira e na classe piscatória. De facto, o ano passado, a Região exportou 1.995.958 quilos de peixe, menos 545,308 quilos do que em 2015.<br />
Entre as espécies piscícolas mais exportadas estão o goraz, o imperador e o alfocim, espécies que estão limitadas por quotas e que atingem valores tão elevados no mercado que inibem a sua compra pela maioria esmagadora dos consumidores açorianos.<br />
A quebra na exportação de pescado deveu-se o ano passado, sobretudo, à grande diminuição nas pescarias do atum patudo, que é praticamente todo exportado em fresco para o continente português, Espanha, Japão e outras origens.<br />
Da ilha de São Miguel foram exportados o ano passado 1.065.310 quilos de pescado, menos 27,1% do que em 2015, ano em que foram exportados 1.459.958 quilos de peixe.<br />
Uma das maiores quebras na exportação de pescado o ano passado aconteceu na Terceira. Em 2016 foram exportados da ilha 385.779 quilos de pescados quando, em 2015, haviam sido exportados 598.163 quilos de pescado.<br />
Da ilha do Faial foram exportados o ano passado 183.001 quilos de pescado quando, em 2015, haviam sido exportados 203.093 quilos. A quebra na exportação foi de 9,9%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ilhas que aumentaram exportações</strong></p>
<p>As únicas duas ilhas da Região que aumentaram a exportação de pescado foram o Pico (+cerca de 40%); e São Jorge (+109,4%).<br />
De facto, da ilha do Pico exportou-se o ano passado 44.683 quilos de pescado quando, no ano anterior, havia-se exportado 31.794 quilos de peixe.<br />
Na ilha de São Jorge exportou-se o ano passado 33.304 quilos de pescado, quando em 2015 se haviam exportado apenas 15.910 quilos de peixe.<br />
Em 2016, a exportação de pescado também cresceu em Santa Maria (48.435 quilos) quando, no ano anterior havia exportado 31.579 quilos.<br />
Em contrapartida, registou uma quebra na exportação de pescado da Graciosa. O ano passado foram exportados da ilha 75.631 quilos de pescado quando, em 2015, haviam exportado 124.102 toneladas de pescado.<br />
Na ilha das Flores registou-se o ano passado uma quebra na exportação do pescado (47.302 quilos), quando, em 2015, haviam exportado 69.541 quilos.<br />
Na ilha do Corvo a exportado de pescado veio para metade o ano passado (3.858 quilos) quando em 2015, do Corvo tinha sido exportado 7.134 quilos de pescado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conservas não sofreram com quebra na pesca</strong></p>
<p>A indústria de conservas e preparados de peixe com sede nos Açores, que vive essencialmente do atum bonito e algum patudo, curiosamente, não sofreu qualquer efeito com a redução das capturas de pescado na Região, exportando o ano passado praticamente o mesmo que em 2015.<br />
De facto, enquanto em 2015 a indústria conserveira regional havia exportado 8.134.011 quilos de peixe em conservas, no valor de 48,1 milhões de euros, no ano passado a exportação foi de 8.085.007 quilos de pescado em conservas, no valor de 48,9 milhões de euros. Ou seja, o mercado das conservas estava tão favorável o ano passado para a indústria conserveira regional que menos peixe em conservas representou mais valor no mercado.<br />
Mais de metade das conservas açorianas (4,4 mil toneladas no valor de 29,1 milhões de euros) foram o ano passado para o mercado nacional. Praticamente duas mil toneladas de conservas, no valor de 10,6 milhões de euros, foram exportadas para o mercado da União Europeia. Para países terceiros foram exportadas 1,6 mil toneladas de conservas, no valor de 9,1 milhões de euros.</p>
<p>Fonte: Correio dos Açores</p>
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		<title>Peixe dos Açores chega com frescura inovadora aos restaurantes de Lisboa (vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 11:08:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[Fat Tuna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fat Tuna é uma empresa sediada em São Miguel que está a revolucionar a preparação e venda de peixe, aplicando técnicas japonesas e tecnologias inovadoras. O que distingue a Fat Tuna é a inovação. Um negócio de família que desde cedo está ligada à pesca e que tem apostado na alta tecnologia e técnicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header><strong>A Fat Tuna é uma empresa sediada em São Miguel que está a revolucionar a preparação e venda de peixe, aplicando técnicas japonesas e tecnologias inovadoras.</strong></p>
</header>
<p>O que distingue a Fat Tuna é a inovação. Um negócio de família que desde cedo está ligada à pesca e que tem apostado na alta tecnologia e técnicas de preparação japonesas para obter a máxima frescura do pescado.</p>
<div>
<p>A empresa pretende a internacionalização do negócio, para já, o peixe é vendido a restaurantes e chef&#8217;s da capital.</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-admin/post.php?post=15248&amp;action=edit&amp;message=10" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Para ver aqui</strong></span></a></p>
<p>Fonte: Telejornal RTP-A</p>
</div>
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		<item>
		<title>Cresce a procura de peixe português nos mercados internacionais</title>
		<link>https://pescazores.com/cresce-a-procura-de-peixe-portugues-nos-mercados-internacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 12:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[ACOPE]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[o melhor peixe do mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Oportunidade única&#8221; para relançar a pesca algarvia. As ações de marketing que afirmam que Portugal tem o “melhor peixe do mundo” estão a dar frutos, com o nosso pescado a ter grande projeção por toda a Europa e pelo mundo. A prova disso é que as exportações de produtos de pesca estão a crescer desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6>&#8220;Oportunidade única&#8221; para relançar a pesca algarvia.</h6>
<p><span style="color: #808080;"><strong>As ações de marketing que afirmam que Portugal tem o “melhor peixe do mundo” estão a dar frutos, com o nosso pescado a ter grande projeção por toda a Europa e pelo mundo. A prova disso é que as exportações de produtos de pesca estão a crescer desde 2012. Em declarações ao JA, o presidente da Organização de Produtores de Pesca do Algarve, Miguel Cardoso, diz que esta é “uma oportunidade única para relançar o setor” na região. O cenário é de otimismo, mas ainda há muito trabalho a fazer para o Algarve recuperar o protagonismo e o retorno financeiro associado à produção pesqueira.</strong></span></p>
<p>O mundo está finalmente a reconhecer a “qualidade única” do nosso pescado e, devido a isso, o setor da pesca está em franca recuperação, afirma a ACOPE – Associação dos Comerciantes de Pescado, destacando que as exportações de produtos de pesca portugueses crescem há cinco anos consecutivos.</p>
<p>Segundo a associação, este reconhecimento deve-se muito às ações de marketing das autoridades do setor que afirmam que Portugal tem o “melhor peixe do mundo” e que, desta forma, “tem levado a uma grande curiosidade do mercado internacional por este produto”.</p>
<p>Em declarações esta semana ao JA, o presidente da Organização de Produtores de Pesca do Algarve (OlhãoPesca), Miguel Cardoso, confirma que as exportações dos produtos da pesca transformados (conservas, congelados, etc.) estão em expansão e “os produtos processados nas poucas fábricas existentes no Algarve não são exceção”.</p>
<p>Outro grupo cujas exportações se têm evidenciado foram os moluscos, onde o polvo se tem destacado.</p>
<p>“Os nossos produtos da pesca estão a ter grande projeção por toda a Europa e pelo mundo, graças às políticas assumidas pelos governos recentes, com a colaboração de todos os operadores intervenientes na cadeia de valor. Assim, o resultado desse esforço começa a dar frutos com o efetivo reconhecimento da qualidade do nosso pescado, bem como das formas de processamento”, salienta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Potencial ainda não se traduz no aumento de vendas.</strong></p>
<p>Segundo Miguel Cardoso, as ações promocionais têm incentivado “uma crescente procura e a prova por parte dos consumidores, bem como dos operadores turísticos”, o que tem resultado em mais valias para o setor.</p>
<p>Mas há ainda muito trabalho por fazer, pois esse potencial ainda não se traduz diretamente no aumento das vendas, porque muitas das espécies capturadas pela nossa frota ainda são desconhecidas nos mercados potenciais.</p>
<p>“De uma forma geral, o volume de vendas não aumentou, mas houve um ligeiro aumento do preço médio do pescado. Ou seja, manteve-se ou até baixou a oferta, para uma boa gestão dos recursos, e aumentou a procura”, explica o presidente da OlhãoPesca.</p>
<p>Em relação ao facto de as espécies mais capturadas (carapau e cavala) não serem tão comerciáveis nos mercados internacionais, Miguel Cardoso adianta que esse aspeto pode ser facilmente contornável, com “a criação de pratos e receitas junto dos operadores turísticos para promover estas espécies”, dando assim continuidade às operações de marketing que têm vindo a ocorrer, com sucesso, nos últimos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Porque temos um peixe tão especial?</strong></p>
<p>Miguel Cardoso considera que a excelência do nosso pescado “deriva do facto de ser colocado à disposição do mercado poucas horas após a sua captura, por ser capturado por artes de pesca pouco agressivas em termos de operação de pesca e por tratar-se de uma costa oceânica ambientalmente bem preservada”. Todos estes fatores fazem com que o nosso pescado seja de “grande frescura e qualidade”.</p>
<p>É esta diferenciação que, na opinião dos grandes especialistas e <i>chefs</i>, tornou o peixe português especial e tem feito subir o interesse pelo peixe nacional nos mais exclusivos restaurantes do mundo.</p>
<p>O presidente da Organização de Produtores de Pesca do Algarve revela que “Espanha continua a ser o maior comprador” do pescado algarvio, mas há muitos outros países interessados nos nossos produtos de pesca, como a França, Itália, Suíça, Brasil, Estados Unidos, Canadá, Angola e Japão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Os próximos cinco anos são decisivos”.</strong></p>
<p>Falando das espécies com maior potencial de exportação, Miguel Cardoso refere “o polvo, o atum rabilho, a sardinha, a cavala, os crustáceos, a pescada e alguns moluscos bivalves” que, pela sua qualidade, podem vir a criar nichos de mercado com um alto valor acrescentado.</p>
<p>Assim sendo, está traçado um quadro de otimismo para a fileira do peixe português, apoiado nas campanhas de divulgação que têm resultado em sucessivos recordes de exportação.</p>
<p>Para a Associação dos Comerciantes de Pescado, “os próximos cinco anos são decisivos, tanto no aumento das vendas para os mercados tradicionais, como na procura de outros mercados que poderão também vir a revelar-se como grandes consumidores”.</p>
<p>O presidente da OlhãoPesca partilha deste otimismo, suportado pela “grande projeção a nível mundial do pescado português”, que encara como “uma oportunidade única para relançar o setor pesqueiro nacional, bem como toda a cadeia de valor”. “Cabe-nos aproveitar esta oportunidade e dar continuidade ao trabalho entretanto iniciado”, sublinha Miguel Cardoso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Peixe importado fornece três quartos do consumo nacional.</strong></p>
<p>Mas se as exportações estão em crescimento desde 2012, também as importações estão a aumentar, devido ao facto de a frota pesqueira ser bastante reduzida para responder ao consumo interno, o que resulta na importação de peixe de países não comunitários. Atualmente, o peixe importado já fornece três quartos do consumo nacional.</p>
<p>“A pesca nacional sofreu uma redução considerável nos últimos 20-25 anos devido às políticas adotadas, bem como aos abates que ocorreram na frota de pesca, sendo que estes fatores tiveram – e ainda têm – influência no atual cenário”, acentua Miguel Cardoso, frisando que a razia da frota pesqueira conduziu à invasão do mercado com pescado transformado importado, fácil de confecionar e consumir”.</p>
<p>Desde o início dos anos 90 que a frota algarvia perde dimensão e todos os anos a receita de Bruxelas é cortar nas quantidades de apanha. Porém, em 2017, a quota de pesca para Portugal terá um aumento de 11%, subindo para as 121 mil toneladas.</p>
<p>Ainda assim, persistem alguns constrangimentos, como o facto de os pescadores e armadores do Algarve não terem recebido os subsídios relativos à cessação temporária da pesca da sardinha. O Ministério do Mar admite que não está tudo pago, mas que o dinheiro chegará até ao final do mês.</p>
<p>Mesmo assim, o aumento da procura por parte dos mercados internacionais é um sinal de esperança para o setor e uma oportunidade para o Algarve voltar a ganhar o protagonismo e o retorno financeiro associado à produção pesqueira. É o que esperam os pescadores e os consumidores do “melhor peixe do mundo”.</p>
<p>Fonte: Jornal do Algarve</p>
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		<item>
		<title>Exportações de produtos de pesca portugueses crescem desde 2012</title>
		<link>https://pescazores.com/exportacoes-de-produtos-de-pesca-portugueses-crescem-desde-2012/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 11:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[ArtesanalPesca]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[o melhor peixe do mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O facto de termos uma costa com mais de 900 quilómetros de extensão e uma zona económica exclusiva superior a 1,7 milhões de quilómetros quadrados, numa das melhores zonas do oceano Atlântico, fez com que desde sempre a pesca fosse uma arte tradicional, e que agora o mundo esteja a reconhecer a qualidade única do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O facto de termos uma costa com mais de 900 quilómetros de extensão e uma zona económica exclusiva superior a 1,7 milhões de quilómetros quadrados, numa das melhores zonas do oceano Atlântico, fez com que desde sempre a pesca fosse uma arte tradicional, e que agora o mundo esteja a reconhecer a qualidade única do nosso pescado.</strong></p>
<p>O sector da pesca está actualmente em grande recuperação, muito por via das acções de marketing das autoridades do sector que afirmam que Portugal tem o Melhor Peixe do Mundo e que, desta forma, tem levado a uma grande curiosidade do mercado internacional por este produto. Mas há ainda muito trabalho por fazer, pois como nos diz Carlos Macedo, da ARTESANALPESCA. “Apesar de termos o melhor peixe do mundo, o que é reafirmado por gente insuspeita de diferentes nacionalidades, esse potencial ainda não se traduz directamente no aumento das vendas, porque muitas das espécies capturadas pela nossa frota, ainda são desconhecidas nos mercados potenciais. Também as espécies de maior volume de captura (carapau e cavala) são bastante difíceis de preparar. Estes aspectos são obviamente contornáveis, sendo necessário investimento na divulgação das espécies, através de uma agência nacional que assuma essa empreitada, um pouco à imagem do que a Noruega faz com o salmão. Temos de facto o melhor produto, resta saber se temos essa capacidade”. Por seu turno, Luis Silvério da Associação dos Comerciantes de Pescado, considera que a excelência do nosso pescado “deriva de factores como a temperatura e profundidade das águas, grau de salinidade e oxigénio disponível e a iluminação das correntes marítimas que influenciam directamente a qualidade do peixe”. É esta diferenciação que, na opinião dos grandes chefs, tornou o peixe português especial e tem feito subir o interesse pelo peixe grosso nos mais exclusivos restaurantes do mundo.</p>
<p><strong>Os grandes consumidores do peixe português</strong><br />
O valor das exportações dos produtos da pesca encontra -se numa curva ascendente desde 2012. De um modo geral, dentro da União Europeia, a Espanha continua a ser o principal destino dos produtos da pesca nacionais, seguindo-se a Itália e a França, revela Luís Silvério, que continua “fora desse raio de acção, pois as exportações dos produtos da pesca são essencialmente efectuadas para o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Angola, Suíça e Japão. O principal cliente para peixes congelados (excepto filetes) continua a ser a Espanha que, em 2015, reforçou a sua posição em relação ao ano anterior, o que se traduziu em mais 25,2 milhões de euros; seguem-se Brasil, Itália, França, Angola e Canadá.<br />
Falando das espécies com mais potencial de exportação, Carlos Macedo considerou “aquelas que existem em maior abundância como a Cavala e o Carapau, existindo ainda algumas que pela sua qualidade podem vir a criar nichos de mercado com um alto valor acrescentado.”. Carlos Macedo critica ainda o regime de quotas, imposto no regime de TAC’s que segundo o próprio “não acautela nem defende a especificidade da pesca nacional, quase exclusivamente de cariz artesanal”.<br />
Já Luis Silvério considera que “muito embora os peixes azuis (sardinha, cavala e sardas) pela sua quantidade exportável continuem a ter mais expressão, também o bacalhau, camarão e polvo, assim como alguns peixes nobres (goraz, pregado, robalo, cherne e dourada) conhecerão algum incremento”.</p>
<p><strong>2012 trouxe um aumento de 12% à exportação</strong><br />
Os últimos anos conheceram um aumento exponencial das exportações de peixe português. Os peixes congelados foram o principal grupo de produtos exportados, posição que, nos últimos anos, tem sido ocupada pelas preparações, conservas de peixe e preparação de ovas. Outro grupo cujas exportações se têm evidenciado foram os moluscos, onde o polvo se tem destacado.<br />
Está traçado um quadro de optimismo para a fileira do peixe português, apoiado nas campanhas de divulgação que têm resultado em aumento de vendas, batendo sucessivos recordes de exportação. Os próximos cinco anos são decisivos, tanto no aumento das vendas para os mercados tradicionais, como na procura de outros mercados que poderão também vir a revelar-se como grandes consumidores. Segundo Luis Silvério “cada vez mais as pequenas empresas têm apostado em estar presentes em feiras internacionais que são montras por excelência e que permitem uma interacção única com um vasto leque de intervenientes. É precisamente aí que também é possível os empresários aperceberem-se onde poderão e deverão inovar, constatando nalguns casos a sublimidade dos produtos portugueses. Nesse sentido o crescimento das exportações está também associado ao sucesso e eficácia das acções externas realizadas por parte das empresas”.<br />
Por seu turno, Carlos Macedo não quer antever com rigor o crescimento dos próximos cinco anos, mas acredita que ele será possível “mas dependerá sempre dos índices de abundância das espécies e de muitos aspetos paralelos, nomeadamente índices cambiais e outros que, na actual situação geopolítica, são difíceis de prever. Acredito que o cenário é positivo, mas difícil de prever com precisão” – conclui Carlos Macedo, da ARTESANALPESCA.</p>
<p>Fonte: Mundo Português</p>
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		<title>Sata empenhada em facilitar transporte de pescado (vídeo)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 12:25:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sata anunciou terça-feira que até final da semana vai apresentar um documento que irá regulamentar o transporte aéreo de pescado. O presidente da empresa espera desta forma criar uma relação mais estreita entre o setor das pescas e a Sata. Recorde-se que a transportadora aérea regional tem sido largamente criticada por deixar peixe fresco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header>A Sata anunciou terça-feira que até final da semana vai apresentar um documento que irá regulamentar o transporte aéreo de pescado.</p>
<p>O presidente da empresa espera desta forma criar uma relação mais estreita entre o setor das pescas e a Sata.</p>
<p>Recorde-se que a transportadora aérea regional tem sido largamente criticada por deixar peixe fresco em terra, alegando falta de espaço nos aviões.</p>
<p><a href="http://www.rtp.pt/acores/economia/sata-empenhada-em-facilitar-transporte-de-pescado-video_50746" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Para ver aqui</strong></span></a></p>
<p>Telejornal RTP/Açores</p>
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