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	<title>Arquivo de Record Mundial - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Recorde mundial de pesca grossa batido na Madeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2016 18:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[big game fishing]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[pesca desportiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume de pesca recreativa supera o da pesca comercial em algumas espécies. Em Julho, foi batido o recorde mundial de pesca grossa na Madeira, com a captura de um blue marlin(espadim azul) de 3,67 m e 445,5 kg, a cerca de duas milhas da costa. O feito ocorreu na Madeira, durante a famosa Blue Marlin World Cup, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Volume de pesca recreativa supera o da pesca comercial em algumas espécies.</strong></p>
<p>Em Julho, foi batido o recorde mundial de pesca grossa na Madeira, com a captura de um <em>blue marlin</em>(<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Espadim" target="_blank" rel="noopener">espadim azul</a>) de 3,67 m e 445,5 kg, a cerca de duas milhas da costa. O feito ocorreu na Madeira, durante a famosa <em>Blue Marlin World Cup</em>, disputada mundialmente no dia 4 de julho, ao longo de oito horas, sob a égide da <em>International Game Fish Association </em>(IGFA).</p>
<p>Naquele dia, competiram 172 embarcações em destinos como a Papua Nova Guiné, Fiji, Camarões, Seychelles, Moçambique e Senegal, e em pontos já famosos pela sua importância na pesca de <em>Marlins</em>, como a Madeira, Cabo Verde, Açores, Bermudas, Bahamas e Estados Unidos. Apenas no Havai, este ano, participaram 55 barcos de pesca.</p>
<p>Na Madeira, que detém um palmarés de recordes mundiais que a tornam uma referência mundial na modalidade, nomeadamente no que respeita à captura do <em>Blue Marlin, </em>sobretudo pela dimensão dos mesmos (que pesam, em média, entre 250 e 300 kg), o recorde foi batido pela segunda vez consecutiva.</p>
<p>Para a importância da Madeira no roteiro da pesca grossa, também é determinante a influência ali exercida pela corrente quente do Golfo. Como refere Paula Menezes, da Direcção Regional de Ordenamento do Território e Ambiente da Madeira (DROTA), “a notoriedade da Região é tal que a pesca de <em>blue marlins</em> foi tema de uma grande reportagem divulgada pela BBC em 2012 (<a href="http://www.bbc.co.uk/news/business-17511429)">http://www.bbc.co.uk/news/business-17511429)</a>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Impacto económico</strong></p>
<p>Entre Maio e Agosto, a pesca grossa, uma prática com elevados custos associados (equipamento, seguros, isco, transporte e inscrições em competições), atrai à Madeira muitos turistas que ambicionam capturar “uma das grandes espécies pelágicas e migratórias, como os espadins e atuns”, refere Paula Menezes, assim contribuindo para o desenvolvimento da economia local e nacional.</p>
<p>A mesma responsável esclarece ainda que “a toda esta actividade estão afectos não só os donos das embarcações, como as respectivas famílias e tripulações, sendo usual a reserva de partes de hotéis só para acomodar a comitiva de algumas embarcações, com todas as actividades turísticas complementares, inerentes a quem não participa nas atividades da pesca”.</p>
<p>Paula Menezes refere também que na Europa, a pesca grossa deve representar um impacto económico superior a 25 mil milhões de euros anuais e originar diversos postos de trabalho, directos e indirectos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O <em>big game fishing</em></strong></p>
<p>Como explica Paula Menezes, “a pesca grossa ou <em>big game fishing</em>, é uma das modalidades de pesca recreativa, geralmente dirigida a espécies pelágicas de grande porte, como os espadins e atuns”. No quadro da pesca recreativa, existem duas vertentes, segundo a mesma responsável: “a captura para consumo próprio e a captura e libertação, ou <em>catch-and-release</em>, onde o que é capturado é depois devolvido ao mar, que é o que acontece no caso da pesca grossa”.</p>
<p>A pesca <em>sem morte</em> “não é uma aposta meramente competitiva, mas sim uma filosofia já adoptada por todos os pescadores desportivos da Região”, diz Paula Menezes. A morte do exemplar em combate é a única excepção a esta filosofia, e “culmina com a doação do exemplar a instituições de caridade”, tendo em vista o seu aproveitamento para consumo.</p>
<p>O corrico é o método mais utilizado, a partir de embarcação, “e consiste em percorrer uma vasta área, a uma velocidade baixa (3 a 4 nós), mais ou menos constante, durante um período de tempo variável”, explica a técnica da DROTA. A embarcação pode ter várias dimensões, mas deve incluir “uma série de equipamentos indispensáveis”, como a cadeira de combate, estabilizadores e <em>flying bridge </em>(permite que o barco seja manobrado em posição mais alta, o que facilita a detecção do peixe).</p>
<p>Durante o processo, sempre que um exemplar morde um dos iscos, “todas as outras linhas são retiradas da água, dando-se início à luta a partir da cadeira de combate”, refere Paula Menezes. Durante a luta, que pode durar horas, o objectivo é trazer o peixe até à superfície, junto ao barco, para remover o anzol e proceder à libertação do exemplar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesca recreativa e sustentabilidade</strong></p>
<p>Estudos sobre as espécies sujeitas a pesca recreativa, embora escassos, permitiram concluir que as capturas são superiores às verificadas para a pesca comercial. Um cenário que levou vários países a adoptar medidas de gestão e monitorização das capturas, algo difícil face à escassez de dados e à “natureza altamente migratória destas espécies” que, segundo Paula Menezes, dificulta o conhecimento da “sua biologia e do estado dos seus mananciais”, bem como das “variáveis ambientais que mais influenciam” os seus padrões de distribuição e abundância.</p>
<p>A mesma responsável defende “a utilização de marcadores biológicos com transmissores de satélite (PSATs <em>pop-up satellite archival tags</em>) em estudos futuros”, para “avaliar as taxas de sobrevivência pós-libertação”, conhecer melhor as rotas de migração e dos locais de postura, e reconhecer a “existência de <em>site fidelity </em>pela recaptura de exemplares marcados”.</p>
<p>Paula Menezes entende igualmente que “o estudo de parâmetros de crescimento e mortalidade, maturação sexual, proporção entre os sexos e taxas de fecundidade” é essencial “para conhecer a dinâmica populacional e biologia reprodutiva, bem como para definir modelos etários e de avaliação de recursos, adequados a estas espécies”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornaldaeconomiadomar.com" target="_blank" rel="noopener">Jornal da Economia do Mar</a></p>
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		<title>Espadim azul: por algumas horas de espera não é recorde mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 12:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Marlin]]></category>
		<category><![CDATA[Espadim azul]]></category>
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		<category><![CDATA[Makaira nigricans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na passada sexta-feira dia 12 de Agosto, Filipe Goulart e Lukas Folk capturaram um Espadim Azul que poderia bem ter sido outro recorde mundial. Foi na embarcação Habitat que apenas dois homens lutaram, durante cerca de 3h, com um exemplar da espécie Makaira nigricans.  A primeira pesagem do Espadim foi de 540 Kg, peso este [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na passada sexta-feira dia 12 de Agosto, Filipe Goulart e Lukas Folk capturaram um Espadim Azul que poderia bem ter sido outro recorde mundial. Foi na embarcação <strong>Habitat</strong> que apenas dois homens lutaram, durante cerca de 3h, com um exemplar da espécie <em>Makaira nigricans. </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira pesagem do Espadim foi de 540 Kg, peso este que é actualmente o recorde mundial. Contudo a pesagem oficial demorou muito tempo e nessas horas de espera, o indivíduo perdeu muita água, o que fez com que o peso diminuísse para 533 Kg. Realmente foi pena não ter sido possível pesar o espécime a tempo de se ter atingido o recorde mundial, uma vez que seria algo importante para a região, tanto a nível nacional como internacional.</span></p>
<h3 style="text-align: center;">Parabéns aos dois pescadores!!</h3>
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