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	<title>Arquivo de Lagoa das Sete Cidades - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Ilha artificial permite reprodução de garajaus na Lagoa das Sete Cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 10:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[garajaus]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa das Sete Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pequena ilha artificial instalada na Lagoa das Sete Cidades, em São Miguel, permitiu a reprodução de garajaus comuns (Sterna hirundo), estando confirmada a sobrevivência de, pelo menos, duas crias, uma das quais realizou hoje o seu primeiro voo. Nos últimos anos não houve conhecimento da reprodução de garajaus comuns na Lagoa das Sete Cidades, uma vez que os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/06/171106.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-16009" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/06/171106.jpg" alt="171106" width="800" height="620" /></a></p>
<p>Uma pequena ilha artificial instalada na Lagoa das Sete Cidades, em São Miguel, permitiu a reprodução de garajaus comuns (Sterna hirundo), estando confirmada a sobrevivência de, pelo menos, duas crias, uma das quais realizou hoje o seu primeiro voo.</p>
<p>Nos últimos anos não houve conhecimento da reprodução de garajaus comuns na Lagoa das Sete Cidades, uma vez que os ninhos feitos nas margens acabavam por ser atacados ou ocupados por outras espécies.</p>
<p>A Direção Regional do Ambiente, com o apoio do especialista em observação de aves, Gerbrand Michielsen, instalou durante o último inverno uma pequena ilha artificial naquela lagoa com o objetivo de promover a reprodução dos garajaus comuns que ali ocorrem.</p>
<p>A 18 de abril, um dos ninhos foi ocupado por um casal de garajaus comuns, tendo sido confirmada a 17 de maio a existência de ovos, de que resultou posteriormente o nascimento de crias.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Governo quer mais apanha de Carpas – mas elas não devem ser comidas&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 12:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[carpas]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa das Furnas]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa das Sete Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[pesca lúdica]]></category>
		<category><![CDATA[Secretarias Regionais da Agricultura e Florestas e do Ambiente e do Mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Secretarias Regionais da Agricultura e Florestas e do Ambiente e do Mar publicaram esta semana uma portaria conjunta em que é regulada a pesca lúdica na Lagoa das Furnas e na Lagoa das Sete Cidades no sentido de isentar de licença a pesca à linha naqueles locais.  Mas apesar deste aparente incentivo à pesca, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As Secretarias Regionais da Agricultura e Florestas e do Ambiente e do Mar publicaram esta semana uma portaria conjunta em que é regulada a pesca lúdica na Lagoa das Furnas e na Lagoa das Sete Cidades no sentido de isentar de licença a pesca à linha naqueles locais. </span><br />
<span style="color: #000000;">Mas apesar deste aparente incentivo à pesca, o diploma omite um pormenor de grande importância: esse peixe que vier a ser capturado, não deve ser consumido!</span><br />
<span style="color: #000000;">Não é difícil concluir que é altamente desaconselhado comer peixe da Lagoa das Furnas, que se encontra num estado eutrófico avançado. As diversas análises que foram realizadas falam de níveis elevados de fósforo, potássio e até alumínio. Nos últimos anos foram realizados estudos que contemplavam a introdução de novos químicos para reduzir os níveis dessas substâncias, não se sabendo ao certo se foram ou não experimentados (aliás, informação científica disponível sobre o que foi realmente feito nas Furnas é extremamente escassa). E por mais que uma vez apareceram peixes mortos à superfície, o que sugere que aquele “caldo” não é propriamente salutar.</span><br />
<span style="color: #000000;">Aliás, os próprios Planos de Ordenamento das Bacias Hidrográficas das Furnas e Sete Cidades, criados pelo Governo Regional, são claros em estabelecer uma diferença entre ambas as lagoas. Na das Furnas “em toda a área do plano de água são proibidas as seguintes utilizações: a) Consumo humano; b) Uso balnear; c) Aquicultura ou piscicultura”. Já na das Sete Cidades, é permitido “banho e natação” e “pesca”, enquanto que na das Furnas é permitido “Pesca à linha” – sem que se refira expressamente qualquer aviso em relação ao seu consumo.</span><br />
<span style="color: #000000;">Os diplomas, apesar de terem sido publicados com um dia de intervalo (Decreto Regulamentar Regional n.º 2/2005/A de 15 de Fevereiro  e Decreto Regulamentar Regional n.º 3/2005/A, de 16 de Fevereiro) parece conterem alguma diferenciação metodológica. Certamente que estabelecem uma diferença fundamental em relação à qualidade das águas das duas lagoas, embora sejam ambos omissos em relação à segurança do consumo.  </span><br />
<span style="color: #000000;">O facto, no entanto, é que os limites ao “consumo” de água daquelas lagoas está directamente ligado aos elevados teores de determinadas substâncias. Um estudo da década de 1990 refere que “as cargas nutritivas que afluem à Lagoa das Furnas através das linhas de água podem ser estimadas em 16 g N/m2 por ano e 0,8 g P/m2 por ano, sendo 11 e 8 vezes superiores às cargas máximas admissíveis de azoto e fósforo para esta lagoa e 5 e 4 vezes superiores às cargas de perigo dos mesmos nutrientes. Por outro lado, estimativas efectuadas com base em dados de lixiviação de nutrientes recolhidos na bibliografia da especialidade, podendo por isso não ser directamente extrapoláveis para as condições de solo, relevo e clima da Ilha de S. Miguel, conduziram a valores que indicam que as escorrências difusas podem atingir valores muito importantes nesta bacia hidrográfica, o que torna ainda mais preocupante a situação desta lagoa”.</span><br />
<span style="color: #000000;">A portaria agora publicada (n.º 89/2011 de 7 de Novembro de 2011) reconhece “uma marcada quebra no número de pescadores desportivos que frequentam as margens das referidas lagoas”, apesar de ser permitido pescar em ambas. Talvez o bom senso dos pescadores&#8230;</span><br />
<span style="color: #000000;">Mas a portaria está sobretudo preocupada com “o aumento da população piscícola, com destaque para a carpa (Cyprinus carpio), contribuindo para a ressuspensão de sedimentos”. O diploma explica que “a fauna ictiológica com interesse para a pesca lúdica das Lagoas das Furnas e das Sete Cidades é inteiramente constituída por espécies introduzidas, nomeadamente a carpa (Cyprinus carpio), o ruivo (Rutilus rutilus), o lúcio (Esox lucius), a perca (Perca fluviatilis) e o sandre (Sander lucioperca), esta última existente apenas na Lagoa das Furnas. Neste conjunto de espécies, o lúcio, a perca e o sandre são predadores vorazes, que se alimentam também de outros peixes, sendo que a carpa e o ruivo constituem espécies omnívoras, alimentando-se de insectos, crustáceos, moluscos e matéria vegetal, o que no caso da carpa induz a referida ressuspensão de sedimentos. Nesse contexto, a liberalização da pesca a todas as espécies piscícolas poderia contribuir para a redução dos predadores mais diretos para a carpa, fomentando ainda mais o aumento da sua população, pelo que interessa manter, para as espécies predadoras de peixes, o atual regime de licenciamento”. E conclui que “interessa derrogar parcialmente, exclusivamente no que respeita às Lagoas das Furnas e das Sete Cidades e às espécies omnívoras”, ler “carpa”.</span><br />
<span style="color: #000000;">E manda que “não carece de licença a pesca lúdica das espécies carpa (Cyprinus carpio) e ruivo (Rutilus rutilus), exercida nas desde que sejam cumpridos cumulativamente os seguintes requisitos: a) Sejam exclusivamente utilizadas técnicas de pesca à linha, nas modalidades com ou sem carreto, a partir das margens públicas das lagoas; b) Não sejam utilizados quaisquer engodos ou outras técnicas que incluam a introdução na massa de água de quaisquer substâncias orgânicas ou inorgânicas, com exceção do aparelho e dos respectivos iscos; c) Não sejam deixados nas margens quaisquer peixes ou suas partes, restos de isco ou outros resíduos. d) Os exemplares de outras espécies devem ser restituídos de imediato à água sempre que a natureza dos ferimentos possa prever a sua sobrevivência”.</span><br />
<span style="color: #000000;">O efeito real destas medidas só será comprovado no futuro. Mas induzir à pesca sem alertar que o seu produto não deve ser consumido, parece ser algo temerário&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.diariodosacores.pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=10855:governo-quer-mais-apanha-de-carpas--mas-elas-nao-devem-ser-comidas-&amp;catid=51:actualidade&amp;Itemid=22">RTP Açores</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-quer-mais-apanha-de-carpas-mas-elas-nao-devem-ser-comidas/">Governo quer mais apanha de Carpas – mas elas não devem ser comidas&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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