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	<title>Arquivo de peixe-leão - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Peixe-leão invade o Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 00:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[espécies invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[peixe-leão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quase três décadas, bastou um peixe-leão venenoso avistado no Oceano Atlântico para que a espécie se alastrasse à costa leste dos Estados Unidos, Florida, golfo do México, Caribe e até a partes da América do Sul. Desde 2005 que os peixes-leão têm-se disseminado freneticamente, tornando-se a espécie invasora mais numerosa do mundo, de acordo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quase três décadas, bastou um peixe-leão venenoso avistado no Oceano Atlântico para que a espécie se alastrasse à costa leste dos Estados Unidos, Florida, golfo do México, Caribe e até a partes da América do Sul.</p>
<p>Desde 2005 que os peixes-leão têm-se disseminado freneticamente, tornando-se <strong>a espécie invasora mais numerosa do mundo</strong>, de acordo com os cientistas. Além de comer qualquer coisa, eles reproduzem-se de forma abundante e adaptam-se com facilidade. O The New York Times compara-os a ratos, mas mais belos e atraentes.</p>
<p>Provenientes da confluência dos oceanos Pacífico e Índico, eles chegam a medir 50 centímetros e, por onde passam, causam estragos nos recifes, para além de consumirem cardumes de garoupas.</p>
<p>Segundo os cientistas ouvidos pelo NYT, não há forma de os deter, por agora. Ainda assim, biólogos marinhos e agências governamentais estão a intensificar os esforços para os eliminar em áreas que abrigam os recifes mais frágeis.</p>
<p>“A sua erradicação não está em jogo, mas o controlo local é comprovadamente eficaz”, explicou Lad Akins, director de projectos especiais na Fundação de Educação Ambiental sobre Recifes. “Muitas pessoas acham este peixe o invasor quase perfeito”.</p>
<p>Há ainda concursos para captura peixes-leão que também têm tido êxito: grupos de mergulhadores reúnem-se por um dia com essa missão. Recentemente, 22 mergulhadores da Florida capturaram 573 peixes-leão num único dia.</p>
<p>Estes peixes-leão foram introduzidos no Oceano Atlântico por pessoas que os tinham, anteriormente, em aquários. Isso não representaria um problema se estivéssemos a falar das suas águas nativas – onde eles são comidos por predadores mais fortes e a população se mantém estável. Mas é-o nos locais por onde eles andam actualmente.</p>
<p>Os peixes-leão são vorazes e os seus estômagos têm lugar para entre 50 e 60 peixes pequenos. <strong>Cada fêmea pode pôr dois milhões de ovos por ano</strong> – isso dá para imaginar a dimensão do problema.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">SAPO Notícias</a></p>
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