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	<title>Arquivo de Salicornia - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Planta substituta de sal desenvolvida  em cultura in vitro por aluna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 09:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Salicornia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cresce em estuários e salinas e é também conhecida por “sal verde”. A salicórnia é uma planta “comestível e saborosa, que conserva o sal e que pode ser mantida no frio por muito tempo. Em alguns países europeus é considerada produto gourmet”, afirma Marisa Ribeirinho, aluna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que estabeleceu in [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Cresce em estuários e salinas e é também conhecida por “sal verde”. A salicórnia é uma planta <strong>“comestível e saborosa, que conserva o sal e que pode ser mantida no frio por muito tempo. Em alguns países europeus é considerada produto gourmet”</strong>, afirma Marisa Ribeirinho, aluna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que estabeleceu<em> in vitro</em> as condições para a produção da espécie.</em></p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Na procura de um tema para o relatório final de estágio da Licenciatura em Genética e Biotecnologia da UTAD, teve acesso, numa feira de produtos tradicionais, a um folheto que mencionava a salicórnia. Apresentou a ideia a Fernanda Leal, docente e investigadora do Departamento de Genética e Biotecnologia da UTAD e, em conjunto, desenvolveram uma “forma alternativa para a produção desta planta”.Das 148 espécies de Salicórnias conhecidas decidiram-se pela ramosissima e após um “processo complexo” chegaram a um meio com “vantagens relativamente às técnicas convencionais de propagação”.</p>
<div>
<div>Salicornia estabelecida in vitro</div>
</div>
<p><strong>“Pensámos que, sendo esta uma planta sazonal e dependente de água salgada, a cultura in vitro permitiria manter a planta, aumentar consideravelmente o seu número e propaga-la em condições assépticas, evitando contaminações”, </strong>assegura Marisa Ribeirinho.</p>
<p>Opinião confirmada por Fernanda Leal já que o método permite o <strong>“desenvolvimento geneticamente idêntico da planta, em condições idênticas ao ambiente natural, o que nem sempre é possível neste, devido às mudanças sazonais”.</strong></p>
<p>Apesar das inúmeras vantagens do seu consumo, a salicórnia é pouco conhecida pelos consumidores portugueses. No entanto, é conhecida e consumida em países como França e Holanda por ser comestível, salgada, suculenta e saborosa, por isso muito utilizada em saladas, como substituto de sal.</p>
<p>Mas as suas vantagens não se ficam por aqui: <strong>“As sementes, ricas em óleos comestíveis, possuem grandes quantidades de iodo, fósforo, zinco e vitaminas A, C e D”, e a planta é referenciada, em estudos científicos internacionais, por conter propriedades antioxidante, antitumoral, diurética, estética, entre outras”</strong>, afirmam as investigadoras.</p>
<div>
<div>Salicornia ramosissima &#8211; salinas de Aveiro</div>
</div>
<p>Factores que imprimem maior importância à micropropagação da salicórnia já que <strong>“a propagação fiel de um genótipo seleccionado por meio de técnicas de cultura in vitro, irá contribuir para a multiplicação e produção em escala desta planta, num curto espaço de tempo e livre de contaminações, durante todo o ano e a preços competitivos”</strong>, conclui a investigadora Fernanda Leal.</p>
<p>Identificadas as condições de micropropagação pelas investigadoras, segue-se o pedido provisório de patente para este meio de desenvolvimento da salicórnia.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.cienciahoje.pt/" target="_blank" rel="noopener">Ciência Hoje</a></div>
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