<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de livros - A Pesca nos Açores</title>
	<atom:link href="https://pescazores.com/tag/livros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pescazores.com/tag/livros/</link>
	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Feb 2018 06:30:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>The Best I(n) Can // Receitas de conservas de peixe</title>
		<link>https://pescazores.com/the-best-in-can-receitas-de-conservas-de-peixe/</link>
					<comments>https://pescazores.com/the-best-in-can-receitas-de-conservas-de-peixe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2016 22:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Can the Can]]></category>
		<category><![CDATA[conservas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=14533</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este é o livro que mudará para sempre a sua visão sobre as conservas nacionais. O restaurante Can the Can e a ANICP (Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixes) juntaram-se no projecto The best I(n) can para lhe apresentar uma série de pratos que lhe permitem usufruir ao máximo o que este produto [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/the-best-in-can-receitas-de-conservas-de-peixe/">The Best I(n) Can // Receitas de conservas de peixe</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><strong><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/12/500_9789897416392_the_best_can.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-14534" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/12/500_9789897416392_the_best_can.jpg" alt="500_9789897416392_the_best_can" width="414" height="500" /></a>Este é o livro que mudará para sempre a sua visão sobre as conservas nacionais.</strong></div>
<div>O restaurante Can the Can e a ANICP (Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixes) juntaram-se no projecto The best I(n) can para lhe apresentar uma série de pratos que lhe permitem usufruir ao máximo o que este produto tradicional de grande qualidade tem para oferecer.</div>
<div>Durante este projecto o chef Akis Konstantinidis desenvolveu, mensalmente, um prato elaborado com produtos de cada uma das empresas produtoras e Rui Pregal da Cunha convidou músicos e bandas portuguesas para participarem nestas deliciosas experiências.</div>
<div>O resultado é uma colecção única de pratos de autor, recorrendo à utilização de conservas, uma iguaria bem portuguesa, com uma história apaixonante, por vezes dramática. Uma iniciativa The best I(n) can, para degustar, the best you can.</div>
<p>Fonte: Leya</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/the-best-in-can-receitas-de-conservas-de-peixe/">The Best I(n) Can // Receitas de conservas de peixe</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/the-best-in-can-receitas-de-conservas-de-peixe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe o caminho “Do mar ao prato”? O Politécnico de Leiria explica</title>
		<link>https://pescazores.com/sabe-o-caminho-do-mar-ao-prato-o-politecnico-de-leiria-explica/</link>
					<comments>https://pescazores.com/sabe-o-caminho-do-mar-ao-prato-o-politecnico-de-leiria-explica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 22:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Politécnico de Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=14016</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Politécnico de Leiria lança na próxima quarta-feira, 28 de Setembro, em Peniche, o livro “Do mar ao prato – biologia, ilustração e gastronomia”. A obra reúne gastronomia tradicional e contemporânea, acompanhada de ilustração científica, e resulta do contributo de diversos docentes da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Politécnico de Leiria [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/sabe-o-caminho-do-mar-ao-prato-o-politecnico-de-leiria-explica/">Sabe o caminho “Do mar ao prato”? O Politécnico de Leiria explica</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/09/do-mar-ao-prato.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-14018" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/09/do-mar-ao-prato.jpg" alt="do-mar-ao-prato" width="1050" height="864" /></a></p>
<p>O Politécnico de Leiria lança na próxima quarta-feira, 28 de Setembro, em Peniche, o livro “Do mar ao prato – biologia, ilustração e gastronomia”. A obra reúne gastronomia tradicional e contemporânea, acompanhada de ilustração científica, e resulta do contributo de diversos docentes da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Politécnico de Leiria (ESTM/IPLeiria) e responde à crescente relevância da sustentabilidade dos recursos naturais, e à necessidade de contribuir para a sensibilização e educação ambiental dos consumidores, além da promoção do consumo responsável dos recursos marinhos.</p>
<p>O livro inclui, para cada recurso do mar, a sua biologia/ecologia, o perfil nutricional, a gastronomia tradicional e a gastronomia moderna, “salteada” com a arte da ilustração científica. Trata-se de uma abordagem inovadora, que integra a ciência e a arte, e que se constitui num contributo efectivo para a divulgação do património gastronómico nacional, para a dinamização das actividades económicas directamente relacionadas com as localidades costeiras, nomeadamente hotelaria e restauração, assim como para a valorização da experiência turística.</p>
<p>Sérgio Leandro, sub-director da ESTM/IPLeiria e um dos autores do livro, explica que “para as comunidades dependentes da pesca, a gastronomia do mar assume especial relevo para o seu desenvolvimento económico, contribuindo para a promoção e atractividade do seu território, e consequente garante de muitos postos de trabalho. Além disso, a gastronomia do mar constitui um património cultural das comunidades costeiras, pelo que deve ser perpetuada e enriquecida por forma a ser apreciada no presente e reconhecida no futuro”.</p>
<p>“Do mar ao prato – biologia, ilustração e gastronomia” é da autoria de Sérgio Leandro, Pedro Salgado, Paulo Maranhão, Catarina Barraca, Catarina Correia, Patrícia Borges, docentes e investigadores do Politécnico de Leiria, e António Alexandre, chef executivo do Lisboa Marriott. As ilustrações são da responsabilidade do conceituado ilustrador científico português Pedro Salgado.</p>
<p>A apresentação da obra acontece na próxima quarta-feira, 28 de Setembro, às 18h00, na Fortaleza de Peniche, e com a presença do secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, e da secretária da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo.</p>
<p>Fonte: Agricultura e Mar Actual</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/sabe-o-caminho-do-mar-ao-prato-o-politecnico-de-leiria-explica/">Sabe o caminho “Do mar ao prato”? O Politécnico de Leiria explica</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/sabe-o-caminho-do-mar-ao-prato-o-politecnico-de-leiria-explica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A viagem do Salmão</title>
		<link>https://pescazores.com/a-viagem-do-salmao/</link>
					<comments>https://pescazores.com/a-viagem-do-salmao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2016 17:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[A Viagem do Salmão]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[salmão da Noruega]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=13852</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novo livro de Henrique Sá Pessoa e José Luís Peixoto. A Norge – Conselho Norueguês das Pescas lançou o desafio ao prestigiado chef Henrique Sá Pessoa, ao premiado escritor José Luís Peixoto e ao fotógrafo especializado em alimentação e lifestyle Nicolas Lemonnier. Depois de aceitarem com entusiasmo, nasceu A Viagem do Salmão, um livro de viagens, encontros e trocas de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/a-viagem-do-salmao/">A viagem do Salmão</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Novo livro de Henrique Sá Pessoa e José Luís Peixoto.</strong></p>
<p>A <b>Norge – Conselho Norueguês das Pescas </b>lançou o desafio ao prestigiado chef Henrique Sá Pessoa, ao premiado escritor José Luís Peixoto e ao fotógrafo especializado em alimentação e <i>lifestyle </i>Nicolas Lemonnier. Depois de aceitarem com entusiasmo, nasceu <b>A Viagem do Salmão</b>, um livro de viagens, encontros e trocas de experiências em torno da descoberta do Salmão com edição da Casa das Letras.</p>
<p>Uma viagem única por Portugal, Noruega e Japão que nos leva a conhecer deliciosas histórias e 40 surpreendentes receitas de Henrique Sá pessoa e de 5 chefs convidados, entre os quais Miguel Laffan, Rui Paula e Daniel Rente.</p>
<p>Deixe-se levar nesta viagem de sabor e criatividade que lhe mostra o que de melhor pode fazer com o <b>Salmão da Noruega</b>, o preferido dos portugueses.</p>
<p>Fonte: Site oficial da Noruega em Portugal</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/a-viagem-do-salmao/">A viagem do Salmão</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/a-viagem-do-salmao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Nos Mares do Fim do Mundo&#8221;, de Bernardo Santareno</title>
		<link>https://pescazores.com/nos-mares-do-fim-do-mundo-de-bernardo-santareno/</link>
					<comments>https://pescazores.com/nos-mares-do-fim-do-mundo-de-bernardo-santareno/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 11:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Marítimo de Ílhavo]]></category>
		<category><![CDATA[Nos Mares do Fim do Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=13095</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre 1957 e 1959, o jovem escritor e médico António Martinho do Rosário embarcou como médico da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova. Daquilo que viveria nesses três anos nasceu a sua única obra de prosa e um documento único e ao mesmo tempo épico, íntimo, cruel e de uma sensibilidade pungente. Um objeto estranho [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/nos-mares-do-fim-do-mundo-de-bernardo-santareno/">&#8220;Nos Mares do Fim do Mundo&#8221;, de Bernardo Santareno</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Entre 1957 e 1959, o jovem escritor e médico António Martinho do Rosário embarcou como médico da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova. Daquilo que viveria nesses três anos nasceu a sua única obra de prosa e um documento único e ao mesmo tempo épico, íntimo, cruel e de uma sensibilidade pungente. Um objeto estranho na literatura portuguesa misto de diário, literatura de viagens, reportagem, ensaio poético e grande aventura. Esta co-edição acrescenta dois textos e várias fotografias inéditos.</strong></p>
<div>O Museu Marítimo de Ílhavo associou-se à reedição da obra “Nos Mares do Fim do Mundo”, de Bernardo Santareno. Esta edição, construída em parceria com a editora e-Primatur, está inserida num projeto cultual mais amplo a que se junta uma exposição, intitulada “Bernardo Santareno, um médico na frota bacalhoeira” e uma peça de teatro de comunidade intitulada “O Lugre &#8211; Projeto de Teatro Comunitário”, dirigida pelo encenador Graeme Pulleyn.</div>
</div>
<div>
<p><strong>Sinopse: </strong>«Não se conhecem ao certo as razões que levaram o médico António Martinho do Rosário, em 1957, a integrar a equipa de médicos da frota bacalhoeira portuguesa. Nesse ano embarcou no arrastão David Melgueiro. Na campanha seguinte integrou a tripulação do navio-motor de pesca à linha Senhora do Mar. Por fim, em 1959, fez parte da equipa de assistência médica do navio-hospital Gil Eannes.</p>
<p>Se é certo que na sua carreira profissional procurou variados trabalhos e sendo verdade que até ao momento em que estalou a polémica em torno de A Promessa, também em 1957, Santareno ainda não tinha uma fama assinalável de escritor oposicionista, é evidente que a pesca do bacalhau o atraiu como experiência de inspiração pessoal e literária. Embarcar juntamente com “os pescadores mais bravos do mundo”, como lhes chamara o repórter australiano Alan Villiers, na célebre Campanha do Argus – livro que Santareno leu e citou nas suas obras –, permitir-lhe-ia trabalhar e viver, suspenso do mundo, num universo esmagadoramente masculino, cheio de pulsões instintivas, muito próprias da vida a bordo durante longos meses, num ambiente quotidiano marcado pela violência do trabalho e inflamado pela rudeza dos homens.»</p>
<p>Álvaro Garrido <em>in</em> Prefácio</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bernardo Santareno</strong> é o pseudónimo literário de António Martinho do Rosário (1920 &#8211; 1980), considerado o maior dramaturgo português do século XX.<br />
Licenciou-se em medicina em 1950 e entre 1957 e 1959 exerceu actividade médica junto da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova. Esta experiência deu origem, no imediato, a uma colecção de textos escritos em pequenos blocos de notas e que mais tarde resultariam no presente título. Mas também nalgumas das suas mais famosas peças O lugre ou A promessa.<br />
Bernardo Santareno iniciou-se na escrita como poeta sendo os seus três primeiros livros coleções de poesia. A partir de 1957, o teatro foi registo de eleição, tendo escrito 15 peças.</p>
<p><strong>Esta é uma co-edição com a <a href="http://www.e-primatur.com/" target="_blank" rel="noopener">E-Primatur</a></strong></p>
<p><strong>Edição exclusiva e limitada à venda na livraria do Museu Marítimo de Ílhavo</strong></p>
<p>ENCOMENDAS: 234 329 990 | museuilhavo@cm-ilhavo.pt</p>
<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/05/1444732402_uUPcHvMM7wPgl6CY2rC1.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-13099" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/05/1444732402_uUPcHvMM7wPgl6CY2rC1.jpg" alt="1444732402_uUPcHvMM7wPgl6CY2rC" width="364" height="574" /></a></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/nos-mares-do-fim-do-mundo-de-bernardo-santareno/">&#8220;Nos Mares do Fim do Mundo&#8221;, de Bernardo Santareno</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/nos-mares-do-fim-do-mundo-de-bernardo-santareno/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Índias, novo romance de João Morgado, vence Prémio Alçada Baptista</title>
		<link>https://pescazores.com/indias-novo-romance-de-joao-morgado-vence-premio-alcada-baptista/</link>
					<comments>https://pescazores.com/indias-novo-romance-de-joao-morgado-vence-premio-alcada-baptista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 10:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=12611</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo romance de João Morgado, Índias, venceu o Prémio Literário Alçada Baptista. Do mesmo autor de Vera Cruz, chega agora às livrarias nacionais um novo romance histórico centrado em Vasco da Gama. João Morgado parte das aventuras marítimas do grande navegador português para revisitar as suas viagens às Índias e partilhar com o leitor [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/indias-novo-romance-de-joao-morgado-vence-premio-alcada-baptista/">Índias, novo romance de João Morgado, vence Prémio Alçada Baptista</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/03/087532.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-12613" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/03/087532.jpg" alt="087532" width="673" height="1024" /></a>O novo romance de João Morgado, Índias, venceu o Prémio Literário Alçada Baptista. Do mesmo autor de Vera Cruz, chega agora às livrarias nacionais um novo romance histórico centrado em Vasco da Gama. João Morgado parte das aventuras marítimas do grande navegador português para revisitar as suas viagens às Índias e partilhar com o leitor uma nova face do herói dos Descobrimentos, o seu lado negro das ambições, vinganças e matanças.</p>
<p>Partindo dos registos oficiais da época e dos factos históricos comprovados, João Morgado descreve com especial detalhe não apenas como era a vida nas naus e nas caravelas portuguesas como todo o quotidiano lisboeta no alvor do Renascimento.</p>
<p>Desde o seu primeiro livro que leitores e críticos são unânimes, João Morgado é mestre na arte de recriar ambientes históricos longínquos, diálogos verosímeis, personagens fascinantes, e Índias não foge à regra. Nele se conjugam as prerrogativas da liberdade de imaginação e o rigor de uma investigação histórica centrada nas aventuras do navegador que abriu a rota marítima para a Índia.</p>
<p>É sabido que a história dos homens e dos povos é pó solto em vendaval, leva por isso muita reviravolta. Como pode um homem tão cruel ser endeusado por Camões n’ Os Lusíadas e ganhar o estatuto de figura cimeira dos Descobrimentos portugueses? É que ser herói não é o mesmo que ser santo, antes impera a coragem e a determinação. Assim, a descoberta dos heróis imperfeitos dá-nos uma dimensão nova da nossa história e, sobretudo, mais humana.</p>
<p>João Morgado nasceu em 1965. É formado em Comunicação e trabalhou como jornalista. Tem vários livros publicados, alguns deles distinguidos com importantes galardões literários como o Prémio Vergílio Ferreira (2012), o Prémio Alçada Baptista (2014) ou o Prémio Literário Fundação Dr. Luís Rainha – Correntes d’ Escritas 2015.</p>
<p>Nome: Índias</p>
<p>Autor: João Morgado</p>
<p>Editora: Clube do Autor</p>
<p>296 págs.</p>
<p>PVP: 16€</p>
<p>Fonte: <a href="http://agriculturaemar.com/" target="_blank" rel="noopener">Agricultura e Mar Actual</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/indias-novo-romance-de-joao-morgado-vence-premio-alcada-baptista/">Índias, novo romance de João Morgado, vence Prémio Alçada Baptista</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/indias-novo-romance-de-joao-morgado-vence-premio-alcada-baptista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fotojornalista açoriano Pepe Brix lançou livro “Os Últimos Heróis” da epopeia da pesca do bacalhau em diversas livrarias</title>
		<link>https://pescazores.com/fotojornalista-acoriano-pepe-brix-lancou-livro-os-ultimos-herois-da-epopeia-da-pesca-do-bacalhau-em-diversas-livrarias/</link>
					<comments>https://pescazores.com/fotojornalista-acoriano-pepe-brix-lancou-livro-os-ultimos-herois-da-epopeia-da-pesca-do-bacalhau-em-diversas-livrarias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 11:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pepe Brix]]></category>
		<category><![CDATA[pesca do bacalhau]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=11732</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pepe Brix, fotojornalista açoriano, nascido em Santa Maria, e aventureiro que embarcou três meses num dos últimos bacalhoeiros portugueses, editou agora em livro um trabalho de homenagem aos heróis portugueses da pesca do bacalhau. O lançamento tem o apoio da Riberalves e as vendas revertem a favor da AMI – Assistência Médica Internacional. Nas décadas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/fotojornalista-acoriano-pepe-brix-lancou-livro-os-ultimos-herois-da-epopeia-da-pesca-do-bacalhau-em-diversas-livrarias/">Fotojornalista açoriano Pepe Brix lançou livro “Os Últimos Heróis” da epopeia da pesca do bacalhau em diversas livrarias</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #333333;">Pepe Brix, fotojornalista açoriano, nascido em Santa Maria, e aventureiro que embarcou três meses num dos últimos bacalhoeiros portugueses, editou agora em livro um trabalho de homenagem aos heróis portugueses da pesca do bacalhau.</span></strong></p>
<p>O lançamento tem o apoio da Riberalves e as vendas revertem a favor da AMI – Assistência Médica Internacional.</p>
<p>Nas décadas de 50 e 60 do século passado, no auge da frota bacalhoeira portuguesa, o país tinha cerca de 80 navios e 4800 pescadores na pesca do bacalhau nos mares do Norte. As campanhas eram marcadas por uma dureza extrema – os portugueses ainda faziam pesca à linha nos míticos e pequenos dóris – e em cada viagem de seis meses as fatalidades impediam que em média 10 pescadores regressassem. A história repetia-se todos os anos.</p>
<p>O primeiro documento que coloca portugueses na pesca do bacalhau tem mais de 500 anos e, de certo modo, foi graças à coragem destes homens que Portugal se tornou o maior consumidor mundial de bacalhau – 7 Kg per capita. Ainda assim, poucos serão os consumidores que têm noção do que foi, ou do que ainda é, a pesca do bacalhau. Em 1952, suspeitando da actividade verdadeiramente épica em causa, o aventureiro e repórter australiano Alan Villiers embarcou num dos lugres bacalhoeiros nacionais – o Argus – e assim produziu, para a National Geographic, o primeiro relato e as primeiras fotografias que surpreenderam o Mundo. Dessa campanha resultaria também o livro A Campanha do Argus, que acabaria por tornar-se um documento icónico da pesca do bacalhau.</p>
<p>De 1952 para cá, a evolução foi considerável. Acabou a pesca à linha nos dóris, chegaram os arrastões e as Zonas Económicas Exclusivas, e Portugal tornou-se um país essencialmente importador de bacalhau. Hoje existem no país apenas 10 barcos dedicados ao “fiel amigo”. Mas existe um factor comum: a dureza ainda extrema desta actividade enfrentada pelos pescadores portugueses. E foi precisamente essa dureza que o fotojornalista e aventureiro açoriano, Pepe Brix, foi fotografar ao longo de três meses embarcado como&#8230; “Observador de Pesca” (fez uma formação específica para poder integrar a tripulação) num dos últimos bacalhoeiros portugueses, o “Joana Princesa”.</p>
<p>Da aventura de Pepe Brix resultou um portfólio fotográfico extraordinário. Não deixa de ser curioso que parte desse portfólio, tal como o de Alan Villiers em 1952, tenha sido publicado na National Geographic, agora na edição portuguesa. O trabalho, que o autor começou por designar de Código Postal: A2053N (a matrícula do navio “Joana Princesa”) transformou-se também numa exposição fotográfica que tem andado pelo continente e ilhas; e depois da exposição nasce finalmente o livro, que surge como uma resposta a um desafio colocado pela Riberalves: celebrar a pesca do bacalhau com o lançamento de uma homenagem aos Heróis Portugueses da Pesca do Bacalhau. O desafio foi aceite e a obra “Os Últimos Heróis” foi lançada nas livrarias no início desta semana.</p>
<p>“Este ano a Riberalves comemora o 30º aniversário, mas mais do que celebrar os 30 anos da nossa empresa queremos celebrar a pesca do bacalhau e toda a incrível história associada. Acreditamos que este trabalho do Pepe Brix é um documento extraordinário que ajuda a fixar a memória em torno de uma actividade épica e nem por isso conhecida dos portugueses. Temos uma honra imensa em participar nesta homenagem aos heróis portugueses da pesca do bacalhau e só podemos agradecer o entusiasmo de todos os envolvidos, desde o Pepe Brix à editora Matéria Prima, Obrigado”, afirma Ricardo Alves, administrador da Riberalves.</p>
<p>“Quando me dizem que foi preciso muita coragem para embarcar três meses nesta aventura, a minha resposta é sempre a mesma: coragem têm os pescadores que se lançam de facto naquela vida, e a ela regressam todos os anos. Foi um privilégio poder fotografá-los e, agora, lançar-lhes esta homenagem em forma de livro. Se é que existe uma grande herança cultural e gastronómica em torno do consumo do bacalhau no nosso país, tal deve-se à coragem destes homens, que nos trazem o Fiel Amigo. Quando a Riberalves me desafiou a colocar este trabalho num livro, partilhando esta homenagem com todos os portugueses, naturalmente só podia dizer que sim. É uma honra e também só posso dizer obrigado, à Riberalves e a todos os que me apoiaram neste processo”, afirma Pepe Brix.</p>
<p>Empresa que mais bacalhau processa em todo o Mundo (30 mil toneladas/ano), líder nacional presente e marca presente em mais de 20 países (40% da produção segue para mercados externos), a Riberalves é uma empresa 100% familiar, fundada por João Alves. Em criança, quando João Alves acompanhava o seu pai da venda de bacalhau porta a porta pelas ruas da baixa de Lisboa, o bacalhau consumido no país era pescado maioritariamente por barcos nacionais. Hoje a quota de pesca de bacalhau reservada aos portugueses daria apenas para cerca de 5% do consumo interno (65 mil toneladas anuais). Subsistem apenas 10 navios, a bordo dos quais os últimos pescadores portugueses do bacalhau navegam para campanhas de três e quatro meses, aprisionados em gigantes metálicos perdidos no mar, contando os dias para um regresso às famílias. São estes heróis que Pepe Brix desvenda – os herdeiros da coragem e de uma epopeia com séculos; se existem registos de pesca do bacalhau nos primeiros anos de 1500, também é legítimo supor que os pescadores portugueses lá chegaram antes.</p>
<p>Com prefácio da ex-Ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, o livro “Os Últimos Heróis” é uma obra fotográfica de actualidade, com um capítulo inicial que apresenta um enquadramento histórico assinado pelo escritor Paulo Ramalho, ilustrado com fotos icónicas cedidas pelo Museu Marítimo de Ílhavo. Uma percentagem das vendas deste livro reverte para a AMI – Assistência Médica Internacional. A obra teve uma primeira apresentação na Fnac do Chiado, em Lisboa, esta Segunda-feira. Seguiram-se apresentações esta Terça-feira, no Museu Marítimo de Ílhavo e na Fnac Norte Shopping, em Matosinhos.</p>
<p>Pepe Brix nasceu, em Santa Maria, nos Açores. Aventureiro, fotojornalista e empreendedor de 30 anos, tem trabalho assinado e publicado decorrente de viagens pelos Estados Unidos, Índia, Nepal, América do Sul, Europa Central e de Leste. Já depois da aventura a bordo de um dos últimos bacalhoeiros nacionais, documentando a actividade heroica dos últimos pescadores portugueses na pesca do bacalhau, integrou e fotografou a expedição de moto Lisboa-Pequim-Lisboa, realizada em 2015.</p>
<p>Paulo Ramalho nasceu em 1960 e vive nos Açores. Antropólogo de formação, tem-se dedicado à produção literária, científica e poética. “O Outro Lado da Ilha” marcou recentemente a sua estreia no romance.</p>
<p>A Riberalves é uma empresa 100% nacional, referência mundial na transformação de bacalhau, produzindo 30 mil toneladas/ano. Fundada em 1985, a Riberalves focou a actividade exclusivamente no sector do bacalhau a partir de 1990, com a inauguração da primeira fábrica, em Torres Vedras. A partir de 2003, graças ao investimento numa nova unidade industrial na Moita, hoje a maior fábrica mundial de transformação de bacalhau, a Riberalves estendeu a capacidade produtiva em 60% e tornou-se referência no desenvolvimento de um novo produto, capaz de responder às novas tendências de consumo: o Bacalhau Pronto a Cozinhar. Com uma facturação a rondar os 150 milhões de euros e exportações que valem 40% das vendas, a Riberalves é referência num grupo que integra ainda as empresas NovoDia Cafés, AdegaMãe (investimento de 5 milhões de euros na produção de vinhos e enoturismo) e Riberalves Imobiliária.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.correiodosacores.info/index.php" target="_blank" rel="noopener">Correio dos Açores</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/fotojornalista-acoriano-pepe-brix-lancou-livro-os-ultimos-herois-da-epopeia-da-pesca-do-bacalhau-em-diversas-livrarias/">Fotojornalista açoriano Pepe Brix lançou livro “Os Últimos Heróis” da epopeia da pesca do bacalhau em diversas livrarias</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/fotojornalista-acoriano-pepe-brix-lancou-livro-os-ultimos-herois-da-epopeia-da-pesca-do-bacalhau-em-diversas-livrarias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mar Português em novo livro dos CTT</title>
		<link>https://pescazores.com/mar-portugues-em-novo-livro-dos-ctt/</link>
					<comments>https://pescazores.com/mar-portugues-em-novo-livro-dos-ctt/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 12:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[CTT]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Ruivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=11632</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os CTT evocam o potencial dos recursos marítimos com um novo livro intitulado “Do Mar Oceano ao Mar Português”. Esta edição limitada dos CTT toma por base a emissão filatélica com o mesmo tema, emitida no mês de setembro. Esta edição bilingue, coordenada por Mário Ruivo e da autoria de vários especialistas &#8211; Emanuel J. Gonçalves, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mar-portugues-em-novo-livro-dos-ctt/">Mar Português em novo livro dos CTT</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/11/O_MAR_capa_marcador1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-11636" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/11/O_MAR_capa_marcador1.jpg" alt="O_MAR_capa_marcador" width="630" height="489" /></a></p>
<p>Os CTT evocam o potencial dos recursos marítimos com um novo livro intitulado “Do Mar Oceano ao Mar Português”. Esta edição limitada dos CTT toma por base a emissão filatélica com o mesmo tema, emitida no mês de setembro.</p>
<p>Esta edição bilingue, <strong>coordenada por Mário Ruivo</strong> e da autoria de vários especialistas &#8211; Emanuel J. Gonçalves, Fátima Moura, Fernando J.A.S Barriga, Joaquim Romero Magalhães, Márcia Marques, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Isabel João, Raquel Ribeiro e Telmo Carvalho &#8211; pretende contribuir para um conhecimento detalhado e integrado do Mar Português.</p>
<p>Na obra, os autores enumeram as várias razões de cariz político, económico, social ou científico, para Portugal continuar a considerar o mar como um setor prioritário. Os limites do Oceano não são ainda claros, numa era em que a inovação permite prolongar os seus limites às profundezas. Torna-se urgente que as sociedades adotem uma nova postura que defenda o desenvolvimento sustentável e para isso, os CTT Correios de Portugal, aproveitam para levar a todo o mundo, informações sobre os mais diversos temas, neste caso, a necessidade de proteção deste que é o nosso mar.</p>
<p>Deste livro constam 4 selos e 1 bloco filatélico, da emissão filatélica de 2015 Mar Português, com o valor facial de 4,39€. A tiragem do livro é de 4200 exemplares e tem um custo de 41,00€ cada. O design foi da responsabilidade de José Brandão e Susana Brito do Atelier B2.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.ctt.pt/home/index.html" target="_blank" rel="noopener">CTT</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mar-portugues-em-novo-livro-dos-ctt/">Mar Português em novo livro dos CTT</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/mar-portugues-em-novo-livro-dos-ctt/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lançamento público do livro &#8220;Os últimos marinheiros&#8221;.</title>
		<link>https://pescazores.com/lancamento-publico-do-livro-os-ultimos-marinheiros/</link>
					<comments>https://pescazores.com/lancamento-publico-do-livro-os-ultimos-marinheiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2015 14:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Francisco Manuel dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=10871</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem mais um retrato acabado de sair do forno. Chama-se “Os últimos marinheiros”, foi escrito por Filipa Melo e retrata a vida dos portugueses cuja principal fonte de sustento é a navegação e a pesca. A viagem de Filipa por navios de pesca e de carga está à venda [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/lancamento-publico-do-livro-os-ultimos-marinheiros/">Lançamento público do livro &#8220;Os últimos marinheiros&#8221;.</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/08/56666668.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-10872" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/08/56666668.jpg" alt="56666668" width="400" height="610" /></a></p>
<p><strong>A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem mais um retrato acabado de sair do forno. Chama-se “Os últimos marinheiros”, foi escrito por Filipa Melo e retrata a vida dos portugueses cuja principal fonte de sustento é a navegação e a pesca. A viagem de Filipa por navios de pesca e de carga está à venda a partir de hoje – nas bancas e no site da Fundação.</strong></p>
<p>A apresentação está marcada para o dia 9 de Setembro, às 18h30, a bordo do navio Santa Maria Manuela. Basta fazer a inscrição gratuita e ir ter à Marina do Parque das Nações, Passeio do Adamastor. Há estacionamento gratuito no Parque da Marina-Placegar, bastando entregar o ticket na recepção do navio.</p>
<p>Para apresentaar o livro estarão presentes a autora, Filipa Melo, o director executivo da FFMS, David Lopes, e a Comandante Cristina Alves. No final está prevista uma visita guiada ao navio.</p>
<p><strong>Sinopse</strong><br />
“O que o leitor tem nas mãos é uma tentativa de retrato do universo de alguns portugueses cuja principal fonte de sustento ainda é a navegação no mar. Para a maioria, a ligação à marinha mercante é uma herança familiar, vinda das duas gerações anteriores ou de tempos imemoriais. Na dura solidão dos dóris bacalhoeiros ou no relativo conforto de modelos mais ou menos recentes de navios de pesca ou de carga, o respeito pelo mar perpetua as suas regras. Apesar de toda a maquinaria, a profissão de marinheiro mantém algo de intrépido e aventureiro.”<br />
Portugal possui 2.830 quilómetros de linha de costa e constitui a 3ª maior Zona Económica Exclusiva europeia, 11ª a nível mundial. Mesmo assim, não existe um único boletim meteorológico radiofónico que indique o estado do mar. A bordo de um navio de carga comercial e de um navio de pesca por arrastão, Filipa Melo foi conhecer os nossos últimos marinheiros. Homens e mulheres que todos os dias enfrentam o mar e fazem justiça ao nosso passado mais mítico, contra todos os ventos e marés.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.ffms.pt" target="_blank" rel="noopener">Fundação Francisco Manuel dos Santos</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/lancamento-publico-do-livro-os-ultimos-marinheiros/">Lançamento público do livro &#8220;Os últimos marinheiros&#8221;.</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/lancamento-publico-do-livro-os-ultimos-marinheiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sardinha: Já era tempo de lhe prestar a devida homenagem</title>
		<link>https://pescazores.com/sardinha-ja-era-tempo-de-lhe-prestar-a-devida-homenagem/</link>
					<comments>https://pescazores.com/sardinha-ja-era-tempo-de-lhe-prestar-a-devida-homenagem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 10:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[sardinha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=7539</guid>

					<description><![CDATA[<p>São 64 páginas todas dedicadas ao peixe mais emblemático do país &#8211; seja no volume de pesca, seja no de consumo. Bem vistas as coisas, um português sabe que o verão está a chegar quando sente o cheiro das sardinhas a assar na brasa. Com séculos e séculos de presença no território, é um peixe [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/sardinha-ja-era-tempo-de-lhe-prestar-a-devida-homenagem/">Sardinha: Já era tempo de lhe prestar a devida homenagem</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10410341_1032211663462133_1137536102485849567_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7541" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10410341_1032211663462133_1137536102485849567_n.jpg" alt="10410341_1032211663462133_1137536102485849567_n" width="959" height="454" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10933832_1032211653462134_5092237688692531247_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7542" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10933832_1032211653462134_5092237688692531247_n.jpg" alt="10933832_1032211653462134_5092237688692531247_n" width="960" height="460" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10385606_1032211700128796_5489414590002282362_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7543" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10385606_1032211700128796_5489414590002282362_n.jpg" alt="10385606_1032211700128796_5489414590002282362_n" width="959" height="471" /></a><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10408975_1032211656795467_2487902165566776283_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7544" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/10408975_1032211656795467_2487902165566776283_n.jpg" alt="10408975_1032211656795467_2487902165566776283_n" width="960" height="465" /></a></p>
<p>São 64 páginas todas dedicadas ao peixe mais emblemático do país &#8211; seja no volume de pesca, seja no de consumo. Bem vistas as coisas, um português sabe que o verão está a chegar quando sente o cheiro das sardinhas a assar na brasa. Com séculos e séculos de presença no território, é um peixe transversal a escalões etários e classes sociais. A sardinha tem um sério caso de amor com Portugal. Discreto, mas arrebatador. Já era tempo de lhe prestar a devida homenagem.</p>
<p>Neste livro, faz-se o relato e a apologia de um peixe, por texto e imagem. Os pescadores e as peixeiras, os assadores e os comensais, fogareiros e carvão, pimentos e batatas &#8211; todo o universo da sardinhada é tratado como se de um tesouro se tratasse. Não fosse a sardinha o peixe que chega à brasa prata e se torna ouro. Um tesouro, lá está.</p>
<div>
<p>Fotografia: Luís Silva Campos e Pedro Loureiro<br />
Design: Luís Alegre<br />
Textos: Ricardo J. Rodrigues<br />
Prop Stylist: Ana Trancoso</p>
<p>N.º de páginas: 64<br />
Capa dura: 19&#215;19 cm<br />
Data de lançamento: 31 de Maio<br />
Edição: Bilingue Português/Inglês<br />
Contactos informações/vendas<br />
<a href="http://www.limao-edicoes.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener">www.limao-edicoes.com</a></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/sardinha-ja-era-tempo-de-lhe-prestar-a-devida-homenagem/">Sardinha: Já era tempo de lhe prestar a devida homenagem</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/sardinha-ja-era-tempo-de-lhe-prestar-a-devida-homenagem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A incrível aventura de sobrevivência na Antárctida</title>
		<link>https://pescazores.com/a-incrivel-aventura-de-sobrevivencia-na-antarctida/</link>
					<comments>https://pescazores.com/a-incrivel-aventura-de-sobrevivencia-na-antarctida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 10:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura marítima]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[O Endurance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.pescazores.com/?p=7433</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com cerca de 170 fotografias inéditas, é agora reeditado um dos mais emblemáticos livros de sobrevivência de sempre, «O Endurance – Encurralados no Gelo», de Caroline Alexander, com edição da Planeta. Precisamente um século depois do navio ter ficado preso no gelo do mar de Weddel, a 160 km da Antárctida. Comandado pelo explorador Ernest [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/a-incrivel-aventura-de-sobrevivencia-na-antarctida/">A incrível aventura de sobrevivência na Antárctida</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/456542.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7434" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/456542.jpg" alt="456542" width="492" height="581" /></a></h4>
<p><strong>Com cerca de 170 fotografias inéditas, é agora reeditado um dos mais emblemáticos livros de sobrevivência de sempre, «O Endurance – Encurralados no Gelo», de Caroline Alexander, com edição da Planeta. Precisamente um século depois do navio ter ficado preso no gelo do mar de Weddel, a 160 km da Antárctida.</strong></p>
<p>Comandado pelo explorador Ernest Shackleton e com uma tripulação de 27 homens, o Endurance ficou encalhado a 160 km do seu objetivo. O plano inicial de todos era atravessar pela primeira vez a pé a Antárctida. No entanto, o que era para ser uma viagem épica transformou-se numa viagem de sobrevivência épica, já que o navio Endurance ficou encalhado no gelo.</p>
<p>«O Endurance – Encurralados no Gelo» retrata precisamente a sobrevivência desses homens, sempre dirigidos por Shackleton, um explorador que mostrou ser um invulgar líder, capaz de conseguir manter toda a tripulação viva, num ambiente adverso só por si. No total, a tripulação ficou detida no gelo entre 19 de janeiro de 1915 e 30 de agosto de 1916, quando foi finalmente resgatada.</p>
<p>O livro aborda precisamente como Shackleton conseguiu manter os seus homens vivos, apesar das enormes contrariedades, como o explorador conseguiu fazer com que a moral de todos não caísse a níveis perigosos, como esses mesmos homens conseguiram encontrar uma saída, para muitos inimaginável.</p>
<p>Caroline Alexander retrata uma aventura que parece ficção, mas que existiu na realidade. É complicado escolher um momento para retratar esses dias, mas evidentemente que há dois momentos cruciais: quando Shackleton decidiu procurar uma nova rota com um barco salva-vidas melhorado (construído a partir dos restos do Endurance) e a posterior caminhada a pé por uma rota nunca antes explorada.</p>
<p>O que transforma este livro em algo ainda mais emblemático são as cerca de 170 fotografias tiradas pelo fotógrafo da expedição, Frank Hurley. Imagens que dão vida às palavras de Caroline Alexander e que apenas imortalizam uma aventura de sobrevivência realmente impressionante.</p>
<p>Fonte: <a href="http://diariodigital.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Diário Digital</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/a-incrivel-aventura-de-sobrevivencia-na-antarctida/">A incrível aventura de sobrevivência na Antárctida</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://pescazores.com/a-incrivel-aventura-de-sobrevivencia-na-antarctida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
