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	<title>Arquivo de investigadores DOP - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>O Grande Imperador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2016 15:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Bobicha]]></category>
		<category><![CDATA[pesca do imperador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No passado dia 22 de junho, a equipa do Programa Nacional de Recolha de Dados da Pesca teve por missão a amostragem biológica de um Imperador (Beryx decadactylus) com 62,5 cm de comprimento furcal e um peso total de 6.471 gramas. Tratava-se de uma fêmea em postura que foi capturada com palangre de fundo pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/07/4356900-cópia.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-13435" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/07/4356900-cópia.jpg" alt="4356900 cópia" width="1100" height="1158" /></a></p>
<p>No passado dia 22 de junho, a equipa do Programa Nacional de Recolha de Dados da Pesca teve por missão a amostragem biológica de um Imperador (<em>Beryx decadactylus</em>) com <strong>62,5 cm de comprimento</strong> furcal e um peso total de <strong>6.471 gramas</strong>. Tratava-se de uma fêmea em postura que foi capturada com palangre de fundo pelo Mestre Ramon da embarcação “Mestre Bobicha”. A amostragem consistiu ainda na recolha de informação morfométrica, pesos de diferentes órgãos (gónadas, fígado e estômago), conservação de músculo para estudos genéticos e das gónadas para validação do estado de maturação sexual atribuído macroscopicamente e preservação dos otólitos para posterior determinação da idade deste peixe.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.horta.uac.pt/intradop/index.php/pt" target="_blank" rel="noopener">Notícias do DOP</a></p>
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		<title>Há esponjas no mar dos Açores anticancerígenas e corais antimaláricos mas não há condições para progredir nos estudos na Região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 10:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Patrícia Pena Lino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A jovem investigadora açoriana Sílvia Patrícia Pena Lino defendeu “com grande brio” a sua tese de doutoramento no Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, no ramo das Ciências do Mar, especialidade de recursos marinhos. A tese de Sílvia Lino foi mesmo aprovada “com Distinção e Louvor por Unanimidade” por um júri extremamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A jovem investigadora açoriana Sílvia Patrícia Pena Lino defendeu “com grande brio” a sua tese de doutoramento no Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, no ramo das Ciências do Mar, especialidade de recursos marinhos.<br />
A tese de Sílvia Lino foi mesmo aprovada “com Distinção e Louvor por Unanimidade” por um júri extremamente rigoroso que fez justiça ao trabalho a que a investigadora se tem dedicado “com tanta energia”.</b></p>
<p>Sílvia Pena Lino explica que a ideia da sua tese surgiu quando percebeu que “grande parte do material biológico que vinha como pesca acessória pelos pescadores, era rejeitado”.<br />
Num estudo recente, explica, “calculou-se que, em cerca de metade dos lances de palangre, vinham esponjas, corais e outros animais. Sendo animais de grandes profundidades, mesmo quando devolvidos ao mar, têm pouca possibilidade de sobreviver. “E se estes animais tiverem uma utilidade?”, foi a questão principal que motivou o trabalho. Se a investigarmos, estaremos a valorizar este recurso biológico”, refere Sílvia Lino.<br />
Dito e feito. A investigadora escolheu “as doenças que mais pessoas afectam mundialmente: cancro (nos países desenvolvidos e numa percentagem também bastante elevada a própria região dos Açores); malária (uma das doenças mais mortais nos países em desenvolvimento) e infecções bacterianas resistentes a medicamentos (um dos grandes problemas hospitalares)”.<br />
Este foi o contexto geral para o trabalho. Ao mesmo tempo, explica, “e com uma mesma metodologia, foram avaliados animais de profundidade (recolhidos a mais de 200 metros) de 20 espécies diferentes recolhidos numa vasta área do mar, nos Açores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><b>Esponjas anticancerígenas e corais de água fria antimaláricos</b></h6>
<p>Na sua tese de doutoramento, Sílvia Patrícia Pena Lino considera que a Região dos Açores apresenta “uma grande diversidade de comunidades faunísticas em ecossistemas marinhos de profundidade, com numa grande variedade de ‘hotspots’ no fundo do mar, tais como montes submarinos, encostas das ilhas e fontes hidrotermais”.<br />
No entanto, salienta, “apesar desta enorme biodiversidade, os seus invertebrados marinhos de profundidade nunca foram bio prospectados enquanto produtos naturais marinhos funcionais. Esta tese teve como objectivo fazê-lo”.<br />
A investigadora explica que foram extraídos lípidos de 20 espécies animais, num total de trinta e seis extractos brutos, subsequentemente testados ‘in vitro’ como antibacterianos, antimaláricos e anticancerígenos.<br />
Da diversidade de animais de profundidade que incluiu corais, esponjas, ouriços e invertebrados das fontes hidrotermais, os resultados revelaram que “os extractos apresentam actividade para todos os ensaios biológicos testados, com as esponjas a apresentarem-se como os animais mais úteis como fonte de compostos naturais marinhos anticancerígenos e os corais de água fria, como antimaláricos”, sublinha a investigadora.<br />
Realça que foi usada uma estratégia de fracionamento guiado pela bioactividade, nos extractos dos animais mais activos: as mega-esponjas <i>Petrosia sp</i>. e <i>Leiodermatium sp</i>.. Os esteróis (Petrosterol, Sitosterol e 23, 24- Dihydrocalysterol) “foram identificados nas fracções de Petrosia sp. mais anticancerígenas mas devido à perca de actividade durante a separação dos compostos, não foi possível confirmá-los como principais anticancerígenos presentes”.<br />
O estudo com a esponja <i>Leiodermatium sp</i>. resultou “no isolamento de uma mistura complexa de compostos, demonstrando um potente efeito anticancerígeno (IC75=0,08 μg/ml). Os compostos foram identificados como pertencentes a uma mesma família de macrólidos e foram denominados “azorelides”. Foi possível isolar os compostos azorelide A e azorelide B mas a esteroquímica absoluta de ambas as moléculas não foi determinada devido às suas escassas quantidades (1,1 mg de azorelide A/ kg e 0,47 mg de azorelide B/kg de esponja <i>Leiodermatium seca</i>)”.<br />
Sílvia Lino diz esperar agora “ter oportunidade de prosseguir com o trabalho mas, infelizmente, não houve condições para continuar na Região dos Açores devido à falta de oportunidades de trabalho”. Estas palavras da investigadora suscitam uma série de questões que, ao nível da Ciência, têm estado na vanguarda das preocupações da comunidade de cientistas açorianos e fazem parte das matérias que, em termos editoriais, mais o ‘Correio dos Açores’ tem trazido à opinião pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><b>“Região compra equipamentos ultramodernos de milhões que estão parados por falta de quem os saiba manusear”</b></h6>
<p><b>Correio dos Açores</b> &#8211; Chegando o seu trabalho de investigação tão longe quanto possível nos Açores, o que se pode seguir, em termos de estudos práticos, para que os resultados a que chegou sejam úteis e entrem na cadeia de medicamentos anticancerígenos e antimalários?<br />
<b>Sílvia Patrício Pena Lino</b> &#8211; Este trabalho pretende ser apenas um ponto de partida. Ou seja, queríamos perceber, em primeiro lugar, se havia potencial nestes animais diferentes dos seus semelhantes de baixa profundidade. Os resultados preliminares indicam que, de facto, estes animais apresentam compostos naturais anticancerígenos muito potentes. É preciso agora mais investigação, primeiro para perceber se estes compostos têm um efeito mortal para as células cancerígenas, sem afectar as saudáveis (se matam células cancerígenas e saudáveis indiscriminadamente, deixam de ter interesse).<br />
Depois, é importante descrever quimicamente as moléculas activas para que outros grupos possam investigar a possibilidade de as produzir (seja de forma química, biológica ou num processo misto). Para isso, temos de isolar mais compostos activos&#8230; O que só por si se revelou uma dificuldade já que a mesma espécie de esponja (por exemplo), umas vezes tinha compostos activos e outra não. O que é que faz com que, por vezes, os produzam e outras não? Temos de entender melhor o ciclo de vida destes animais e aprender a identificá-los toxonomicamente correctamente.<br />
É fundamental que as pessoas percebam que não é possível sequer considerar-se uma formulação para medicamentos sem um investimento grande na sua investigação, com grupos inteiros de várias áreas empenhadas nesse objectivo a trabalhar durante anos. Um dos medicamentos mais antigos usados no tratamento da leucemia, foi isolado de uma esponja marinha (Ara-C) nos Estados Unidos e só 30 anos depois estava disponível no mercado. Antes de poderem ser comercializados com os compostos activos, mandam as legislações que seja comprovada a sua eficácia e segurança humana, o que significa passarem por uma bactéria grande de testes, com várias fases. O investimento é tão grande que é muito raro o caso em que as farmacêuticas estão dispostas a fazê-lo. Daí a importância da investigação pública em ciência que, infelizmente, é cada vez mais escassa.</p>
<p><b>Correio dos Açores</b> &#8211; Que condições precisaria nos Açores para prosseguir o seu trabalho?<br />
<b>Sílvia Patrício Pena Lino</b> &#8211; Em primeiro lugar, vontade política para ser investida em Ciência, o que não tem acontecido ao longo dos últimos anos: em contratos de trabalho para cientistas. Se todos entendemos que a ciência é fundamental para o desenvolvimento da Região, então porque é que continuam a tratar os cientistas mais novos como descartáveis, com bolsas sem condições de estabilidade pessoal.<br />
É uma ingenuidade muito grande pensar que é com bolsas de 3 meses ou mesmo com as de 2 anos que vamos conseguir chegar lá. A própria Ciência é um exercício constante de resistência à frustração pois são mais os becos sem saída do que as respostas que obtemos. Se, para além disso, não há alternativas a esta precariedade laboral constante, o resultado é haver cada vez mais gente, ou a desistir da ciência ou a emigrar.<br />
Investir em ciência não é comprar equipamentos de milhões de euros, sem depois sequer tentarem perceber se alguma coisa foi feita com eles. Infelizmente, o caso de equipamentos ultramodernos que custaram muitíssimo à região, parados por falta de alguém com capacidades técnicas para o manusear, são bastantes. Quando há pouca verba para ser investida em ciência, é fundamental ser-se prático para que não seja um desperdício.</p>
<p><b>Correio dos Açores</b> &#8211; Não se poderia criar uma empresa ‘start up’ para desenvolver, na prática, o que provou nos estudos?<br />
<b>Sílvia Patrício Pena Lino</b> &#8211; Claro. Mas quem é que quer fazer esse investimento&#8230;?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><b>“O que me deixa mais triste é que tudo o que aprendi fora podia aplicar nos Açores&#8230;”</b></h6>
<p><b>Correio dos Açores</b> &#8211; Não havendo condições nos Açores, corre o risco de ser mais um emigrante de luxo, que adquire o Conhecimento na Região e aplica-o fora do arquipélago?<br />
<b>Sílvia Patrício Pena Lino</b> &#8211; Em primeiro lugar, o investimento não foi pela Região, mas pelo país. A bolsa que recebi para poder fazer o trabalho foi de mérito (para a qual foram avaliados o projecto, as condições para o concretizar, o meu currículo e o dos meus orientadores), atribuída pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, com verba do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. O conhecimento, fui busca-lo fora: para aprender técnicas e interpretar resultados estive no SCRIPPS, nos Estados Unidos; na MARUM, na Alemanha e em vários institutos em Lisboa. Dos Açores, são os animais mas as espécies mais interessantes existem em todo o mundo.<br />
Quanto a aplicar o conhecimento que adquiri nestes últimos anos, nada me deixa mais triste do que perceber que tudo o que aprendi fora e poderia aplicar nos Açores e passar a mais investigadores, não deixa de ser uma miragem sem possibilidades de o concretizar na conjuntura actual. Como toda a gente, também tenho uma família que preciso cuidar e por mais que seja nobre a causa, não posso trabalhar de graça porque também eu preciso de comer, vestir e ter um tecto sobre a minha cabeça&#8230;</p>
<p><b>Correio dos Açores</b> &#8211; Tem algo mais a acrescentar?<br />
<b>Sílvia Patrício Pena Lino</b> &#8211; Sim. Gostaria de frisar que este trabalho envolveu a cooperação de muitos institutos, de muitas áreas diferentes. Sem esta vontade de participar por um bem que é comum a todos como a descoberta de alguma coisa importante para a ciência, não teria sido possível. Não se pode começar pelo fim. O conhecimento vale por si próprio e só isso deve ser visto como digno de investimento, não patentes e medicamentos que se vendem para “ganhar dinheiro”.</p>
<p>Fotografia: ©ImagDOP/UAz</p>
<p><a href="http://www.correiodosacores.info/index.php" target="_blank" rel="noopener">Fonte: João Paz / Correio dos Açores</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Há mais goraz no Banco Condor (vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 10:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Condor]]></category>
		<category><![CDATA[goraz]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O goraz é a única espécie que regista um aumento no Banco Condor. Apesar disso, a população do goraz não está ainda totalmente recuperada. As conclusões são da campanha anual de marcação de peixes efetuada por cientistas do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores. Foram identificados mais de três mil e quinhentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O goraz é a única espécie que regista um aumento no Banco Condor.</p>
<p>Apesar disso, a população do goraz não está ainda totalmente recuperada.</p>
<p>As conclusões são da campanha anual de marcação de peixes efetuada por cientistas do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.</p>
<p>Foram identificados mais de três mil e quinhentos peixes.</p>
<p><a href="http://www.rtp.pt/acores/economia/ha-mais-goraz-banco-condor-video_48762" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;"><strong>Para ver aqui</strong></span></a></p>
<p>Fonte: RTP/Açores</p>
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		<item>
		<title>Mais de 50 avistamentos de alforrecas em projeto pioneiro nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 09:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[alforrecas]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias dezenas de avistamentos de águas-vivas (alforrecas) e caravelas, maioritariamente no mar de São Miguel, foram registados na página online criada há um mês pela Universidade dos Açores para estudar o fenómeno, revelou um dos coordenadores do projeto. “Recebemos entre 50 e 100 registos até ao momento”, afirmou o biólogo Carlos Moura à Agência Lusa, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Várias dezenas de avistamentos de águas-vivas (alforrecas) e caravelas, maioritariamente no mar de São Miguel, foram registados na página online criada há um mês pela Universidade dos Açores para estudar o fenómeno, revelou um dos coordenadores do projeto.</strong></p>
<p>“Recebemos entre 50 e 100 registos até ao momento”, afirmou o biólogo Carlos Moura à Agência Lusa, acrescentando que são sobretudo os nadadores-salvadores que dão conta dos avistamentos, mas o objetivo é que cada vez mais o cidadão comum colabore.</p>
<p>O “projeto pioneiro” do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP), em parceria com o Instituto do Mar (IMAR), pode ser consultado através do endereço eletrónico www.medusa.uac.pt.</p>
<p>A investigação está a ser coordenada pelos biólogos marinhos Carlos Moura e João Gonçalves e pela oceanógrafa Ana Martins.</p>
<p>“O maior número de registos é de São Miguel, mas isso terá a ver com o facto de haver mais gente por quilómetro quadrado. Participam mais, mas também pode ser por ser a ilha maior. Vamos ter de analisar os dados”, disse Carlos Moura, apelando à participação dos cidadãos de todas as ilhas.</p>
<p>Segundo o responsável, nos Açores não existiam, até agora, estudos de monitorização para as águas-vivas e caravelas e, consequentemente, muito pouco se sabe sobre a biologia, a variabilidade genética e a distribuição das mesmas no arquipélago.</p>
<p>O biólogo da Universidade dos Açores adiantou ainda que com este registo ‘online’ se pretende também auxiliar as políticas de gestão pesqueiras e medidas de proteção de costa para atividades marítimo-turísticas.</p>
<p>Para tornar mais fácil a participação da população, há a intenção de criar uma aplicação para telemóvel, com mapas.</p>
<p>“Isto é uma fase inicial. Vamos a ver se para o ano conseguimos fundos para meter uma aplicação, com mapas interativos para que as pessoas possam dizer diariamente onde estão a haver registos”, afirmou Carlos Moura.</p>
<p>No último verão, banhistas de várias zonas dos Açores alertaram para uma maior concentração de águas-vivas.</p>
<p>O biólogo referiu que existem diversas teorias sobre as grandes agregações de medusas, tais como a influência dos ventos, marés, correntes oceânicas, temperatura da água, nutrientes, fitoplâncton, variabilidade sazonal e inter-anual, poluição marinha, reprodução das espécies e declínio de predadores naturais, como tartarugas e algumas espécies de peixes.</p>
<p>As alforrecas ou medusas são espécies marinhas de corpo mole com tentáculos com células urticantes. As caravelas são colónias desses animais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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		<item>
		<title>DOP/IMAR cria novo site para registo de agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas nos Açores</title>
		<link>https://pescazores.com/dopimar-cria-novo-site-para-registo-de-agregacoes-de-aguas-vivas-e-caravelas-portuguesas-nos-acores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 14:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[águas-vivas]]></category>
		<category><![CDATA[caravelas-portuguesas]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia partiu de investigadores e da direção do Departamento de Oceanografia e Pescas ao reconhecerem a necessidade de se compreender as grandes agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas, que afetam os recursos pesqueiros e o sector do turismo no arquipélago dos Açores. Existem diversas teorias sobre as grandes agregações de medusas, tais como a influência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ideia partiu de investigadores e da direção do Departamento de Oceanografia e Pescas ao reconhecerem a necessidade de se compreender as grandes agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas, que afetam os recursos pesqueiros e o sector do turismo no arquipélago dos Açores.</strong></p>
<p>Existem diversas teorias sobre as grandes agregações de medusas, tais como a influência dos ventos, marés, correntes oceânicas de meso- e larga-escalas, temperatura da água, nutrientes, fitoplâncton, variabilidade sazonal e inter-anual, poluição marinha, reprodução das espécies e declínio de predadores naturais como tartarugas e algumas espécies de peixes. A formação de ‘blooms’ de águas-vivas e sua distribuição à superfície e coluna de água resultam sem dúvida de um efeito combinado de mais do que um dos fatores acima enunciados. Contudo os mecanismos subjacentes a tais distribuições e seu desenvolvimento no tempo e espaço são ainda desconhecidos para muitas destas espécies. No caso particular dos Açores, não existem ainda estudos de monitorização para estas espécies e consequentemente muito pouco se sabe sobre a biologia, variabilidade genética e distribuição das mesmas no arquipélago.</p>
<p>Nesse sentido, e dado o recente interesse demonstrado não só pela comunidade académica mas principalmente pelo público, a Universidade dos Açores lançou este portal (<a href="http://www.medusa.uac.pt/">www.medusa.uac.pt</a>) que pretende registar, numa primeira fase, os avistamentos das medusas realizados por banhistas e mergulhadores dos Açores. Pretende-se com esta iniciativa incentivar os cidadãos e comunidades públicas a contribuírem também para o conhecimento científico através de conceito “cidadão cientista”, sob a supervisão dos cientistas e/ou instituições científicas regionais. Adicionalmente, os nadadores-salvadores e capitanias de São Miguel, Santa Maria, Faial, Pico e Terceira estão também a participar neste estudo, ao registar os dias com maiores agregações de medusas nas diferentes áreas balneares vigiadas do arquipélago.</p>
<p>A investigação está a ser coordenada pelos biólogos marinhos Carlos Moura e João Gonçalves, e pela oceanógrafa Ana Martins. O estudo que conta ainda, tal como acima referido, com a colaboração dos cidadãos e visitantes dos Açores, pretende contribuir para o conhecimento da biologia das espécies existentes na região, assinalando e tentando prever (a médio e longo prazos) os locais e alturas do ano com maiores agregações de medusas no arquipélago. Pretende-se ainda com esta iniciativa iniciar um primeiro passo no sentido de auxiliar políticas de gestão pesqueiras e medidas de proteção de costa para atividades marítimo-turísticas.</p>
<p>Para informações ou dúvidas, contactar <a href="mailto:carlosmoura@uac.pt">carlosmoura@uac.pt</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.horta.uac.pt/intradop/" target="_blank" rel="noopener">Notícias do DOP</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/dopimar-cria-novo-site-para-registo-de-agregacoes-de-aguas-vivas-e-caravelas-portuguesas-nos-acores/">DOP/IMAR cria novo site para registo de agregações de águas-vivas e caravelas-portuguesas nos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>DOP // O investigador  João Gonçalves defende estudo para conhecer recursos marinhos dos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 09:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
		<category><![CDATA[João Gonçalves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Açores não conhecem a biodiversidade marinha existente nas suas águas, afirma o investigador do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores João Gonçalves, que diz ser necessário fazer um estudo que revele a dimensão desses recursos. &#8220;Em termos de biodiversidade marinha, tirando os vertebrados, ou seja, peixes, aves, cetáceos e tartarugas, pouco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os Açores não conhecem a biodiversidade marinha existente nas suas águas, afirma o investigador do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores João Gonçalves, que diz ser necessário fazer um estudo que revele a dimensão desses recursos.</strong></p>
<p>&#8220;Em termos de biodiversidade marinha, tirando os vertebrados, ou seja, peixes, aves, cetáceos e tartarugas, pouco mais se conhece&#8221;, disse hoje o biólogo à Lusa, no Dia Mundial dos Oceanos.</p>
<p>João Gonçalves afirmou que a maior parte dos outros recursos nas águas açorianas foram apenas alvo de estudos parciais, sendo que, ao nível dos invertebrados, conhece-se pouco, daí que defenda a realização de um estudo que permita apurar a dimensão dos recursos existentes nas águas dos Açores.</p>
<p>A par dos peixes, o biólogo do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) aponta o surgimento de novos recursos com um &#8220;potencial muito grande&#8221;, como os minérios.</p>
<p>Com base num estudo desta dimensão, João Gonçalves, que iniciou funções de investigação e docência no DOP em 1989, pensa que seria possível procurar espécies de pesca alternativas, uma vez que o esforço de pesca aumentou substancialmente nos Açores.</p>
<p>&#8220;Penso que nos últimos anos, provavelmente, aumentou-se muito o esforço de pesca em termos de navios e número de anzóis na água. Apesar da pescaria dos Açores ser uma arte de pesca das melhores, comparando com a pesca de arrasto&#8221;, declarou.</p>
<p>O investigador aponta que se houver muita gente a depender deste recurso, &#8220;que por si é fraco&#8221;, isso leva à sobre-exploração, exemplificando com a redução da quota do goraz imposta por parte da União Europeia.</p>
<p>João Gonçalves, que colaborou na elaboração da legislação que regulamenta a observação de cetáceos nos Açores, aconselha a procura de recursos alternativos que não estejam tão sujeitos a esta exploração.</p>
<p>No Dia Mundial dos Oceanos, João Gonçalves para além da sobre-exploração das espécies, refere o problema crescente da poluição dos mares a nível dos resíduos sólidos, sobretudo plásticos.</p>
<p>No que concerne às alterações climáticas e o seu impacto, considera que os Açores não serão &#8220;das piores situações&#8221;, uma vez que o oceano tem um &#8220;efeito mutuador&#8221;, não deixando que as variações extremas ocorram com frequência.</p>
<p>&#8220;Nesse aspeto, estamos um pouco protegidos. As zonas continentais, grandes continentes ou mais afastadas da costa têm efeitos climáticos extremos. É evidente que sempre vai haver algumas alterações, mas estamos relativamente protegidos&#8221;, declarou.</p>
<p>Foto: F Cardigos©ImagDOP/UAz</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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		<title>Investigador quer &#8220;estratégia mais coerente&#8221; para gerir recursos oceânicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 15:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[aquacultura]]></category>
		<category><![CDATA[diminuição dos bancos de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[esforço de pesca nos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[exploração pesqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Hélder Silva]]></category>
		<category><![CDATA[investigadores DOP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores recomendou hoje ao Governo uma &#8220;estratégia mais coerente&#8221; para proteger os recursos marinhos e da plataforma continental português. As riquezas existentes na enorme extensão de oceano sob a responsabilidade de Portugal obrigam a que o país tenha que definir uma estratégia que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores recomendou hoje ao Governo uma &#8220;estratégia mais coerente&#8221; para proteger os recursos marinhos e da plataforma continental português.</span></div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As riquezas existentes na enorme extensão de oceano sob a responsabilidade de Portugal obrigam a que o país tenha que definir uma estratégia que garanta uma exploração sustentável e assegure a defesa dos interesses económicos nacionais, sustentou Hélder Silva, na véspera da conferência do Rio de Janeiro sobre Ambiente (Rio+20), onde será debatida a gestão dos oceanos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É necessário um “investimento” concreto e “uma estratégia mais coerente. Precisamos de defender e proteger os nossos interesses económicos, mas temos meios escassos e pouco adequados às necessidades de cobertura de um espaço atlântico alargado, com uma riqueza crescente e tendência para aumentar&#8221;, afirmou o investigador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hélder Silva recordou que a zona atlântica portuguesa, com a extensão da plataforma continental, pode atingir quase quatro milhões de quilómetros quadrados, considerando ser &#8220;fundamental&#8221; a definição de prioridades nesta área.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Nunca foi tão importante como hoje estabelecer prioridades, é fundamental que o país perceba o que é prioritário&#8221;, frisou o diretor do DOP em declarações à Lusa, alertando que &#8220;se o país quer ir pelo caminho do mar, isso não se faz sem investimento&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesse sentido, defendeu que &#8220;atirar umas migalhas para aqui e para ali não resolve os problemas, tem que haver uma estratégia clara, uma determinação de prioridades e uma alocação de recursos de acordo com as necessidades de implementação desta estratégia&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Hélder Silva, que dirige um dos centros de investigação mais importantes a nível internacional na área das ciências marinhas, &#8220;o país tem registado algumas dificuldades em fundamentar no mar o seu crescimento económico&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As pescas e a diminuição dos bancos de pesca são um sinal da falta dessa estratégia: &#8220;Temos um grande nível de biodiversidade, o que é bom, mas não do ponto de vista da exploração pesqueira, onde era preferível ter apenas meia dúzia de espécies e centrar nelas a atenção&#8221;, salientou, acrescentando que existem “muitas dezenas de espécies com interesse comercial, mas nenhuma que se afirme pela abundância a nível mais global&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hélder Silva apontou, no entanto, o caso do peixe-espada preto, para onde se tem tentado redirecionar o esforço de pesca nos Açores, que possui recursos que &#8220;sustentariam capturas na ordem das 20 mil toneladas/ano, o que é mais do que o total de pescas de todas as outras espécies juntas&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As riquezas marinhas não se limitam às pescas, sendo certo que existem &#8220;recursos ao nível mineral que podem ser explorados em profundidade&#8221;, além do &#8220;grande potencial&#8221; das biotecnologias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;O facto de termos uma grande biodiversidade potencia uma maior facilidade em encontrar espécies que tenham compostos que possam ser utilizados a diversos níveis, nomeadamente na farmacologia&#8221;, afirmou o diretor do DOP, salientando também que a aquacultura oceânica é uma área em que Portugal pode apostar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Temos que pensar se queremos dar um salto para outro nível na aquacultura, que é, incontornavelmente, o futuro&#8221;, frisou, acrescentando que a tecnologia &#8220;começa a estar desenvolvida a um ponto em que faz sentido direcionar o esforço para jaulas no alto mar para produzir peixes&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao nível da preservação dos recursos, Hélder Silva destacou a &#8220;rede de áreas marinhas protegidas exemplar a nível mundial&#8221; que foi criada em redor das ilhas dos Açores, no mar alto e junto das fontes hidrotermais existentes para além do limite das 200 milhas da zona económica exclusiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Temos cumprido as normas internacionais sobre limites de capturas de diversas espécies, temos estabelecida uma rede marinha de áreas protegidas, mas não basta criá-las, é preciso fiscalizar, monitorizar&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;O DOP tem procurado afirmar-se na aquisição de conhecimentos na área do mar, mas a verdade é que o país, dada a dimensão do nosso mar, tem uma expressão do ponto de vista científico bastante reduzida a nível internacional&#8221;, frisou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/noticia/investigador-quer-estrategia-mais-coerente-para-gerir-recursos-oceanicos"><span style="color: #000000;">Açoriano Oriental</span></a></span></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/investigador-quer-estrategia-mais-coerente-para-gerir-recursos-oceanicos/">Investigador quer &#8220;estratégia mais coerente&#8221; para gerir recursos oceânicos</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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