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	<title>Arquivo de Fundação Waitt - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Açores vão triplicar áreas marinhas protegidas nos próximos 3 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 16:19:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão surge depois de duas expedições que confirmaram os efeitos negativos da ação humana no oceano. Contudo, a medida está a preocupar alguns pescadores, que vão ver limitada a área de atividade. &#160; Vídeo disponível aqui​ Fonte: SIC Noticias &#160;</p>
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<p class="lead"><strong>A decisão surge depois de duas expedições que confirmaram os efeitos negativos da ação humana no oceano.</strong></p>
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<p>Contudo, a medida está a preocupar alguns pescadores, que vão ver limitada a área de atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><a href="https://sicnoticias.pt/pais/2019-03-03-Acores-vao-triplicar-areas-marinhas-protegidas-nos-proximos-3-anos" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vídeo disponível aqui​</strong></a></p>
<p>Fonte: SIC Noticias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/acores-vao-triplicar-areas-marinhas-protegidas-nos-proximos-3-anos/">Açores vão triplicar áreas marinhas protegidas nos próximos 3 anos</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Açores protegem o Mar (Vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 16:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Açores vão ter mais 150 mil kilómetros quadrados de novas áreas marinhas protegidas abrangendo 15 por cento da sua zona económica exclusiva. A sua implementação está integrada no programa Blue Azores que resulta de uma aliança entre o governo regional, a fundação Oceano Azul e o Instituto Wait. O memorando de entedimento entre as [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/acores-protegem-mar-video/">Açores protegem o Mar (Vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="margin-top-0 text-light"><strong>Os Açores vão ter mais 150 mil kilómetros quadrados de novas áreas marinhas protegidas abrangendo 15 por cento da sua zona económica exclusiva.</strong></p>
<p>A sua implementação está integrada no programa Blue Azores que resulta de uma aliança entre o governo regional, a fundação Oceano Azul e o Instituto Wait.</p>
<p>O memorando de entedimento entre as 3 entidades foi assinado quinta-feira na ilha do Faial.</p>
<p><a href="https://www.rtp.pt/acores/local/acores-protegem-o-mar-video_60576" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vídeo disponível aqui​</strong></a></p>
<p>Fonte: RTP Açores</p>
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		<title>Ainda existem ‘oásis’ no mar dos Açores que são “frágeis” e importa preservar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2016 10:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oceano Azul]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade Francisco Manuel dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expedição científica ao grupo Oriental do Arquipélago, que agora termina, decorreu durante 10 dias e resulta de uma colaboração entre a Fundação Waitt e a Fundação Oceano Azul, em processo de criação pela Sociedade Francisco Manuel dos Santos, na sequência da concessão do Oceanário de Lisboa. Durante duas semanas, a equipa científica internacional, liderada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A expedição científica ao grupo Oriental do Arquipélago, que agora termina, decorreu durante 10 dias e resulta de uma colaboração entre a Fundação Waitt e a Fundação Oceano Azul, em processo de criação pela Sociedade Francisco Manuel dos Santos, na sequência da concessão do Oceanário de Lisboa.</strong></p>
<p>Durante duas semanas, a equipa científica internacional, liderada pelo professor Emanuel Gonçalves do MARE/ISPA e que integrou investigadores portugueses, (cinco dos quais da Região), das principais instituições científicas nacionais (MARE e IMAR/Açores, CIBIO/Universidade dos Açores e CCMAR/UAlg), e dois investigadores espanhóis (SEAB/CSIC); estudou a vida marinha das zonas costeiras e nos bancos de baixa profundidade das ilhas de São Miguel, Santa Maria e ilhéus das Formigas a partir do ‘Plan-B’, o navio da Fundação Waitt.</p>
<p>Esta expedição teve como objectivo principal promover um levantamento exaustivo dos valores naturais marinhos presentes na Região e documentar em filme os trabalhos realizados.</p>
<p>Foram avaliadas as actuais zonas incluídas no Parque Marinho dos Açores, em articulação com os trabalhos de caracterização e monitorização costeira financiados pelo GRA (projetos BALA e PIMA) e pela FCT (PLATMAR).</p>
<p>Foram realizados mais de 350 mergulhos, que representam 880 horas de trabalho subaquático, e amostrados 75 locais.</p>
<p>Realizaram-se dezenas de filmagens com câmaras no oceano aberto e nos montes submarinos de baixa profundidade (até 200metros), vários seguimentos com marcas electrónicas de grandes animais pelágicos, como as jamantas, e uma enorme quantidade de registos de vídeo e fotografia para documentar as riquezas naturais da região e a importância dos habitats dos Açores para esses animais e plantas: de áreas de maternidade de cachalotes e tartaruga-boba marinhas, a grandes agregações de jamantas adultas, passando pelo registo de pradarias de algas e a miríade de peixes que delas dependem em baixas oceânicas, de bancos de corais e esponjas de profundidade na plataforma das ilhas, ou dos locais de crescimento de meros, uma espécie considerada “ameaçada” pelos investigadores.</p>
<p>Durante a expedição foi possível comprovar “a fragilidade” dos ecossistemas únicos que os investigadores encontraram no mar dos Açores.</p>
<p>Embora faltem alguns meses para analisar todo o manancial de informação científica, foram já notórias diferenças entre zonas onde existe uma efectiva protecção para outras mais exploradas.</p>
<p>O chefe da equipa, o professor Emanuel Gonçalves, deixou ontem claro aos jornalistas micaelenses a bordo do ‘Plan B’m nas Portas do Mar, que, a par de zonas onde os investigadores “ficaram tristes” com o impacto de uma pesca intensiva, onde “é preciso reduzir o esforço de pesca”; encontraram outras zonas que “são oásis únicos e frágeis” que “é importante proteger” no mar dos Açores.</p>
<p>Tratam-se de ‘oásis’ que, uma vez degradados, são praticamente impossíveis de recuperar.</p>
<p>Os investigadores registaram diversas espécies exóticas e potencialmente invasoras bem como a ocorrência de espécies subtropicais que, com as alterações globais, poderão aumentar de frequência na Região. Os muitos aparelhos de pesca perdidos em zonas legalmente protegidas, e encontrados pelos mergulhadores, “são sinais evidentes da necessidade de promover acções concretas de conservação, nomeadamente através do estabelecimento de áreas marinhas protegidas eficazes, para a conservação das riquezas destes mares e a promoção do desenvolvimento sustentável das actividades económicas de que a Região depende”.</p>
<p>A Fundação Oceano Azul e a Fundação Waitt estão comprometidas com estes objectivos e esta missão científica internacional foi um passo concreto nesse sentido.</p>
<p>Fonte: Correio dos Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/ainda-existem-oasis-no-mar-dos-acores-que-sao-frageis-e-importa-preservar/">Ainda existem ‘oásis’ no mar dos Açores que são “frágeis” e importa preservar</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Expedição oceanográfica confirma abundância de peixe em áreas de reserva à pesca nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2016 09:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia congratulou-se hoje com os dados preliminares da missão científica ‘As ilhas dos Açores – o segredo mais bem guardado do Atlântico’, financiada pelas fundações Waitt e Oceano Azul, que decorreu desde 9 de setembro nas ilhas de S. Miguel e Santa Maria e nas Formigas. Fausto Brito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia congratulou-se hoje com os dados preliminares da missão científica ‘As ilhas dos Açores – o segredo mais bem guardado do Atlântico’, financiada pelas fundações Waitt e Oceano Azul, que decorreu desde 9 de setembro nas ilhas de S. Miguel e Santa Maria e nas Formigas.</strong></p>
<p align="justify">Fausto Brito e Abreu salientou que, através dos dados preliminares, é possível verificar “uma diferença significativa nas abundâncias de peixe e de outras espécies de vida marinha dentro e fora das áreas marinhas protegidas”, apontando, como exemplo, as áreas de reserva à pesca de Santa Maria, alargadas recentemente.</p>
<p align="justify">O Secretário Regional do Mar falava, em Ponta Delgada, durante uma visita ao navio ‘Plan B’, que esteve envolvido nesta expedição oceanográfica com o objetivo de realizar um levantamento científico do estado de conservação da biodiversidade marinha e produzir um documentário para divulgar a biodiversidade marinha dos Açores.</p>
<p align="justify">Para Brito e Abreu, os primeiros resultados desta expedição constituem uma “validação do trabalho do Governo dos Açores no que respeita à criação de zonas protegidas”, salientando “o papel importante dos pescadores, que contribuíram para a sua criação”.</p>
<p align="justify">“As áreas de reserva à pesca são importantes não só para o turismo marinho, mas também para a pesca porque servem de zonas de maternidade” que permitem o repovoamento de zonas de pesca, frisou.</p>
<p align="justify">Brito e Abreu afirmou também que os dados desta expedição “são muito úteis para validar o modelo adotado nas ilhas onde já existem áreas marinhas protegidas”, incentivando os pescadores que “se queiram organizar para propor áreas marinhas protegidas” nas ilhas em que ainda não existem.</p>
<p align="justify">O Secretário Regional do Mar salientou, por outro lado, que “os dados científicos que emergem desta expedição são úteis para alguns projetos que estão a decorrer na Universidade dos Açores” e que agora beneficiam de informação adicional, salientando a importância deste projeto no que respeita “à divulgação e à sensibilização para questões ligadas ao ambiente marinho e à promoção dos Açores como um destino de excelência” para turismo de natureza.</p>
<p align="justify">No âmbito desta campanha, na qual participaram cinco cientistas da Região, procedeu-se à marcação de espécies pelágicas em colaboração com os projetos em curso no IMAR, no MARE &#8211; Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e na Universidade dos Açores.</p>
<p align="justify">Os resultados desta missão serão entregues aos governos da Região e da República sob a forma de um relatório científico com informação sobre o estado atual de conservação dos valores naturais estudados no Grupo Oriental dos Açores, a eficácia das atuais áreas de proteção, bem como o eventual interesse na expansão dessas áreas ou na criação de novas zonas de proteção.</p>
<p align="justify">O documentário, com uma duração prevista de cerca de 20 minutos, será divulgado pelas fundações Waitt e Oceano Azul, dando a conhecer ao grande público os principais aspetos dos trabalhos desenvolvidos durante a expedição, bem como dos ambientes marinhos dos Açores.</p>
<p align="justify">GaCS/GM</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/expedicao-oceanografica-confirma-abundancia-de-peixe-em-areas-de-reserva-a-pesca-nos-acores/">Expedição oceanográfica confirma abundância de peixe em áreas de reserva à pesca nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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