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	<title>Arquivo de Lajes do Pico - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Semana dos Baleeiros // SPEA discorda de intervenções em área protegida das Lajes do Pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2015 09:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Lajes do Pico]]></category>
		<category><![CDATA[Semana dos Baleeiros]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação de uma tenda, para as festas da Semana dos Baleeiros nas Lajes do Pico, em plena área protegida para as aves, causa grande preocupação para a SPEA devido aos impactos causados num ecossistema único e já bastante fragilizado. A SPEA enviou na passada terça-feira uma carta à Câmara Municipal das Lajes do Pico, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A instalação de uma tenda, para as festas da Semana dos Baleeiros nas Lajes do Pico, em plena área protegida para as aves, causa grande preocupação para a SPEA devido aos impactos causados num ecossistema único e já bastante fragilizado.</strong></p>
<p>A SPEA enviou na passada terça-feira uma carta à Câmara Municipal das Lajes do Pico, que está a realizar a intervenção, apontando os vários aspectos que considera estarem a prejudicar este importante valor natural da ilha do Pico e dos Açores.</p>
<p>Na carta enviada, também com conhecimento para as Direções Regionais do Ambiente e dos Assuntos do Mar, a SPEA refere a importância do local a nível regional, nacional e europeu, que levou à sua inclusão nas redes de áreas importantes para as aves, parques naturais e Rede Natura 2000.</p>
<p>A área tem um fácil acesso e elevada vulnerabilidade, especialmente devido à forte pressão urbanística e humana a que está sujeita. No entender da associação, deverá ser preservada na sua totalidade e, pelo menos, recuperados, o mais rápido possível, os locais dentro da área que num passado recente foram degradados ou destruídos, de modo a aumentar a resistência destes habitats naturais à perturbação que possa ocorrer. Também deverão ser implementadas medidas de salvaguarda da área impedindo a sua degradação e reduzindo os impactos sobre a fauna e flora.</p>
<p>Este é um sítio de importância para várias espécies de aves, tanto para as nidificantes como para as migratórias. As aves que nidificam nas zonas costeiras adjacentes, nomeadamente <i>Calonectris borealis</i> (cagarro), <i>Sterna dougallii</i> (garajau-rosado), <i>Sterna hirundo</i> (garajau-comum), usam esta área como zona de repouso e alimentação. No outono e inverno, esta área representa um ponto de passagem e descanso de aves migratórias e acidentais, provenientes dos continentes europeu e americano, sendo importante no contexto regional para diversas espécies de limícolas, patos e garças durante a época de migração pós-nupcial (a qual começa em Julho para algumas espécies de limícolas) e ao longo da época de invernada.</p>
<p>A Plataforma das Lajes do Pico é o maior spot para a observação de raridades na ilha do Pico (<span style="color: #000080;"><a href="http://azores.avesdeportugal.info/"><span style="color: #000080;">http://azores.avesdeportugal.info/</span></a></span>)</p>
<p>Em resultado do seu valor para as aves e características naturais únicas esta área está classificada como <a href="http://www.horta.uac.pt/projectos/macmar/ogamp/azpepico3.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;">Zona de Proteção Especial (ZPE</span>)</a> incluída na Rede Natura 2000 (http://natura2000.eea.europa.eu/Natura2000/SDF.aspx?site=PTZPE002) e na rede de IBAs nacionais <a href="http://ibas-terrestres.spea.pt/pt/mapa-ibas-terrestres/" target="_blank" rel="noopener">Zonas importantes para as Aves</a>. Faz igualmente parte do Parque Natural de Ilha do Pico com a classificação de Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies das Lajes do Pico (PICO07), constituindo parte importante de uma rede de zonas de protecção nos Açores que inclui importantes comunidades de aves.</p>
<p>A SPEA refere ainda que para além da importância para as aves, esta área apresenta também outras espécies e habitats de elevada relevância (uma das razões para ser importante em termos de avifauna) sendo as suas características únicas no contexto regional e mesmo macaronésico. Neste local encontram-se comunidades de flora extremamente vulneráveis e de difícil recuperação como é o caso da <i>Spergularia azorica</i> e de <i>Juncus sp.</i> por esta razão, esta área está também classificada como Sítio de Interesse de Conservação (SIC) também integrado na <span style="color: #000080;"><a href="http://natura2000.eea.europa.eu/Natura2000/SDF.aspx?site=PTPIC0011" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;">Rede Natura 2000</span></a></span>. São habitats propícios ao desenvolvimento de espécies vegetais protegidas costeiras de valor natural e interpretativo elevado.</p>
<p>Para Luis Costa, Director executivo da SPEA, “a importância desta área <strong>deveria ser aproveitada pelo município das Lajes do Pico como uma mais-valia e não como um obstáculo ao seu desenvolvimento</strong>. Se os valores naturais podem ser por vezes mal compreendidos pela população, é essencial um trabalho de sensibilização a vários níveis para reverter essa situação”. Mesmo a nível económico, a recuperação e conservação deste local poderá ser mais um motivo de visita para o município e contribuirá na promoção de uma imagem de sustentabilidade para quem nos visita, capitalizando a imagem de Natureza associada ao Pico e aos Açores em geral. A ocorrência durante o Inverno de aves pouco comuns na Europa é já um atrativo para muitos observadores de aves que se deslocam aos Açores.</p>
<p>Para a SPEA, sendo a Semana dos Baleeiros um evento que celebra uma atividade tão importante para o concelho, e que tem sido apontado como exemplo de passagem de uma atividade de grande impacto, como a caça à baleia, para uma atividade de maior sustentabilidade ambiental com a sua observação, esta seria uma ocasião excelente para promover um trabalho de sensibilização e divulgação deste outro valor das Lajes do Pico, quer junto da população local quer junto dos muito visitantes que aí ocorrem nesta semana.</p>
<p>Porém, parece que a opção foi desvalorizar a componente natural única do local em favor de uma componente das festas completamente vulgar, sem tradição, que se pode encontrar por múltiplos locais em todo o país nesta altura do ano, e que poderia ser localizada em outros locais onde não tivesse o mesmo impacto.</p>
<p>Refere na carta Luis Costa que “por 3 dias de utilização que ninguém se lembrará ao fim de muito pouco tempo, opta-se por aumentar o impacto numa zona sensível de características únicas na ilha e na Região, dificultando cada vez mais a sua recuperação e adiando o trabalho urgente de sensibilização de quem utiliza ou pretende utilizar aquela área para fins contrários à manutenção dos seus valores naturais”.</p>
<p>Tendo em conta o referido a SPEA solicitou à CMLP:<br />
&#8211; a mudança do evento previsto para outra área e a imediata minimização dos impactos causados;<br />
&#8211; a garantia de salvaguarda desta área de eventuais planos futuros que possam aumentar a sua degradação;<br />
&#8211; o desenvolvimento e implementação de um plano de recuperação destes habitats, com maior urgência nas áreas degradadas por ação humana nos últimos anos.</p>
<p>A SPEA indicou ainda a total disponibilidade para, dentro das suas capacidades, colaborar da melhor forma possível na identificação de medidas que possam permitir não só a conservação e recuperação desta importante área, mas também contribuir para a sua divulgação e promoção, bem como para o usufruto deste local pela população e visitantes de uma forma sustentável e sem impactos para os importantes valores naturais presentes.</p>
<p>Foto: Geoparque Açores</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.spea.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">SPEA</a></p>
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		<title>Lajes do Pico quer que Unesco classifique cultura baleeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 14:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura baleeira]]></category>
		<category><![CDATA[Lajes do Pico]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal das Lajes do Pico, nos Açores, vai propor a classificação da cultura baleeira, pela Unesco, como património da humanidade, dada a carga histórica e as marcas no concelho daquela atividade, patentes na música, arquitetura e literatura. &#8220;Já iniciámos este caminho com algumas reuniões e a preparação de um grupo de trabalho para [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/lajes-do-pico-quer-que-unesco-classifique-cultura-baleeira/">Lajes do Pico quer que Unesco classifique cultura baleeira</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Câmara Municipal das Lajes do Pico, nos Açores, vai propor a classificação da cultura baleeira, pela Unesco, como património da humanidade, dada a carga histórica e as marcas no concelho daquela atividade, patentes na música, arquitetura e literatura.</strong></p>
<p>&#8220;Já iniciámos este caminho com algumas reuniões e a preparação de um grupo de trabalho para poder classificar esta cultura baleeira que, de facto, tem um expoente máximo nas Lajes do Pico, e a ideia é preservar esta cultura que teve desde o século XIX uma atividade que depois foi convertida na observação dos cetáceos”, afirmou o presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico, Roberto Silva, em declarações à Lusa.</p>
<p>A vila das Lajes do Pico é conhecida como “vila baleeira” devido à importância que as atividades ligadas à caça à baleia ali tiveram.</p>
<p>&#8220;Sentimos que há uma alma. Há uma arquitetura, uma literatura, uma história, há uma música, há um conjunto de artefactos e de atividades que queremos trabalhar&#8221;, sublinhou o autarca, admitindo que se trata de um longo e complexo processo, mas que já arrancou com &#8220;a construção&#8221; deste grupo de trabalho.</p>
<p>De acordo com Roberto Silva, este grupo &#8220;alargado&#8221; deverá contar com várias personalidades, &#8220;da Universidade dos Açores, da ilha do Pico, em especial ligadas ao Museu dos Baleeiros, da área da comunicação social, da ciência e historiadores&#8221;, para que seja possível preparar a candidatura à Unesco &#8220;em conjunto com o Governo Regional&#8221;.</p>
<p>O presidente da Câmara das Lajes do Pico disse que o processo poderá &#8220;demorar entre dois a três anos&#8221;, até que ser possível &#8220;estruturar um projeto e uma candidatura pensada e elaborada&#8221; que seja &#8220;aceite pela entidade que fará a avaliação&#8221;.</p>
<p>O projeto pretende também reabilitar, &#8220;sobretudo, o casario&#8221; ligado à baleação, mas também focar &#8220;a vertente de aprofundamento do papel de ciência na relação com os cetáceos promovendo a vila e o concelho das Lajes do Pico&#8221;, sustentou.</p>
<p>O autarca lembrou que a vila mantém visíveis memórias desta cultura baleeira, como o Museu dos Baleeiros, que funciona nas antigas casas dos botes, onde era a sede das companhias de baleação, a antiga fábrica da SIBIL, recuperada, ou ainda as lojas de artesanato, com matérias que têm origem na baleia.</p>
<p>&#8220;As Lajes do Pico é a vila baleeira dos Açores e queremos converter em vida a cultura baleeira&#8221;, disse, destacando também as mais valias para a população de uma eventual &#8220;notoriedade internacional&#8221; através da classificação pela Unesco (agência das Nações Unidas) que &#8220;aumentará também a exigência&#8221; em termos de preservação e aprofundamento das vivências da baleação e sua transmissão para futuras gerações.</p>
<p>&#8220;Mas há também esta crença e esta fé com a festa que realizamos agora em honra de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira dos baleeiros, onde somos convidados a olhar, a escutar e a sentir esta extraordinária cultura baleeira que tem nas Lajes do Pico o seu pico máximo em todos os Açores&#8221;, frisou, numa referência à Semana dos Baleeiros, que decorre anualmente no concelho, em agosto.</p>
<p>Além disso, o primeiro bote baleeiro açoriano foi construído em finais do século XIX, nas Lajes do Pico, pelo Mestre Francisco José Machado, o &#8216;Experiente&#8217;.</p>
<p>Em março, o parlamento açoriano aprovou uma resolução que pede a elaboração de um levantamento dos processos e técnicas tradicionais de construção dos botes baleeiros no arquipélago, “o mais importante vestígio material do património baleeiro e da cultura&#8221; da caça à baleia, que terminou na região no início dos anos de 1980.</p>
<p>A inventariação deve estar concluída no prazo de um ano e meio.</p>
<p>O fim da caça à baleia nos Açores, no início dos anos 80 do século XX deixou muito património abandonado, cuja recuperação começou em 1998 com a aprovação de legislação específica.</p>
<p>O programa de reabilitação do património baleeiro nos Açores permitiu, por exemplo, recuperar na última década 40 botes e 10 lanchas.</p>
<p>As embarcações que antigamente estavam envolvidas na caça à baleia também foram reabilitadas e são utilizadas em regatas, realizadas no verão.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
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		<title>Governo dos Açores promove debate sobre proposta de Estratégia Nacional para o Mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 09:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Nacional para o Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Lajes do Pico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Regional dos Recursos Naturais promove HOJE, quinta-feira 2 de Maio, no Centro de Artes e Ciências do Mar, nas Lajes do Pico, uma sessão de debate sobre a proposta de Estratégia Nacional para o Mar. A sessão, que terá início às 20h30, será presidida pelo Secretário Regional dos Recursos Naturais, Luís Neto Viveiros, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria Regional dos Recursos Naturais promove <strong>HOJE, quinta-feira 2 de Maio</strong>, no Centro de Artes e Ciências do Mar, nas <strong>Lajes do Pico</strong>, uma sessão de debate sobre a proposta de Estratégia Nacional para o Mar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A sessão, que terá início às <strong>20h30</strong>, será presidida pelo Secretário Regional dos Recursos Naturais, Luís Neto Viveiros, contando com intervenções do Diretor Regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos, do Pró-Reitor da Universidade dos Açores e Presidente do IMAR, Ricardo Serrão Santos, e do Diretor do Museu dos Baleeiros e Presidente da Comissão de Botes Baleeiros, Manuel Costa Júnior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O debate contará ainda com intervenções de José António Fernandes, Presidente da Federação das Pescas dos Açores, e de Serge Viallelle, pioneiro da observação de cetáceos nos Açores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta iniciativa, integrada no programa da Visita Estatutária do Governo dos Açores à ilha do Pico, é aberta ao público e marca o início da discussão que o executivo açoriano vai promover em todas as ilhas do arquipélago sobre esta matéria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os debates sobre a proposta de Estratégia Nacional para o Mar deveriam ter começado a 26 de abril, em S. Jorge, mas a iniciativa teve que ser adiada devido aos constrangimentos provocados pelas más condições climatéricas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A próxima sessão está agendada para 8 de maio, na ilha Graciosa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Estratégia Nacional para o Mar é uma proposta de instrumento de política pública que apresenta a visão de Portugal para o período 2013–2020 no que se refere ao modelo de desenvolvimento assente na preservação e utilização sustentável dos recursos e serviços dos ecossistemas marinhos, apontando um caminho de longo prazo para o crescimento económico, inteligente, sustentável e inclusivo, assente na componente marítima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A concretização e os resultados desta política, transversal e multissetorial, dependem do envolvimento dos agentes públicos e privados, pelo que é determinante a participação na formulação desta Estratégia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os documentos sobre a proposta de Estratégia Nacional para o Mar estão acessíveis a partir do Portal do Governo na Internet, na página da Direção Regional para os Assuntos do Mar (<a href="http://mar.srrn.azores.gov.pt/"><span style="color: #000000;">http://mar.srrn.azores.gov.pt</span></a>), terminando a consulta pública a 31 de maio.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/Gra/srrn-mar/conteudos/noticias/2013/Abril/Governo+dos+Acores+promove+debate+sobre+proposta+de+Estrategia+Nacional+para+o+Mar.htm">Governo dos Açores</a></p>
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