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	<title>Arquivo de Peniche - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Entre Peniche e as Berlengas passaram mais de 300 mil aves em quatro meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2015 12:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Berlengas]]></category>
		<category><![CDATA[observação de aves]]></category>
		<category><![CDATA[Peniche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projecto juntou especialistas de cinco países para estudar o movimento das aves marinhas entre o Norte da Europa e o Atlântico Sul e tem impacto na ciência e no turismo. O céu é de um azul intenso e o sol, baixo, a Leste, ilumina como um foco um mar invulgarmente calmo na costa de Peniche, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Projecto juntou especialistas de cinco países para estudar o movimento das aves marinhas entre o Norte da Europa e o Atlântico Sul e tem impacto na ciência e no turismo.</b></p>
<p>O céu é de um azul intenso e o sol, baixo, a Leste, ilumina como um foco um mar invulgarmente calmo na costa de Peniche, com as Berlengas em frente. A cor branca do farol sobressai no meio de tanto azul. “Vemos as pessoas na ilha”, conta Hélder Cardoso, ornitólogo, mostrando o telescópio que aponta para Oeste.</p>
<p>Mas o objectivo não é ver gente, mas sim aves. O projecto Peniche Seabird Count junta especialistas da Suécia, do Reino Unido, Luxemburgo, Suíça e Portugal para fazer o recenseamento das aves migratórias que nesta altura do ano demandam das costas de Inglaterra, Irlanda, Escandinávia, Gronelândia, e até da tundra russa, para paragens mais quentes do Brasil, costa africana e até do Sul da África do Sul.</p>
<p>No fim-de-semana passado, últimos dias da contagem, foi assim. Uma manhã azul e soalheira, num típico dia do Verão de São Martinho, mas há outros em que o vento uiva, o mar endemoninha e a chuva fustiga os ornitólogos que permanecem firmes no local, quais soldados no seu posto de vigia, a contar as aves que vão passando no mar. A humidade infiltra-se no corpo, apesar das camisolas e dos impermeáveis, mas os turnos diários das 7h30 às 10h30 e das 14h30 às 17h30 têm de ser cumpridos, bem como o turno semanal de um dia inteiro, sem intervalos, que vai ajudar a calibrar os registos observados nos outros dias.</p>
<p>Hélder Cardoso, que trabalha por conta própria como consultor em estudos de impacto, relata que foram contadas mais de 300 mil aves em quatro meses, até 15 de Novembro. E que, embora haja agora muito trabalho de análise para fazer, já há algumas surpresas e conclusões. Em primeiro lugar, o número de aves, que foi muito superior ao que esperavam. E depois, a observação de espécies com estatuto de conservação, como é o caso da pardela balear, que vive no Mediterrâneo e vem no Verão ao Golfo da Biscaia mudar de penas. A população mundial desta espécie, que está criticamente ameaçada, estima-se em 20 mil indivíduos. Em Peniche, viram-se passar 16 mil, ou seja, 70% do total.</p>
<p>Mas para que serve contar aves? O que ganham a ciência e as pessoas com projectos deste tipo?</p>
<p>“A ciência ganha conhecimento, que não havia, no domínio da migração das aves marinhas”, responde Hélder Cardoso. “Até agora, só havia uma contagem anual realizada pela Sociedade Portuguesa do Estudo das Aves, na qual colaboro, mas este é o primeiro estudo sistematizado com esta dimensão e duração, e o único no Sul da Europa.”</p>
<p>O projecto permite, assim, constituir uma base de dados a partir da qual se poderá aferir o aumento ou a diminuição das espécies. Por outro lado, a ciência cruza-se aqui com a economia. As aves marinhas são predadoras de topo no oceano. Alimentam-se de peixes que por sua vez também se alimentam de outros peixes, pelo que o conhecimento sobre as suas migrações ajuda na gestão dos recursos piscatórios. “As aves são um óptimo barómetro sobre o que se passa dentro do mar”, diz Hélder Cardoso.</p>
<p>E depois há ainda o turismo. O ornitólogo diz que Peniche tem condições para ser um dos maiores centros mundiais de observação de aves, pois o Cabo Carvoeiro é o segundo ponto mais ocidental da Europa. Nas suas rotas migratórias, os bandos voam sempre ao longo da costa e a maioria passa exactamente pelo corredor de dez quilómetros que medeia entre Peniche e as Berlengas.</p>
<p>O mercado dos <i>birdwatchers</i> (entusiastas pela observação de aves) não é displicente. Só em Inglaterra contam-se mais de um milhão, a somar aos inúmeros aficionados dos países nórdicos e da Europa central. Pessoas com poder de compra e que não se importam de viajar só para poder observar e fotografar aves. Mais um complemento para o cluster do mar que tem emergido em Peniche, associado ao <i>surf</i>, à praia, ao mergulho e à pesca.</p>
<p>O presidente da Câmara Municipal de Peniche, António José Correia, é, ele próprio, um apaixonado pela observação de aves e tem imagens publicadas no <i>Instagram</i>. Diz que este projecto – que teve o apoio da câmara municipal no alojamento dos voluntários e da Agência Regional de Promoção Turística do Centro nas viagens dos voluntários, com um investimento total de 5000 euros – é um “casamento feliz entre ciência, turismo e territórios”, associado ainda às Berlengas enquanto Reserva da Biosfera da UNESCO.</p>
<p>Hélder Cardoso ressalva que o projecto em curso se trata de “ciência pura” e não de uma actividade recreativa dos “maluquinhos dos pássaros”. O objecto de estudo é a influência das condições atmosféricas na migração de aves marinhas. As longas séries das 300 mil aves observadas vão agora ser tratadas. Há muitas variáveis para estabelecer correlações. Em dias de vento norte ou noroeste, as aves aproximam-se muito da costa e quase é possível contá-las a olho a nu. Mas se o vento soprar do sul, este empurra-as para dentro do mar. É preciso relacionar tudo isso, as marés, o estado do tempo, bem como as informações obtidas pelos outros postos de observação no resto da Europa.</p>
<p>Os mais importantes são os Estaca de Bares, na Galiza, o observatório da ilha de Cape Clear (na Irlanda), o da ilha de Skokholm (Reino Unido) e os de Falsterbro e Ottensby (ambos na Suécia). E são estas estações de observação que podem dar alguns indícios sobre a origem das aves. O de Peniche é o último mais a sul, aquele onde se unificam as diversas rotas que prosseguem pelo Atlântico.</p>
<p>Hélder Cardoso explica que há espécies de aves em que os indivíduos jovens passam algumas semanas antes dos bandos de adultos. Sim, os ornitólogos conseguem, através dos “canhões” telescópicos das máquinas fotográficas, identificar se as aves são jovens ou adultas e se são machos ou fêmeas. Aliás, um dos critérios para a escolha dos 30 voluntários que se juntaram em Peniche para este projecto era precisamente a capacidade de conhecer as espécies e identificar-lhes o sexo e a idade aproximada.</p>
<p>Entre as espécies mais frequentes que viram passar rumo ao sul estão os gansos-patolas (200 mil) e as cagarras (30 mil). E entre as mais raras encontram-se três fulmares (uma espécie frequente nas águas do Norte da Europa mas muito pouco comum na costa portuguesa) e um rabo-de-palha (um único indivíduo) que costuma migrar para as Caraíbas. Este último foi o segundo registo observado em Portugal. Uma outra ave que também se avistou pela segunda vez em Portugal foi a andorinha-do-mar. Mas há também um primeiro registo para figurar nos anais – um airo-de-asa-branca, que até à data nunca tinha sido observado na costa portuguesa.</p>
<p>O resultado deste trabalho vai dar origem a vários artigos que serão publicados em revistas científicas, mas também em revistas ligadas ao turismo, nas quais se divulgará o potencial do cabo Carvoeiro para a prática da observação de aves.</p>
<p>Ciente desse mercado, a Câmara Municipal de Peniche cedeu o alojamento aos voluntários que participam no projecto. E a marca alemã Lecia Optics emprestou os dois telescópios que foram usados na observação. A chancela académica é dada pela Universidade de Kristianstad, na Suécia, que é um dos promotores do projecto.</p>
<p>Aliás, tudo isto começou de maneira muito informal quando em 2012 Hélder Cardoso conheceu Erik Hirshfeld e Johan Elmberg, dois suecos que vinham a um congresso de ornitologia ao Algarve, mas decidiram vir mais cedo para observar aves em Peniche. Alguém lhes tinha dito que o local era ideal para essa prática. Foi a partir deste encontro entre Erik Hirshfeld (ornitólogo e proprietário de uma editora de livros sobre a natureza), Johan Elmberg (professor de zoologia na Universidade de Kristianstad) e Hélder Cardoso que surgiu a ideia de avançarem para um estudo exaustivo, que viria a concretizar-se três anos depois.</p>
<p>Hélder Cardoso diz que há condições para a sua prossecução. Até porque o período migratório das aves decorre até Dezembro e é sua intenção que no próximo ano a duração do Peniche Seabird Count abranja mais meses.</p>
<p>O desafio parece ganho porque o presidente da câmara também é o primeiro a garantir que haverá apoios para 2016. Ele próprio, enquanto homem ligado ao mar, reconhece que há aves que, por viverem mais a sul durante o Verão, só mais tarde iniciam a sua migração para África. É o caso das tordas mergulhadoras e dos airinhos, que só a partir de agora serão mais observáveis.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.publico.pt" target="_blank" rel="noopener">Público</a></p>
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		<title>Pescadores oferecem duas toneladas de sardinha em Peniche</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 09:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[festas de Peniche]]></category>
		<category><![CDATA[festas do mar]]></category>
		<category><![CDATA[Peniche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sardinha atrai visitantes às festas de Peniche. A comunidade piscatória de Peniche ofereceu no passado dia 1 de agosto duas toneladas de sardinha aos milhares de visitantes que afluíram à Ribeira Velha, repetindo a tradição de “agradecer o consumo” desta espécie ao longo do ano. A iniciativa insere-se na festa de Nossa Senhora da Boa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sardinha atrai visitantes às festas de Peniche.</strong></p>
<p>A comunidade piscatória de Peniche ofereceu no passado dia 1 de agosto duas toneladas de sardinha aos milhares de visitantes que afluíram à Ribeira Velha, repetindo a tradição de “agradecer o consumo” desta espécie ao longo do ano.</p>
<p>A iniciativa insere-se na festa de Nossa Senhora da Boa Viagem, em que os pescadores pedem “boas pescarias e idas ao mar sem percalços”. Os armadores das 14 embarcações de Peniche, que se dedicam à apanha da sardinha, disponibilizaram cem cabazes. Em três horas esgotaram, dada a grande procura dos visitantes, que só precisavam de levar pratos, talheres e muito apetite</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cmjornal.xl.pt" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a></p>
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		<title>Sardinha escasseia e é barata no regresso à pesca após paragem de seis meses em Peniche</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2015 01:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Peniche]]></category>
		<category><![CDATA[pesca da sardinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o regresso à pesca da sardinha em Peniche, quarta-feira foi o primeiro dia dos últimos seis meses com mais volume deste pescado nas lotas portuguesas, mas os preços e a abundância estão muito aquém do esperado pelos pescadores. Devido à proibição de captura por esgotamento da quota e, depois, ao período de defeso biológico, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Com o regresso à pesca da sardinha em Peniche, quarta-feira foi o primeiro dia dos últimos seis meses com mais volume deste pescado nas lotas portuguesas, mas os preços e a abundância estão muito aquém do esperado pelos pescadores.</strong></p>
</div>
<p>Devido à proibição de captura por esgotamento da quota e, depois, ao período de defeso biológico, ao fim de seis meses a tripulação do &#8220;Afrodite&#8221; voltou ao mar, assim como a maioria das embarcações do cerco do Porto de Peniche, o maior porto do país em volume de pescado transacionado.</p>
<p>Cerca das 14:00, os 16 homens, entre os 38 e os 64 anos, embarcam para pescar a uma hora do porto. Ao largo de Porto Novo e a sete milhas da costa, é tempo de procurar os cardumes com recurso a sondas, que o mestre José Maria Ricardo vai analisando pelo computador.</p>
<p>&#8220;Não tem grandes marcações. Andámos toda a tarde à procura e nada&#8221;, lamenta horas depois o mestre à agência Lusa, com a tripulação a demonstrar nervosismo com fim do pôr-do-sol, altura propícia para a captura, quando a sardinha sai dos esconderijos de pedra.</p>
<p>Quando os pescadores já faziam intenções de regressar a casa, cerca das 20:30 soa a buzina do barco e rapidamente a rede começa a ser largada ao mar. &#8220;Temos peixe&#8221;, gritam ao mestre, confirmando as orientações sonares.</p>
<p>Uma hora de trabalho decorrida e terminava a faina. Duas horas depois, a embarcação &#8220;Afrodite&#8221; voltava a atracar no porto, descarregando 80 cabazes de sardinha, 1,8 toneladas, perto do limite diário imposto até ao final de maio para melhor gestão do recurso.</p>
<p>&#8220;É muito pouco em comparação com igual período em anos anteriores. Dá para pagar as despesas e nem para lá caminha. Do que me lembro, este é dos piores anos e estamos parados sem apanhar sardinha há seis meses&#8221;, refere entristecido o mestre, pescador há 37 anos.</p>
<p>Após o primeiro dia &#8220;à experiência&#8221;, não tem outra alternativa senão &#8220;virar-se para as cavalas e carapaus&#8221; até meados de maio, data a partir da qual a sardinha é mais gorda e ganha maior valor de mercado.</p>
<p>Na lota de Peniche, onde não se vendia sardinha desde final de setembro, o preço por cada cabaz de 22,5 quilogramas variou entre os 28 e os 12 euros, idêntico ao ano passado.</p>
<p>&#8220;Nesta altura as sardinhas são magras e só a partir de maio/junho é que estão mais gordas, são mais procuradas pelos consumidores e acabam por ser mais caras. Além disso, entram no mercado sardinhas de fora que limitam muito os preços&#8221;, justifica à agência Lusa Francisco Branco, operador de vendas da lota.</p>
<p>Devido à fraca procura para o consumo em fresco, as 12,3 toneladas transacionadas naquele dia, um terço teve como destino a indústria transformadora. Feitas as contas, um quilograma de sardinhas rende à produção entre os 0,80 e os 1,73 euros, mas é adquirida pelos consumidores pelo dobro do preço.</p>
<p>A produção coloca por isso fortes expectativas no período de maio a setembro. &#8220;Se não houver sardinha tudo se complica&#8221;, diz o mestre José, prevendo despedimentos num setor cujos baixos salários não atraem jovens e levam os mais velhos ao abandono da profissão.</p>
<p>Em 2014, foram capturadas 15 mil toneladas de sardinha em toda a costa portuguesa, enquanto há seis anos eram 65 mil.</p>
<p>Depois de Peniche, na segunda-feira os pescadores de Matosinhos à Figueira da Foz são os últimos a retomar a pesca da sardinha, de acordo com a Associação Nacional das Organizações da Pesca do Cerco.</p>
<p>Foto: <a href="http://marinheirojimmy.blogs.sapo.pt" target="_blank" rel="noopener">Mrinheiro Jimmy</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php" target="_blank" rel="noopener">RTP Notícias</a></p>
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		<title>Projecto da WWF ‘Co-Pesca’</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2015 11:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Co-Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[Peniche]]></category>
		<category><![CDATA[pesca sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A co-gestão – uma solução para a pesca sustentável no eixo Peniche-Nazaré É o novo projecto em Pesca da WWF que incide sobre as pescarias existentes no eixo Peniche-Nazaré. A Pesca – especialmente a artesanal – é uma atividade importante em Portugal. No entanto, é também um dos componentes mais significativos da pegada ecológica nacional [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/projecto-da-wwf-co-pesca/">Projecto da WWF ‘Co-Pesca’</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A co-gestão – uma solução para a pesca sustentável no eixo Peniche-Nazaré</strong></p>
<p>É o novo projecto em Pesca da WWF que incide sobre as pescarias existentes no eixo Peniche-Nazaré.</p>
<p>A Pesca – especialmente a artesanal – é uma atividade importante em Portugal. No entanto, é também um dos componentes mais significativos da pegada ecológica nacional (segundo o Relatório da WWF Planeta Vivo 2014) por isso, a WWF considera essencial que a pesca em Portugal seja mais sustentável.</p>
<p>Uma das formas de assegurar a sustentabilidade económica, social e ambiental da pesca é através da co-gestão, o que implica “um conjunto de acordos com diferentes graus de partilha de poder, permitindo a tomada de decisão conjunta entre governo e utilizadores, sobre um conjunto de recursos ou uma área”.</p>
<p><b>A WWF tem apoiado fortemente a co-gestão das pescas em todo o mundo, e tem adquirido uma considerável experiência na organização e mediação destes processos.</b></p>
<p>Neste momento a equipa da WWF está a desenvolver o projecto ‘Co-Pesca’ no eixo Peniche-Nazaré para tentar identificar as pescarias mais adequadas com o envolvimento e a participação de todos os interessados para se iniciar um processo de co-gestão das pescas.</p>
<p>Este projecto teve inicio em Agosto de 2014 e tem a duração de 1 ano.</p>
<p>Foto: © Câmara Municipal da Nazaré</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.wwf.pt" target="_blank" rel="noopener">WWF Portugal</a></p>
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		<item>
		<title>AW Energy valida tecnologia para produção comercial de energia das ondas a partir de Peniche</title>
		<link>https://pescazores.com/aw-energy-valida-tecnologia-para-producao-comercial-de-energia-das-ondas-a-partir-de-peniche/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 01:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[AW Energy]]></category>
		<category><![CDATA[energia das ondas]]></category>
		<category><![CDATA[Peniche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa finlandesa AW Energy anunciou o protótipo já estudado e validado para iniciar em 2016 a fase de exploração comercial do projeto de produção de energia das ondas a partir de Peniche. Após testes de vários protótipos ao largo da praia da Almagreira, em Peniche, desde 2012 e medições do cálculo da potência e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A empresa finlandesa AW Energy anunciou o protótipo já estudado e validado para iniciar em 2016 a fase de exploração comercial do projeto de produção de energia das ondas a partir de Peniche.</strong></p>
<p>Após testes de vários protótipos ao largo da praia da Almagreira, em Peniche, desde 2012 e medições do cálculo da potência e de análise ocorridas durante 2014, a finlandesa anunciou em comunicado ter encontrado a tecnologia adequada para resistir à força de ondas com mais de oito metros de altura, que foram registadas. “A resposta da estrutura para estas cargas foi então prevista e comparada durante os testes de mar no ano passado e foi agora confirmada”, refere o comunicado.</p>
<p>Citado no comunicado, o administrador da Aw Energy Tuula Mäki sublinhou que “os resultados são valiosos, uma vez que ajudam na otimização do projeto da tecnologia”. “Garantindo um nível razoável de segurança, reduz a incerteza no processo de modelagem e os custos de investimento”, adiantou.</p>
<p>A validação do protótipo de 350 killowatts (kw) permite aos investidores avançar em 2016 para a fase comercial do projeto de produção de energia a partir do movimento das ondas. Trata-se de um investimento de 25 milhões de euros na construção de um parque para produção de energia das ondas.</p>
<p>Em outubro, outro dos responsáveis da empresa finlandesa, John Lilijelund, tinha dito que “nos períodos em que a tecnologia esteve no fundo do mar, as turbinas nunca tiveram paradas e que os testes tiveram grande sucesso para entrar na fase comercial do projeto”.</p>
<p><i>A energia produzida com a unidade instalada no fundo do mar é hoje suficiente para alimentar uma aldeia com 120 habitações e 360 habitantes.</i></p>
<p>A expansão do projeto e a eficiência da tecnologia levam os investigadores a prever uma produção de 11,4 gigawatts/hora por ano, suficiente para abastecer 5500 habitações e 16500 habitantes, equivalente a metade do concelho de Peniche e superior à população de concelhos como Arruda dos Vinhos, Bombarral ou Óbidos. Os promotores equacionam a hipótese de avançar com a construção de unidades com uma potência de 500 KW ou até 1MW e, numa segunda fase, “expandir os objetivos e instalar mais unidades”, dependendo do retorno económico.</p>
<p>O objetivo da empresa AW Energy passa no futuro por criar um grande parque mundial de energia das ondas, com uma potência instalada entre os 50 e os 100 megawatts (MW), um investimento que deverá ascender a 100 milhões de euros e colocar Portugal na linha da frente no segmento da produção mundial de energia a partir do movimento das ondas.</p>
<p>Desde 2007 que a tecnologia tem vindo a ser testada, <strong>pela primeira vez a nível mundial, no fundo do mar, a cinco milhas da costa</strong> e, desde 2012, que a energia produzida está a ser injetada na rede, estando a venda da energia a cargo da Eneólica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://observador.pt" target="_blank" rel="noopener">Observador</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/aw-energy-valida-tecnologia-para-producao-comercial-de-energia-das-ondas-a-partir-de-peniche/">AW Energy valida tecnologia para produção comercial de energia das ondas a partir de Peniche</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Valor da onda em Peniche (video)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 01:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Peniche recebe, desde 2009, uma das etapas do campeonato mundial de surf. A modalidade tem sido uma das grandes apostas da autarquia e tem revolucionado a economia local, com a criação de novos negócios e a vinda de milhares de turistas por ano. A hotelaria é o setor mais beneficiado. Mas as ondas estão também [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/z9vk5oGthhg30b2svEZa/mov/1" width="410" height="231" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Peniche recebe, desde 2009, uma das etapas do campeonato mundial de surf. A modalidade tem sido uma das grandes apostas da autarquia e tem revolucionado a economia local, com a criação de novos negócios e a vinda de milhares de turistas por ano. A hotelaria é o setor mais beneficiado. Mas as ondas estão também a ser aproveitadas para a produção de energia elétrica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://sicnoticias.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">SIC Notícias</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/valor-da-onda-em-peniche/">Valor da onda em Peniche (video)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Energia das ondas de Peniche</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2014 00:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis offshore]]></category>
		<category><![CDATA[Peniche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma iniciativa pioneira de produção de eletricidade a partir da energia das ondas, que decorre em Peniche, vai receber 9,1 milhões de euros em fundos comunitários. Com a aprovação deste financiamento, o projeto pode avançar para a fase de produção comercial. Depois de sete anos de desenvolvimento e ensaios, a verba destina-se a construir uma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/energia-das-ondas-de-peniche/">Energia das ondas de Peniche</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/12/WaveRoller-wave-energy-device-under-water-cropped.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6799" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2014/12/WaveRoller-wave-energy-device-under-water-cropped.jpg" alt="WaveRoller-wave-energy-device-under-water-cropped" width="839" height="732" /></a></p>
<p>Uma iniciativa pioneira de produção de eletricidade a partir da energia das ondas, que decorre em Peniche, vai receber 9,1 milhões de euros em fundos comunitários.</p>
<p>Com a aprovação deste financiamento, o projeto pode avançar para a fase de produção comercial. Depois de sete anos de desenvolvimento e ensaios, a verba destina-se a construir uma central de exploração em grande escala, anunciou no início de julho a Comissão Europeia.</p>
<p>A tecnologia Wave Roller começou a ser testada em Peniche em 2007, no âmbito do projeto SURGE, liderado pela empresa finlandesa AW Energy.</p>
<p>Baseia-se no aproveitamento do impacto da ondulação em módulos colocados no fundo do mar. Passou por várias versões e já possibilitou a injeção de eletricidade na rede pública.</p>
<p>A ideia é do mergulhador Rauno Koivusaari, que se associou a diversos parceiros, incluindo o Município de Peniche, os Estaleiros Navais de Peniche e o Grupo Lena.</p>
<p>Um dos objetivos do projeto SWELL, agora financiado, é conceber um produto comercial completo a partir da tecnologia WaveRoller.</p>
<p>“É de extrema importância para o concelho de Peniche uma vez que envolve diversas empresas, fornecedores, prestadores de serviços e parceiros locais”, refere a autarquia, numa nota de imprensa. “Por outro lado, <strong>pode vir a constituir uma oportunidade para Peniche e para Portugal, como pioneiros na construção e exportação de equipamentos de produção de energia das ondas</strong>”.</p>
<p>Além desta candidatura, a Comissão Europeia aprovou outras 18, totalizando mil milhões de euros a favor de projetos destinados a combater as alterações climáticas. Em Portugal, também vai ser apoiada uma central fotovoltaica em Beja.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.regiaodeleiria.pt/" target="_blank" rel="noopener">Jornal Região de Leiria</a></p>
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		<title>Peniche &#8211; novas utilizações para as algas (video)</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 11:42:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Novos Usos]]></category>
		<category><![CDATA[AlgaPlus]]></category>
		<category><![CDATA[algas]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Politécnico de Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[pão com algas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chamada biotecnologia azul, que explora a diversidade de organismos marinhos para desenvolver novos produtos, tem sido uma das apostas da Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar (ESTM), do Instituto Politécnico de Leiria. Uma das áreas de investigação passa por procurar novas utilizações para as algas da costa portuguesa, nomeadamente nas áreas da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/WWzwoVcvGQ02I4WNCVES/mov/1" width="410" height="231" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A chamada biotecnologia azul, que explora a diversidade de organismos marinhos para desenvolver novos produtos, tem sido uma das apostas da Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar (ESTM), do Instituto Politécnico de Leiria. Uma das áreas de investigação passa por procurar novas utilizações para as algas da costa portuguesa, nomeadamente nas áreas da saúde e alimentar. Os investigadores da ESTM desenvolveram, por exemplo, um pão com algas substitutas do sal, produto que deverá começar a ser comercializado por uma panificadora, no próximo ano.</p>
<p>Fonte: <a href="http://sicnoticias.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">SIC Notícias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/peniche-novas-utilizacoes-para-as-algas/">Peniche &#8211; novas utilizações para as algas (video)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Mundial de surf manteve lucros de 7,8ME para a economia de Peniche</title>
		<link>https://pescazores.com/mundial-de-surf-manteve-lucros-de-78me-para-a-economia-de-peniche/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 11:05:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rip Curl Pro Portugal, etapa do circuito mundial de surf, gerou em Peniche 7,8 milhões de euros de receitas em 2013, mantendo os lucros da edição anterior, de acordo com um estudo divulgado esta quarta-feira. O &#8220;Estudo do impacto do Rip Curl Pro Portugal 2013&#8221;, elaborado por investigadores da Escola Superior de Tecnologia do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O Rip Curl Pro Portugal, etapa do circuito mundial de surf, gerou em Peniche 7,8 milhões de euros de receitas em 2013, mantendo os lucros da edição anterior, de acordo com um estudo divulgado esta quarta-feira.</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">O &#8220;Estudo do impacto do Rip Curl Pro Portugal 2013&#8221;, elaborado por investigadores da Escola Superior de Tecnologia do Mar de Peniche, concluiu que, apesar da redução em 10% no orçamento do evento, a economia local obteve este lucro, superior em 14 mil euros ao de 2012, durante nove dias.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Verifica-se uma tendência para a estabilização da maior parte dos indicadores&#8221; estudados, refere o estudo, que concluiu que foi deixada uma receita fiscal no país de 932 mil euros, superior à de 2012 (922 mil euros).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, o evento foi visitado por 135 mil pessoas, um número superior a 2012 (130 mil), com uma média de idades de 32 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Destes, 70,9% são residentes em Portugal e 29,1% oriundas do estrangeiro, sobretudo Espanha, Alemanha, Reino Unidos e França. Os dados indicam que 61% dos visitantes assistiram às edições anteriores do evento, verificando-se uma redução do número de estrangeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">À semelhança de 2012, a maioria permanece em Peniche durante quatro dias e meio. Enquanto os gastos médios dos portugueses aumentaram (28 euros em 2013 e 23 euros em 2012), os dos estrangeiros reduziram em 40 euros (157 em 2012 e 117 em 2013).</p>
<p style="text-align: justify;">Os que permanecem mais do que um dia ficam em segundas residências (22%), casa de amigos (13%) ou em hotéis, casas alugadas ou &#8220;surf camps&#8221; (12%).</p>
<p style="text-align: justify;">O Rip Curl Pro Portugal contribuiu para o aumento das exportações, com a venda de 2,7 milhões de euros de serviços a estrangeiros, mais do que em 2012 (2,6 milhões).</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo foi baseado em inquéritos a 871 visitantes, durante o evento (08 a 17 de outubro), por elementos do núcleo de investigação sobre a chamada ‘indústria do surf&#8217;, que acaba de ser apresentado pela escola superior.</p>
<p style="text-align: justify;">O núcleo foi criado no seio do Grupo de Investigação em Turismo da escola, com o objetivo de investigar sobre a importância da ‘fileira da onda&#8217; e propor à economia do mar soluções inovadoras para dinamizar as zonas costeiras, explicou à agência Lusa o coordenador do grupo, João Paulo Jorge.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/mundial-de-surf-manteve-lucros-de-78me-para-a-economia-de-peniche/">Mundial de surf manteve lucros de 7,8ME para a economia de Peniche</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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