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	<title>Arquivo de Parque Marinho dos Açores - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Açores // Diretor Regional dos Assuntos do Mar defende aumento gradual da geolocalização e observação remota para fiscalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 09:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Porteiro]]></category>
		<category><![CDATA[geolocalização e observação remota]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar defendeu, na Horta, a necessidade de um &#8220;aumento gradual” do uso de tecnologias de geolocalização e de observação remota para “aumentar a eficiência&#8221; da vigilância e fiscalização em áreas vastas e remotas do Parque Marinho dos Açores. Filipe Porteiro falava à margem da reunião do Conselho Consultivo do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar defendeu, na Horta, a necessidade de um &#8220;aumento gradual” do uso de tecnologias de geolocalização e de observação remota para “aumentar a eficiência&#8221; da vigilância e fiscalização em áreas vastas e remotas do Parque Marinho dos Açores.</p>
<p>Filipe Porteiro falava à margem da reunião do Conselho Consultivo do Parque Marinho dos Açores, que analisou temas como a elaboração de um plano para regulamentar os usos das áreas marinhas protegidas, nomeadamente a investigação científica, a pesca, as atividades marítimo turísticas, a prospeção e exploração geológicas, a biotecnologia e a arqueologia subaquática.</p>
<p>“As atividades possíveis de desenvolver no Parque Marinho dos Açores necessitam de adotar regulamentação específica e códigos de conduta que promovam a exploração sustentável dos recursos, em respeito pelos valores ambientais em presença”, frisou Filipe Porteiro, que é também Diretor do Parque Marinho dos Açores.</p>
<p>“Os trabalhos científicos são relativamente intensos em algumas áreas do Parque Marinho, que são frequentemente visitadas por cruzeiros de investigação”, salientou.</p>
<p>O Conselho Consultivo do Parque Marinho dos Açores reuniu na sequência da aprovação na Assembleia Legislativa, por unanimidade, da nova conformação do Parque Marinho dos Açores, que passou a incluir 17 áreas protegidas, tendo o diploma sido publicado em Diário da República a 19 de julho.</p>
<p>O Parque Marinho dos Açores inclui campos hidrotermais de baixa e de grande profundidade, montes submarinos de diferentes tipologias, trechos particulares da Crista Média do Atlântico e áreas superficiais importantes para aves marinhas.</p>
<p>Todas as áreas do Parque Marinho estão para além do Mar Territorial (12 milhas), sendo que algumas estão fora das 200 milhas, já na plataforma continental estendida.</p>
<p>O Conselho Consultivo do Parque Marinho dos Açores é um órgão composto pelo Diretor do Parque e 11 conselheiros, abrangendo entidades regionais com competências nas áreas das pescas, ciência e tecnologia e turismo, e entidades nacionais, como o Departamento Marítimo dos Açores e o Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana.</p>
<p>Fazem ainda parte um representante da Universidade dos Açores e um representante do setor associativo das pescas, dois representantes das organizações não-governamentais na área do ambiente e ainda um representante da comunidade científica internacional com trabalho reconhecido na Zona Económica Exclusiva para além das 12 milhas náuticas.</p>
<p>Este Conselho prevê ainda a inclusão de um representante da convenção OSPAR.</p>
<p>Com o objetivo de dar a conhecer e envolver os cidadãos interessados na gestão deste importante instrumento de conservação ambiental marinha, foi proposta a elaboração de uma publicação sobre o Parque Marinho dos Açores que será divulgada junto da população.</p>
<p>O Conselho Consultivo do Parque Marinho dos Açores volta a reunir a 16 de janeiro de 2017.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Parque Marinho dos Açores permite a classificação de seis novas áreas marinhas protegidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2016 09:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas Marinhas Protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[Arquipélago Submarino do Meteor]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa dos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Condor]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Princesa Alice]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, na Horta, que “a conservação dos recursos e ecossistemas marinhos é uma pedra basilar da política do Governo Regional”, frisando que a aprovação, por unanimidade, na Assembleia Legislativa da alteração ao diploma que estrutura o Parque Marinho dos Açores permite a classificação de seis novas áreas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, na Horta, que “a conservação dos recursos e ecossistemas marinhos é uma pedra basilar da política do Governo Regional”, frisando que a aprovação, por unanimidade, na Assembleia Legislativa da alteração ao diploma que estrutura o Parque Marinho dos Açores permite a classificação de seis novas áreas marinhas protegidas.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu, que falava durante o debate desta alteração, afirmou que a conservação de recursos e ecossistemas garante a &#8220;sustentabilidade das atividades económicas que decorrem no mar”, acrescentando que a Região &#8220;tem estado na linha da frente no que respeita à proteção e à conservação do meio marinho”.</p>
<p>Nesse sentido, o titular da pasta do Mar destacou a criação &#8220;daquele que foi um dos primeiros parques marinhos do mundo”, o dos Açores, que inclui &#8220;as primeiras áreas marinhas classificadas fora da ZEE [Zona Económica Exclusiva], já na Plataforma Estendida sob jurisdição nacional”.</p>
<p>“Os setores que se prevê que venham a ter um papel determinante” para a concretização do &#8216;crescimento azul&#8217;, previsto na estratégia europeia 2020, segundo Brito e Abreu, “são a aquacultura, o turismo costeiro, a biotecnologia marinha, as energias renováveis marítimas e a mineração dos fundos marinhos”.</p>
<p>Fausto Brito e Abreu realçou que “estes são setores de grande promessa para os Açores, que é a região mais marítima da Europa”, salientando que, apesar de Portugal enfrentar o “desafio enorme“ da fiscalização, a Região tem o dever “de proteger valores”, criando estatutos de proteção e exercendo os seus direitos na gestão do Mar dos Açores.</p>
<p>A alteração ao decreto legislativo regional 28/2011/A hoje aprovada cria seis novas áreas marinhas protegidas, designadamente a <strong>Área Marinha para a Gestão de Recursos do Arquipélago Submarino do Meteor</strong> e a <strong>Área Marinha Protegida de Perímetro de Proteção e Gestão de Recursos</strong> localizada a sudoeste dos Açores, ambas com áreas dentro e fora da ZEE.</p>
<p>Cria ainda a <strong>Área Marinha Protegida para a Gestão de Recursos do Banco Condor</strong> e a <strong>Área Marinha Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Banco Princesa Alice</strong>.</p>
<p>O Arquipélago Submarino do Meteor, em especial o monte submarino Grande Meteor, tem sido uma zona muito estudada por equipas de cientistas nacionais e internacionais, onde foi descrita a presença de nódulos polimetálicos de manganês, cobre, níquel e cobalto, podendo encontrar-se vulcões de lama e hidratos de metano.</p>
<p>A classificação da Área Marinha Protegida de Perímetro de Proteção e Gestão de Recursos localizada a sudoeste dos Açores, igualmente dentro e fora da ZEE, justifica-se pelas espécies aí existentes, particularmente promissoras do ponto de vista biotecnológico.</p>
<p>A Área Marinha Protegida para a Gestão de Recursos do Banco Condor apresenta jardins de corais, descobertos em 2006, agregações de esponjas e áreas de sedimento, albergando gorgónias, esponjas e outros organismos.</p>
<p>Esta área era utilizada tradicionalmente como zona de pesca mas, desde 2010, foi alvo de uma interdição a esta atividade e de um projeto de estudo de espécies demersais pelo Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, que tem produzido resultados muito interessantes, revelando dados importantes sobre espécies como o goraz.</p>
<p>A sua classificação não implica qualquer restrição adicional à pesca, mas reconhece a importância desta zona como um local importante para a conservação de recursos pesqueiros e a riqueza dos ecossistemas.</p>
<p>A Área Marinha Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Banco Princesa Alice é uma zona de pesca (demersal e de grandes pelágicos) com grande relevância para o desenvolvimento de atividades marítimo-turísticas, sobretudo na zona do topo do banco.</p>
<p>Esta é uma zona visitada por jamantas, constituindo-se, por isso, como um dos melhores locais para observar estes animais no Atlântico.</p>
<p>A proposta hoje aprovada não altera a sua utilização enquanto zona de pesca, salvaguardando, no entanto, a possibilidade de implementação de medidas de gestão de conflito de uso.</p>
<p>O Parque Marinho dos Açores passa a contar, no total, com 17 áreas protegidas.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Governo dos Açores considera inconstitucional diploma sobre Ordenamento do Espaço Marítimo aprovado em Conselho de Ministros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 09:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Governo da República]]></category>
		<category><![CDATA[Governo dos Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia considerou que “há flagrantes inconstitucionalidades e ilegalidades” no diploma relativo à aplicação da Lei de Bases do Ordenamento e de Gestão do Espaço Marítimo, aprovado em Conselho de Ministros. “Não havendo fiscalização preventiva da respetiva constitucionalidade pelo Senhor Presidente da República, o Governo dos Açores avançará com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/gacs_ParqueMarinho.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7290" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2015/01/gacs_ParqueMarinho.jpg" alt="gacs_ParqueMarinho" width="731" height="459" /></a></p>
<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia considerou que “há flagrantes inconstitucionalidades e ilegalidades” no diploma relativo à aplicação da Lei de Bases do Ordenamento e de Gestão do Espaço Marítimo, aprovado em Conselho de Ministros.</strong></p>
<p>“Não havendo fiscalização preventiva da respetiva constitucionalidade pelo Senhor Presidente da República, o Governo dos Açores avançará com um pedido de fiscalização junto do Tribunal Constitucional”, afirmou Fausto Brito e Abreu.</p>
<p>O documento em causa desenvolve a lei que estabelece as bases de ordenamento e gestão do espaço marítimo nacional.</p>
<p>Segundo o Governo da República, este diploma consagra o princípio da gestão partilhada entre a Administração Central e as Regiões Autónomas no que respeita ao planeamento e licenciamento do espaço marítimo nas áreas adjacentes aos arquipélagos.</p>
<p>Fausto Brito e Abreu, contudo, considerou o diploma “inaceitável, porque desconsidera as competências das Regiões Autónomas, conferidas pela Constituição da República Portuguesa e pelo Estatuto Político-administrativo da Região Autónoma dos Açores”.</p>
<p>Segundo o responsável pela tutela do Mar no Governo dos Açores, a proposta aprovada em Conselho de Ministros “não só viola competências dos órgãos de governo próprio dos Açores relativamente ao seu território, como põe em causa o trabalho legislativo e regulamentar de longos anos em matéria de ordenamento e desenvolvimento sustentável na área dos assuntos do Mar de que os Açores são reconhecidos internacionalmente”.</p>
<p><strong>“Esta é mais uma tentativa desesperada do Governo da República acabar com o Parque Marinho dos Açores, que tantos engulhos provoca ao Terreiro do Paço”</strong>, frisou.</p>
<p>Fausto Brito e Abreu relembrou que, “desde que a versão inicial desta proposta foi apresentada, o Governo dos Açores e o Governo da Madeira alertaram para uma série de inconstitucionalidades e ilegalidades que a mesma continha e a verdade é que a aparente evolução que a solução final do Governo da República agora apresenta mantém-se profundamente lesiva para os interesses das Regiões Autónomas”.</p>
<p>“No nosso entender, este diploma viola, não só, as competências constitucionais da Região em matéria de ordenamento do território, como contende diretamente com os próprios conceitos de território e de gestão partilhada das zonas marítimas adjacentes ao arquipélago presentes no Estatuto Político Administrativo dos Açores”, afirmou o Secretário Regional.</p>
<p>Para Fausto Brito e Abreu, “o princípio da gestão partilhada invocado logo no preâmbulo do presente diploma, na realidade, não se encontra concretizado&#8221;.</p>
<p>&#8220;As competências atribuídas à Região no âmbito da atribuição de títulos de utilização privativa estão subalternizadas à aprovação de planos de afetação, que são aprovados por Resolução do Conselho de Ministros, em Lisboa”, acrescentou.</p>
<p>Brito e Abreu exemplificou que “com a aprovação deste diploma, a Região Autónoma tem competências para conceder títulos de utilização privativa até às 200 milhas, por exemplo, para a instalação de uma estrutura para aquacultura num determinado local, mas, para que tal aconteça, é necessário que anteriormente tenha sido aprovado um plano de afetação pelo Governo da República para esse mesmo uso”.</p>
<p>“No fundo, todos os projetos estão dependentes do Governo da República, mesmo quando se tratem de atividades cuja definição de políticas cabe exclusivamente à Região, em termos constitucionais e estatutários, como a classificação de áreas marinhas protegidas, a produção de energias renováveis no mar ou a extração de inertes”, frisou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
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		<title>Açores cria parque arqueológico subaquático onde naufragou o veleiro Caroline</title>
		<link>https://pescazores.com/acores-cria-parque-arqueologico-subaquatico-onde-naufragou-o-veleiro-caroline/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 11:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Navio francês transportava adubo entre o Chile e a Europa quando naufragou, em 1901, junto à costa poente da ilha do Pico. O Governo dos Açores criou o Parque Arqueológico Subaquático do Caroline, junto à ilha do Pico, no local onde naufragou em 1901 o navio francês que controlava o mercado europeu dos adubos. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Navio francês transportava adubo entre o Chile e a Europa quando naufragou, em 1901, junto à costa poente da ilha do Pico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Governo dos Açores criou o Parque Arqueológico Subaquático do Caroline, junto à ilha do Pico, no local onde naufragou em 1901 o navio francês que controlava o mercado europeu dos adubos.</p>
<p style="text-align: justify;">O decreto do Governo dos Açores que cria este novo parque arqueológico nos mares do arquipélago, publicado nesta terça-feira em Diário da República, destaca a &#8220;importância histórica e a singularidade dos restos submersos da Caroline&#8221;, que se encontram num local de águas pouco profundas junto à costa poente do Pico.</p>
<p style="text-align: justify;">O sítio do naufrágio do veleiro Caroline tem, por outro lado, &#8220;condições de visitação&#8221;, permitindo &#8220;visitas controladas de mergulhadores, mediadas por empresas marítimo-turísticas devidamente licenciadas, sem impacto negativo sobre a conservação dos bens arqueológicos e naturais&#8221;, lê-se no mesmo texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o executivo açoriano, o &#8220;testemunho arqueológico&#8221; que existe neste local está &#8220;bem identificado&#8221; e tem &#8220;elevado potencial&#8221; turístico-cultural, &#8220;podendo transformar-se em museu subaquático&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação deste parque é, por isso, também justificada com &#8220;a necessidade de medidas de protecção, de estudo e inventariação do património subaquático que resultem na divulgação do turismo arqueológico e no incremento da história náutica dos Açores&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Por outro lado, a protecção dos restos afundados do Caroline permite a conservação e salvaguarda da biodiversidade marinha existente naquela zona&#8221;, já que a estrutura submersa &#8220;proporciona substrato para a colonização de organismos sésseis [como microalgas e corais], criando um ambiente similar aos recifes naturais costeiros do mar dos Açores, nos quais se abrigam espécies marinhas de importância ecológica e económica&#8221;, acrescenta o decreto.</p>
<p style="text-align: justify;">O naufrágio está num local classificado como Zona Especial de Conservação dos Ilhéus da Madalena. A área do Parque Arqueológico Subaquático da Caroline é um quadrado com 300 metros de lado, sendo o centro o local onde estão os restos do barco.</p>
<p style="text-align: justify;">Estão registados em fontes históricas escritas entre 600 e 700 naufrágios nos mares dos Açores entre os séculos XVI e XX, segundo disse à Lusa em Junho de 2013 o arqueólogo José Bettencourt, do Centro de História Além-Mar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o arqueólogo, os Açores têm por isso “um potencial científico muito elevado e têm já uma história de investigação, que é referência a nível nacional”. O arquipélago tem cerca de 30 sítios identificados com a designação de património cultural subaquático, de acordo com os parâmetros da Unesco (o organismos das Nações Unidas para a Educação e Cultura).</p>
<p style="text-align: justify;">O Caroline era um veleiro de quatro mastros com casco de ferro e 97,86 metros de comprimento. Pertencia à empresa Ant. Dom. Bordes et Fils e fazia a chamada &#8220;carreira do salitre&#8221;, entre o Chile e França. A Ant. Dom. Bordes et Fils era então uma das maiores empresas de importação, desde o Chile para a Europa, de nitrato de sódio, usado como fertilizante.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do local do naufrágio do Caroline, existe nos Açores outro parque arqueológico subaquático: a baía de Angra do Heroísmo, com diversos locais visitáveis, como um cemitério de âncoras e o sítio onde está o vapor Lidador, um navio brasileiro de transporte de passageiros e mercadorias que se afundou em 1878.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.publico.pt/local/noticia/acores-cria-parque-arqueologico-subaquatico-onde-naufragou-o-veleiro-caroline-1666951">Público</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/acores-cria-parque-arqueologico-subaquatico-onde-naufragou-o-veleiro-caroline/">Açores cria parque arqueológico subaquático onde naufragou o veleiro Caroline</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<item>
		<title>Governo assegura que parque marinho dos Açores está protegido</title>
		<link>https://pescazores.com/governo-assegura-que-parque-marinho-dos-acores-esta-protegido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[diretor regional dos Assuntos do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Cardigos]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos, reagiu à petição que circula na internet sobre a proteção dos fundos marinhos dos Açores, afirmando que estão a ser dados os &#8220;passos corretos&#8221;. O objetivo da petição é que contratos relacionados com a exploração e prospeção dos mares dos Açores só possam ser concretizados após amplo debate [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-assegura-que-parque-marinho-dos-acores-esta-protegido/">Governo assegura que parque marinho dos Açores está protegido</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><object width="410" height="365" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/ryei8Aqbnee979VZOnno/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="410" height="365" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/ryei8Aqbnee979VZOnno/mov/1" allowfullscreen="allowfullscreen" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos, reagiu à petição que circula na internet sobre a proteção dos fundos marinhos dos Açores, afirmando que estão a ser dados os &#8220;passos corretos&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O objetivo da <span style="color: #0000ff;"><a href="http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N21779"><span style="color: #0000ff;">petição</span></a></span> é que contratos relacionados com a exploração e prospeção dos mares dos Açores só possam ser concretizados após amplo debate público.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor regional dos Assuntos do Mar assegura que as preocupações levantadas pelos peticionários já foram salvaguardads pelo governo e analisadas na primeira reunião do Conselho Consultivo do Parque Marinho dos Açores.</span></p>
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		<title>Especialistas querem apoiar Açores a criar plano marítimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 11:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[diretor regional dos Assuntos do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[FLAD]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Cardigos]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de especialistas internacionais em gestão dos oceanos manifestou disponibilidade para acompanhar o desenvolvimento do plano de ordenamento do espaço marítimo que está a ser elaborado pelo Governo dos Açores. A decisão, divulgada pelo diretor regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos, surge na sequência de uma reunião de três dias, realizada na cidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um grupo de especialistas internacionais em gestão dos oceanos manifestou disponibilidade para acompanhar o desenvolvimento do plano de ordenamento do espaço marítimo que está a ser elaborado pelo Governo dos Açores.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão, divulgada pelo diretor regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos, surge na sequência de uma reunião de três dias, realizada na cidade da Horta, Açores, que juntou uma dezena e meia de investigadores e especialistas nacionais, europeus e norte-americanos na área do ambiente e proteção dos oceanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Frederico Cardigos, &#8220;o grupo de especialistas disponibilizou-se para ajudar&#8221; o governo açoriano a preparar o plano, que irá definir quais as atividades que deverão ocorrer em cada espaço das águas açorianas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esta será uma boa oportunidade para a região que não queremos perder&#8221;, destacou o diretor regional dos Assuntos do Mar, para quem o trabalho de &#8220;caracterização e planeamento do mar dos Açores&#8221; é uma tarefa fundamental para garantir a “boa gestão” das águas.</p>
<p style="text-align: justify;">No seu entender, compatibilizar novos usos, como a exploração mineralógica, a produção energética e a pesquisa biotecnológica, com usos mais tradicionais, como as pescas e o turismo, &#8220;trará enormes benefícios” ao espaço marítimo e ao desenvolvimento dos Açores.</p>
<p style="text-align: justify;">Frederico Cardigos manifestou, por outro lado, a sua satisfação pelo facto de a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), organizadora do encontro, ter escolhido os Açores para a realização desta reunião de especialistas ligados à proteção dos oceanos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Julgo que essa escolha se deveu ao facto de nos Açores se produzir ciência ao mais alto nível em matéria de caracterização oceanográfica e geológica, como acontece com a Universidade dos Açores, mas também à posição geoestratégica do nosso arquipélago&#8221;, sublinhou.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor regional dos Assuntos do Mar lembrou também que a região vai passar a ter jurisdição sobre alguns dos fundos marinhos que ficam &#8220;para lá da zona económica exclusiva dos Açores&#8221;, na sequência da recente aprovação do Parque Marinho dos Açores, que determina mais de uma dezena de áreas protegidas nas águas açorianas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Este foi um passo arrojado e significativo que tem motivado uma curiosidade acrescida sobre a nossa região&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos objetivos dos cientistas internacionais que hoje terminaram um encontro de três dias é garantir uma concertação global no que respeita às estratégias de governação e sustentabilidade dos oceanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/221090">Açoriano oriental</a></p>
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		<title>Governo quer criar parque marinho dos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas Marinhas Protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Marinho dos Açores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois da criação dos parques naturais de ilha, o governo vai agora criar o parque marinho dos Açores. O parque abrange uma vasta zona que começa a partir as 12 milhas de cada ilha e que vai muito para lá das 200 milhas. O mais complicado será fiscalizar toda esta área marinha. O governo dos Açores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois da criação dos parques naturais de ilha, o governo vai agora criar o parque marinho dos Açores. O parque abrange uma vasta zona que começa a partir as 12 milhas de cada ilha e que vai muito para lá das 200 milhas. </span><span style="color: #000000;">O mais complicado será fiscalizar toda esta área marinha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O governo dos Açores quer gerir uma vasta zona marítima que até agora pertencia a águas internacionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Até às 12 milhas da costa, as zonas marinhas à volta dos Açores já pertencem à jurisdição dos parques naturais de ilha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas para lá do que a vista alcança, vai nascer o futuro Parque Marinho dos Açores, explicou à Antena 1 Açores Frederico Cardigos, diretor regional dos Assuntos do Mar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Parque Marinho inclui 11 áreas marinhas protegidas, desde o banco de pesca D. João de Castro, até aos montes submarinos Lucky Strike, Menez Gwen e Raibon.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nestas áreas, a actividade da pesca passa a estar condicionada, e até a investigação científica fica sujeita a regras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A intenção é preservar todos estes locais, embora a fiscalização continue a ser o &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A proposta do Governo já deu entrada no Parlamento e será agora submetida à apreciação dos deputados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://ww1.rtp.pt/acores/index.php">RTP/Antena 1 Açores</a></span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-quer-criar-parque-marinho-dos-acores/">Governo quer criar parque marinho dos Açores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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