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	<title>Arquivo de tartarugas - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Açores são região chave no ciclo de vida das tartarugas, afirma Diretor Regional dos Assuntos do Mar</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Porteiro]]></category>
		<category><![CDATA[LIFE Natura Azores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar expressou, na Horta, a convicção de que, no âmbito do projeto LIFE Natura Azores, que vai arrancar em breve na Região, o funcionamento da Rede de Arrojamentos de Cetáceos dos Açores (RACA) seja “revisto e otimizado, envolvendo todas as entidades corresponsáveis pela salvaguarda e o processamento de arrojamentos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar expressou, na Horta, a convicção de que, no âmbito do projeto LIFE Natura Azores, que vai arrancar em breve na Região, o funcionamento da Rede de Arrojamentos de Cetáceos dos Açores (RACA) seja “revisto e otimizado, envolvendo todas as entidades corresponsáveis pela salvaguarda e o processamento de arrojamentos de megafauna marinha”.</strong></p>
<p>Filipe Porteiro falava à margem de uma reunião organizada pelos parceiros do projeto europeu INDICT, nomeadamente a Direção Regional dos Assuntos do Mar, o Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia, o centro de investigação IMAR e a empresa Flying Sharks, que gere o Aquário de Porto Pim, no Faial.</p>
<p>Durante o encontro, que teve como foco o manuseamento de animais marinhos, em especial as tartarugas marinhas, no âmbito da RACA e dos projetos europeus INDICIT, COSTA, mas também Mistic Seas I e II, o Diretor Regional salientou que a RACA deve ser vista como “uma rede não só dirigida a cetáceos, mas a toda a megafauna marinha”.</p>
<p>“Os Açores são uma região chave no ciclo de vida das tartarugas”, defendeu Filipe Porteiro, referindo que estes animais nascem, maioritariamente, nas praias da Flórida, nos EUA, e passam cerca de oito a 15 anos no oceano aberto, derivando com a circulação geral do Atlântico Norte até voltarem às praias de origem para se reproduzirem.</p>
<p>A investigação sobre estes animais nos Açores, que começou nos anos 80, através de parcerias entre o Centro Archie Carr, da Universidade da Flórida do Sul,  e o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, “tem continuado ao longo dos anos, mas hoje há uma atenção científica mais intensa sobre estes organismos oceânicos”, afirmou.</p>
<p>“Reportar o estado de conservação das tartarugas marinhas no seu ambiente é uma exigência da Diretiva Quadro Estratégia Marinha”, frisou o Diretor Regional, acrescentando que os estados e as regiões europeias são “obrigados a recolher informação”, através de programas de monitorização, que indiquem o estado de conservação, “para além das medidas que são necessárias implementar para o ‘bom estado ambiental’ destes organismos e do ecossistema de que fazem parte”.</p>
<p>Filipe Porteiro lembrou ainda que as tartarugas marinhas encontradas mortas nas costas das ilhas, ou no mar envolvente, “são usadas para fins científicos que permitem aferir as causas de morte”, nomeadamente o consumo inadvertido de plásticos flutuantes, a presença de anzóis no aparelho digestivo ou o abalroamento por embarcações.</p>
<p>O Diretor Regional salientou que as tartarugas “que se encontram moribundas, debilitadas ou feridas” são transportadas para o Aquário de Porto Pim, onde ficam sujeitas a metodologias de recuperação, sendo posteriormente devolvidas ao mar, quando reabilitadas.</p>
<p>Por serem muito vulneráveis à pesca de palangre de superfície ou à ingestão de lixo marinho, as tartarugas marinhas estão classificadas e protegidas por diversas políticas internacionais, nacionais e regionais de conservação da natureza, nomeadamente pela Convenção de Bona, CITES, IUCN, OSPAR, Diretiva Habitats, Diretiva Quadro Estratégia Marinha (DQEM), e também pelo quadro jurídico da biodiversidade nos Açores.</p>
<p>“A educação ambiental sobre tartarugas é fundamental na criação de massa crítica que contribua para a conservação destas espécies”, sublinhou o Diretor Regional.</p>
<p>A reunião que decorreu no passado dia 4, na Fábrica da Baleia, envolveu os parceiros operacionais da RACA, nomeadamente Vigilantes da Natureza dos Parques Naturais de Ilha, GNR, Câmara Municipal da Horta, Observatório do Mar dos Açores, centros de investigação e veterinários.</p>
<p>Neste encontro foram abordados temas como os procedimentos operacionais, os protocolos de amostragem e de reabilitação respeitantes ao salvamento de tartarugas marinhas.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Departamento de Oceanografia e Pescas estuda quantidade de plásticos que as tartarugas ingerem (vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 09:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[projeto LIXAZ]]></category>
		<category><![CDATA[tartarugas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até agora, mais de 80% das tartarugas analisadas tinham plástico no estômago. Os trabalhos de análise do Departamento de Oceanografia e Pescas fazem parte do projeto LIXAZ que dá continuidade a outro projecto científico, denominado AZORLIT, que pretendeu, entre outras coisas, perceber a quantidade de lixo marinho que chega à orla costeira dos Açores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Até agora, mais de 80% das tartarugas analisadas tinham plástico no estômago.</strong></p>
<p>Os trabalhos de análise do Departamento de Oceanografia e Pescas fazem parte do projeto LIXAZ que dá continuidade a outro projecto científico, denominado AZORLIT, que pretendeu, entre outras coisas, perceber a quantidade de lixo marinho que chega à orla costeira dos Açores e estudar o seu impacto na ecologia alimentar de espécies marinhas.</p>
<p>Nos 24 indivíduos analisados nos últimos meses, o estudo permitiu descobrir que 83 por cento das tartarugas ingeriram plástico.</p>
<p><a href="https://www.rtp.pt/acores/local/departamento-de-oceanografia-e-pescas-estuda-quantidade-de-plasticos-que-as-tartarugas-ingerem-video_54448#" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vídeo disponível aqui​</strong></a></p>
<p>Fonte: RTP-AÇORES</p>
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		<title>Tartaruga salva pelos Vigilantes da Natureza do Faial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 09:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[tartarugas]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilantes da Natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma tartaruga-boba (Caretta caretta) juvenil arrojou esta segunda-feira na praia do Porto Pim, tendo sido resgatada pelo corpo de Vigilantes da Natureza do Parque Natural do Faial. A tartaruga, que mede cerca de 16,6 cm e pesa 517 gramas, foi encontrada na preia-mar, semienterrada na areia, tendo sido limpa e encaminhada para o Aquário de Porto Pim, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/tartaruga-salva-pelos-vigilantes-da-natureza-do-faial/">Tartaruga salva pelos Vigilantes da Natureza do Faial</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma tartaruga-boba (<i>Caretta caretta</i>) juvenil arrojou esta segunda-feira na praia do Porto Pim, tendo sido resgatada pelo corpo de Vigilantes da Natureza do Parque Natural do Faial.</strong></p>
<p>A tartaruga, que mede cerca de 16,6 cm e pesa 517 gramas, foi encontrada na preia-mar, semienterrada na areia, tendo sido limpa e encaminhada para o Aquário de Porto Pim, onde se encontra em recuperação.</p>
<p>A tartaruga-boba está incluída na Lista Vermelha do IUCN &#8211; International Union for Conservation of Nature, com o estatuto de conservação “ameaçada”, e também no Apêndice I da CITES &#8211; Convention on International Trade in Endangered Species.</p>
<p>Este animal, que pode viver cerca de 100 anos, passa a sua juventude no Atlântico Norte, antes de regressar à costa oeste do continente americano para reprodução.</p>
<p>Nesta altura do ano é frequente arrojarem tartarugas-bobas juvenis devido aos ventos fortes que se fazem sentir.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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