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	<title>Arquivo de ómega-3 - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Microalgas podem ser fonte alternativa de ómega-3, em vez dos peixes, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 10:51:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da Universidade Martinho Lutero, na Alemanha, concluiu que as microalgas podem ser uma alternativa ao ómega-3, substituindo algumas espécies de animais e sendo mais amigas do ambiente. As microalgas podem ser uma fonte alternativa de ácidos gordos ómega-3, substituindo espécies de peixe e sendo mais amigas do ambiente, segundo um estudo da Universidade Martinho [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo da Universidade Martinho Lutero, na Alemanha, concluiu que as microalgas podem ser uma alternativa ao ómega-3, substituindo algumas espécies de animais e sendo mais amigas do ambiente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As microalgas podem ser uma fonte alternativa de ácidos gordos ómega-3, substituindo espécies de peixe e sendo mais amigas do ambiente, segundo um estudo da Universidade Martinho Lutero, de Halle-Wittenberg, Alemanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, publicado na revista científica “Journal of Apllied Phycology”, baseia-se em investigações feitas por cientistas alemães, que indicam que a <strong>criação de microalgas para alimentação pode ser uma boa alternativa a peixes de aquacultura como o salmão. </strong>As microalgas são investigadas há décadas, primeiro para matéria-prima para combustíveis alternativos aos fósseis e mais recentemente como fonte de nutrientes na dieta humana. Atualmente são especialmente produzidas em tanques ao ar livre na Ásia, com potenciais riscos de contaminação, sendo que algumas espécies são mais fáceis de cultivar em sistemas fechados designados fotobiorreatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Queríamos saber se as microalgas produzidas em fotobiorreatores na Alemanha podiam fornecer uma fonte de nutrientes essenciais mais amiga do ambiente do que o peixe”, explicou Susann Schabe, do Instituto de Ciências Agrícolas e Nutricionais da Universidade. Os fotobiorreatores têm sido comparados aos tanques em termos de impactos ambientais e são considerados com custos mais elevados. “No entanto tem sido feita pouca investigação sobre a extensão precisa dos impactos ambientais das algas produzidas para consumo humano, especialmente em condições climatéricas como as encontradas na Alemanha”, acrescentou Susann Schabe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores desenvolveram um modelo para determinar os impactos ambientais num local específico e compararam a pegada de carbono dos nutrientes das microalgas e dos peixes, analisando também o quanto ambas as fontes alimentares aumentaram a acidificação e eutrofização da água, explicou Toni Meier, chefe do gabinete de inovação (nutriCARD) da Universidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado da investigação ficou demonstrado que a criação de microalgas tem um impacto ambiental semelhante ao da criação de peixe. “Contudo,&nbsp;<strong>se compararmos os efeitos ambientais em relação à quantidade de ácidos gordos ómega-3 o peixe de aquacultura fica a perder</strong>” disse Schade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As microalgas não devem e não podem substituir completamente o peixe como fonte alimentar, mas se pudessem ser consideradas como um alimento normal seriam outra excelente fonte de ácidos gordos de ómega-3”, explicou Toni Meier.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Observador</p>
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		<title>Dormir mais e melhor pode depender do consumo de peixe</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 01:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[Consumo de pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo foi feito com crianças, mas é possível que as conclusões também sejam válidas para adultos. Um artigo publicado recentemente na revista científica Scientific Reports mostrou o consumo de peixe pode ser um dos fatores que mais contribui para uma boa noite de sono. Levado a cabo por cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="news-subheadline">O estudo foi feito com crianças, mas é possível que as conclusões também sejam válidas para adultos.</h2>
<p><span class="news_capital_letter">U</span>m artigo publicado recentemente na revista científica Scientific Reports mostrou o consumo de peixe pode ser um dos fatores que mais contribui para uma boa noite de sono.</p>
<p>Levado a cabo por cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, o estudo foi feito com crianças chinesas e apresentou uma ligação entre o consumo regular de peixes e um sono de boa qualidade. E tudo graças ao ómega 3, nutriente presente nos peixes.</p>
<p>Esta não é, porém, a primeira vez que o consumo de ácidos gordos ómega 3 está associado a um bom desempenho cognitivo. Porém, este estudo veio provar o impacto do peixe. Com o consumo de peixe, as crianças apresentaram um melhor descanso noturno, que resultou ainda num melhor desempenho em testes de quociente de inteligência (QI).</p>
<p>Para o estudo participaram 541 crianças chinesas com idades compreendidas entre os 9 e os 11 anos. Os cientistas pediram para que descrevessem os seus hábitos alimentares, incluindo a frequência com que consumiam peixes. Os pais das crianças, por sua vez, foram entrevistados acerca dos padrões de sono dos seus filhos, noticia o Folhapress.</p>
<p>Antes de cruzarem os dados dos inquéritos, os cientistas levaram a cabo um conjunto de testes de QI quando os jovens completaram 12 anos e foi aí que encontraram uma ligação entre o consumo regular de peixe e uma melhor noite de sono e ainda notas mais altas no teste de raciocínio.</p>
<p>Segundo os cientistas, embora o estudo tenha sido feito com crianças, é razoável imaginar que as descobertas também sejam válidas para adultos. De acordo com os autores do estudo, consumir peixe algumas vezes por mês já seria o suficiente para melhorar as funções cerebrais.</p>
<p>Fonte: Notícias ao Minuto</p>
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		<title>Comer peixe pode reduzir risco de esclerose múltipla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2018 00:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comer peixe pelo menos uma vez por semana ou três vezes por mês em conjunto com suplementos de óleo de peixe pode reduzir o risco de esclerose múltipla, de acordo com um estudo preliminar de uma investigadora da Academia Americana de Neurologia. Segundo Annette Langer-Gould, autora do estudo que vai ser apresentado no 70º Encontro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comer peixe pelo menos uma vez por semana ou três vezes por mês em conjunto com suplementos de óleo de peixe pode reduzir o risco de esclerose múltipla, de acordo com um estudo preliminar de uma investigadora da Academia Americana de Neurologia.</p>
<p>Segundo Annette Langer-Gould, autora do estudo que vai ser apresentado no 70º Encontro Anual da Academia Americana de Neurologia, entre 21 e 27 de Abril de 2018, em Los Angeles, os resultados da pesquisa sugerem que os ácidos sugerem que os ácidos gordos encontrados no ómega-3 dos peixes podem estar associados a uma redução do risco de desenvolver esclerose múltipla.</p>
<p><strong>Ómega-3</strong><br />
&#8220;O consumo de peixe com ácidos gordos do ómega-3 mostrou ter uma variedade de benefícios para a saúde&#8221;, diz Annette Langer-Gould, &#8220;e esta modificação simples do estilo de vida, comendo mais peixe e tomando suplementos de óleo de peixe, poderia reduzir o risco de esclerose múltipla&#8221;.</p>
<p>A investigadora, que é também membro da Kaiser Permanente Southern California, na Califórnia, explica que para este estudo, os pesquisadores analisaram as dietas de 1.153 pessoas com idade média de 36 anos de diferentes origens, sendo que cerca de metade dos quais tinham sido diagnosticados com a doença ou com síndrome clinicamente isolada.</p>
<p>O estudo<br />
Os participantes foram questionados sobre a quantidade de peixe que comiam regularmente. A ingestão elevada de peixe foi definida como comer uma porção de peixe por semana ou comer uma a três porções por mês, além de tomar suplementos diários de óleo de peixe.</p>
<p>A baixa ingestão foi definida como menos de uma porção de peixe por mês e sem suplementos de óleo de peixe. Exemplos de peixes consumidos pelos participantes do estudo incluem camarão, salmão e atum.</p>
<p>O estudo chegou à conclusão que a alta ingestão de peixe era associada a um risco reduzido em 45% de esclerose múltipla ou síndrome clinicamente isolada quando comparado com aqueles que comeram peixe menos de uma vez por mês e não tomaram suplementos de óleo de peixe.</p>
<p><strong>Sintomas</strong><br />
A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central que afecta a comunicação entre o cérebro e outras partes do corpo. Com esta doença, o sistema imunológico do corpo ataca a mielina, a substância gordurosa que isola e protege os nervos. Isso interrompe os sinais entre o cérebro e o resto do corpo.</p>
<p>Os sintomas da esclerose múltipla podem incluir fadiga, dormência, formigamento ou dificuldade em andar. O primeiro episódio de esclerose múltipla é conhecido como síndrome clinicamente isolada. Não há cura para a esclerose múltipla.</p>
<p>Fonte: Acope</p>
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		<title>Semana Gastronómica da Cavala em Sesimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 11:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Gastronómica da Cavala]]></category>
		<category><![CDATA[Sesimbra é Peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valorizar um peixe que é pescado em abundância pela frota sesimbrense. Sesimbra recebe, de 24 de setembro a 2 de outubro, mais uma semana gastronómica, desta vez para promover a Cavala, espécie que durante muito tempo foi considerada um “peixe pobre”, e pouco utilizada na alimentação mas que hoje, devido às suas reconhecidas qualidades nutritivas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/09/3465586.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-13973" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2016/09/3465586.jpg" alt="3465586" width="800" height="429" /></a></p>
<p><strong>Valorizar um peixe que é pescado em abundância pela frota sesimbrense.</strong></p>
<p>Sesimbra recebe, de 24 de setembro a 2 de outubro, mais uma semana gastronómica, desta vez para promover a Cavala, espécie que durante muito tempo foi considerada um “peixe pobre”, e pouco utilizada na alimentação mas que hoje, devido às suas reconhecidas qualidades nutritivas – é um peixe rico em ómega 3 – textura e sabor, começa a fazer parte da ementa dos portugueses e de muitos restaurantes de referência em Portugal, que a confecionam de formas surpreendentes.</p>
<p>O objetivo desta primeira semana é exatamente valorizar um peixe que é pescado em abundância pela frota sesimbrense, destacar as suas caraterísticas e mostrar que pode ser transformado facilmente em pratos muito apetitosos. Para além dos pratos apresentados por duas dezenas de restaurantes do concelho, a Semana da Cavala inclui também showcooking onde serão demonstradas várias formas simples de cozinhar a cavala e degustações.</p>
<p>A iniciativa, integrada no projeto Sesimbra é Peixe, é organizada pela Câmara Municipal, ArtesanalPesca, Docamarinha, Docapesca e Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal, com apoio da Entidade Regional de Turismo, Makro e Continente.</p>
<p>Fonte: Jornal Rostos</p>
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		<title>Injecções de ómega-3 pode reduzir risco de acidentes cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 14:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[Injecções de ómega-3]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigação do Centro Médico da Universidade de Columbia (CUMC) chegou à conclusão que os ácidos gordos ómega-3 presentes nos óleos extraídos do pescado de águas frias podem reduzir danos cerebrais.  O grupo cientifico tratou ratos de 10 dias que tinham sofrido dano cerebral hipóxico-isquémico (causado por uma redução no fluxo sanguíneo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma equipa de investigação do Centro Médico da Universidade de Columbia (CUMC) chegou à conclusão que os ácidos gordos ómega-3 presentes nos óleos extraídos do pescado de águas frias podem reduzir danos cerebrais. </strong></p>
<p>O grupo cientifico tratou ratos de 10 dias que tinham sofrido dano cerebral hipóxico-isquémico (causado por uma redução no fluxo sanguíneo e de oxigénio ao cérebro, como ocorre durante um derrame cerebral), com emulsão de gordura com  um ou outo ácido ómega-3 DHA y EPA que se encontram em alguns alimentos e suplementos.</p>
<p>Investigadores do CUMC e outros científicos comprovaram que os ácidos gordos presentes no pescado podem proteger os órgãos e as células depois da privação de oxigénio e reduzir a inflamação e, consequente morte cerebral.</p>
<p>Após 24 horas, a equipa observou que os ratos que tinham sido tratados com DHA, mas sem EPA, revelavam uma redução significativa da lesão cerebral.</p>
<p>Este é outro dos diversos estudos que têm vindo a revelar a importância do consumo de pescado na prevenção de doenças.</p>
<p>Fonte: ACOPE</p>
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		<title>Há uma zona nos mares que pode alimentar o mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 11:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
		<category><![CDATA[peixes mesopelágicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Serrão Santos]]></category>
		<category><![CDATA[zona mesopelágica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma zona nos mares entre os 200 e os mil metros de profundidade que &#8220;pode alimentar o mundo&#8221; mas cuja exploração deve ser cautelosa, alerta estudo. O estudo foi publicado na revista &#8220;Frontiers in Marine Science&#8221; e alerta para o risco da exploração excessiva daquela zona, &#8220;que alberga uma vasta comunidade de peixes, lulas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há uma zona nos mares entre os 200 e os mil metros de profundidade que &#8220;pode alimentar o mundo&#8221; mas cuja exploração deve ser cautelosa, alerta estudo.</strong></p>
<p>O estudo foi publicado na revista &#8220;Frontiers in Marine Science&#8221; e alerta para o risco da exploração excessiva daquela zona, &#8220;que alberga uma vasta comunidade de peixes, lulas e crustáceos, e cuja biomassa ultrapassa a totalidade das pescas feitas atualmente em todo o mundo&#8221;, explica um comunicado da Faculdade de Ciências de Lisboa.</p>
<div>
<p>Da equipa de autores do estudo faz parte Ricardo Serrão Santos, do MARE-Universidade dos Açores, que em conjunto com cientistas de instituições espanholas, dinamarquesas e britânicas diz que &#8220;há uma mina de ouro para alimentação humana&#8221; entre os 200 e os mil metros (chamada zona mesopelágica), fonte de proteínas e ómega-3, mas que ainda é pouco conhecida.</p>
<p>É uma das zonas menos investigadas do ecossistema de mar aberto e uma das &#8220;grandes lacunas no nosso conhecimento&#8221;, explicou Ricardo Serrão Santos numa declaração por escrito, acrescentando que só recentemente &#8220;se verificou que a biomassa existente neste ambiente é extremamente superior ao que se suspeitava&#8221;.</p>
<p>&#8220;As estimativas de biomassa com base em arrasto pelágicos subestimaram sistematicamente a abundância de peixes mesopelágicos que, se sabe agora, têm reações e comportamentos/reações que permitem escapara às redes&#8221;, disse.</p>
<p>De acordo com o cientista (que também é eurodeputado), a investigação não é fácil e também não tem havido exploração comercial e industrial, que ainda não é economicamente viável.</p>
<p>No futuro, admitiu, essa zona de profundidade do mar pode ser explorada para produção de farinhas e óleos a partir dos peixes, considerados muito ricos em ómega-3.</p>
<p>Ricardo Serrão Santos explicou que os organismos que vivem nessa zona do oceano vêm à noite à superfície para se alimentar e protegem-se durante o dia nas águas profundas. É lá a &#8220;grande reserva alimentar&#8221; dos predadores oceânicos (como atuns ou tubarões).</p>
<p>&#8220;Pensa-se que a biomassa de peixes pelágicos (e só peixes, sem contarmos com o invertebrados) é 100 vezes a captura anual mundial de pescado e 200 vezes a biomassa estimada de 24 mil milhões de frangos do mundo que é considerado o mais numeroso vertebrado à superfície da terra&#8221;, explicou o cientista.</p>
<p>De acordo com o comunicado, o estudo desta &#8220;quinta dimensão&#8221; do planeta deve ser encarado com prioridade e antes de se iniciar a exploração tem de se começar a fazer o conhecimento &#8220;tão vasto quanto possível&#8221;, dos habitats.</p>
<p>Para uma posterior regulação da atividade pesqueira mas também para conhecer a biologia das populações, o seu papel na cadeia alimentar, a importância em termos de regulação climática.</p>
<p>&#8220;A quantidade de vida mesopelágica é enorme e como tal desempenha um papel fundamento no ciclo do carbono global. A água do mar absorve toneladas de dióxido de carbono da atmosfera, incluindo a que é produzida pela queima de combustíveis fósseis. Os organismos, como os peixes mesopelágicos, usam carbono para construir os seus corpos&#8221;, explicou Ricardo Serrão Santos.</p>
<p>Por isso, disse ainda, esses peixes são &#8220;aliados&#8221; contra as mudanças climáticas, como são fundamentais para a alimentação de grandes predadores e de aves marinhas, pelo que é necessário cuidado na exploração do recurso.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt" target="_blank" rel="noopener">Lusa / Açoriano Oriental</a></p>
</div>
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		<title>Gelado de Kefir com Algas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 11:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[gelado de algas]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este inovador produto é resultado de uma parceria entre a EMANHA e o GIRM – Grupos de Investigação em Recursos Marinhos do Instituto Politécnico de Leiria sendo fruto de um ano intensivo de estudos diversos e acompanhamento laboratorial. Um gelado único, inovador e saudável à base de kefir e algas marinhas, desenvolvido pelo Grupo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este inovador produto é resultado de uma parceria entre a <b>EMANHA</b> e o <b>GIRM</b> – Grupos de Investigação em Recursos Marinhos do Instituto Politécnico de Leiria sendo fruto de um ano intensivo de estudos diversos e acompanhamento laboratorial.</p>
<p>Um gelado único, inovador e saudável à base de kefir e algas marinhas, desenvolvido pelo Grupo de Investigação em Recursos Marinhos (GIRM) da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria (ESTM/IPLeiria) já chegou ao mercado em setembro passado. A Gelataria Emanha, na Figueira da Foz, foi o palco para esta nova experiência, fruto de uma investigação coordenada pela investigadora Susana Bernardino.</p>
<p>Rui Pedrosa, coordenador do GIRM, salienta que «este foi um projeto muito interessante, que demonstra bem a ligação entre a investigação do Instituto e as empresas e o mercado, que tem sido uma grande aposta, com resultados excelentes, como é o caso deste gelado», desafiando todos «a provar e a surpreender-se com este novo sabor».</p>
<p>O projeto “Desenvolvimento de um novo produto: gelado artesanal de algas e kefir” foi aprovado em junho de 2012 no âmbito do concurso Vale Inovação (QREN/IAPMEI/Mais Centro), e realizado como prestação de serviço de Investigação &amp; Desenvolvimento Tecnológico à empresa Nogueiras &amp; Sobrinho, LDA. &#8211; Emanha, na Figueira da Foz. Esta investigação foi realizada durante o ano 2012 e 2013 e obteve um financiamento de 40.897,50€, no âmbito do programa de financiamento QREN/IAPMEI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Um gelado que faz bem</b></p>
<p>O gelado artesanal à base de kefir e algas marinhas é, além de inovador, um produto saudável que é, inclusivamente, adequado para consumidores intolerantes a lactose. Este último ingrediente tem um elevado potencial nutricional e funcional, pois permite a adição de compostos naturais com grande capacidade antioxidante e tem a presença de ácidos gordos benéficos para a saúde, como o ómega 3. O kefir é uma colónia de microrganismos que consome lactose, é formado por mais de quarenta tipos diferentes de lactobacilos e leveduras, e oferece ao organismo humano muitos benefícios, sendo um elemento auxiliar em várias doenças, tal como alguns tipos de cancro.</p>
<p>O Gelado de Kefir com Algas junta os benefícios de dois produtos saudáveis, o Kefir e as Algas, proporcionando ao consumidor um produto mais saudável e com diversos benefícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Características do Gelado de Kefir com Algas:<br />
</strong>Teor de Lactose reduzido em cerca de 50%  (em relação ao leite de vaca)<b><br />
</b>Elevado potencial Probiótico<b><br />
</b>Potencial Antioxidante</p>
<p>Foto: omeubemestar.com</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estm.ipleiria.pt/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noopener">ESTM/IPLeiria</a></p>
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		<title>O sucesso escolar começa à mesa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 16:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Cíntia Machado Fileira do Pescado]]></category>
		<category><![CDATA[fileira do pescado]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já começou o ano escolar, e que os livros e material já estão comprados e os horários e actividades dos mais novos já entraram na rotina familiar, os pais já podem suspirar de alívio! Mas, será que é mesmo assim? Será que está a dar tudo o que é preciso para ajudar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agora que já começou o ano escolar, e que os livros e material já estão comprados e os horários e actividades dos mais novos já entraram na rotina familiar, os pais já podem suspirar de alívio!</strong></p>
<p>Mas, será que é mesmo assim? Será que está a dar tudo o que é preciso para ajudar os seus filhos a serem estudantes de excelência ou para aproveitarem todas as potencialidades?</p>
<p>O caminho para o sucesso não passa só pelas actividades extra-curriculares ou por material escolar novinho em folha. Passa também pela mesa, pela alimentação equilibrada, que os ajuda a serem bons estudantes agora e adultos saudáveis mais tarde!</p>
<p>Uma alimentação desequilibrada leva à redução do bem-estar e, a curto prazo, pode contribuir para o <i>stress</i>, cansaço e diminuição da capacidade de aprender e trabalhar. A longo prazo, uma má alimentação aumenta o risco de problemas de saúde como a obesidade, alguns tipos de cancro, depressão, distúrbios alimentares e doenças cardiovasculares.</p>
<p>O cérebro utiliza a glicose como fonte de energia, sendo que a sua carência pode diminuir a performance cognitiva. Deve-se apostar em alimentos ricos em hidratos de carbono complexos (grupo dos cereais integrais) e, sobretudo, na ingestão de ácidos-gordos essenciais Ómega 3, que se encontram principalmente em peixes gordos como a cavala e sardinha, mas que estão presentes na generalidade do pescado.</p>
<p>A falta de micronutrientes como ferro, zinco e folato estão também associados a um decréscimo do desempenho cognitivo, daí a importância de uma alimentação rica em frutas e legumes.</p>
<p>Segundo um estudo publicado recentemente no “American Journal of Preventive Medicine” comer peixe melhora a saúde do cérebro, aumentando a massa cinzenta e estimulando a memória. No entanto, a forma como o alimento é cozinhado influencia os efeitos no organismo. Quando se come peixe frito, as consequências não são tão benéficas. Neste estudo registou-se que quem comia peixe assado ou peixe grelhado todas as semanas tinha mais massa cinzenta no cérebro.</p>
<p>Comer bem não significa necessariamente gastar mais dinheiro com a alimentação familiar. Com planeamento e alguns conhecimentos nutricionais básicos, consegue aliar saúde, sabor e economia! Uma sopa de legumes é uma forma de garantir nutrientes essenciais à sua família, e <strong>um prato de peixe não fica mais caro que carne, além de ser mais saudável. O peixe congelado, as conservas, ou espécies frescas mais baratas (como a cavala, o carapau ou a sardinha), são excelentes opções!</strong></p>
<p><strong>Ajude os mais pequenos a chegarem ao sucesso e a crescerem saudáveis, curiosos e com um gosto alimentar equilibrado. Esta é uma tarefa dos pais, educadores, e da sociedade em geral, que a longo prazo tem impacto na sustentabilidade económica das famílias e do país, criando gerações saudáveis e produtivas!</strong></p>
<p><a href="http://www.fileiradopescado.com" target="_blank" rel="noopener">Por Cíntia Machado, Fileira do Pescado</a></p>
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		<title>O que é o Ómega-3?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2015 03:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[ómega-3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o Ómega-3? Os ácidos gordos Ómega-3 fazem parte da gordura polinsaturada, a mais saudável que se pode consumir. Nos alimentos que consumimos tradicionalmente existem três tipos de gordura cuja designação se deve ao tipo de ácidos gordos que a constituem: • Gordura saturada que provém sobretudo de fontes animais e inclui o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6>O que é o Ómega-3?</h6>
<p>Os ácidos gordos Ómega-3 fazem parte da gordura polinsaturada, a mais saudável que se pode consumir.</p>
<p>Nos alimentos que consumimos tradicionalmente existem três tipos de gordura cuja designação se deve ao tipo de ácidos gordos que a constituem:</p>
<p>• Gordura saturada que provém sobretudo de fontes animais e inclui o queijo, a manteiga e a carne vermelha;<br />
• Gordura monoinsaturada, que pode ser encontrada no azeite e em vegetais;<br />
• Gordura polinsaturada, cuja principal fonte são os produtos do mar (peixe e mariscos), mas que também está presente, em menor quantidade, nas nozes e em alguns óleos vegetais, como o óleo de milho ou de girassol.</p>
<p>Entre os ácidos gordos polinsaturados essenciais temos o ácido alfa linolénico (ALA) do tipo Ómega-3 e o ácido linoleico (LA) do tipo Ómega-6. O corpo humano é incapaz de produzir naturalmente qualquer um deles, pelo que têm de ser obtidos a partir dos alimentos que ingerimos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Ómega-3 — Como encontrar o equilíbrio?</h6>
<p>A chave para uma dieta saudável reside no equilíbrio adequado entre o consumo de ácidos gordos Ómega-3 e Ómega-6. Os maiores especialistas em saúde recomendam que estes ácidos gordos estejam presentes na dieta com um rácio óptimo de cerca de 1:3 até 1:5. Atualmente na dieta que ingerimos no mundo desenvolvido, este rácio aproxima-se mais de 1:10 a 1:20.</p>
<p>Para corrigir este desequilíbrio é necessário aumentar o consumo de alimentos ricos em ácidos gordos Ómega-3 e reduzir o consumo de Ómega-6. Para tal, é importante distinguir os diferentes tipos de ácidos gordos Ómega 3.</p>
<p>Os ácidos gordos de cadeia longa principais são o ácido eicosapentaenóico (EPA) e o ácido docosahexaenóico (DHA) e de cadeia mais curta o mais importante é o ácido alfa-linolénico (ALA). Os dois primeiros encontram-se de forma natural e significativa apenas nos alimentos marinhos, no peixe e marisco, enquanto o último (ALA) é encontrado nalgumas plantas (o óleo de linhaça e as nozes são uma das principais fontes naturais).</p>
<p>O EPA e o DHA são os ácidos gordos que os estudos científicos relacionam de forma direta como os que contribuem com maiores benefícios para a saúde, nomeadamente no desenvolvimento do cérebro humano, na prevenção de doenças neurodegenerativas e na proteção vital contra doenças cardiovasculares e patologias articulares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Fontes de Ómega 3</h6>
<p>Peixes gordos como a sardinha, carapau, cavala, atum, salmão, entre outros, são alimentos onde podemos encontrar grandes quantidades de EPA) e DHA. Também espécies como o bacalhau e a pescada são ricas em ácidos EPA e DHA, com a vantagem de serem alimentos baixos em calorias.</p>
<p>Outras espécies muito comuns em Portugal como o polvo, lulas, robalo, besugo, solha, camarão, tamboril, ostras, mexilhões, lagosta, berbigão e búzios, também contêm quantidades significativas destes ácidos ómega 3 de cadeia longa.</p>
<p>Dados provenientes do Reino Unido mostram que mais de 80por centodos ácidos gordos EPA e DHA disponíveis nas dietas humanas provêm directamente do pescado e do marisco.</p>
<p>Cavala &#8211; 15 g<br />
Carapau &#8211; 15 g<br />
Dourada &#8211; 30 g<br />
Sardinha &#8211; 15 g<br />
Salmão &#8211; 20 g<br />
Pesacada &#8211; 17 g</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Níveis recomendados de Ómega-3</h6>
<p>Em vários países, a dose recomendada para um adulto de EPA e DHA é de 300 a 650 mg/ dia.<br />
Em 2010, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (AESA) divulgou um parecer científico sobre o consumo recomendado de Ómega 3.</p>
<p>Um Painel de especialistas europeus pronunciou-se apenas em relação aos ácidos eicosapentaenóico (EPA) e docosahexaenóico (DHA). Segundo a AESA e tendo em conta considerações de ordem cardiovascular, o consumo recomendado de DHA e EPA para adultos é de 250 mg por dia.</p>
<p>Vários estudos publicados mostram que os ácidos gordos de cadeia longa têm efeitos benéficos na manutenção de uma boa saúde cardiovascular, nomeadamente na prevenção de fatores de risco cardiovascular como a redução das concentrações de triacilglicerol no plasma, da agregação plaquetária e da pressão arterial. Além disso, a ingestão de 250mg de Ómega 3 por dia, permite a diminuição do risco de morte devido a doenças coronárias e ataques cardíacos.</p>
<p>O parecer científico da AESA contudo concluiu que, durante a gravidez e amamentação, o consumo diário de DHA deve aumentar 100 a 200 mg, de forma a compensar as perdas da mãe e reforçar os níveis de Ómega 3 do bebé. Em crianças mais velhas, a ingestão de 50 a 100 mg de DHA mostrou-se eficaz no desenvolvimento da acuidade visual.</p>
<p>Estes resultados foram essenciais para que o Painel Europeu recomendasse a ingestão de uma dose diária de 100 mg para crianças com idade superior a 6 meses e inferior a 24 meses. A AESA concluiu ainda que a dose diária de Ómega 3 (DHA e EPA) recomendada a crianças dos 2 aos 18 anos deve ser consistente com a dose indicada para a população adulta saudável, 250 mg.</p>
<p>Fonte: S<a href="http://lifestyle.sapo.pt" target="_blank" rel="noopener">APO Life Style</a> / Narcisa Bandarra &#8211; Investigadora no INRB/L-IPIMAR do Ministério da Agricultura Desenvolvimento Rural e Pescas</p>
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		<title>O que é mais benéfico, consumir pescado ou ingerir suplementos/cápsulas de óleos de peixe?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2015 11:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[óleo de peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pescado é um alimento muito nutritivo e saudável, pois além do elevado teor em ácidos gordos ómega 3 é constituído por proteínas de elevado valor biológico, apresenta um baixo teor de ácidos gordos saturados e é rico em oligoelementos e vitaminas com excepção da vitamina C. O recurso à suplementação alimentar dos ácidos gordos [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/o-que-e-mais-benefico-consumir-pescado-ou-ingerir-suplementoscapsulas-de-oleos-de-peixe/">O que é mais benéfico, consumir pescado ou ingerir suplementos/cápsulas de óleos de peixe?</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pescado é um alimento muito nutritivo e saudável, pois além do elevado teor em ácidos gordos ómega 3 é constituído por proteínas de elevado valor biológico, apresenta um baixo teor de ácidos gordos saturados e é rico em oligoelementos e vitaminas com excepção da vitamina C. O recurso à suplementação alimentar dos ácidos gordos ómega 3, através de cápsulas de óleo de peixe, não deverá ser a primeira escolha. Nas situações em que o pescado não se encontra disponível, ou porque existem razões médicas (alergia ou intolerância, por exemplo) o recurso a estes suplementos constitui uma alternativa conveniente. No entanto, recomenda-se a supervisão de um profissional de saúde para que a dose seja adequada. Paralelamente, é fundamental que o óleo encapsulado seja de qualidade e esteja isento de contaminantes químicos.</p>
<p>Fonte: Ipimar</p>
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