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	<title>Arquivo de Corvo - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Governo dos Açores assegura transporte de 225 toneladas de bens e combustíveis à ilha do Corvo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 10:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo Regional dos Açores vai proceder, durante o próximo fim de semana, a mais uma operação de abastecimento de bens essenciais e combustíveis à ilha do Corvo, assegurando o transporte de 225 toneladas de diversos bens, com recurso a uma embarcação da empresa dos Transportes Marítimos Graciosenses. A embarcação sairá da Horta amanhã dia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Governo Regional dos Açores vai proceder, durante o próximo fim de semana, a mais uma operação de abastecimento de bens essenciais e combustíveis à ilha do Corvo, assegurando o transporte de 225 toneladas de diversos bens, com recurso a uma embarcação da empresa dos Transportes Marítimos Graciosenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A embarcação sairá da Horta amanhã dia 5 de fevereiro, com destino à ilha do Corvo, chegando ao destino no dia seguinte, logo de manhã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, fará a ligação Corvo/Flores/Corvo, durante o fim de semana, a fim de escoar a carga que se encontra nas Flores, retida há já algum tempo. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta operação, a Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e Energia garante que a população daquela ilha fica abastecida de todos os bens que se encontravam em falta, assim como os necessários para a prossecução de todas as suas atividades.</p>
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		<title>Paulo Estêvão – “Transporte marítimo tem modelo caótico”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 16:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
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		<category><![CDATA[transportes marítimos interilhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São cada vez mais as vozes contra o actual modelo de transporte marítimo nos Açores. Empresários, operadores e gente ligada ao sector reconhecem que se deve avaliar outras alternativas, como se pode constatar na notícia que publicamos na página anterior. Na política, o deputado Paulo Estêvão tem sido um dos maiores defensores de outra estratégia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">São cada vez mais as vozes contra o actual modelo de transporte marítimo nos Açores. Empresários, operadores e gente ligada ao sector reconhecem que se deve avaliar outras alternativas, como se pode constatar na notícia que publicamos na página anterior. Na política, o deputado Paulo Estêvão tem sido um dos maiores defensores de outra estratégia para o sector, devido aos constrangimentos na ilha do Corvo, como descreve nesta entrevista que concedeu ao nosso colega “Diário Insular” da ilha Terceira.</span></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Levantou há dias, em declarações ao nosso jornal, a hipótese de ser construída no Corvo uma segunda estrutura portuária. Onde, porquê e que custos estarão associados, previsivelmente, a essa estrutura?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ilha do Corvo tem um grave problema no âmbito do abastecimento marítimo, que se acentuou com a destruição do porto das Lajes das Flores por ação do furacão “Lorenzo”. Como é que se resolve esta questão?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem, na minha perspectiva, quatro linhas de ataque ao problema:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>a)</strong> Reforçar a capacidade de armazenamento de combustível e a qualidade da gestão dos stocks existentes. É isso que o Governo pretende fazer para aumentar, de imediato, a autonomia da ilha nesta área;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>b)</strong> Fretar um novo navio com capacidade para navegar, entre as ilhas do Grupo Central e Ocidental, nas difíceis condições que imperam no inverno açoriano. O anterior Governo socialista deixou em herança um contrato com a empresa “Barcos do Pico”, cujos navios foram incapazes de realizar uma única viagem no atual inverno. É um dos contratos mais “estranhos”, ruinosos e absurdos da pequena História marítima dos Açores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>c)</strong> Apostar na produção de energia a partir de fontes renováveis, de forma a diminuir a dependência da ilha em relação aos combustíveis fósseis. O Grupo Parlamentar do PPM viu aprovada, na legislatura passada, uma proposta nesse sentido. Recorde-se, a este respeito, que também aqui a herança socialista não é recomendável: neste momento o Corvo é a única ilha açoriana que não produz energia a partir de fontes renováveis. A única!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>d)</strong> Mas, feito tudo isto, subsiste um problema:o porto da Casa está, durante uma p arte substancial do inverno, encerrado à navegação. Como é que se abastece a ilha de mercadorias nessas condições? É nesse contexto que se retoma a ideia, que tem muitas dezenas de anos, de construir, no lado oposto à localização do atual porto, um portinho, na chamada zona da Ponta do Topo. A verdade é que quando o porto da Casa está impraticável, as condições do estado do mar são, em geral, muito favoráveis na Ponta do Topo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não teme que seja entendida como excessiva a ideia de construir uma segunda estrutura portuária numa ilha com apenas 400 habitantes? Quando pretende avançar com a proposta?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não temo, mas sei que será entendida como uma ideia excessiva e que serei alvo dos habituais ataques de ódio de alguns descerebrados. Trata-se de um portinho que, em grande parte, a natureza já esculpiu. Os acessos ao local já existem. Trata-se de uma obra de baixo custo, que nada tem a ver com os valores projectados pelos reflexos pavlovianos que dominam as mentes dos “Salazarzinhos” que por aí abundam. Vou, em primeiro lugar, pedir que seja feito um estudo que comprove a viabilidade da construção do portinho e &#8211; para descansar as almas mais preocupadas &#8211; estime a despesa do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O atual porto do Corvo foi sempre um local problemático para atracagem e operação. Tem a ver apenas com o mar, com as opções de plataformas (navios) ou a localização desse porto foi mal escolhida?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O porto da Casa é mau, mas não existe uma localização melhor. O portinho da Ponta do Topo apenas pode servir de alternativa, uma vez que, em geral, está menos abrigado. Nem todos foram bafejados com a sortede possuírem um porto magnífico como o da Praia da Vitória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O problema dos stocks, no Corvo em especial, mas também em outras ilhas, parece ser pelo menos tão importante como a questão das acessibilidades. Não lhe parece que os stocks deveriam merecer outra visão estratégica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Tem de melhorar-se a nossa capacidade de armazenamento e, sobretudo, a gestão da capacidade já instalada (algo que os governos do PS não conseguiram fazer). Mas o problema de fundo é outro: o atual modelo de transporte marítimo de mercadorias é absolutamente caótico e as empresas do sector são mais frágeis que a “Branca de Neve”.</p>
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		<title>Reposição de combustível no Corvo gera discordâncias entre o governo e a EDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 16:31:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[EDA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a destruição do porto das Lajes das Flores, a mais pequena ilha do arquipélago ficou com o acesso por via marítima mais condicionado e, consequentemente, o abastecimento de bens perecíveis e até combustíveis ficaram mais espaçados no tempo. Com o agravar das condições atmosféricas, no final do ano passado o Corvo estava uma vez [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a destruição do porto das Lajes das Flores, a mais pequena ilha do arquipélago ficou com o acesso por via marítima mais condicionado e, consequentemente, o abastecimento de bens perecíveis e até combustíveis ficaram mais espaçados no tempo. Com o agravar das condições atmosféricas, no final do ano passado o Corvo estava uma vez mais em risco de ficar sem combustível. Os bens alimentares e perecíveis foram entregues a tempo do Natal e do Ano Novo, mas depois do período festivo era necessário repor também o combustível, que iria ser usado na central termoeléctrica do Corvo e para consumo doméstico.<br>Isso mesmo aconteceu na “Operação Corvo 2021” que envolveu vários meios nomeadamente do Governo Regional, através da Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e Energia, envolvendo o Secretário Regional Mário Mota Borges e o Director Regional dos Transportes; a SATA; a Força Aérea; a Portos dos Açores; a Atlânticoline e, também, os TMG no transporte de parte das mercadorias encomendadas pelos Corvinos até essa data. De acordo com o Secretário Regional dos Transportes, Turismo e Energia, Mário Mota Borges, “a voz e a ajuda do Deputado Paulo Estêvão e do autarca José Manuel Nunes estiveram sempre presentes”, nesta operação.<br>Recorda o governante que “até à ocorrência do furacão Lorenzo [Outubro de 2019] o abastecimento da ilha era fundamentalmente feito a partir da ilha das Flores mas com a destruição do porto dessa ilha (porto das Lajes), passou a ser feito a partir da Horta, por companhia de barcos de transporte de mercadorias que opera no grupo central”. Mas são embarcações que, apesar de reduzida dimensão, apresentam algumas limitações relativamente a navegação oceânica, “necessária para ligar a Horta ao Corvo, e as características do porto do Corvo limitam seriamente a operação de navios oceânicos ou mesmo costeiros em condições de agitação marítima típicas do Inverno. Por essa razão, durante esta estação o acesso marítimo a esta ilha torna-se muito mais difícil e o abastecimento muito mais espaçado”.<br>As obras recuperação do porto das Lajes já estão a decorrer &#8211; desde o início de 2020 &#8211; mas a sua conclusão não está prevista ainda para este ano. E é por isso que Mário Mota Borges entende que se justificava que “tivessem sido criadas condições para aumentar substancialmente a autonomia da ilha do Corvo, em termos de combustível para a EDA e consumo local, assim como outros géneros não perecíveis, de forma a suportar eventuais períodos de Inverno sem ligações marítimas”.<br>O que é certo é que isso não aconteceu e apesar da necessidade de se assegurarem os combustíveis, “por razões desconhecidas as reservas de combustíveis não foram aumentadas de forma minimamente relevante e, no mês de Novembro de 2020, estavam já a níveis perigosamente baixos”, acrescenta o governante.<br>A situação era crítica e “poucos dias depois” de aprovado o Programa de Governo forma mobilizados aviões da SATA para o transporte de carga, aviões da Força Aérea para o transporte de combustível, assim como rebocador Pêro de Teive e o Cruzeiro das Ilhas, também para o transporte de combustível. O navio Espírito Santo (dos TMG) participou com o transporte de parte da carga geral esperada pelos Corvinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A operação<br></strong>A “Operação Corvo 2021” começou em Ponta Delgada com o rebocador Pêro de Teive, da Portos dos Açores, a transportar 60 toneladas de combustível numa viagem de 36 horas até chegar à mais pequena ilha. Explica o Secretário Regional dos Transportes, Turismo e Energia que aquele rebocador, normalmente estacionado em Ponta Delgada, tem capacidade para transportar 60 toneladas de combustíveis e tem um calado compatível com o porto do Corvo “em dias de razoáveis condições de agitação marítimas”. Mas não havia nenhum outro rebocador que demorasse menos tempo de viagem? Mário Mota Borges explica que a Portos dos Açores indicou que “o rebocador estacionado na Horta, muito mais perto do Corvo, não estava operacional para aquela operação”.<br>Depois de uma viagem de 36 horas, foram descarregadas as primeiras 60 toneladas de combustível e depois o rebocador Pêro de Teive rumou à Flores onde carregou mais 60 toneladas de combustível para levar ao Corvo. No fim de semana em que decorreu a operação “foram descarregados no Corvo aproximadamente 160 toneladas de combustível”. Combustível que deixa agora os corvinos um pouco mais descansados, já que darão para uma autonomia de aproximadamente três meses.<br>Já em relação aos produtos perecíveis, a operação foi um pouco mais complicada e houve necessidade de recorrer aos aviões da SATA. Explica Mário Mota Borges que o navio Espírito Santo, depois de uma tentativa falhada no período do Natal, voltou ao Corvo no fim de semana de 9 e 10 de Janeiro “onde descarregou parte das mercadorias encomendadas pelos Corvinos, inclusive bens perecíveis”. Mas até à passada Sexta-feira, os TMG ainda não tinham voltado ao Corvo com a restante mercadoria. Por isso, “durante os dias da semana, nos voos regulares da SATA, são transportados os bens de primeira necessidade de que os corvinos necessitam”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>EDA diz que não pode acumular&#8230;</strong><br>O Correio dos Açores questionou a EDA sobre o facto de não ter aumentado as reservas de combustível, tendo em conta os condicionalismos já referidos.<br>De acordo com comunicado da eléctrica açoriana, a capacidade total dos tanques da EDA no Corvo é de 61 metros cúbicos, o que permite uma autonomia de funcionamento da central termoeléctrica de cerca de 50 dias. Informa a EDA que o gasóleo usado na central termoeléctrica contém biodiesel, “pelo que a sua renovação deve ser feita de uma forma periódica para evitar a formação de depósitos, impedindo a sua utilização”. E acrescenta que “a experiência acumulada com este tipo de combustível, indica-nos que a sua renovação deve ser feita entre 2 a 3 meses”.<br>Além do reservatório de gasóleo da EDA, “o Fundo Regional de Coesão tem a seu cargo, no Corvo, uma capacidade de cerca de 25 metros cúbicos, que por vezes é utilizada pela EDA em casos de prolongada falta de abastecimento”, explica a companhia açoriana.<br>No entanto, a EDA ressalva que “a última vez que o Corvo foi abastecido com o gasóleo foi no dia 21 de Novembro de 2020, tendo a EDA recebido cerca de 24 metros cúbicos”, não fazendo referência à operação que decorreu entre 9 e 10 de Janeiro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não está pensado um novo porto</strong><br>A realidade no Corvo é incontornável: “as graves limitações de operacionalidade do porto das Lajes das Flores, com obras de recuperação em curso e que continuarão durante todo o ano, as limitações de operacionalidade do porto do Corvo, a reduzida capacidade dos barcos contratados no início de 2020 para fazerem o transporte de mercadorias entre Horta e o Corvo e as condições de mar típicas no longo trajecto oceânico entre estas duas ilhas nos meses de Inverno”. Para já o aumento da autonomia de combustíveis foi ultrapassada mas o Governo Regional garante que está à procura de uma solução para “encontrar navio compatível com as necessidades e circunstâncias”.<br>Um novo navio parece estar nos horizontes do executivo, ao contrário de um novo porto proposto pelo deputado do PPM, Paulo Estevão, em alternativa ao Porto da Casa. “A questão de melhorar as condições de acostagem e descarga de navios durante o Inverno é pertinente. A questão da construção de novo cais ainda não foi ponderada”, explica o Secretário Regional dos Transportes, Turismo e Energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rebocador São Miguel</strong><br>A propósito do rebocador São Miguel, a operar no porto de Ponta Delgada, e de um requerimento da Iniciativa Liberal entregue na Assembleia Regional que dava conta da inoperacionalidade administrativa da mesma embarcação, Mário Mota Borges refere que “o rebocador do porto de Ponta Delgada, o São Miguel, está ainda operacional, embora acuse já o peso dos longos anos de produtiva vida”.<br>No entanto, refere o governante, “devido a estar no fim da sua vida útil, é natural que tenha de ser substituído por novo, de capacidade superior à do rebocador Pêro de Teive” que tem sido usado como alternativa ao transporte de combustíveis para outras Ilhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Correio dos Açores / Carla Dias</p>
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		<title>Ilha do Corvo, a mais pequena dos Açores, em situação de “pré-rutura” de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 13:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo nos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado único do Partido Popular Monárquico (PPM) no parlamento dos Açores, Paulo Estevão, denunciou hoje uma situação de &#8220;pré-rutura&#8221; de fornecimento de alimentos na ilha do Corvo, a mais pequena do arquipélago.  Segundo uma nota de imprensa enviada às redações, a ilha do Corvo, com cerca de 400 habitantes &#8220;não é abastecida de produtos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O deputado único do Partido Popular Monárquico (PPM) no parlamento dos Açores, Paulo Estevão, denunciou hoje uma situação de &#8220;pré-rutura&#8221; de fornecimento de alimentos na ilha do Corvo, a mais pequena do arquipélago. </strong></p>
</div>
<div>Segundo uma nota de imprensa enviada às redações, a ilha do Corvo, com cerca de 400 habitantes &#8220;não é abastecida de produtos alimentares&#8221; desde o passado dia 16 de novembro devido à &#8220;interrupção das ligações marítimas de transporte de mercadorias entre as ilhas do Corvo e das Flores&#8221;.</div>
<div>
<p>Paulo Estevão lembra que &#8220;a carga seca&#8221; de alimentos como arroz, massas e cereais chegou à ilha das Flores, a 15 de novembro e a &#8220;carga refrigerada&#8221; a 29 de novembro, sendo que nenhuma das cargas foi até agora &#8220;transportada&#8221; para a ilha do Corvo.</p>
<p>Na nota, lê-se ainda que esta situação levou &#8220;à quase rutura&#8221; do fornecimento de alimentos como &#8220;leite, açúcar, frutas, legumes frescos e produtos congelados&#8221;, prevendo-se que &#8220;dentro de dois ou três dias&#8221;, os fornecedores &#8220;esgotarão&#8221; os respetivos stocks.</p>
<p>O deputado do PPM lembra ainda que a situação ganhará maior gravidade com &#8220;as previsões adversas&#8221; para o estado do mar nos próximos dias e aponta o dedo à empresa responsável pelo abastecimento marítimo da ilha do Corvo.</p>
<p>&#8220;A situação de previsível rutura de abastecimento de produtos essenciais deve-se à incúria e ao desleixo que a empresa Barcos do Pico revelou nas últimas semanas, ao não aproveitar as sucessivas oportunidades em que foi possível realizar o abastecimento da ilha do Corvo&#8221;, escreve Paulo Estevão.</p>
<p>O deputado popular monárquico solicita ainda que o Governo Regional dos Açores &#8220;mande realizar uma rigorosa investigação&#8221; para &#8220;apurar responsabilidades&#8221; no âmbito da &#8220;não realização das ligações marítimas contratualizadas&#8221; por parte da empresa &#8220;Barcos do Pico&#8221;.</p>
<p>Contactado pela agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal de Vila do Corvo assegurou &#8220;não ter conhecimento oficial de nenhuma lacuna de bens&#8221;, embora reconheça que existem bens que estão na ilha vizinha da Flores a aguardar transporte para o Corvo.</p>
<p>&#8220;Tirando os frescos e os congelados que eventualmente estão nas Flores desde a semana passada, desde quinta-feira, que ainda não foi possível virem para cá, de resto, situação de carência de bens, não podemos dizer ou, pelo menos, eu não tenho conhecimento nem ninguém me fez chegar essa preocupação de falta de bens essenciais&#8221;, assegurou José Silva.</p>
<p>A agência Lusa ainda tentou falar com o responsável máximo da empresa &#8220;Barcos do Pico&#8221;, que assegura o abastecimento marítimo da ilha do Corvo, mas até ao momento não foi possível.</p>
<p>Fonte: Açoriano Oriental</p>
</div>
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		<title>Autoridade Marítima resgata veleiro à deriva no Corvo (vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2017 10:27:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Defesa & Segurança]]></category>
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		<category><![CDATA[resgate de veleiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 15 de fevereiro, cerca das 10h30 da manhã, a Capitania do Porto de Santa Cruz das Flores foi informada da existência de um veleiro de bandeira Francesa, com três pessoas a bordo, em dificuldades ao largo do Corvo. No âmbito da sua missão de salvaguarda da vida humana no mar, a Autoridade Marítima [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header><strong><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/resgate-veleiro-Corvo2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-15218" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/resgate-veleiro-Corvo2.jpg" alt="resgate veleiro Corvo2" width="800" height="480" /></a>Hoje, dia 15 de fevereiro, cerca das 10h30 da manhã, a Capitania do Porto de Santa Cruz das Flores foi informada da existência de um veleiro de bandeira Francesa, com três pessoas a bordo, em dificuldades ao largo do Corvo.</strong></header>
<div>
<p>No âmbito da sua missão de salvaguarda da vida humana no mar, a Autoridade Marítima empenhou de imediato uma semirrígida de grande capacidade, com uma equipa da Capitania do Porto e do Comando-local da Polícia Marítima de Santa Cruz das Flores, sendo a operação monitorizada a partir de terra, no Corvo, com recurso ao Sistema “Costa Segura”. Salienta-se que este sistema foi criado como ferramenta de apoio à condução de operações de busca e salvamento marítimo, à segurança da navegação e demais atividades no âmbito do combate à poluição. Permite também, complementarmente, monitorizar a navegação, contribuindo para a deteção de atividades ilícitas no mar.</p>
<p>A pronta ação da Autoridade Marítima permitiu a rápida localização do veleiro. Atendendo às limitações de governo do veleiro, à sua proximidade de terra e ao agravamento do estado do mar previsto para o dia de amanhã, e por se considerar que existiria risco para a salvaguarda dos tripulantes, foi decidido proceder ao seu reboque para o Porto da Casa, na Ilha do Corvo.</p>
<p>O NRP Viana do Castelo, da Marinha, navegou para a área da ação até ao término desta, a fim de apoiar a ação de reboque caso fosse considerado necessário. ​</p>
<p>Os tripulantes, todos de nacionalidade francesa, tinham idades compreendidas entre os 19 e os 80 anos. Apenas um deles apresentava algumas queixas físicas e após ter sido observado e medicado no Centro de Saúde do Corvo, concluiu-se não inspirar maiores cuidados, tendo por isso recebido alta.</p>
<p>O posto da Polícia Marítima do Corvo iniciou as diligências necessárias para apurar as circunstâncias que determinaram a necessidade de arribada forçada do veleiro.</p>
<p>Salienta-se que a Autoridade Marítima contribui para a segurança marítima da ilha do Corvo  e para o controlo das fronteiras externas há mais de 100 anos.</p>
<p>Fonte: Autoridade Marítima Nacional / Telejornal RTP-A</p>
</div>
<p><a href="http://www.rtp.pt/acores/local/veleiro-resgatado-ao-largo-do-corvo-com-tres-tripulantes-a-bordo-video_52935" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Ver reportagem aqui: Telejornal RTP-A</strong></span></a></p>
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		<title>A Autoridade Marítima na Ilha do Corvo há mais de um século. Histórias para recordar…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 11:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa & Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Andrade de Medeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O representante da Autoridade Marítima na Ilha do Corvo foi, durante muitos anos, um Cabo de Mar que no exercício das suas funções assistia e fiscalizava a atividade das pescas, o movimento de embarque e desembarque de passageiros e mercadorias, para que estas se processassem em segurança, nos navios e embarcações que escalavam a Ilha. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/9003.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-15184" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/9003.jpg" alt="9003" width="481" height="534" /></a></p>
<p><strong>O representante da Autoridade Marítima na Ilha do Corvo foi, durante muitos anos, um Cabo de Mar que no exercício das suas funções assistia e fiscalizava a atividade das pescas, o movimento de embarque e desembarque de passageiros e mercadorias, para que estas se processassem em segurança, nos navios e embarcações que escalavam a Ilha.</strong></p>
<p>O primeiro cabo de mar que exerceu aquelas funções de Cabo de Mar, na Ilha do Corvo foi Guilherme Francisco Inocêncio. Nascido a 6 de maio de 1886 &#8211; e falecido a 4 de fevereiro de 1963 &#8211; com a idade de 76 anos. Durante quarenta anos, exerceu aquela profissão e reformou-se com 70 anos de idade, em 1956.</p>
<p>Conhecedor do mar e das gentes, o Tio Guilherme – assim era conhecido na Vila – exercia a sua profissão sem sobressaltos. Era estimado por todos, especialmente pela classe marítima, que a ele recorriam como conselheiro, para que, com segurança, se pudessem fazer ao mar.</p>
<p>Bom pescador, tinha uma embarcação de pesca e até nas coisas ligadas à faina dava conselhos aos pescadores.</p>
<p>Os marítimos da Ilha do Corvo, baleeiros, pescadores e estivadores, adquiriam a cédula de inscrição marítima na Delegação Marítima da Ilha das Flores. Para isso era necessário deslocarem-se à Ilha dos Flores que, por vezes, devido às impertinências do mar, ali ficavam retidos alguns dias para poderem obter aquele documento.</p>
<p>Quando cheguei à Ilha do Corvo, os únicos três comerciantes que vendiam de tudo, incluindo medicamentos, eram possuidores de barcos que faziam o transporte de passageiros e suas mercadorias para os navios da Empresa Insulana de Navegação (E.I.N.) que ali faziam escala. Parte dos tripulantes destas embarcações não possuíam cédula de inscrição marítima, embora fossem bons marítimos e até alguns com muita competência.</p>
<p>O cabo de mar do Corvo, Guilherme Francisco Inocência, que em 1957 fui substituir na Ilha do Corvo, sem preconceitos dirigiu-se a mim, pois até então não o conhecia e disse-me que, com mais vagar, gostaria de falar comigo para me entregar o material que possuía. Fiquei com muito boa impressão dele, o que veio a confirmar-se pela ajuda que me prestou durante os dois anos que lá estive.</p>
<p>Dias depois fui a sua casa onde fui muito bem-recebido e então entregou-me, além de alguma documentação, um coldre em cabedal com aspeto de muito antigo, com um revólver que já nem funcionava. Por isso, tomei a iniciativa devolvê-lo à Delegação Marítima de Santa Cruz das Flores, acompanhado de um ofício. Assim, passei os meus dois anos na mais pequena ilha dos Açores: desarmado!</p>
<p>Aquele revolver era daqueles, que me habituei a ver nos filmes americanos e faziam o terror dos indígenas?</p>
<p>Depois de dar uma olhada pelas diversas armas ligeiras e miras óticas, fiz a comparação com o revólver que o Tio Guilherme me entregou e cheguei à conclusão que, se fosse hoje, aquele revólver era tão eficiente na Ilha do Corvo como aquelas armas.</p>
<p>Reza a História que a última vez que o Exército Português usou aquele tipo de revolver e com ele deu o último tiro em defesa da Pátria ocorreu na Batalha de Victória entre maio e agosto de 1813, que pôs fim à Guerra Peninsular, aquando das invasões francesas.</p>
<p>Guilherme Francisco Inocêncio. Nascido a 6 de maio de 1886 &#8211; Corvo – e falecido a 4 de fevereiro de 1963 &#8211; Corvo &#8211; Com a idade de 76 anos. Filho de João Francisco de Inocêncio (1845-1911) e de Mariana da Encarnação Valadão (1844-1935). Casado a 13 de janeiro de 1910, Corvo &#8211; com Maria Bárbara Costa 1890-1981.</p>
<p>Fonte: Francisco Andrade de Medeiros / Vila de São Roque do Pico / Fevereiro de 2016 / Autoridade Marítima Nacional</p>
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		<title>Transporte marítimo de mercadorias contempla viagens extraordinárias para o Corvo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2017 11:21:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha das Flores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo concurso público de transporte marítimo regular de mercadorias entre as ilhas das Flores e Corvo prevê viagens extraordinárias sempre que seja necessário escoar mercadoria para a mais pequena ilha dos Açores, foi hoje anunciado. Uma fonte da secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas adiantou à agência Lusa que o concurso, publicado hoje [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O novo concurso público de transporte marítimo regular de mercadorias entre as ilhas das Flores e Corvo prevê viagens extraordinárias sempre que seja necessário escoar mercadoria para a mais pequena ilha dos Açores, foi hoje anunciado.</strong></p>
<p>Uma fonte da secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas adiantou à agência Lusa que o concurso, publicado hoje em Jornal Oficial, prevê que, &#8220;quando houver um volume extraordinário de mercadorias que não seja possível transportar nas duas viagens regulares semanais, possam ser realizadas viagens extraordinárias&#8221; para o Corvo, habitado por cerca de 400 habitantes.</p>
<div>
<p>O preço base deste concurso para a prestação de serviços de transporte marítimo regular de mercadorias entre as ilhas das Flores e do Corvo, regido por obrigações de serviço público, é de 1,1 milhões de euros e o anterior foi de 1,4 milhões de euros.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, &#8220;não foi necessário efetuar mais nenhuma alteração [ao caderno de encargos], uma vez que o modelo existente se revelou eficaz, correspondendo às necessidades de abastecimento no Corvo&#8221;.</p>
<p>O transporte marítimo para a mais pequena ilha do arquipélago não se realiza em algumas ocasiões, devido às condições meteorológicas, o que já originou, no passado, escassez de bens.</p>
<p>Fonte: Açoriano Oriental</p>
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		<title>Ilha do Corvo // Gruas do Porto da Casa estão todas avariadas, acusa o PPM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2016 11:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As quatro gruas existentes no Corvo, a mais pequena ilha dos Açores, estão avariadas, denunciou hoje o deputado do PPM, enquanto as entidades responsáveis asseguram que está em curso a resolução do problema. “As quatro gruas que existem na ilha estão avariadas e agora o navio que faz a ligação entre as ilhas das Flores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As quatro gruas existentes no Corvo, a mais pequena ilha dos Açores, estão avariadas, denunciou hoje o deputado do PPM, enquanto as entidades responsáveis asseguram que está em curso a resolução do problema.</strong></p>
<p>“As quatro gruas que existem na ilha estão avariadas e agora o navio que faz a ligação entre as ilhas das Flores e Corvo precisa de desembarcar na terça-feira, mas não temos gruas disponíveis”, afirmou à agência Lusa Paulo Estêvão, o único deputado do PPM no parlamento dos Açores e residente no Corvo.</p>
<p>Segundo o deputado, as duas gruas da empresa pública Portos dos Açores estavam avariadas “há já algum tempo”, também a grua fixa da empresa pública Lotaçor, que era utilizada pelos pescadores, avariou e a única que funcionava, propriedade de uma empresa privada, ficou agora também estragada.</p>
<p>“O Governo Regional deixou chegar a essa incrível situação e nível de desleixo uma ilha periférica, com ligações tão difíceis”, referiu o deputado do PPM, acrescentando que não só será mais difícil agora o desembarque de bens, como os próprios pescadores “não poderão transportar os seus barcos para o mar e aproveitar o bom tempo para pescar”.</p>
<p>Para Paulo Estêvão, esta situação exige uma resolução rápida e o Governo Regional, do PS, “não pode dizer que é um azar, porque já havia gruas avariadas há muito tempo”.</p>
<p>A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores fez saber que “a grua da Lotaçor já está operacional, ainda que a uma velocidade um pouco mais lenta do que o habitual”, situação que será corrigida na terça-feira.</p>
<p>O presidente da Portos dos Açores, Fernando Nascimento, acrescentou que houve uma “avaria nos hidráulicos da grua maior e, como não havia esse equipamento no país”, a empresa teve de o adquirir nos Estados Unidos”.</p>
<p>“Esse equipamento já está na ilha das Flores e os técnicos ainda esta semana vão deslocar-se ao Corvo para proceder à reparação da grua”, explicou Fernando Nascimento, referindo que “a grua mais pequena tem uma avaria que também ficará solucionada esta semana”.</p>
<p>Quanto à grua de uma empresa privada, Fernando Nascimento informou que “estará operacional na terça-feira para carregar e descarregar a mercadoria que vai chegar à ilha, situação que foi acautelada com esta empresa”.</p>
<p>Fonte: Lusa / RTP Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/ilha-do-corvo-gruas-do-porto-da-casa-estao-todas-avariadas-acusa-o-ppm/">Ilha do Corvo // Gruas do Porto da Casa estão todas avariadas, acusa o PPM</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Obras no molhe-cais do porto da ilha do Corvo vão custar 10,6 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2015 10:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[ampliação porto do Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[Porto da Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empreitada de prolongamento do molhe-cais e de alargamento da plataforma do Porto da Casa, na ilha do Corvo, foi adjudicada por 10,6 milhões de euros, após um concurso lançado em abril. Esta empreitada, adjudicada através da empresa Portos dos Açores, tem um prazo de execu- ção de 24 meses e será executada por um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A empreitada de prolongamento do molhe-cais e de alargamento da plataforma do Porto da Casa, na ilha do Corvo, foi adjudicada por 10,6 milhões de euros, após um concurso lançado em abril.</strong></p>
<p>Esta empreitada, adjudicada através da empresa Portos dos Açores, tem um prazo de execu- ção de 24 meses e será executada por um consórcio constituído pelas empresas Somague Ediçor Engenharia, Tecnovia Açores e Somague Engenharia.</p>
<p>Segundo o GACS, as obras têm como objetivo minimizar as limitações existentes naquele porto e vão permitir melhorar as condições de abrigo, ampliar afrente de acostagem e aumentar a área da plataforma do cais, para alargar o espaço disponível de estacionamento cias embarcações, incluindo ainda a realização de beneficiações na atual rampa de varagem. Aempreitadade intervenção no Porto da Casa contempla o prolongamento do molhecais em mais 40 metros, com 27,75 metros de largura, igual ao existente e o alargamento da plataforma do cais para o estacionamento a seco das embarcações, com cerca de 900 m2 de área.</p>
<p>A expansão da área terrestre de apoio destina-se a minimizar o congestionamento da plataforma de apoio do cais, com repercussões diretas na melhoria da sua operacionalidade e na segurança, das operações ali realizadas ao longo do ano. As obras incluirão ainda a reparação da rampa varadouro, dragagens e remoção do atual manto de proteção.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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		<title>Lotaçor lança concurso para construção de Posto de Transformação no Corvo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2015 14:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infra-estruturas & Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[Lotaçor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lotaçor – Serviço de Lotas dos Açores, S.A. lançou a concurso a obra de construção e montagem do Posto de Transformação (PT) da Lota da Vila do Corvo, com o valor base de 100 mil euros. Esta empreitada, financiada pelo PROPESCAS, prevê a construção de um abrigo em alvenaria e a sua ligação ao [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/lotacor-lanca-concurso-para-construcao-de-posto-de-transformacao-no-corvo/">Lotaçor lança concurso para construção de Posto de Transformação no Corvo</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A Lotaçor – Serviço de Lotas dos Açores, S.A. lançou a concurso a obra de construção e montagem do Posto de Transformação (PT) da Lota da Vila do Corvo, com o valor base de 100 mil euros.</b></p>
<p>Esta empreitada, financiada pelo PROPESCAS, prevê a construção de um abrigo em alvenaria e a sua ligação ao posto de seccionamento da empresa distribuidora, bem como a montagem de um transformador de 160 Kva.</p>
<p>A concretização desta obra, cujo concurso está publicado em Diário da República, visa garantir a alimentação energética dos equipamentos de frio instalados na lota da mais pequena ilha dos Açores.</p>
<p>Este investimento constitui-se, assim, como uma mais valia não só para as pescas, mas também para toda a comunidade da ilha do Corvo, uma vez que a instalação deste equipamento trará estabilidade ao fornecimento energético à vila.</p>
<p>Foto: Visit Portugal</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornalacores9.net" target="_blank" rel="noopener">Açores 9</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/lotacor-lanca-concurso-para-construcao-de-posto-de-transformacao-no-corvo/">Lotaçor lança concurso para construção de Posto de Transformação no Corvo</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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