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	<title>Arquivo de SPEA - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Menos aves marinhas capturadas em redes de emalhar</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2018 10:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi concluído o “Estudo sobre medidas de mitigação para reduzir a captura acidental de aves marinhas em redes de emalhar” liderado pela BirdLife International e que contou com a parceria da SPEA. Neste projeto foram testadas medidas para reduzir as capturas acidentais de aves marinhas em redes de emalhar em Portugal e na Polónia. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi concluído o “Estudo sobre medidas de mitigação para reduzir a captura acidental de aves marinhas em redes de emalhar” liderado pela BirdLife International e que contou com a parceria da SPEA. Neste projeto foram testadas medidas para reduzir as capturas acidentais de aves marinhas em redes de emalhar em Portugal e na Polónia. Os trabalhos decorreram na Zona de Proteção Especial do arquipélago das Berlengas, uma vez que a área marinha entre Peniche e a Nazaré é conhecida pelo arrojamento frequente de aves marinhas, sobretudo de tordas-mergulheiras e airos, com evidências de captura em artes de pesca. A medida testada nas embarcações a operar a partir de Peniche foi a aplicação de painéis de alto contraste em redes, de modo a torná-las mais visíveis para as aves. Nos 22 embarques de pesca realizados com observadores a bordo não houve registo de capturas acidentais, nem nas redes com painéis, nem nas redes de controlo (sem painéis), o que não permitiu avaliar a eficácia da medida. O mau tempo sentido nos dois últimos invernos fez com que não fosse possível a realização de um maior número de embarques, pelo que a SPEA continua a trabalhar no teste desta medida de mitigação no âmbito do Life Berlengas.</p>
<p>O relatório está disponível para consulta a partir do endereço de publicações da Comissão Europeia.</p>
<p>Consulte o estudo <a href="https://publications.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/f426200b-1138-11e8-9253-01aa75ed71a1/language-en" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a></p>
<p>Fonte: SPEA</p>
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		<title>Dia Nacional do Mar // SPEA lançou «Atlas das Aves Marinhas de Portugal»</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2015 11:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas das Aves Marinhas de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional do Mar (16-11-2015), a SPEA lançou o “Atlas das Aves Marinhas de Portugal”. A obra, editada em livro mas também disponível através de uma plataforma digital, resulta de uma parceria com o ISPA e o MUHNAC, e foi apresentada no Oceanário de Lisboa. “O Atlas das Aves Marinhas de Portugal representa a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No Dia Nacional do Mar (16-11-2015), a SPEA lançou o “Atlas das Aves Marinhas de Portugal”. A obra, editada em livro mas também disponível através de uma plataforma digital, resulta de uma parceria com o ISPA e o MUHNAC, e foi apresentada no Oceanário de Lisboa.</strong></p>
<p>“O Atlas das Aves Marinhas de Portugal representa a mais completa e detalhada caracterização até hoje realizada da distribuição e da abundância de aves marinhas e costeiras que utilizam as águas portuguesas”, revela a SPEA em comunicado.</p>
<p>São 65 as espécies visadas sendo, em cada caso, indicado o tipo e frequência de ocorrência em Portugal continental, nos Açores e Madeira e apresentado um mapa em que é possível apreciar as variações sazonais na probabilidade de ocorrência, bem como na densidade e presença de acordo com os dados recolhidos por mais de 150 observadores a partir de embarcações e durante censos costeiros.</p>
<p>Para cada espécie é ainda disponibilizada informação sobre a distribuição, movimentos e fenologia, abundância e tendências populacionais, ecologia e habitat e, por fim, ameaças e conservação com base em fontes bibliográficas devidamente referenciadas.</p>
<p>Joana Andrade, coordenadora do Departamento de Conservação Marinha da SPEA considera que a obra agora apresentada é “um marco na história da ornitologia em Portugal”. Por seu lado, Iván Ramirez, coordenador da Birdlife que colaborou na edição do Atlas, acredita que este “está destinado a ser um exemplo a seguir no mundo da ornitologia marinha, não só pela quantidade e qualidade dos dados, mas também porque é o primeiro que combina uma publicação “tradicional” e uma plataforma interativa que permitirá conhecer e divulgar mundialmente a distribuição de todas as espécies, algumas das quais extremamente raras de ver no mar”.</p>
<p>A publicação do Atlas foi cofinanciada pelo Espaço Atlântico e patrocinada pelo INAQUA, FCT e Swarovski Optik.</p>
<p>Atlas das Aves Marinhas de Portugal <span style="color: #000080;"><strong><a href="http://www.atlasavesmarinhas.pt/"><span style="color: #000080;">online</span></a> </strong></span></p>
<p>Fonte: <a href="http://naturlink.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Naturlink</a></p>
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		<title>SPEA // 10 Anos a seguir aves marinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2015 17:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aves marinhas]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este ano completaram-se 10 anos que, no âmbito do programa marinho da SPEA, as aves marinhas das Berlengas têm sido monitorizadas e seguidas com dispositivos de deteção remota, o que tem permitido conhecer as suas áreas de alimentação e distribuição no mar. A cagarra é a espécie que tem sido anualmente monitorizada, através da colocação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este ano completaram-se 10 anos que, no âmbito do programa marinho da SPEA, as aves marinhas das Berlengas têm sido monitorizadas e seguidas com dispositivos de deteção remota, o que tem permitido conhecer as suas áreas de alimentação e distribuição no mar.</strong></p>
<p>A cagarra é a espécie que tem sido anualmente monitorizada, através da colocação de <i>compass-loggers</i> e <i>GPS-loggers</i>, num total de 180 aves seguidas e mais de 500 viagens de alimentação, entre o período de pré-incubação e o de crescimento das crias. Nestas viagens, as cagarras exploraram desde ambientes mais costeiros (ao longo da costa de Portugal) até áreas oceânicas e remotas como os montes submarinos do Gorringe (a 400km a sudoeste de Portugal) ou o cabo Flemish (a 2800 km a oeste de Portugal, junto ao Canadá).</p>
<p>Mais recentemente os trabalhos de seguimento foram alargados à gaivota-de-patas-amarelas, ao roque-de-castro e à galheta.</p>
<p>Em 2015, no âmbito do LIFE Berlengas, foram colocados em cagarras adultas 28 GPS-<i>loggers</i> e 20 <i>geolocators</i> nos períodos de pré-incubação e crescimento das crias. Os dados de GPS são importantes para conhecer em pormenor as áreas utilizadas pelas aves durante a época de reprodução e os GLS permitem conhecer os seus movimentos migratórios e distribuição durante o período não-reprodutor.</p>
<p>Só através de um conhecimento aprofundado da distribuição no mar das aves marinhas, será possível delinear áreas importantes em alto-mar, identificar potenciais riscos para a avifauna nesses locais e definir medidas de conservação aplicada que visem proteger as diferentes espécies e mitigar potenciais ameaças à sua sobrevivência. Um exemplo de tais medidas são as ZPEs recentemente aprovadas pelo Estado Português.</p>
<p>21 de outubro</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.spea.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">SPEA</a></p>
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		<title>Açores devem ter papel de liderança no desenvolvimento da Economia do Mar, afirma Brito e Abreu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 08:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[economia do mar]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[ilhéu de Vila Franca do Campo]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou hoje a importância do Mar para a economia dos Açores, frisando que “as atividades ligadas ao Mar representam cerca de 5% do PIB regional, o que significa que é mais do dobro do que representam a nível nacional”. “O Mar é um dos nossos maiores e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou hoje a importância do Mar para a economia dos Açores, frisando que “as atividades ligadas ao Mar representam cerca de 5% do PIB regional, o que significa que é mais do dobro do que representam a nível nacional”.</strong></p>
<p>“O Mar é um dos nossos maiores e mais importantes recursos naturais e económicos”, frisou Fausto Brito e Abreu, salientando que os Açores possuem ecossistemas marinhos &#8220;únicos a nível mundial&#8221;.</p>
<p>O Secretário Regional, que falava durante uma visita ao ilhéu de Vila Franca do Campo, reserva natural marinha, numa iniciativa que assinalou o Dia Mundial do Mar, defendeu que os Açores têm também a &#8220;responsabilidade de saber manter&#8221; os seus ecossistemas, &#8220;dando o exemplo a outras regiões sobre como desenvolver atividades económicas com respeito pela sustentabilidade”.</p>
<p>Para Brito e Abreu, os Açores devem ser os guardiões da biodiversidade marinha, recordando que a Região foi pioneira na classificação de áreas marinhas protegidas, criando um dos primeiros parques marinhos oceânicos do mundo.</p>
<p>A visita ao ilhéu de Vila Franca, que contou com a presença de elementos da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e de uma turma de alunos da Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo, teve como objetivo sensibilizar os mais jovens para a necessidade de proteger o ambiente marinho e de investir em conhecimento científico.</p>
<p>O ilhéu de Vila Franca do Campo, considerado um santuário de aves marinhas, especialmente de cagarros e garajaus, tem sido alvo de um projeto de recuperação dos habitats costeiros e das aves nidificantes por parte da SPEA.</p>
<p>Durante a visita, Brito e Abreu defendeu também que os Açores devem mostrar “liderança política a nível nacional e internacional no desenvolvimento da chamada economia azul”.</p>
<p>Nesse sentido, recordou que o Presidente do Governo dos Açores, atual Presidente da Conferência das Regiões Periféricas e Marítimas da União Europeia, afirmou esta semana, em Bruxelas, que mais de 20% do total dos fundos estruturais atribuídos aos Açores até 2020 serão investidos em atividades relacionadas com o Mar.</p>
<p>Brito e Abreu lembrou ainda que os Açores são “a região mais oceânica da Europa”, frisando que o Mar atribui muita importância ao arquipélago no cenário internacional.</p>
<p>O Dia Mundial do Mar, promovido pela Organização Marítima Internacional, foi celebrado nos Açores com atividades em Vila Franca do Campo e na Horta.</p>
<p>A data visa realçar as diferentes funções do Mar, com particular enfoque sobre a importância da segurança marítima e a necessidade de preservação dos ecossistemas marinhos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
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		<title>Semana dos Baleeiros // SPEA discorda de intervenções em área protegida das Lajes do Pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2015 09:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Lajes do Pico]]></category>
		<category><![CDATA[Semana dos Baleeiros]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação de uma tenda, para as festas da Semana dos Baleeiros nas Lajes do Pico, em plena área protegida para as aves, causa grande preocupação para a SPEA devido aos impactos causados num ecossistema único e já bastante fragilizado. A SPEA enviou na passada terça-feira uma carta à Câmara Municipal das Lajes do Pico, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A instalação de uma tenda, para as festas da Semana dos Baleeiros nas Lajes do Pico, em plena área protegida para as aves, causa grande preocupação para a SPEA devido aos impactos causados num ecossistema único e já bastante fragilizado.</strong></p>
<p>A SPEA enviou na passada terça-feira uma carta à Câmara Municipal das Lajes do Pico, que está a realizar a intervenção, apontando os vários aspectos que considera estarem a prejudicar este importante valor natural da ilha do Pico e dos Açores.</p>
<p>Na carta enviada, também com conhecimento para as Direções Regionais do Ambiente e dos Assuntos do Mar, a SPEA refere a importância do local a nível regional, nacional e europeu, que levou à sua inclusão nas redes de áreas importantes para as aves, parques naturais e Rede Natura 2000.</p>
<p>A área tem um fácil acesso e elevada vulnerabilidade, especialmente devido à forte pressão urbanística e humana a que está sujeita. No entender da associação, deverá ser preservada na sua totalidade e, pelo menos, recuperados, o mais rápido possível, os locais dentro da área que num passado recente foram degradados ou destruídos, de modo a aumentar a resistência destes habitats naturais à perturbação que possa ocorrer. Também deverão ser implementadas medidas de salvaguarda da área impedindo a sua degradação e reduzindo os impactos sobre a fauna e flora.</p>
<p>Este é um sítio de importância para várias espécies de aves, tanto para as nidificantes como para as migratórias. As aves que nidificam nas zonas costeiras adjacentes, nomeadamente <i>Calonectris borealis</i> (cagarro), <i>Sterna dougallii</i> (garajau-rosado), <i>Sterna hirundo</i> (garajau-comum), usam esta área como zona de repouso e alimentação. No outono e inverno, esta área representa um ponto de passagem e descanso de aves migratórias e acidentais, provenientes dos continentes europeu e americano, sendo importante no contexto regional para diversas espécies de limícolas, patos e garças durante a época de migração pós-nupcial (a qual começa em Julho para algumas espécies de limícolas) e ao longo da época de invernada.</p>
<p>A Plataforma das Lajes do Pico é o maior spot para a observação de raridades na ilha do Pico (<span style="color: #000080;"><a href="http://azores.avesdeportugal.info/"><span style="color: #000080;">http://azores.avesdeportugal.info/</span></a></span>)</p>
<p>Em resultado do seu valor para as aves e características naturais únicas esta área está classificada como <a href="http://www.horta.uac.pt/projectos/macmar/ogamp/azpepico3.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;">Zona de Proteção Especial (ZPE</span>)</a> incluída na Rede Natura 2000 (http://natura2000.eea.europa.eu/Natura2000/SDF.aspx?site=PTZPE002) e na rede de IBAs nacionais <a href="http://ibas-terrestres.spea.pt/pt/mapa-ibas-terrestres/" target="_blank" rel="noopener">Zonas importantes para as Aves</a>. Faz igualmente parte do Parque Natural de Ilha do Pico com a classificação de Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies das Lajes do Pico (PICO07), constituindo parte importante de uma rede de zonas de protecção nos Açores que inclui importantes comunidades de aves.</p>
<p>A SPEA refere ainda que para além da importância para as aves, esta área apresenta também outras espécies e habitats de elevada relevância (uma das razões para ser importante em termos de avifauna) sendo as suas características únicas no contexto regional e mesmo macaronésico. Neste local encontram-se comunidades de flora extremamente vulneráveis e de difícil recuperação como é o caso da <i>Spergularia azorica</i> e de <i>Juncus sp.</i> por esta razão, esta área está também classificada como Sítio de Interesse de Conservação (SIC) também integrado na <span style="color: #000080;"><a href="http://natura2000.eea.europa.eu/Natura2000/SDF.aspx?site=PTPIC0011" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;">Rede Natura 2000</span></a></span>. São habitats propícios ao desenvolvimento de espécies vegetais protegidas costeiras de valor natural e interpretativo elevado.</p>
<p>Para Luis Costa, Director executivo da SPEA, “a importância desta área <strong>deveria ser aproveitada pelo município das Lajes do Pico como uma mais-valia e não como um obstáculo ao seu desenvolvimento</strong>. Se os valores naturais podem ser por vezes mal compreendidos pela população, é essencial um trabalho de sensibilização a vários níveis para reverter essa situação”. Mesmo a nível económico, a recuperação e conservação deste local poderá ser mais um motivo de visita para o município e contribuirá na promoção de uma imagem de sustentabilidade para quem nos visita, capitalizando a imagem de Natureza associada ao Pico e aos Açores em geral. A ocorrência durante o Inverno de aves pouco comuns na Europa é já um atrativo para muitos observadores de aves que se deslocam aos Açores.</p>
<p>Para a SPEA, sendo a Semana dos Baleeiros um evento que celebra uma atividade tão importante para o concelho, e que tem sido apontado como exemplo de passagem de uma atividade de grande impacto, como a caça à baleia, para uma atividade de maior sustentabilidade ambiental com a sua observação, esta seria uma ocasião excelente para promover um trabalho de sensibilização e divulgação deste outro valor das Lajes do Pico, quer junto da população local quer junto dos muito visitantes que aí ocorrem nesta semana.</p>
<p>Porém, parece que a opção foi desvalorizar a componente natural única do local em favor de uma componente das festas completamente vulgar, sem tradição, que se pode encontrar por múltiplos locais em todo o país nesta altura do ano, e que poderia ser localizada em outros locais onde não tivesse o mesmo impacto.</p>
<p>Refere na carta Luis Costa que “por 3 dias de utilização que ninguém se lembrará ao fim de muito pouco tempo, opta-se por aumentar o impacto numa zona sensível de características únicas na ilha e na Região, dificultando cada vez mais a sua recuperação e adiando o trabalho urgente de sensibilização de quem utiliza ou pretende utilizar aquela área para fins contrários à manutenção dos seus valores naturais”.</p>
<p>Tendo em conta o referido a SPEA solicitou à CMLP:<br />
&#8211; a mudança do evento previsto para outra área e a imediata minimização dos impactos causados;<br />
&#8211; a garantia de salvaguarda desta área de eventuais planos futuros que possam aumentar a sua degradação;<br />
&#8211; o desenvolvimento e implementação de um plano de recuperação destes habitats, com maior urgência nas áreas degradadas por ação humana nos últimos anos.</p>
<p>A SPEA indicou ainda a total disponibilidade para, dentro das suas capacidades, colaborar da melhor forma possível na identificação de medidas que possam permitir não só a conservação e recuperação desta importante área, mas também contribuir para a sua divulgação e promoção, bem como para o usufruto deste local pela população e visitantes de uma forma sustentável e sem impactos para os importantes valores naturais presentes.</p>
<p>Foto: Geoparque Açores</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.spea.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">SPEA</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/semana-dos-baleeiros-spea-discorda-de-intervencoes-em-area-protegida-das-lajes-do-pico/">Semana dos Baleeiros // SPEA discorda de intervenções em área protegida das Lajes do Pico</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Painho-de-monteiro da Graciosa vai ser protegido</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 09:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
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		<category><![CDATA[Life EuroSap]]></category>
		<category><![CDATA[paínho de monteiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O painho-de-monteiro, uma pequena ave marinha restrita à Graciosa, nos Açores, vai ser alvo de um plano de ação, no âmbito de um novo projeto internacional, que permitirá implementar &#8220;uma estratégia de conservação estruturada&#8221; desta espécie ameaçada. &#8220;Este plano está integrado num novo projeto internacional, coordenado pela BirdLife Internacional, e será adotado pela Comissão Europeia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O painho-de-monteiro, uma pequena ave marinha restrita à Graciosa, nos Açores, vai ser alvo de um plano de ação, no âmbito de um novo projeto internacional, que permitirá implementar &#8220;uma estratégia de conservação estruturada&#8221; desta espécie ameaçada.</strong></p>
<p>&#8220;Este plano está integrado num novo projeto internacional, coordenado pela BirdLife Internacional, e será adotado pela Comissão Europeia, que poderá criar linhas de financiamento e oportunidades para proteger o painho-de-monteiro&#8221;, disse à Lusa o diretor executivo da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), Luís Costa.</p>
<p>Segundo a SPEA, o projeto recém-aprovado chama-se Life EuroSap e junta 10 países europeus, entre os quais Portugal, com o objetivo de enfrentar &#8220;os novos desafios e ameaças a que algumas das aves icónicas estão sujeitas&#8221;.</p>
<p>Este projeto, cujo representante em Portugal é a SPEA, terá três anos de duração e atuará em 16 espécies-alvo, algumas das quais são consideradas as &#8220;mais carismáticas e ameaçadas da Europa&#8221;, como a rola-brava e o painho-de-monteiro, esta última nos Açores.</p>
<p>No caso do painho-de-monteiro, trata-se de uma <strong>pequena ave marinha que apenas nidifica no Ilhéu da Praia e no Ilhéu de Baixo, localizados ao largo da Ilha Graciosa</strong>, embora, segundo Luís Costa, persistem &#8220;suspeitas de que possam existir algumas colónias noutras ilhas&#8221;.</p>
<p>Esta ave apresenta um &#8220;estatuto de conservação desfavorável&#8221; e está sujeita a várias ameaças, em particular &#8220;a predação por outros animais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta espécie está geralmente circunscrita aos ilhéus, daí que seja muito vulnerável&#8221;, explicou o diretor executivo da SPEA, indicando que se trata de uma ave &#8220;ameaçada e classificada como vulnerável&#8221;, sobretudo porque &#8220;tem uma população muito pequena&#8221; e a área de &#8220;ocorrência das suas colónias é também muito pequena&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;foi descoberta como espécie própria há relativamente pouco tempo e não tem nenhum plano de ação e, portanto, é a primeira vez que se vai fazer um exercício destes&#8221;, frisou, indicando que o plano vai identificar as principais causas de ameaça e as medidas de conservação que serão implementadas durante os próximos anos.</p>
<p>&#8220;É um documento importante, porque permite identificar o que falta investigar e dar orientações aos gestores do Parque Natural e das áreas protegidas sobre como devem atuar para proteger a ave&#8221;, explicou Luís Costa, acrescentando que o plano &#8220;abre oportunidades de financiamento junto da Comissão Europeia&#8221;.</p>
<p>No âmbito do projeto, decorre até quarta-feira, na ilha Graciosa, o &#8216;workshop&#8217; &#8220;painho-de-monteiro: oportunidades e desafios&#8221;, passando-se depois para uma nova fase, que deverá decorrer durante um ano, onde será traçado um plano de prevenção e defesa.</p>
<p>Os intervenientes neste plano são o Parque Natural da Ilha Graciosa, o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores, a Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, a SPEA e investigadores internacionais, disse Luís Costa.</p>
<p>O &#8216;workshop&#8217; integra a atribuição de prémios a alunos da Graciosa pela realização de trabalhos sobre o painho-de-monteiro.</p>
<p>Foto: Paulo Henrique Silva / SIARAM</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/acores/" target="_blank" rel="noopener">RTP Açores / Lusa</a></p>
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		<title>Dia Mundial das Zonas Húmidas assinalado em várias ilhas dos Açores (vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 17:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[observação de aves]]></category>
		<category><![CDATA[SPEA]]></category>
		<category><![CDATA[Zonas Húmidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves promoveu, domingo, uma saída para observação de aves na Lagoa das Furnas, em parceria com o centro de monitorização e investigação. A atividade reuniu duas dezenas de participantes e realizou-se na véspera do Dia Mundial das Zonas Húmidas. Data que será assinalada nos Açores com 46 iniciativas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/CFP0kkPCe2ZZTZmjQqyT/mov/1" width="410" height="360" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves promoveu, domingo, uma saída para observação de aves na Lagoa das Furnas, em parceria com o centro de monitorização e investigação.</p>
<p>A atividade reuniu duas dezenas de participantes e realizou-se na véspera do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_das_Zonas_H%C3%BAmidas" target="_blank" rel="noopener">Dia Mundial das Zonas Húmidas</a>.</p>
<p>Data que será assinalada nos Açores com 46 iniciativas em várias ilhas.</p>
<p>Fonte: R<a href="http://www.rtp.pt/acores/index.php" target="_blank" rel="noopener">TP / Açores</a></p>
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