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	<title>Arquivo de goraz - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Stock de goraz está a aumentar no Banco Condor (som)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 10:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Condor]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há sinais crescentes de que o goraz, uma espécie economicamente importante para os pescadores,está a recuperar no Banco Condor. Este banco de pesca está encerrado à atividade até 2017. Se há mais goraz, o mesmo não acontece com outras espécies como a boca negra, a abrótea ou o congro. Estes dados foram revelados hoje no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header><strong>Há sinais crescentes de que o goraz, uma espécie economicamente importante para os pescadores,está a recuperar no Banco Condor.</strong></p>
<p>Este banco de pesca está encerrado à atividade até 2017.</p>
<p>Se há mais goraz, o mesmo não acontece com outras espécies como a boca negra, a abrótea ou o congro.</p>
<p>Estes dados foram revelados hoje no Forúm Internacional de Pescas que decorre na Horta.</p>
<p><a href="http://www.rtp.pt/acores/economia/stock-de-goraz-esta-a-aumentar-no-banco-condor-som_50580" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Para ouvir aqui</strong></span></a></p>
<p>Foto: ©ImagDOP/UAz</p>
<p>Fonte: RTP Açores</p>
</header>
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		<title>Paragem biológia na pesca nos Açores seria uma autêntica “bomba atómica”, além de abrir o flanco à quota do goraz</title>
		<link>https://pescazores.com/paragem-biologia-na-pesca-nos-acores-seria-uma-autentica-bomba-atomica-alem-de-abrir-o-flanco-a-quota-do-goraz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 12:04:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[quota do goraz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda a política regional de preservação e captura do goraz, uma das espécies piscícolas mais nobres e mais caras no mercado nacional e internacional, tem na mira o rendimento do pescador e ignora, por completo, o facto de este ser um dos peixes que, apesar de pescado nos Açores ‘com a chaminé à vista’ (muito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Toda a política regional de preservação e captura do goraz, uma das espécies piscícolas mais nobres e mais caras no mercado nacional e internacional, tem na mira o rendimento do pescador e ignora, por completo, o facto de este ser um dos peixes que, apesar de pescado nos Açores ‘com a chaminé à vista’ (muito perto das casas das ilhas), os açorianos não têm rendimento para o adquirir no mercado.</strong><br />
Aliás, o goraz pura e simplesmente não aparece nas peixarias das grandes superfícies comerciais de São Miguel e o peixão, quando aparece, surge a preços proibitivos.<br />
O facto é que há muitos açorianos que colocam esta questão e se mostram indignados por, apesar de o mar em redor das ilhas ter peixe de alta qualidade, os consumidores residentes nas ilhas não têm rendimentos para poderem adquirir um quilo de goraz, cherne ou outras espécies piscícolas nobres que são vendidas nos mercados nacional e espanhol por consumidores tão europeus como os dos Açores.<br />
As próprias palavras do Secretário das Pescas, Fausto Brito e Abreu, não deixam margem para dúvidas. “Eu não estou muito preocupado que um dia me digam: Olhe, qualquer dia, os açorianos e os turistas têm de pagar muito dinheiro pelo goraz. Ou, então, que os açorianos não têm dinheiro para comprar goraz. Que paguem menos pelo peixe-porco, ou outras espécies mais baratas”, salienta o governante.<br />
O jornalista insiste que o que acontece é que os açorianos não têm rendimentos para pescar o goraz que é pescado junto à sua porta. E Fausto Brito e Abreu não desarma: “Não, não fica sem direito a comer goraz. Agora, o pescador é que não tem de subsidiar o hábito do consumidor açoriano ou do turista e nos Açores, comer-se o goraz a baixo preço. Se há um mercado que paga muito dinheiro por um peixe bom, o pescador que trabalha duramente para o produzir, tem direito a receber este dinheiro”, afirma.<br />
Mas mantemos o desafio: Essa sua posição não é pacífica. Os açorianos não têm poder de compra para chegar ao goraz. E o Secretário das Pescas responde: “Eu sei que não é pacífica. Temos aqui uma parte política. Mas, também, há vários peixes deliciosos que se pescam aqui à volta dos Açores: Tainha, peixe-porco, raia, peixe de espada branco, cavala, veja, escamuda. São todos peixes óptimos. Agora, o cherne, o pargo, o goraz, e o imperador são peixes que valem mais dinheiro. Qual era a forma de garantir que os açorianos podiam comer todo o peixe ao mesmo preço? O Governo tinha de estar a subsidiar a alimentação destas pessoas porque ao pescador deve ser pago bom dinheiro. A vida da pesca é muito dura. E, hoje, este produto, que é de elevadíssimo valor, que gera boas exportações para a Região, quando está a ser pago a um preço mais baixo, quem sofre é o pescador que paga para o produzir”.<br />
E Fausto Brito e Abreu conclui: “Para o governo a prioridade é aumentar o rendimento dos pescadores. Não é baixar o preço para o cidadão e o turista comer o peixe mais barato…”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Porque os pescadores não vão receber compensação pelo goraz</strong></p>
<p>Uma outra grande questão que divide opiniões e esta até mobiliza os partidos políticos é saber se o Governo dos Açores vai pagar ou não uma compensação aos pescadores de goraz que ficam em terra no período de defeso entre 15 de Janeiro e finais de Fevereiro. Os pescadores perdem rendimento porque não podem pescar goraz que, normalmente, trariam par terra nesta altura. O Governo vai compensar?<br />
Fausto Brito e Abreu tem também uma resposta muito directa para esta questão. “Num ano em que só podemos pescar 507 toneladas de goraz, não se impondo nenhuma restrição – e se for como o ano passado, chegou a 16 Agosto e fechou a pesca por se atingir a quota. E se fosse um dos anos piores de pesca teríamos chegado às 507 toneladas em Outubro. Na lógica, os pescadores deixam de ter rendimento nos últimos dois meses do ano”.<br />
“O que acontece”, prossegue, “é que o preço do goraz, agora, em condições normais, é baixinho, entre 5 e 10 euros por quilo. E, depois de Novembro, ultrapassa os 20 euros por quilo. Ao estar agora a fechar a pesca, além de ajudar a espécie porque isso coincide com a desova do peixe, estou a impedir que seja gasta quota da Região num período em que o peixe está mais baixo no ano. E, portanto, quando me pergunta, qual é a compensação que vai dar por interditar a pesca neste período? É uma compensação proporcional ao preço a que o pescador vai vender o peixe da quota na altura em que ele está mais elevado”.<br />
Ou seja, o pescador não vendendo hoje o goraz a 6 euros, tem uma penalização a muito curto prazo mas, na média do ano, vai ter um rendimento muito superior em comparação com uma situação em que não houvesse período de defeso. “A diferença dos sete euros por quilo para os vinte e tal euros ou quarenta euros por quilo, vezes as toneladas que se pescam num mês e meio é o que estamos a oferecer de rendimento aos pescadores”, acentua, a propósito, o Secretário das Pescas.<br />
Entretanto, a filosofia do FundoPesca vai mudar. “Eu estou convencido que, no novo FundoPesca – que não existe ainda este ano – vamos poder olhar para os meses de Janeiro e Fevereiro e se o volume de pescado entrado na lota baixar muito (e o goraz vale muito e ao estar interditado provoca uma perda na lota), pode-se accionar o fundo pesca que dá um bocadinho de compensação. O novo mecanismo de accionar o Fundo Pesca olha para o valor do pescado descarregado em lota. Quando está abaixo do que é mais ou menos um terço do que é um dia médio, é accionado o FundoPesca. Hoje, com a legislação ainda em vigor, teria de haver zero de descarga para accionar o FundoPesca”.<br />
Assim, o FundoPesca, como está redesenhado e foi já aprovado no Parlamento Regional, dá-se uma resposta parcial para os apertos que os pescadores sofrem nesta altura do ano seja pelo mau tempo, seja por não poderem pescar goraz. Infelizmente, não está em vigor ainda este ano porque o processo legislativo em curso não o permitiu”.<br />
O que é factual é que, este ano, os pescadores de goraz, segundo Fausto Brito e Abreu, não vão receber qualquer compensação pelo período de defeso do goraz e, no próximo ano, com o novo FundoPesca, sempre podem receber alguma compensação nos dias em que o peixe descarregado em lota for inferior a um terço da médio do valor diário descarregado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paragem biológica da pesca nos Açores “é uma bomba atómica”</strong></p>
<p>Uma terceira questão que está na ordem do dia no sector piscatório nos Açores relaciona-se com uma proposta apresentada pela Cooperativa Porto de Abrigo e a Associação das Espécies Demersais dos Açores APEDA, que defendem uma paragem biológica na pesca a todas as espécies de peixe de fundo nos Açores.<br />
Desde logo, explica o Secretário das Pescas, esta paragem biológica tem de se comunicar à Comissão Europeia. Na primeira versão, pede-se a paragem biológica para todas as espécies de peixes demersais, indo buscar dinheiro os fundo comunitários para fazer um pagamento de compensação aos pescadores que param totalmente a pesca durante dois meses por ano.<br />
O Governo dos Açores começou por admitir estudar a proposta à luz do próximo Quadro Comunitário de Apoio em análise e à luz da opinião dos cientistas.<br />
À partida, uma paragem destas no goraz é fácil. Agora, se for para todas as espécies, não acontece o pico na mesma altura, o que constitui o primeiro problema.<br />
Em princípio, uma paragem biológica destas “pode ser boa para a pesca”. Era preciso saber o que a Comissão Europeia paga em termos de fundos comunitários num situação como estas. E o Fundo comunitário só paga até seis meses de compensação no Quadro Comunitário até 2020 a cada armador. Seria dois meses em 2017, dois meses em 2018, dois meses em 2019 e já não pagava mais.<br />
Além disso, prossegue Fausto Brito e Abreu, “teríamos e dizer a Bruxelas que há um problema, por exemplo, com o goraz. A nossa grande luta com Bruxelas tem sido: Não nos cortem muito a quota do goraz. E o pedirmos uma paragem biológica para o goraz, não se coaduna com o estarmos a dizer não nos cortem mais a quota. Os cortes nas quotas foram violentíssimos. Foram na ordem dos 25% para as 507 toneladas. Em Novembro deste ano, o Conselho das Pescas da União Europeia reúne e vai sair a quota de pesca do goraz para os Açores para o biénio 2017/2018. Toda a nossa prioridade é pedir para não nos cortarem mais a quota até ver se este esforço que estamos a fazer equilibra a espécie”.<br />
“Se eu vou a Bruxelas dizer que há um problema biológico com o goraz, o Conselho das Pescas da União Europeia pode-nos cortar a quota”. Logo, é constatável que um pedido de paragem biológica é prejudicial aos Açores no goraz.<br />
Em, em termos gerais, “mesmo que fosse para compensar os pescadores com algum dinheiro, raramente compensa quando há paragens biológicas. No caso da sardinha em Portugal, viu-se que os pescadores não ficaram satisfeitos. Em outros países também tem decorrido mal. Há um limite que se pode pagar. Não se paga o que o pescador quer. Cada um teve descontos em lota, pagou tanto ao fisco e são estes valores que são usados para calcular o que cada um tem direito. E há regras muito restritas”, explica o governante açoriano.<br />
A Cooperativa Porto de Abrigo e a APEDA estão a pedir 20 milhões de euros, que corresponde ao orçamento total da Secretaria das Pescas. Com a União Europeia a cofinanciar esta paragem biológica, só a parte do orçamento regional são 14 milhões de euros.<br />
É por todas estas razões que “nós não concordamos” com a proposta da Porto de Abrigo e da APEDA.<br />
Primeiro e mais do que tudo, abrimos o flanco e pode fragilizar-se a nossa posição negocial para a quota do goraz nos próximos dois anos. Depois, pagar para não pescar não me parecer ser a verdadeira resposta ao problema. Terceiro, esta proposta só nos é feita por duas associações. A maioria das associações de pesca das nove ilhas não concorda, porque entendem que pescando se gera receita mais do que estando parado. Depois, parar todas estas espécies e pôr todos os barcos em terra, seria uma espécie de bomba atómica no resto da fileira da pesca. Nós temos comerciantes de pescado fresco. Vinte por cento das exportações da Região vem da fileira das pescas. Imagine-se o que é agora todos os comerciantes de pesca terem a frota parada. Esta medida teria um impacto gigante em toda a fileira da pesca e na economia da Região. “ Sem prejuízo de uma análise que está a ser feita, posso dizer-lhe que não tenho nenhuma inclinação para aceitar isso. Pelo contrário, vejo grandes problemas nisso a começar pelo risco de nos cortarem mais a quota do goraz…”, conclui Fausto Brito e Abreu</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.correiodosacores.info/index.php" target="_blank" rel="noopener">Correio dos Açores</a></p>
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		<title>Há mais goraz no Banco Condor (vídeo)</title>
		<link>https://pescazores.com/ha-mais-goraz-no-banco-condor-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 10:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Condor]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O goraz é a única espécie que regista um aumento no Banco Condor. Apesar disso, a população do goraz não está ainda totalmente recuperada. As conclusões são da campanha anual de marcação de peixes efetuada por cientistas do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores. Foram identificados mais de três mil e quinhentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O goraz é a única espécie que regista um aumento no Banco Condor.</p>
<p>Apesar disso, a população do goraz não está ainda totalmente recuperada.</p>
<p>As conclusões são da campanha anual de marcação de peixes efetuada por cientistas do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.</p>
<p>Foram identificados mais de três mil e quinhentos peixes.</p>
<p><a href="http://www.rtp.pt/acores/economia/ha-mais-goraz-banco-condor-video_48762" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Para ver aqui</strong></span></a></p>
<p>Fonte: RTP/Açores</p>
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			</item>
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		<title>Açores // Período de defeso para o goraz definido em portaria hoje publicada</title>
		<link>https://pescazores.com/periodo-de-defeso-para-o-goraz-nos-acores-definido-em-portaria-hoje-publicada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 09:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[alfonsim]]></category>
		<category><![CDATA[Congro]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[Imperador]]></category>
		<category><![CDATA[período de defeso do goraz]]></category>
		<category><![CDATA[tamanhos mínimos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor, definiu um período de defeso para o goraz e introduziu um tamanho mínimo de captura para o alfonsim e o imperador. Uma portaria publicada hoje em Jornal Oficial estabelece um período de defeso para o goraz entre 15 de janeiro e [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/periodo-de-defeso-para-o-goraz-nos-acores-definido-em-portaria-hoje-publicada/">Açores // Período de defeso para o goraz definido em portaria hoje publicada</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor, definiu um período de defeso para o goraz e introduziu um tamanho mínimo de captura para o alfonsim e o imperador.</strong></p>
<p>Uma portaria <a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/PortariaN.74-2015.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;">publicada hoje em Jornal Oficial</span></a> estabelece um período de defeso para o goraz entre <strong>15 de janeiro e 29 de fevereiro</strong> e define novos tamanhos mínimos de captura para o alfonsim e o imperador, que passa a ser de 250 gramas, e para o congro, que passa a ser de 1.330 milímetros ou cinco quilos.</p>
<p>Em relação ao goraz, esta portaria mantém o tamanho mínimo de captura nos 300 milímetros ou nos 400 gramas, mas elimina a margem de tolerância de 15% que era permitida.</p>
<p>Para o Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, trata-se de “uma medida que tirará algumas toneladas de captura da quota”.</p>
<p>Fausto Brito e Abreu afirmou que a criação de um período de defeso para o goraz é “uma medida importante para a gestão inteligente desta pescaria num contexto de redução de quota”, tendo sido um dos temas discutidos durante o Conselho Regional das Pescas que decorreu a 30 de abril.</p>
<p>A portaria publicada hoje, segundo Brito e Abreu, surge na sequência das várias medidas que o Governo tem implementado no sentido de valorizar o pescado açoriano, dando um &#8220;sinal claro” da importância que a Região atribui à prática de uma pesca sustentável, “contribuindo para a conservação das espécies e, ao mesmo tempo, para o aumento de rendimento dos pescadores”.</p>
<p>Este diploma portaria procede, assim, à fixação de tamanhos mínimos e períodos de defeso não definidos em legislação comunitária e que são necessários considerando o estado e a condição dos recursos disponíveis, com o objetivo de assegurar a sua conservação e gestão.</p>
<p>Este conjunto de medidas legislativas corresponde, segundo Brito e Abreu, a expetativas do setor das pescas e estão alinhadas com o Plano &#8216;Melhor Pesca Mais Rendimento&#8217;.</p>
<p>A legislação referente aos tamanhos mínimos de captura e períodos de defeso encontrava-se dispersa, pelo que o Governo Regional decidiu consolidar a regulamentação num diploma único.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/periodo-de-defeso-para-o-goraz-nos-acores-definido-em-portaria-hoje-publicada/">Açores // Período de defeso para o goraz definido em portaria hoje publicada</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<item>
		<title>Capturas de Goraz em 2014 são 1/3 da média da última década – mas a estratégia é esperar&#8230;</title>
		<link>https://pescazores.com/capturas-de-goraz-em-2014-sao-13-da-media-da-ultima-decada-mas-a-estrategia-e-esperar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 12:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[quota goraz 2015]]></category>
		<category><![CDATA[quotas do pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o ano de 2010 que os pescadores açorianos não conseguiam apanhar a quota de goraz que lhe era destinada pela União Europeia, daí que para os conhecedores do sector a nova redução nas quotas dessa espécie não fosse propriamente uma surpresa: tal como acontecia quando havia quotas para o leite, quando ela não era [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/capturas-de-goraz-em-2014-sao-13-da-media-da-ultima-decada-mas-a-estrategia-e-esperar/">Capturas de Goraz em 2014 são 1/3 da média da última década – mas a estratégia é esperar&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o ano de 2010 que os pescadores <strong>açorianos não conseguiam apanhar a quota de goraz que lhe era destinada pela União Europeia</strong>, daí que para os conhecedores do sector a nova redução nas quotas dessa espécie não fosse propriamente uma surpresa: tal como acontecia quando havia quotas para o leite, quando ela não era utilizada normalmente era repartida para outro lado qualquer.</p>
<p>Mas também não passou despercebido que da estratégia oficial do Governo Regional apenas transparecessem detalhes sobre a “negociação”, em que a posição final foi que “o corte da União Europeia é exagerado, mas mesmo assim inferior ao que era proposto”. Não se sabe ao certo qual era a redução defendida pelo Governo e o que se sabe é que a redução foi decidida em 25% para 2005 e 25% para 2016 – quando a proposta da União Europeia era de 34% para cada um desses anos.</p>
<p>O resultado das negociações é que a Região baixa de 904 toneladas para 678 em 2015 e 508 em 2016 (pela proposta europeia ficaríamos com 596 toneladas em 2015 e 393 toneladas em 2016).</p>
<p>Mas o que os números revelam é que desde 2010 que não conseguimos apanhar as quotas que nos eram atribuídas e que, mantendo a tendência dos últimos anos, a quota só será ultrapassada em 2016.</p>
<p>Mas a comparação com o processo das quotas leiteiras tem pouco a ver com as pescas, que claramente não são leite. E o que eventualmente está na mente do legislador europeu é que esses valores apenas são conseguidos através da inclusão do “Peixão”, que é o Goraz juvenil&#8230;</p>
<p>O Peixão, que também é o “Pagellus bogaraveo”, tem essa designação enquanto é jovem, e o facto é que apanhá-lo nessa fase tem como consequência provável a redução da quantidade do Goraz. E não é apenas uma questão de mais peso: o goraz custa em média o dobro do Peixão, numa relação que em 2013 estava em cerca de 2,2 para 1: em 2013 o preço do Goraz foi em média de 12,75 euros por quilo, enquanto que o Peixão se ficou pelos 5,55 euros por quilo.</p>
<p>O facto é que aparentemente está-se a apanhar cada vez menos de ambos, mas a diferença em relação ao Goraz é muito mais acentuada. Até ao ano 2000 era comum apanhar-se mais Goraz que Peixão, numa relação que chagava a ser de 60/40; nos últimos 13 anos, no entanto, há apenas um em que a relação é de 50/50; e desde o ano de 2007 que é raro o Goraz representar sequer 40% das capturas. Nos últimos 2 anos o seu peso ameaça baixar dos 30%&#8230;</p>
<p>Apesar de haver uma corrente que sugere que parcialmente essa redução poderá dever-se a uma menor actividade por parte das embarcações de boca aberta – que nos últimos anos também se tinham dedicado à captura de Atum –, os números parecem gritar bem alto que há um problema com esta espécie. Na realidade, a redução de 34% preconizada pela UE parecia ir no sentido de uma forte protecção ao Goraz, nomeadamente através da limitação imposta às capturas de Peixão (pois numa situação de ter de se racionar o que se apanha, é óbvio que os pescadores iriam preferir a variedade mais cara).</p>
<p>Quando há 4 anos consecutivos estamos apanhar metade do que capturávamos nos 4 anos antes, e cerca de 40% da média dos 15 anos antes, parece evidente que alguma coisa está mal. Aliás, o Secretário Fausto Brito e Abreu reconheceu esta semana que “há evidências científicas de que há uma redução do `stock` produtor do goraz. Temos dados de capturas e de campanhas científicas, que o Governo dos Açores promove todos os anos, para a sua monitorização e que indicam que esta é uma espécie com que temos de ter alguma preocupação”. E afirmou que o governo “tem entretanto desenvolvido algumas medidas de proteção, aumentando a área de proibição do palangre de fundo, arte utilizada essencialmente para a captura do goraz, das três para as seis milhas, o que permite à espécie recuperar nas zonas costeiras, repovoando, posteriormente, os bancos de pesca”.</p>
<p>O seu desacordo com a opção europeia de redução mais radical reside no que entendeu ser “a necessidade de mais tempo para ver se as medidas adotadas produzem o efeito desejado” .</p>
<p>Aparentemente conseguiu esse compasso de espera, mas se as medidas adoptadas pelo Governo, face a um cenário tão grave, são apenas essas, não é difícil imaginar que são insuficientes. É que os resultados provisórios de 2014 mostram já uma tendência clara: uma redução de 13% na apanha de Goraz, e de 19% no Peixão.</p>
<p>Claro que <strong>a decisão final, numa situação extrema, até pode ser a proibição total das capturas</strong>. Afinal de contas, os açorianos não são propriamente alheios a estas coisas: praticamente extinguiram a Lapa mas ainda hoje continuam a deliciar-se com pratos como o “arroz de lapas”, que é feito com juvenis&#8230;</p>
<p>Por Manuel Moniz <em>in</em> <a href="http://www.diariodosacores.pt/" target="_blank" rel="noopener">Diário dos Açores</a></p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/quadro-quotasmar.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6533" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/quadro-quotasmar.jpg" alt="quadro-quotasmar" width="600" height="308" /></a></p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/quadro-goraz.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6534" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/11/quadro-goraz.jpg" alt="quadro-goraz" width="600" height="704" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/capturas-de-goraz-em-2014-sao-13-da-media-da-ultima-decada-mas-a-estrategia-e-esperar/">Capturas de Goraz em 2014 são 1/3 da média da última década – mas a estratégia é esperar&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Peixes demersais do banco Condor continuam a ser monitorizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 09:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Condor]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decorreu de 2 a 7 de Outubro a bordo do N/I Arquipélago um cruzeiro no banco Condor, para monitorizar a comunidade de peixes demersais. Para além da recolha de dados sobre as abundâncias das espécies, foram marcados acerca de 700 peixes, dos quais mais de 400 gorazes utilizando marcas tradicionais. Durante o cruzeiro foi também recapturado um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Decorreu de 2 a 7 de Outubro a bordo do N/I <em>Arquipélago </em>um cruzeiro no banco Condor, para monitorizar a comunidade de peixes demersais. Para além da recolha de dados sobre as abundâncias das espécies, foram marcados acerca de 700 peixes, dos quais mais de 400 gorazes utilizando marcas tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o cruzeiro foi também recapturado um exemplar de boca-negra, na mesma área onde tinha sido marcado em 2009: o peixe, de 37 cm de comprimento total, cresceu cerca de 3 cm em 5 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas campanhas de monitorização que decorrem anualmente no banco Condor, são amostradas várias áreas do banco entre 200 e 1200 metros de profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O banco Condor encontra-se fechado a pesca demersal desde Junho de 2010, de modo a permitir que a investigação em curso ocorra sem perturbação humana. Desde 2009 que decorre o cruzeiro de monitorização de peixes demersais, para estudar as dinâmicas de recuperação das abundâncias de várias espécies após cessação da exploração. O Condor constitui-se assim como uma área de referência, comparável com outras áreas onde a pesca decorre regularmente, permitindo deste modo aumentar o conhecimento dos efeitos de protecção/exploração sobre os peixes que habitam águas profundas, em particular as espécies com interesse comercial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em caso de recaptura de peixes marcados</strong>, agradece-se que contactem com o DOP meçam ou pesem o peixe, indiquem o local da captura e enviem a respectiva marca (<a href="http://www.doptags.org/">www.doptags.org</a>). Esta informação é fundamental para o futuro sustentável das pescas na região.</p>
<p style="text-align: justify;">Fotografia: ©ImagDOP/UAz</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.horta.uac.pt/intradop/" target="_blank" rel="noopener">Notícias do DOP</a></p>
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		<title>Governo dos Açores apresenta a Bruxelas contraproposta sobre quota para o goraz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 09:05:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[Governo dos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Política Comum das Pescas da União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[stocks de pesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores vai avançar junto da Comissão Europeia com uma contraproposta para a revisão do total admissível de captura (TAC) do goraz nos próximos dois anos, para valores &#8220;menos drásticos&#8221;. &#8220;Vamos fazer uma contraproposta no sentido de propor algum corte na quota, porque entendemos que o goraz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores vai avançar junto da Comissão Europeia com uma contraproposta para a revisão do total admissível de captura (TAC) do goraz nos próximos dois anos, para valores &#8220;menos drásticos&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vamos fazer uma contraproposta no sentido de propor algum corte na quota, porque entendemos que o goraz precisa de proteção do `stock`, mas não tão drástica como a Comissão Europeia está a propor&#8221;, disse Fausto Brito e Abreu, em declarações à agência Lusa.</p>
<p style="text-align: justify;">O titular da pasta do Mar subscreve o objetivo da Comissão Europeia de exercer o princípio da precaução na inexistência de dados científicos, mas não os valores apresentados, que apontam para uma redução de 34% no TAC do goraz para 2015 e 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Há evidências científicas de que há uma redução do `stock` produtor do goraz. Temos dados de capturas e de campanhas científicas, que o Governo dos Açores promove todos os anos, para a sua monitorização e que indicam que esta é uma espécie com que temos de ter alguma preocupação&#8221;, declarou o secretário regional.</p>
<p style="text-align: justify;">Fausto Brito e Abreu salvaguardou que o executivo açoriano tem entretanto desenvolvido algumas medidas de proteção, aumentando a área de proibição do palangre de fundo, arte utilizada essencialmente para a captura do goraz, das três para as seis milhas, o que permite à espécie recuperar nas zonas costeiras, repovoando, posteriormente, os bancos de pesca.</p>
<p style="text-align: justify;">O governante açoriano defendeu, contudo, a necessidade de &#8220;mais tempo&#8221; para ver se as medidas adotadas produzem o efeito desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">Relativamente à redução da quota nacional do peixe-espada preto, o responsável considerou que &#8220;não é tão preocupante&#8221;, face ao volume das capturas efetuadas nas águas dos Açores, daí que esta questão não mereça uma &#8220;especial reação&#8221; do Governo Regional.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso específico do imperador, o titular da pasta do Mar não consegue perceber o impacto que este corte proposto terá na região, uma vez que a medida é apresentada para toda a área do Atlântico Nordeste, mas referiu que o `stock` desta espécie está &#8220;em boas condições&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão Europeia apresentou hoje as propostas de possibilidades de pesca de peixes de profundidade do Atlântico Nordeste para 2015-2016, sendo o corte mais significativo aquele relativo ao goraz nas águas portuguesas, que chega a superar os 60% no contexto nacional e, no caso específico dos Açores, 34%.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o executivo comunitário, &#8220;em relação a um certo número de unidades populacionais, existem poucos dados e uma abordagem de precaução implica cortes significativos para as proteger&#8221;, sendo esse em especial &#8220;o caso do goraz nas zonas a oeste de Portugal e à volta dos Açores&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: RTP/Lusa</p>
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		<title>DOP propõe redução do esforço de pesca para o goraz</title>
		<link>https://pescazores.com/dop-propoe-reducao-do-esforco-de-pesca-para-o-goraz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:58:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aquacultura]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Valorização do Pescado dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, Hélder Silva, alertou para a necessidade se reduzir em cerca de um terço o esforço de pesca do goraz sugerindo, em simultâneo, que esta é uma das espécies que a Região deveria produzir em regime de aquacultura. Hélder Silva, que falava na abertura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, Hélder Silva, alertou para a necessidade se reduzir em cerca de um terço o esforço de pesca do goraz sugerindo, em simultâneo, que esta é uma das espécies que a Região deveria produzir em regime de aquacultura.</span></div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hélder Silva, que falava na abertura do seminário “Valorização do Pescado dos Açores”, em Ponta Delgada, recordou que a captura do goraz nos Açores está sujeita a uma quota comunitária máxima de 1.100 toneladas por ano, mas que ainda assim será necessário diminuir o esforço de pesca para proteger os stocks. Ver vídeo <a href="http://www.acorianooriental.pt/noticia/dop-propoe-reducao-do-esforco-de-pesca-para-o-goraz">aqui</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/noticia/dop-propoe-reducao-do-esforco-de-pesca-para-o-goraz">Açoriano Oriental</a></p>
</div>
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		<title>Goraz para o Livro do Guiness?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2011 12:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[descargas de goraz]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na passada 6ªfeira, foi capturado o maior goraz de que há registo. Este belo exemplar é uma menina e tinha os modéstos 8,181 Kg e de 64 cm de comprimento furcal. Foi apanhado à linha de mão, pela embarcação Gonçalito (Mestre Marco Rosa). Até à data, o maior goraz que tinha sido capturado foi em 1991 e era [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/goraz-para-o-guiness/">Goraz para o Livro do Guiness?</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na passada 6ªfeira, foi capturado o maior goraz de que há registo. Este belo exemplar é uma menina e tinha os modéstos <strong>8,181 Kg e de 64 cm de comprimento furcal</strong>. Foi apanhado à linha de mão, pela embarcação <strong>Gonçalito</strong> (Mestre Marco Rosa). Até à data, o maior goraz que tinha sido capturado foi em 1991 e era um indivíduo de 58 cm de comprimento furcal e de 6,154 kg.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que este Sr. Goraz merece um lugar no livro dos Records do Guiness?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/goraz-para-o-guiness/">Goraz para o Livro do Guiness?</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>MAR AÇORIANO &#8211; Goraz &#038; Companhia</title>
		<link>https://pescazores.com/mar-acoriano-goraz-companhia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 15:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Genuíno Madruga]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[quota do goraz]]></category>
		<category><![CDATA[recursos marinhos açorianos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O forte aumento do esforço de pesca que aconteceu no Mar dos Açores, nos últimos anos, por um lado fruto da reconversão da frota artesanal e por outro com a vinda para Região de embarcações de grande porte, devidamente licenciadas pelo Governo, contribuíram para a quase exaustão dos stocks de algumas das espécies piscícolas outrora [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mar-acoriano-goraz-companhia/">MAR AÇORIANO &#8211; Goraz &#038; Companhia</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O forte aumento do esforço de pesca que aconteceu no Mar dos Açores, nos últimos anos, por um lado fruto da reconversão da frota artesanal e por outro com a vinda para Região de embarcações de grande porte, devidamente licenciadas pelo Governo, contribuíram para a quase exaustão dos stocks de algumas das espécies piscícolas outrora abundantes, como seja o Goraz, Boca Negra, Imperador, Alfonzin, Cherne, Pargo. Tais espécies encontram-se, noutras paragens, practicamente dizimadas e se actualmente os preços que lá fora se paga são bastante altos, deve-se ao facto de a procura ser superior à oferta. A quase inexistência de plataformas nos Açores faz com que a maioria destas valiosas espécies que pescamos não encontrem as condições necessárias para o seu desenvolvimento. No caso específico do Goraz, nos meses de Janeiro a Maio procuram água baixa para desova, normalmente junto à costa ou nos locais mais baixos dos bancos submarinos, afastando-se posteriormente para águas mais profundas, no máximo até os 550 metros. Com as novas técnicas de pesca, bem como com os equipamentos de ajuda à navegação e de detecção agora existentes esta espécie é pescada durante todo o ano, em todo seu ciclo de vida sem a menor protecção. Com a introdução na Região de quotas de pesca para o Goraz, Alfonzin e Imperador procurou-se inverter a situação de sobre exploração em que se encontravam (e encontram) estas espécies. À Região foram atribuídas anualmente, pela União Européia, 1.116 ton de Goraz, que por seu lado o Governo e as organizações do Sector dividiram por Ilhas e embarcações. Esperava-se, assim, no mínimo, que os stocks destes preciosos recursos ficassem salvaguardados, de modo a permitirem a sua conveniente e sustentável exploração. Tal não tem vindo a acontecer! De referir ainda, porque se trata da maior relevância, a interdição a todo o tipo de pesca no Banco Condor, sendo que os dados científicos já divulgados apontam para uma possível recuperação a médio longo prazo das espécies que no passado ali eram abundantes, não se sabendo exactamente por mais quantos anos o Banco Condor continuará encerrado à actividade da pesca. Esperamos que a experiência do Condor se implemente noutras localidades do Arquipélago, nomeadamente no Grupo Oriental. O Goraz e espécies que vivem associadas, pescadas quase sempre com os mesmos aparelhos, cujo habitat é o nosso Mar, o Mar dos Açores, seja uma mais valia e uma importante riqueza para os nossos pescadores e que o Governo assuma, como lhe cabe, a defesa daquilo que é nosso. Como é possível impor quotas de pesca e outras medidas restritivas aos pequenos armadores da Região e ao mesmo tempo permitir que embarcações de grande porte, com companhas exteriores à Região, que nos levam o peixe e o dinheiro, continuem a delapidar um recurso que nos pertence?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p>Genuino Madruga</p>
<p><a href="http://www.genuinomadruga.com/">www.genuinomadruga.com</a></p>
<p>29/03/2011</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mar-acoriano-goraz-companhia/">MAR AÇORIANO &#8211; Goraz &#038; Companhia</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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