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	<title>Arquivo de Fundação Rebikoff-Niggeler - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Bruxelas: Gui Menezes afirma que os Açores têm sido percursores na defesa do mar profundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 09:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou hoje, em Bruxelas, o “trabalho percursor desenvolvido nos Açores na defesa de biodiversidade marinha”, nomeadamente através da criação de zonas de proteção, inclusive do mar profundo. Gui Meneses salientou o compromisso da Região na “garantia da conservação e sustentabilidade do mar profundo nos Açores, através não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-25284 size-full" src="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/06/182912.jpg" alt="" width="900" height="360" srcset="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/06/182912.jpg 900w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/06/182912-300x120.jpg 300w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/06/182912-768x307.jpg 768w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/06/182912-600x240.jpg 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<h2></h2>
<h3>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia destacou hoje, em Bruxelas, o “trabalho percursor desenvolvido nos Açores na defesa de biodiversidade marinha”, nomeadamente através da criação de zonas de proteção, inclusive do mar profundo.</h3>
<p>Gui Meneses salientou o compromisso da Região na “garantia da conservação e sustentabilidade do mar profundo nos Açores, através não só da aplicação direta dos regulamentos comunitários, mas também pela criação de legislação específica que salvaguarde o importante património subaquático dos Açores”.</p>
<p>O titular da pasta do Mar falava na inauguração da exposição ‘Azores: Deeper Than Blue [Unveiling the Inner Ocean]’, coorganizada pelo eurodeputado açoriano Ricardo Serrão Santos e pela Fundação Rebikoff-Niggeler, cerimónia que contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.</p>
<p>“Os Açores são provavelmente um dos locais do mundo cujo conhecimento do mar profundo está mais avançado”, frisou o Secretário Regional, acrescentando que as parcerias estabelecidas ao longo das últimas duas décadas, “resultaram no conhecimento dos nossos habitats, com grande destaque para o mar profundo”.</p>
<p>Gui Menezes referiu ainda que “os Açores são uma zona remota, cuja profundidade média é de cerca de 3.000 metros, caraterísticas que, por si só, atraem investimento no conhecimento dos habitats de mar profundo”.</p>
<p>“Somos, por isso, um laboratório vivo capaz de potenciar o desenvolvimento em ciência”, afirmou.</p>
<p>Na sua intervenção, o Secretário Regional destacou também a importância do trabalho desenvolvido por Ricardo Serrão Santos, no Parlamento Europeu, em defesa do mar e da afirmação das vantagens da convergência geográfica e política dos Açores na definição das políticas europeias para o Mar.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prémios Excellens Mare distinguiram bons exemplos na Economia do Mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 11:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[Prémios Excellens Mare]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Figueira da Foz acolheu, no Centro de Artes e Espectáculos, sábado passado, a gala de entrega dos Prémios Excellens Mare, promovida pela PwC como forma de reconhecimento da excelência e do mérito nas actividades do mar, pilares fundamentais para o desenvolvimento da economia do mar em Portugal e no Mundo. Da investigação à actividade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Figueira da Foz acolheu, no Centro de Artes e Espectáculos, sábado passado, a gala de entrega dos Prémios Excellens Mare, promovida pela PwC como forma de reconhecimento da excelência e do mérito nas actividades do mar, pilares fundamentais para o desenvolvimento da economia do mar em Portugal e no Mundo. Da investigação à actividade empresarial, da divulgação do património marítimo ao voluntariado no mar, muitos foram os temas navegados.</p>
<p>Na abertura do evento, o presidente do Município da Figueira da Foz, João Ataíde, agradeceu a escolha da Figueira da Foz para a sua realização.</p>
<p>«É para nós um motivo de prestígio e honra, e uma inspiração para as nossas políticas de afirmação na economia do mar», principiou, elencando projectos, como a expansão do porto comercial, e preocupações, como a erosão costeira, para ilustrar a importância do mar para a Figueira da Foz.</p>
<p>«Há um sem número de actividades ligadas à economia do mar que, aqui, criam riqueza e nos comprometem com a chamada Economia Azul», disse, lembrando «as sete start ups» que estão a ser incubadas na Zona Industrial, e os 3M€ candidatados a diversos programas de apoio à economia do mar. Aos premiados, João Ataíde dedicou as últimas palavras da sua intervenção, louvando-os pelo seu exemplo de acção, que considerou inspirador para que, colectivamente, «a nossa terra e o país se afirmem na economia do mar».</p>
<p>Numa tarde cuja programação cultural esteve a cargo dos departamentos de música e dança do Conservatório de Música David de Sousa, e ainda da Banda da Armada, dirigida pelo maestro Délio Gonçalves, foram distinguidos:<br />
Fundação Fernando Henrique Cardoso &#8211; Prémio Navigare Mare<br />
Clube Naval de Cascais &#8211; Prémio Athletice Mare<br />
Instituto Hidrográfico &#8211; Prémio Scientia Mare<br />
Rede Nacional de Cultura dos Mares e dos Rios &#8211; Prémio Identitas Mare<br />
<strong>Fundação Rebikoff-Niggeler</strong> &#8211; Prémio Natura Mare<br />
Gelpeixe &#8211; Prémio Valoris Mare<br />
Petter Heffernan &#8211; Prémio Excellens Mar</p>
<p>Fonte: Figueira Na Hora</p>
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		<title>Dados sobre o mar recolhidos pela Fundação Rebikoff-Niggeler serão disponibilizados à comunidade científica dos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 00:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Porteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar adiantou, na Figueira da Foz, que o Governo dos Açores está a preparar um protocolo, com financiamento associado, para que “o vasto arquivo de imagens de batimetria e de dados ambientais” recolhido pela Fundação Rebikoff-Niggeler possa ser posto ao serviço da comunidade científica regional e do Executivo, “numa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar adiantou, na Figueira da Foz, que o Governo dos Açores está a preparar um protocolo, com financiamento associado, para que “o vasto arquivo de imagens de batimetria e de dados ambientais” recolhido pela Fundação Rebikoff-Niggeler possa ser posto ao serviço da comunidade científica regional e do Executivo, “numa parceria estratégica fundamental para o mapeamento dos recursos marinhos” da Região.</strong></p>
<p>Filipe Porteiro, que falava sábado, na cerimónia de entrega dos prémios Excellens Mare 2018, da PricewaterhouseCoopers, referiu que este protocolo “envolverá novos mergulhos com o submarino LULA1000, imagens e informação oceanográfica de elevada qualidade que será posta ao serviço dos Açores e das suas equipas científicas”.</p>
<p>A Fundação Rebikoff-Niggeler, sediada na Horta, recebeu este ano o prémio &#8216;Natura Mare&#8217;, no âmbito dos prémios Excellens Mare, pelo trabalho desenvolvido em prol do conhecimento, documentação e da conservação marinha.</p>
<p>“A distinção da Fundação Rebikoff-Niggeler é uma grande honra para os Açores”, afirmou Filipe Porteiro na sua intervenção, lembrando que o trabalho desta fundação, sediada na Região desde 1994, “tem promovido o conhecimento do oceano profundo e dos processos ecológicos que aí decorrem, de forma absolutamente extraordinária”.</p>
<p>Esta fundação, através do submersível LULA1000, “tem documentado espécies, habitats, comportamentos e formas de vida com uma qualidade que não tem paralelo a nível global”, disse o Diretor Regional, acrescentando que “as grandes cadeias internacionais de documentários de natureza, como a BBC, a National Geographic ou a Discovery, entre outras, têm usado imagens únicas de ambientes marinhos exóticos que atraem multidões”.</p>
<p>“Hoje conhecemos melhor o nosso oceano também pela ação da Fundação Rebikoff-Niggeler”, frisou.</p>
<p>O Governo dos Açores apoiou a construção do submersível LULA 1000, capaz de mergulhar até 1.000 metros de profundidade, através da atribuição de fundos do ProConvergência e estabeleceu um protocolo com a fundação, que disponibilizou 20 horas de mergulhos para aumentar o conhecimento sobre o Mar dos Açores e melhor definir políticas públicas de conservação marinha.</p>
<p>Mais recentemente, o Executivo açoriano contratou os serviços da Rebikoff-Niggeler para estudar a acumulação de lixo marinho nos fundos do oceano, no âmbito do Plano de Ação para o Lixo Marinho dos Açores (PALMA) que irá permitir à Região responder sobre esta matéria à Diretiva-Quadro Estratégia Marinha da União Europeia.</p>
<p>O Diretor Regional lembrou ainda que foi a Rebikoff-Niggeler que descobriu o submarino alemão U-581, abatido em 1942, durante a 2.ª Guerra Mundial, a sul da ilha do Pico, e cuja área onde se encontra será classificada como património arqueológico subaquático.</p>
<p>“A PwC reconheceu este ano o mérito e a excelência do trabalho desenvolvido pela Fundação Rebikoff-Niggeler nos Açores”, afirmou o Diretor Regional, referindo que este trabalho “tem sido relevante para o progresso do conhecimento sobre o mar profundo que envolve as ilhas”.</p>
<p>Filipe Porteiro frisou ainda que o Governo dos Açores, através da Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, mantém um “estreito contato” com esta fundação, nomeadamente “na aplicação da informação produzida para sustentar políticas de conservação do meio marinho”.</p>
<p>Os prémios Excellens Mare alcançaram já um grande prestígio a nível nacional e internacional na distinção de entidades nacionais que se destacam na promoção da economia e empreendedorismo nos assuntos do mar, da cultura marítima e da divulgação das temáticas do mar.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Peixes raros encontrados nos Açores (Vídeo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 12:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes raros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sul de São Jorge, o submarino LULA1000, da fundação Rebikoff-Nieggler, filmou o inseparável casal de peixes. São peixes de uma espécie que nunca tinha sido documentada no seu habitat natural. Reportagem disponível aqui​ Fonte: RTP/Açores</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header></header>
<p class="margin-top-0 text-light"><strong>A sul de São Jorge, o submarino LULA1000, da fundação Rebikoff-Nieggler, filmou o inseparável casal de peixes.</strong></p>
<p>São peixes de uma espécie que nunca tinha sido documentada no seu habitat natural.</p>
<p><a href="https://www.rtp.pt/acores/local/peixes-raros-encontrados-nos-acores-video_57309" target="_blank" rel="noopener"><strong>Reportagem</strong><strong> disponível aqui​</strong></a></p>
<p>Fonte: RTP/Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/peixes-raros-encontrados-nos-acores-video/">Peixes raros encontrados nos Açores (Vídeo)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Fundação Rebikoff-Niggeler vence prémio Excellens Mare 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 13:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[Prémios Excellens Mare]]></category>
		<category><![CDATA[PWC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prémio Natura Mare A Fundação Rebikoff-Niggeler venceu a categoria Natura Mare  que tem como objetivo reconhecer a excelência e o mérito de pessoas ou entidades que atuem no sentido da preservação e valorização do meio aquático. A Fundação Rebikoff-Niggeler é uma Fundação sem fins lucrativos que tem como missão principal a documentação da fauna e habitas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><b>Prémio Natura Mare</b></h4>
<p>A Fundação Rebikoff-Niggeler venceu a categoria <em>Natura Mare  </em>que<em> </em>tem como objetivo reconhecer a excelência e o mérito de pessoas ou entidades que atuem no sentido da preservação e valorização do meio aquático.</p>
<p>A Fundação Rebikoff-Niggeler é uma Fundação sem fins lucrativos que tem como missão principal a documentação da fauna e habitas de elevada profundidade do mar dos Açores, com o objetivo de os proteger, conhecer e valorizar. Os diretores da Fundação, Kirsten Jakobsen e Joachim Jakobsen, são também os realizadores de documentários sobre a vida subaquática a grande profundidade e são os tripulantes do submarino LULA1000. Este submarino consegue levar três tripulantes em missões até 1000 metros de profundidade, permitindo uma excelente capacidade de observação in situ, devido à sua vigia esférica de grande dimensão. O LULA 1000 é um veículo inovador e o único submersível tripulado, de profundidade extrema, a operar em Portugal. Em todo o mundo, apenas 10 submersíveis tripulados científicos conseguem atingir os 1000 metros de profundidade. As mais de 1000 horas de vídeo, sobre fauna e habitats do mar profundo dos Açores, já gravadas, têm sido um contributo fundamental para o registo e preservação dos habitats marinhos de elevada profundidade.</p>
<p>Fonte: PWC</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prémios Excellens Mare 2018: Já são conhecidos os vencedores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 12:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Prémios Excellens Mare]]></category>
		<category><![CDATA[PWC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Os Prémios Excellens Mare são um contributo de referência no reconhecimento da excelência e do mérito nas atividades do Mar. A sinalização e o reconhecimento de casos de sucesso e de referência no âmbito das atividades do mar, para além de serem um ato de justiça em relação a quem dedica o seu talento ao [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/premios-excellens-mare-2018-ja-sao-conhecidos-os-vencedores/">Prémios Excellens Mare 2018: Já são conhecidos os vencedores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os Prémios Excellens Mare são um contributo de referência no reconhecimento da excelência e do mérito nas atividades do Mar. A sinalização e o reconhecimento de casos de sucesso e de referência no âmbito das atividades do mar, para além de serem um ato de justiça em relação a quem dedica o seu talento ao crescimento azul, são fundamentais para reforçar a motivação de pessoas e de equipas que pretendam dar o seu continuado contributo para a valorização sustentável dos recursos do mar. Apenas com a promoção da excelência e a defesa do mérito será possível avançar para patamares mais elevados de crescimento e de desenvolvimento sustentável num contexto de desafios cada vez mais complexos à escala global! Parabéns aos premiados de 2018 que são excelentes exemplos de mérito no mar!&#8221;</p>
<p>Anualmente são atribuídos os Prémios Excellens Mare, na Gala Excellens Mare, que se realiza na cidade da Figueira da Foz e que acolhe mais de 500 convidados que honram com a sua presença os sete premiados de cada edição nas categorias: Navigare Mare, Athletice Mare, Natura Mare, Scientia Mare, Indentitas Mare, Valoris Mare e Excellens Mare. Este ano a Gala Excellens Mare irá ter lugar no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, no dia 14 de abril.</p>
<p>Miguel Marques Presidente do Júri Excellens Mare</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Premiados Excellens Mare</h2>
<h3>Prémio Excellens Mare 2018: <strong>Peter Heffernan</strong></h3>
<p>O Professor Doutor Peter Heffernan doutorou-se em Ciências Marinhas, em Galway, na Universidade Nacional da Irlanda e concluiu o Pós-Doutoramento, nos Estados Unidos, na Universidade da Geórgia, onde se tornou investigador assistente. Publicou mais de 40 artigos cientí cos e foi eleito membro da Academia Real Irlandesa, tendo também recebido o Prémio NUI Alumni Foundation, relativo a Ciências Naturais. Em 2017 aceitou a responsabilidade de ser Conselheiro Especial da Fundação Oceano Azul.</p>
<p>Desde 1993, Peter Heffernan é o Diretor Executivo do Marine Institute da Irlanda. Tem liderado o crescimento deste Instituto, tem sido instrumental no estabelecimento do Grupo de Coordenação Marítima do Governo da Irlanda e na implementação do Plano Marítimo Integrado da Irlanda. Tem agido de forma inspiradora e, como embaixador da Presidência Irlandesa da União Europeia, contribuiu para a criação da Aliança para a Pesquisa no Oceano Atlântico (AORA), que foi constituída com a assinatura, na Sede do Marine Institute, da Declaração de Galway sobre a Cooperação no Oceano Atlântico, subscrita pelo Canadá, pela União Europeia e pelos Estados Unidos da América.</p>
<p>Desde há várias décadas que o Professor Doutor Peter Heffernan tem sido um “Embaixador dos Oceanos” na Europa e tem desempenhado um papel fundamental na diplomacia científica entre a Europa, o Canadá e os Estados Unidos da América. Os resultados do seu excelente trabalho estão a influenciar significativamente a implementação da visão integrada de desenvolvimento económico sustentável das atividades relacionadas com o mar no Atlântico Norte, com impacto nacional e internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Prémio Valoris Mare 2018: <strong>Gelpeixe</strong></h3>
<p>A Gelpeixe é uma empresa que se dedica à transformação, armazenamento, comercialização e distribuição de pescado há mais de 40 anos. A excelência dos produtos que comercializa e a qualidade dos processos produtivos, atestada pelas certificações ISO 9001 e ISSO 22000, assim como</p>
<p>as parcerias que mantém com clientes e fornecedores têm permitido à empresa apresentar sustentadamente, ao longo dos anos, uma faturação acima dos 50 milhões de euros e uma boa rentabilidade, gerando valor e emprego para o país.</p>
<p>Uma das marcas da gestão desta empresa de raiz familiar, que tem na sua liderança o Senhor Comendador Manuel Tarré, é a excelência das condições de trabalho que proporciona aos seus 180 trabalhadores, o que tem permitido reter o melhor talento que existe no setor. Neste contexto, a Gelpeixe tem ganho ao longo do tempo vários prémios relativos às condições de trabalho.</p>
<p>É de registar também a participação ativa da Gelpeixe em várias atividades de promoção da Fileira do Pescado, em Portugal e a nível internacional, contribuindo fortemente para o reforço da cooperação na economia do mar.</p>
<p>A Gelpeixe tem sido fundamental na criação de valor para o país o no desenvolvimento do crescimento azul nacional.</p>
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<h3>Prémio Identitas Mare 2018: <strong>Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios (RNCMR)</strong></h3>
<p>A Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, que teve a sua origem em maio de 2002 através de um manifesto de um grupo de cidadãos portugueses preocupado com a prioridade de salvaguarda e valorização do património marítimo (Declaração da Nazaré), vem assumindo um papel fundamental na promoção das culturas marítimas em Portugal.</p>
<p>Começou por se chamar Rede de Cultura do Mar, evoluiu para Rede Nacional de Cultura do Mar para acolher o conceito de constelação de redes locais e a sua construção ascendente e atualmente tem a denominação de Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios para atender à vasta pluralidade ribeirinha. Desde a sua origem a Rede aposta na singular diversidade patrimonial, cultural e identitária das nossas comunidades locais, promovendo em favor deste ativo a cooperação entre regiões, entre municípios, entre entidades relacionadas com as culturas costeiras e entre cidadãos, conducente a iniciativas integradas de origem local associadas ao desenvolvimento azul, com alcance nacional. Os encontros que tem realizado são sempre bastante participados e vivos, produzindo importantes avanços na valorização, preservação e divulgação da realidade local e do respetivo contexto patrimonial, contribuindo o seu conhecimento para a educação ambiental, o enriquecimento da cultura científica, a consciencialização cívica e a criação de ambientes de literacia ribeirinha; merecem destaque, como suas imagens de marca identitárias, as embarcações tradicionais navegantes como polos de escolas de mar, além das paisagens culturais costeiras, como é o caso da cultura sargaceira.</p>
<p>Sendo atualmente presidida pelo Município de Esposende, o início da sua itinerância transcomunitária em 2011 muito deve à decisiva iniciativa do Município da Póvoa de Varzim e, no seu lançamento em 2004, esta Rede contou com entidades de cidades como Nazaré, Olhão e Póvoa de Varzim e os seus Municípios, Aveiro, Ericeira, Ílhavo, Lisboa, Peniche e Porto, além de associações de defesa do património marítimo e ribeirinho, museus, bibliotecas e outros organismos públicos, investigadores, representantes de entidades associadas à  leira das pescas e cidadãos. A Sociedade de Geografia de Lisboa, representada pelo Senhor Contra-Almirante José Bastos Saldanha, tem desempenhado um papel chave na dinamização deste projeto de excelência que contribui para unir, de forma exemplar, a sociedade Portuguesa em torno do seu património marítimo e da respetiva preservação e salvaguarda.</p>
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<h3>Prémio Navigare Mare 2018: <strong>Fundação Fernando Henrique Cardoso</strong></h3>
<p>A Fundação Fernando Henrique Cardoso, constituída em 2010, é a herdeira do Instituto criado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso com o objetivo de organizar e disponibilizar os seus arquivos públicos e ser um espaço de debate sobre assuntos relevantes para o Brasil e para os seus parceiros internacionais.</p>
<p>Desde a sua constituição, a Fundação tem estado bastante ativa e dinâmica na prossecução do seu propósito, realizando debates e colóquios sobre diversos temas políticos, económicos e sociais do Brasil, com impacto interno e externo. O reforço da cooperação entre entidades brasileiras e de outros países, particularmente, da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa tem sido um desígnio no qual tem apostado.</p>
<p>A Fundação Fernando Henrique Cardoso foi uma das primeiras entidades do Brasil a debater em profundidade e de forma transversal os temas da economia do mar e do crescimento azul. No ano de 2016, realizou a conferência “A Economia do Mar: Desafios ao Desenvolvimento Sustentável do Brasil”, reunindo os melhores especialistas em assuntos do mar de todos os estados do Brasil, marcando de formar exemplar o caminho de cooperação que é necessário fazer para ter sucesso no crescimento azul. Dando sequência ao trabalho iniciado em 2016, em 2017, a Fundação convida a Ministra do Mar de Portugal para debater as estratégias dos dois países para o mar, abrindo caminho para o reforço da cooperação e do diálogo entre países da CPLP através da Economia do Mar.</p>
<p>O excelente e inspirador exemplo de cooperação protagonizado pela Fundação Fernando Henrique Cardoso, em relação à Economia do Mar do Brasil, tem impacto no conjunto dos estados do Brasil, mas também em todo o Atlântico Sul e nos Países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa.</p>
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<h3>Prémio Atheletice Mare 2018: <strong>Clube Naval de Cascais</strong></h3>
<p>Fundado em 1938, o Clube Naval de Cascais está a celebrar o seu 80o aniversário, cheio de motivos para festejar. Desde o seu nascimento, assumiu um papel de relevo no desenvolvimento dos desportos náuticos em Portugal, com especial destaque na Vela, tornando-se num dos Clubes Náuticos mais prestigiados em Portugal e na Europa. Na vela, o seu historial desportivo é excecional, tendo conseguido gerar cerca de metade das presenças de velejadores portugueses em Jogos Olímpicos. Tem uma das maiores escolas de Vela do País, que forma cerca de 600 velejadores por ano, com uma diversidade de níveis de aprendizagem nas várias classes e com um elevado grau de flexibilidade relativamente a faixas etárias. Para além da excelente dinâmica na organização de vários campeonatos e provas nacionais e internacionais, o Clube Naval de Cascais é detentor de um projeto pioneiro “O Projecto Vela sem Limites”, que possibilita às pessoas com de ciência a prática de uma modalidade Náutica. A excelência do seu contributo para o desenvolvimento dos desportos náuticos em Portugal foi reconhecida, em 2013, por sua Excelência O Presidente da República com a atribuição do título de Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.</p>
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<h3>Prémio Scientia Mare 2018: <strong>Instituto Hidrográfico</strong></h3>
<p>O Instituto Hidrográfico tem como missão fundamental assegurar atividades relacionadas com as ciências e técnicas do mar, tendo em vista a sua aplicação na área militar, e contribuir para o desenvolvimento do País nas áreas científica e de defesa do ambiente marinho, de forma multidisciplinar. Este Instituto é um órgão da Marinha Portuguesa, criado em 1960, cujas fundações remontam ao tempo dos descobrimentos, e tem-se afirmado pela qualidade das suas investigações científicas, dos seus produtos e dos serviços que disponibiliza. Esta a firmação suporta-se no reconhecimento externo, dado através da certificação do Sistema de Gestão da Qualidade, nas áreas chave para o exercício da sua missão e no empenho diário que coloca na prossecução da melhoria dos serviços. A hidrografia, a oceanografia, a segurança da navegação, a geologia e a química marinhas são, desde sempre, temas em que o Instituto Hidrográfico é uma referência nacional e internacional. Utilizando meios náuticos próprios e os quatro navios hidro-oceanográficos da Marinha, equipados com diversos equipamentos científicos, o Instituto Hidrográfico tem sido um ator chave no conhecimento dos oceanos e em particular dos fundos marinhos em Portugal, dando um importante contribuindo para os trabalhos que sustentam a proposta nacional de extensão da plataforma continental.</p>
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<h3>Prémio Natura Mare 2018: <strong>Fundação Rebikoff-Niggeler</strong></h3>
<p>A Fundação Rebikoff-Niggeler é uma Fundação sem fins lucrativos que tem como missão principal a documentação da fauna e habitas de elevada profundidade do mar dos Açores, com o objetivo de os proteger, conhecer e valorizar. Os diretores da Fundação, Kirsten Jakobsen e Joachim Jakobsen, são também os realizadores de documentários sobre a vida subaquática a grande profundidade e são os tripulantes do submarino LULA1000. Este submarino consegue levar três tripulantes em missões até 1000 metros de profundidade, permitindo uma excelente capacidade de observação <i>in situ</i>, devido à sua vigia esférica de grande dimensão. O LULA 1000 é um veículo inovador e o único submersível tripulado, de profundidade extrema, a operar em Portugal. Em todo o mundo, apenas 10 submersíveis tripulados científicos conseguem atingir os 1000 metros de profundidade. As mais de 1000 horas de vídeo, sobre fauna e habitats do mar profundo dos Açores, já gravadas, têm sido um contributo fundamental para o registo e preservação dos habitats marinhos de elevada profundidade.</p>
<p>Fonte: PWC</p>
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<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/premios-excellens-mare-2018-ja-sao-conhecidos-os-vencedores/">Prémios Excellens Mare 2018: Já são conhecidos os vencedores</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Peixe muito pouco conhecido é observado pela primeira vez nos Açores</title>
		<link>https://pescazores.com/peixe-pouco-conhecido-observado-pela-primeira-vez-nos-acores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 17:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[submarino Lula 1000]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira observação de um peixe de grande profundidade pertencente à família Caulophrynidae. Foi pela primeira vez que se conseguiu observar um peixe pertencente à família Caulophrynidae. Muito pouco é ainda conhecido sobre estes peixes bizarros que só se encontram em grande profundidade. A observação foi feita por Kirsten e Joachim Jakobsen que operam o submarino [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Primeira observação de um peixe de grande profundidade pertencente à família Caulophrynidae.</h3>
<p>Foi pela primeira vez que se conseguiu observar um peixe pertencente à família <em>Caulophrynidae</em>. Muito pouco é ainda conhecido sobre estes peixes bizarros que só se encontram em grande profundidade.</p>
<p>A observação foi feita por Kirsten e Joachim Jakobsen que operam o submarino tripulado LULA1000, nos Açores. A equipa do LULA1000 conseguiu obter filmagens espectaculares do peixe durante cerca de 25 minutos, no âmbito de uma missão a sul da ilha de São Jorge, em 800 metros de profundidade, em terreno que se caracteriza por falésias verticais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-24373" src="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/03/©rebikoff_foto2-1024x755.jpg" alt="" width="600" height="442" srcset="https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/03/©rebikoff_foto2-1024x755.jpg 1024w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/03/©rebikoff_foto2-300x221.jpg 300w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/03/©rebikoff_foto2-768x566.jpg 768w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/03/©rebikoff_foto2-600x442.jpg 600w, https://pescazores.com/wp-content/uploads/2018/03/©rebikoff_foto2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>O LULA1000 foi concebido e optimizado para filmagens de qualidade da fauna e habitats de profundidade. Este equipamento pertence à Fundação Rebikoff-Niggeler (www.rebikoff.org) e é usado em missões científicas e de mapeamento de fundos marinhos bem como em projetos cinematográficas nas vertentes e montes submarinos das ilhas dos Açores, em profundidades até 1000 metros.</p>
<p>De acordo com Theodore W. Pietsch da Universidade de Washington em Seattle, investigador e especialista nestes peixes, trata-se da espécie Caulophryne jordani (Fanfin Seadevil). O video mostra morfologia e comportamentos nunca antes documentados.</p>
<p>De facto, são dois peixes, ou seja: um casal. Trata-se de uma fêmea, com um chamado machoanão permanentemente fixado a ela. Estes peixes mostram extremo dimorfismo sexual. Os machos são cerca de dez vezes mais pequenos do que as fêmeas. Quando o macho ter encontrado uma fêmea, agarra-se com os dentes à barriga dela. A pele dos dois começa a fundir-se, e os sistemas circulatórios ligam-se, os dois ficam inseparáveis. Este fenómeno é chamado parasitismo sexual.</p>
<p>Caulophryne jordani é uma espécie extremamente rara, conhecida somente através de 14 espécimes preservados em coleções de museus de história natural no mundo inteiro. Não existia até hoje nenhum registo de um macho desta espécie. O vídeo também representa o primeiro registo em sítio de uma fêmea sexualmente parasitada deste grupo de peixes que consiste em 160 espécies presentemente reconhecidas.</p>
<p>A revista Science Magazine publicou a notícia na sua edição desta semana.</p>
<p>Link para video do peixe: <a href="https://vimeo.com/260426754" target="_blank" rel="noopener">https://vimeo.com/260426754</a></p>
<p><iframe title="First footage of deep-sea anglerfish pair" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/anDIlMVgNwk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O video mostra de uma forma brilhante a capacidade dos organismos de grande profundidade de se adaptarem às condições de vida aí existentes.</p>
<p>O mar dos Açores em que a Fundação Rebikoff concentra o seu trabalho, é caracterizado por uma grande biodiversidade marinha.</p>
<p>Para aprender mais sobre as atividades da Fundação Rebikoff e as suas expedições no mar profundo: <a href="https://vimeo.com/261145881" target="_blank" rel="noopener">https://vimeo.com/261145881</a></p>
<p>Foto: ©Fundação Rebikoff</p>
<p>Fonte: Fundação Rebikoff</p>
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		<title>Submarino da II Guerra Mundial afundado a sul do Pico irá receber classificação de património arqueológico, afirma Gui Menezes</title>
		<link>https://pescazores.com/submarino-da-ii-guerra-mundial-afundado-a-sul-do-pico-ira-receber-classificacao-de-patrimonio-arqueologico-afirma-gui-menezes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 14:27:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[Gui Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[submarino alemão U-581]]></category>
		<category><![CDATA[submarino Lula 1000]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia anunciou hoje que os destroços do submarino alemão ‘U-581’, afundado em 1942, a sul da ilha do Pico, irão ser classificados como património arqueológico subaquático. Segundo Gui Menezes, “as secretarias regionais da Educação e Cultura e do Mar, Ciência e Tecnologia irão classificar este naufrágio como património [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/09/171400.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-16193" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/09/171400.jpg" alt="171400" width="800" height="600" /></a></p>
<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia anunciou hoje que os destroços do submarino alemão ‘U-581’, afundado em 1942, a sul da ilha do Pico, irão ser classificados como património arqueológico subaquático.</strong></p>
<p>Segundo Gui Menezes, “as secretarias regionais da Educação e Cultura e do Mar, Ciência e Tecnologia irão classificar este naufrágio como património arqueológico, pelo seu valor histórico e cultural, mas também pelo seu valor científico”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar falava a bordo do catamaran Ada Rebikoff, depois de um mergulho no submersível ‘LULA 1000’ ao submarino alemão ‘U-581’, ao largo de São Mateus do Pico, a quase 900 metros de profundidade.</p>
<p>Para além do valor histórico deste submarino, que representa a importância dos Açores no grande conflito mundial de 39-45, existe “muito interesse científico”, disse Gui Menezes, referindo que serão realizados trabalhos de investigação com base em amostras recolhidas dos organismos que, entretanto, se fixaram ao casco do submarino.</p>
<p>O ‘U-581’ é um recife artificial, datado, para estudar a recolonização do oceano profundo, relevante, por exemplo, para o estudo dos processos de recuperação de habitats degradados por atividades humanas.</p>
<p>“Ao sabermos a data em que submarino foi afundado [fevereiro de 1942], ou seja, o ‘ponto zero’ da colonização por certos organismos, como corais e esponjas de águas frias, é possível saber a sua idade e a taxa de crescimento”, referiu.</p>
<p>Os destroços do ‘U-581’ foram encontrados o ano passado pela Fundação Rebikoff-Niggeler a bordo do ‘LULA 1000’.</p>
<p>Gui Menezes frisou a importância deste submersível enquanto “plataforma de investigação, com características operacionais únicas” para a documentação vídeo do mundo submerso e para a recolha de #informação científica extremamente valiosa para o conhecimento do mar profundo dos Açores”.</p>
<p>“Através do ‘LULA 1000’ tem sido possível documentar em vídeo muitos habitats e espécies do oceano profundo na Região, algumas desconhecidas, e recolher informação georreferenciada sobre a biodiversidade do nosso mar”, disse, destacando também o trabalho da Rebikoff-Niggeler na projeção da Região no exterior através das colaborações que tem desenvolvido com canais televisivos, como a BBC e a National Geographic, na produção de documentários sobre vida marinha.</p>
<p>O titular da pasta do Mar afirmou ainda que “a divulgação das imagens recolhidas pelo ‘LULA 1000’ permite ao grande público ter contacto com um mundo desconhecido, chamando a atenção para a riqueza dos nossos mares, que deve ser preservada”.</p>
<p>Sediada no Faial desde 1994, a Fundação Rebikoff-Niggeler é atualmente parceira do Governo dos Açores num projeto de monitorização de lixo marinho de fundo, enquadrado no Plano Estratégico para o Ambiente Marinho dos Açores (PEAMA), contribuindo para o Plano de Ação para o Lixo Marinho nos Açores (PALMA), através de imagens recolhidas pelos submersíveis LULA 500 e LULA 1000.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Açores são ‘hotspot’ para filmagens em oceano aberto e profundo, afirma Diretor Regional dos Assuntos do Mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 10:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Planeta Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Porteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[mar profundo]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Sá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar congratulou-se com o facto de a nova série da BBC1 ‘Planeta Azul’ incluir&#160;“diversas cenas filmadas no Mar dos Açores&#8221;, adiantando que&#160;esta nova série&#160;será divulgada &#8220;ainda este ano”. “Os Açores são um ‘hotspot’ para filmagens em oceano aberto e profundo”, frisou Filipe Porteiro, acrescentando que “é preciso explorar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Diretor Regional dos Assuntos do Mar congratulou-se com o facto de a nova série da BBC1 ‘Planeta Azul’ incluir&nbsp;“diversas cenas filmadas no Mar dos Açores&#8221;, adiantando que&nbsp;esta nova série&nbsp;será divulgada &#8220;ainda este ano”.</strong></p>
<p>“Os Açores são um ‘hotspot’ para filmagens em oceano aberto e profundo”, frisou Filipe Porteiro, acrescentando que “é preciso explorar o potencial&#8221; do Mar dos Açores como &#8220;um local privilegiado para rodar documentários sobre vida selvagem”.</p>
<p>Esta&nbsp;série, com sete episódios, demorou quatro anos a ser realizada e conta com a locução do famoso naturalista inglês David Attenborough.</p>
<p>Filipe Porteiro&nbsp;frisou que este será “um dos melhores documentários alguma vez realizados sobre o mar”, salientando que apresenta “filmagens rodadas nos Açores”, nomeadamente sobre “a importância de um cadáver de cachalote para a ecologia do oceano profundo”.</p>
<p>“Quando um animal deste porte morre e chega aos fundos oceânicos constitui um manancial de alimento, primeiro para tubarões, depois para uma miríade de pequenos peixes e invertebrados, como caranguejos da fundura e depois para bactérias”, afirmou.</p>
<p>O Governo dos Açores, através da Direção Regional dos Assuntos do Mar, foi “facilitador de todo este processo”, frisou Filipe Porteiro, acrescentando que estiveram envolvidas nas filmagens a Fundação Rebikoff-Niggeler, que possui o submarino Lula 1000, a Atlantic Ridge Production, do documentarista subaquático&nbsp;Nuno Sá, e a empresa marítimo-turística Pico Sport, que proporciona desde há alguns anos este tipo de atividade.</p>
<p>A&nbsp;Universidade dos Açores acompanhou diversas fases destas atividades que, ao mesmo tempo que proporcionaram imagens&nbsp;de fenómenos ecológicos raros, permitiram o desenvolvimento do conhecimento científico sobre os ecossistemas profundos da Região.</p>
<p>Filipe Porteiro&nbsp;referiu ainda que “os Açores podem vir a ser uma espécie de ‘Oceanwood’”, alertando, no entanto, que as atividades audiovisuais subaquáticas com grandes cetáceos “apenas poderão ser realizadas por profissionais devidamente licenciados” pela Direção Regional dos Assuntos do Mar.</p>
<p>“Os Açores têm-se assumido, nos últimos anos, como um destino de eleição para produções audiovisuais sobre temas marinhos e oceânicos”, afirmou, acrescentando que “este interesse por parte dos amantes da vida selvagem é uma forma de divulgar a Região internacionalmente”, para além de ser uma atividade com retorno económico.</p>
<p>As imagens da segunda série ‘Planeta Azul&#8217;&nbsp;foram recolhidas através da utilização de câmaras de ultra-alta definição que permitem a visualização de cenas subaquáticas com uma qualidade anteriormente inatingível.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<item>
		<title>Submarino alemão da II Guerra Mundial encontrado nos Açores na Ilha do Pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2017 15:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Rebikoff-Niggeler]]></category>
		<category><![CDATA[submarino alemão U-581]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “U-581” foi afundado a 2 de Fevereiro de 1942 pela tripulação junto à ilha do Pico, após ter sido perseguido e atacado pelo navio inglês “HMS Westcott”. Os destroços do submarino alemão “U-581”, utilizado na II Guerra Mundial, foram encontrados a quase 900 metros de profundidade no mar dos Açores por uma equipa de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/submarino-alemao-da-ii-guerra-mundial-encontrado-nos-acores-na-ilha-do-pico/">Submarino alemão da II Guerra Mundial encontrado nos Açores na Ilha do Pico</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/Kanone-kl-2_1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-15066" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/Kanone-kl-2_1.jpg" alt="Kanone-kl-2_1" width="800" height="534" /></a> <a href="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/Turm-kl-2_1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-15067" src="http://www.pescazores.com/wp-content/uploads/2017/02/Turm-kl-2_1.jpg" alt="Turm-kl-2_1" width="800" height="534" /></a></p>
<p><strong>O “U-581” foi afundado a 2 de Fevereiro de 1942 pela tripulação junto à ilha do Pico, após ter sido perseguido e atacado pelo navio inglês “HMS Westcott”.</strong></p>
<p>Os destroços do submarino alemão “U-581”, utilizado na II Guerra Mundial, foram encontrados a quase 900 metros de profundidade no mar dos Açores por uma equipa de investigadores da <a href="http://www.rebikoff.org/inicio/inicio.html" target="_blank" rel="noopener">Fundação Rebikoff-Niggeler</a>.</p>
<p>A descoberta foi feita no dia 13 de Setembro de 2016, mas só agora foi anunciada ao mundo.</p>
<p>“O naufrágio do submarino encontra-se a sul [de São Mateus] da ilha do Pico, nos Açores”, disse à agência Lusa Kirsten Jakobsen, que conjuntamente com o marido Joachim Jakobsen, encontrou os destroços do submarino, entretanto transformados “num autêntico recife de coral de águas frias”.</p>
<p>A alemã Kristen Jakobsen, que vive há 17 anos na ilha do Faial, adiantou que o submarino alemão “U-581” foi afundado a 2 de Fevereiro de 1942 pela própria tripulação junto à ilha do Pico, após ter sido perseguido e atacado pelo navio inglês “HMS Westcott”.</p>
<p>“O naufrágio transformou-se num autêntico recife de coral de águas frias. Está a 870 metros de profundidade e é uma oportunidade [para estudo científico] grande, porque foi colonizada por corais, sobretudo esponjas”, referiu Kristen Jakobsen, sublinhando que ”estamos perante ecossistemas vulneráveis” dos quais “se sabe ainda muito pouco sobre as taxas de crescimento”.</p>
<p>Numa primeira fase, decorrida entre Março e Setembro de 2016, a equipa da Fundação Rebikoff-Niggeler localizou o sítio dos destroços do &#8220;U-581&#8221;, primeiro estudando os relatórios sobre o afundamento e, a seguir, usando equipamentos de alta tecnologia, incluindo métodos de detecção remota com sonar multifeixe e sonar de varrimento lateral.</p>
<p>Em comunicado, a Fundação Rebikoff-Niggeler explica que Kirsten e Joachim Jakobsen verificaram a posição dos destroços do submarino utilizando o submersível tripulado “LULA1000” e que a prospecção decorreu com “a devida autorização da Direcção Regional da Cultura do Governo Regional dos Açores”.</p>
<p>&#8220;Usámos tecnologias acústicas remotas para a busca e, devido à grande vigia panorâmica do nosso submersível, conseguimos encontrar visualmente o naufrágio&#8221;, precisou Joachim Jakobsen no comunicado.</p>
<p>Para Kristen Jakobsen, que desenvolve com o marido tecnologia para investigação subaquática do meio marinho profundo, o facto de os destroços estarem no fundo do mar é por si só “uma razão de protecção e salvaguarda” deste património, que “vai agora ser estudado no seu âmbito histórico, social e também do ponto de vista da biologia marinha”.</p>
<p>A Fundação Rebikoff-Niggeler é uma instituição de utilidade pública com sede na ilha do Faial. Opera o único submersível tripulado de investigação existente em Portugal, o &#8220;LULA1000&#8221;, com capacidade para mergulhar até 1000 metros de profundidade, com uma tripulação de três pessoas.</p>
<p>Além dos projectos de investigação científica e mapeamento de habitats do mar profundo, o &#8220;LULA1000&#8221; tem sido utilizado para realizar filmagens para documentários, em canais como a BBC, a National Geographic e outros.</p>
<p>Fonte: Renascença</p>
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