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	<title>Arquivo de Mediterrâneo - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Mar europeu não é limpo nem saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2015 01:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Ruído no mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mar europeu é produtivo, mas não está saudável nem limpo, e a sua utilização de forma insustentável ameaça a produtividade e o bem-estar dos europeus, alerta um relatório da Agência Europeia do Ambiente. &#8220;As atividades humanas e as alterações climáticas são responsáveis por uma cada vez maior pressão sobre os mares da Europa e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>O mar europeu é produtivo, mas não está saudável nem limpo, e a sua utilização de forma insustentável ameaça a produtividade e o bem-estar dos europeus, alerta um relatório da Agência Europeia do Ambiente.</b></p>
<p>&#8220;As atividades humanas e as alterações climáticas são responsáveis por uma cada vez maior pressão sobre os mares da Europa e os efeitos cumulativos ameaçam o funcionamento e resiliência dos ecossistemas marinhos&#8221;, salienta o documento da entidade europeia (EEA na sigla em inglês).</p>
<p>O relatório realça que, apesar de se verificarem algumas melhorias, &#8220;a forma como são usados os mares continua a ser insustentável e ameaça não só a produtividade como também o bem-estar&#8221;, e com base nos dados existentes, a EEA conclui que <strong>&#8220;o mar europeu pode ser considerado produtivo, mas não saudável ou limpo&#8221;</strong>.</p>
<p>&#8220;É necessário respeitar os limites ecológicos do mar, se quisermos continuar a beneficiar dos seus recursos. Isto exige que sejam alinhadas as ambições políticas de crescimento económico com os objetivos das políticas para assegurar um mar saudável, limpo e produtivo, o que requer alterações no modo como satisfazemos as necessidades sociais&#8221;, defendeu o diretor executivo da EEA, citado num comunicado da instituição.</p>
<p>Somente um número limitado das avaliações dos recursos marinhos indicam um estado de conservação favorável e entre as pressões aos oceanos estão os estragos no fundo do mar, devido à pesca de arrasto, o aparecimento de espécies exóticas, a presença de substâncias químicas da agricultura, a poluição e o lixo, principalmente plásticos.</p>
<p>Quanto às alterações climáticas, levam ao aumento das temperaturas e à potencial acidificação que pode reduzir a resiliência dos oceanos.</p>
<p>Entre os vários dados listados no relatório, para caracterizar a situação do mar europeu, é realçado que mais de 650 espécies de peixes, 180 de aves marinhas e cinco de tartarugas estão na Europa, e quase 320 novas espécies não autóctones foram encontradas desde 2000.</p>
<p>Mais de metade dos <i>stocks</i> das espécies comerciais avaliadas não estão num bom estado ambiental, e o total de capturas de todas as regiões de pesca tem descido nos últimos anos, levando ao crescimento da dependência das importações, nomeadamente de atum, bacalhau e salmão.</p>
<p>A instituição europeia refere também o ruído que afeta o interior do oceano vindo de atividades humanas como o transporte marítimo, a energia renovável ou a extração de gás e petróleo.</p>
<p>Segundo estimativas da EEA, o setor marítimo é responsável por 6,1 milhões de postos de trabalho e gera um valor económico de cerca de 467 mil milhões de euros.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jn.pt/paginainicial/" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a></p>
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		<title>As aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir cada vez mais plástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2015 11:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[lixo no mar]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[plástico nos oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poluição produzida através do plástico está a afectar cada vez mais os ecossistemas marinhos e pode ter vários efeitos nocivos De acordo com um estudo recente, além dos animais marinhos, também as aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir plástico. Frequentemente, as tartarugas, os mamíferos marinhos e agora também as aves, ingerem pedaços de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A poluição produzida através do plástico está a afectar cada vez mais os ecossistemas marinhos e pode ter vários efeitos nocivos De acordo com um estudo recente, além dos animais marinhos, também as aves marinhas do Mediterrâneo estão a ingerir plástico.</p>
<p>Frequentemente, as tartarugas, os mamíferos marinhos e agora também as aves, ingerem pedaços de plástico acidentalmente – porque confundem os objectos de plástico com potenciais presas. Estes fragmentos podem ferir ou obstruir o sistema digestivo destes animais ou libertar químicos tóxicos, que têm efeitos nocivos na saúde dos animais do ecossistema marinho do Mediterrâneo.</p>
<p>O mar Mediterrâneo é um local propenso ao risco causado pelos plásticos devido às grandes áreas industriais localizadas na costa da região.</p>
<p>Este <a href="http://ec.europa.eu/environment/integration/research/newsalert/pdf/363na2.pdf">estudo</a> é o primeiro a analisar a ingestão de plástico por parte das aves marinhas do Mediterrâneo. Os investigadores recolheram cerca de 171 animais que ficaram acidentalmente presos nas redes dos barcos de pesca e acabaram por morrer, entre Maio de 2003 e Junho de 2010, ao longo da costa Catalã e da costa leste do Mediterrâneo. No total, foram recolhidas nove espécies diferentes. As aves foram dissecadas e o conteúdo dos estômagos foi recolhido e analisado.</p>
<p>Os resultados indicam que 113 aves, cerca de 66%, tinham pelo menos um pedaço de plástico no estômago. O tamanho médio dos fragmentos era de 3,5 milímetros e tinham um peso médio de 2,26 miligramas. Pedaços de garrafas ou caixas de plástico foram os vestígios mais frequentemente encontrados, seguidos pelos sacos e embalagens.</p>
<p>A cagarra-do-atlântico foi a ave mais afectada, com cerca de 94% dos animais recolhidos acusarem a ingestão de plásticos. As três aves mais afectadas pela ingestão de plástico pertencem à lista de espécies em risco.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sapo.pt/#_swa_cname=bsu&amp;_swa_csource=bsu&amp;_swa_cmedium=web" target="_blank" rel="noopener">SAPO</a></p>
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		<title>Atum rabilho do Mediterrâneo vai recuperar se a ambição de conservação continuar alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[atum rabilho]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a abertura da 19ª Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT) em Génova, Itália na segunda-feira 10 de Novembro, a WWF alertou os responsáveis para que mantivessem alguma cautela em relação à gestão do atum rabilho no Mediterrâneo. Apesar das indicadores recentes de um stock a recuperar, há ainda deficiências substanciais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a abertura da 19ª Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT) em Génova, Itália na segunda-feira 10 de Novembro, a WWF alertou os responsáveis para que mantivessem alguma cautela em relação à gestão do atum rabilho no Mediterrâneo. Apesar das indicadores recentes de um stock a recuperar, há ainda deficiências substanciais que minam a rastreabilidade desta pesca, permitindo que o atum rabilho ilegal, não declarado e não regulamentado chegue a mercados mundiais.</p>
<p>” Os extraordinários esforços que têm sido feitos nos últimos anos pelo ICCAT e pelas partes interessadas, levaram ao início da recuperação do Atum rabilho do Atlântico e Mediterrâneo. Mas é preciso ficarmos atentos – pois sem uma rastreabilidade clara e consistente, os anos de esforços para recuperar esta emblemática espécie do mundo dos oceanos corre o risco de ter sido em vão” , disse o Dr. Sergi Tudela , diretor de Pesca da WWF Mediterrâneo.</p>
<p>Num estudo recente da WWF conclui-se que o documento do ICCAT (BCD ) sobre a captura do atum rabilho deveria apoiar a totalidade da rastreabilidade da pescaria, e não apresentar deficiências que comprometam a sua capacidade de manter os atuns rabilho fora dos mercados ilegais. O estudo também demonstra que o esquema atual não responde aos padrões mínimos exigidos pelo Regulamento INN da União Europeia. A WWF pede a reforma urgente da BCD.</p>
<p>Fotografia: © Wild Wonders of Europe /Zankl / WWF</p>
<p>Fonte: W<a href="http://mediterranean.panda.org/?232551/Mediterranean-bluefin-tuna-will-recover-if-conservation-ambition-remains-high" target="_blank" rel="noopener">WF Mediterrâneo</a></p>
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