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	<title>Arquivo de quota do atum - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Governo dos Açores defende quota conjunta de atum voador e patudo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 20:38:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Regional das Pescas afirmou hoje, em Bilbau, Espanha, que “não é admissível&#8221; que os pescadores de atum nos Açores &#8220;sejam sujeitos às mesmas regras aplicadas aos grandes cercadores”. Luís Rodrigues frisou que os Açores têm defendido uma &#8220;discriminação positiva” para a pesca de atum por arte de salto e vara, através da “isenção de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O Diretor Regional das Pescas afirmou hoje, em Bilbau, Espanha, que “não é admissível&#8221; que os pescadores de atum nos Açores &#8220;sejam sujeitos às mesmas regras aplicadas aos grandes cercadores”.</h2>
<p>Luís Rodrigues frisou que os Açores têm defendido uma &#8220;discriminação positiva” para a pesca de atum por arte de salto e vara, através da “isenção de quotas”, acrescentando que a Região também tem  &#8220;reclamado a criação de corredores de passagem e um maior controlo dos sistemas derivantes de agregação de pescado”.</p>
<p>O Diretor Regional falava à margem da reunião da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), que decorre até quarta-feira naquela cidade espanhola, onde será discutida a avaliação mais recente sobre os stocks de atum e de onde sairá a recomendação sobre as possibilidades de pesca (quotas) e medidas de gestão que serão debatidas em novembro, na reunião anual.</p>
<p>Segundo Luís Rodrigues, as instâncias internacionais que participam na gestão das espécies de atum terão de “ser criativas e determinadas na procura de soluções para o combate à sobrepesca levada a cabo pelas frotas que praticam pesca de cerco”.</p>
<p>“Atendendo às grandes variações anuais na abundância dos atuns patudo e voador nas nossas águas, defendemos a criação de quotas multiespecíficas para a captura do atum, como forma de atenuar estas flutuações e minimizar o efeito da limitação de capturas para a nossa frota, devido à existência de quotas separadas para cada espécie”, afirmou.</p>
<p>O Diretor Regional salientou que, em 2017, a frota açoriana “fez boas pescarias de atum voador, mas não atingiu a quota de atum patudo, e este ano a situação inverteu-se”, acrescentando, por isso, que “a solução pode passar por criar uma quota conjunta para estas duas espécies”.</p>
<p>Luís Rodrigues adiantou ainda que “outra solução poderá passar por ceder as possibilidades de pesca do atum voador que Portugal tem no Atlântico Sul, e que correspondem a cerca de 600 toneladas, para obtermos o equivalente de atum no Atlântico Norte”.</p>
<p>“Portugal tem poucas embarcações a pescar no Atlântico Sul pelo que, quase sempre, a quota não é utilizada”, disse, frisando que uma das propostas que o Governo dos Açores pretende apresentar ao Governo da República é “a cedência de quota de Portugal a Estados Membros que têm frota nesses territórios, trocando-a por quota de atum no Atlântico Norte”.</p>
<p>Para além do Diretor Regional das Pescas, integram também a delegação dos Açores na ICCAT membros da Federação das Pescas dos Açores e da Organização de Produtores de Atum e Similares dos Açores (APASA).</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<title>Serrão Santos quer Comissão Europeia atenta ao atum nos Açores</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2016 10:20:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O eurodeputado Ricardo Serrão Santos questionou, esta sexta-feira, a Comissão Europeia sobre a estratégia para a gestão dos dispositivos de agregação de peixe (FAD &#8211; Fish Agregations Devices ) na pesca do atum. Estes dispositivos podem estar a reter os tunídeos noutras geografias, impedindo-os de chegar às costas das Regiões Ultraperiféricas. Na pergunta com pedido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O eurodeputado Ricardo Serrão Santos questionou, esta sexta-feira, a Comissão Europeia sobre a estratégia para a gestão dos dispositivos de agregação de peixe (FAD &#8211; Fish Agregations Devices ) na pesca do atum. Estes dispositivos podem estar a reter os tunídeos noutras geografias, impedindo-os de chegar às costas das Regiões Ultraperiféricas.</p>
<p>Na pergunta com pedido de resposta escrita, Serrão Santos chama a atenção para “as preocupações recorrentes da frota de salto e vara dos Açores e da Madeira, que enfrentam uma redução das capturas de patudo”.</p>
<p>A Política Comum de Pescas definiu como objetivo 2014-2020 apresentar e apoiar políticas para acabar com a sobrepesa dos atuns tropicais.  O eurodeputado pretende saber que esforços estão a ser feitos para reduzir a utilização de FADs e a mortalidade juvenil, principais potenciais causas para a sobre-exploração do atum patudo.</p>
<p>No início deste ano, a propósito da discussão acerca do Plano plurianual de recuperação do atum-rabilho no Atlântico Este e no Mediterrâneo, Serrão Santos fez aprovar uma emenda que acentua a necessidade de combater os monopólios da pesca por grandes armadores. Naquele debate, o eurodeputado denunciou “a utilização excessiva de dispositivos de agregação de pescado sem que tenha havido um estudo de impacto ambiental sério”.</p>
<p>Logo em 2014, numa comunicação que enviou à Comissão, Serrão Santos afirmou que há estudos que indicam que estes mecanismos “atrasam e alteram a circulação dos cardumes de pescado” e que os “efeitos de longo prazo sobre os ecossistemas podem conduzir ao colapso das populações” impedindo a presença dos cardumes nos pesqueiros tradicionais, alguns deles coincidentes com as ilhas da Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias).</p>
<p>Esta matéria tem sido recorrente nas intervenções do Eurodeputado, que tem tido a seu cargo diversos relatórios sobre acordos de pesca e a da dimensão externa da Política Comum de Pescas. De facto, já há restrições no número de FADs derivantes permitidos por embarcação, estando limitados a 500 quando já chegaram a ser 1500. Mas, de acordo com a perspectiva de Serrão Santos é preciso ir mais longe.</p>
<p>Fonte: Jornal da Ilha Graciosa</p>
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		<title>Governo dos Açores contesta cortes na quota do goraz junto da Comissão Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 09:22:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política Comum das Pescas da União Europeia]]></category>
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		<category><![CDATA[quota goraz 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, no Luxemburgo, que a posição dos Açores é &#8220;muito clara” sobre os cortes propostos pela Comissão Europeia para a quota de goraz para os anos de 2017 e 2018, frisando que o Executivo açoriano é “terminantemente contra mais cortes”. Fausto Brito e Abreu afirmou que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia afirmou hoje, no Luxemburgo, que a posição dos Açores é &#8220;muito clara” sobre os cortes propostos pela Comissão Europeia para a quota de goraz para os anos de 2017 e 2018, frisando que o Executivo açoriano é “terminantemente contra mais cortes”.</p>
<p>Fausto Brito e Abreu afirmou que o Governo Regional entende que &#8220;as 507 toneladas que neste momento estão disponíveis para os pescadores Açorianos são insuficientes para as necessidades socioeconómicas”, acrescentando que “é preciso dar tempo para que as medidas que já estão em vigor tenham o seu resultado”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar, que falava à margem do Conselho de Ministros das Pescas da União Europeia, reunião em que participou integrando a delegação nacional liderada pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, entregou ao Comissário Karmenu Vella o estudo sobre o impacto socioeconómico das reduções na quota de goraz realizado pelo Governo dos Açores, que será analisado pelos cientistas do Conselho Internacional<i> </i>para a<i> </i>Exploração do Mar [ICES] e técnicos da Comissão Europeia.</p>
<p>Brito e Abreu salientou ainda que, “até ao fim do mês de outubro, o Governo Regional vai apresentar os resultados do cruzeiro científico de análise do estado da população de espécies demersais dos Açores”, frisando que já existem indicações de que “a população de goraz está a dar sinais de recuperação em praticamente todas as áreas que foram amostradas e que cobrem as nove ilhas do arquipélago”.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar destacou o facto de constar da agenda deste Conselho de Ministros das Pescas uma discussão sobre a posição que a União Europeia deve defender na próxima reunião da Convenção para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT), que realiza, em novembro, em Portugal, e onde serão abordados temas como o uso de tecnologias agregadoras de peixe, que afetam as migração dos atuns ao longo da costa africana e que podem afetar a sua pescaria nos Açores.</p>
<p>Nesse sentido, o titular da pasta das Pescas salientou a “importância” de Portugal defender que “deve haver mais restrições ao uso destas tecnologias e que a pesca industrial, com redes de cerco, deve ser tratada de forma diferente da pesca com arte de salto e vara que é praticada nos Açores”, posição que é sufragada pelo Governo e pelos pescadores Açorianos.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo dos Açores defende em Bruxelas quota do goraz e pesca de atum com salto e vara</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 10:50:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia anunciou hoje, em Bruxelas, que o Governo dos Açores vai entregar um documento à Comissão Europeia expondo o impacto socioeconómico &#8220;desproporcionado e insustentável&#8221; que o corte da quota de goraz representa para os Açores. Fausto Brito e Abreu salientou que o objetivo é aumentar a quota desta espécie para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia anunciou hoje, em Bruxelas, que o Governo dos Açores vai entregar um documento à Comissão Europeia expondo o impacto socioeconómico &#8220;desproporcionado e insustentável&#8221; que o corte da quota de goraz representa para os Açores.</strong></p>
<p>Fausto Brito e Abreu salientou que o objetivo é aumentar a quota desta espécie para a Região para o biénio 2017-2018, sendo que esta decisão deverá ser tomada, em novembro, na reunião do Conselho das Pescas da União Europeia.</p>
<p>O Secretário Regional falava no final de uma reunião com o Diretor Geral dos Assuntos Marítimos e das Pescas da Comissão Europeia, João Aguiar Machado, onde, para além da quota de goraz atribuída à Região, foi também discutida a pescaria de atum.</p>
<p>“A Comissão Europeia deve reconhecer a pesca de salto e vara como uma pesca amiga do ambiente, que não pode ser tratada como a pesca com redes”, afirmou, defendendo que “devem existir mais restrições à pesca industrial de atum no Atlântico”.</p>
<p>Brito e Abreu apresentou as preocupações do Governo dos Açores com “a sobrepesca praticada no Atlântico por navios que recorrem a artes de cerco”, tendo criticado “o uso exacerbado de tecnologias para agregação de peixe”, nomeadamente os ‘Fish Aggregation Devices’ (FAD), que “está a limitar o acesso dos cardumes de atum ao mar dos Açores”.</p>
<p>Nesse sentido, o titular da pasta das Pescas defendeu que “é urgente a Comissão Europeia implementar medidas precaucionárias de restrição e estudar o real efeito destes dispositivos”, acrescentando que, na área da convenção da Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT), o uso de FAD passou de 9.000 em 2011 para 17.300 em 2013.</p>
<p>O Secretário Regional do Mar solicitou ainda o apoio da Comissão Europeia para que, em sede da ICCAT, “a pesca de atum com salto e vara, praticada nos Açores, receba um tratamento distinto da pesca do atum industrial”.</p>
<p>Nesta deslocação a Bruxelas, Brito e Abreu esteve também reunido com representantes de organizações não governamentais internacionais na área do ambiente com o objetivo de “sensibilizar a comunidade internacional para a importância de defender a pesca de salto e vara como uma arte artesanal e ambientalmente sustentável”.</p>
<p>“É preciso que a pesca de atum praticada nos Açores seja valorizada internacionalmente, distinguindo-a da pesca intensiva dos navios cercadores”, afirmou Brito e Abreu.</p>
<p>Fonte: GaCS</p>
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		<item>
		<title>Quota de pesca de atum-rabilho vai aumentar nos próximos três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 16:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[atum rabilho]]></category>
		<category><![CDATA[quota do atum]]></category>
		<category><![CDATA[quota do atum rabilho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quota de pesca de atum-rabilho no Mediterrâneo e Atlântico Este deverá aumentar em 20% anuais nos próximos três anos, divulgou hoje uma organização não-governamental (ONG) com estatuto de observadora nas negociações, que decorrem em Itália. A Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), que regulamenta a pesca, nomeadamente do atum-rabilho, decidiu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A quota de pesca de atum-rabilho no Mediterrâneo e Atlântico Este deverá aumentar em 20% anuais nos próximos três anos, divulgou hoje uma organização não-governamental (ONG) com estatuto de observadora nas negociações, que decorrem em Itália.</strong></p>
<p>A Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), que regulamenta a pesca, nomeadamente do atum-rabilho, decidiu aumentar a quota anual de pesca para as 16.142 toneladas em 2015, as 19.296 toneladas em 2016, e as 23.155 toneladas em 2017.</p>
<div>
<p>Este ano, as capturas de atum-rabilho foram fixadas em 13.500 toneladas e a quota para 2017 está sujeita a revisão, consoante os resultados de uma avaliação do estado das unidades populacionais da espécie.</p>
<p>A informação foi avançada pela ONG ambientalista WWF, que tem estatuto de observadora nas negociações da ICCAT, que se iniciaram há uma semana em Génova, Itália.</p>
<p>Um responsável da organização, Sergi Tudela, adiantou que este aumento pode destruir os esforços de recuperação dos ‘stocks&#8217; que estão a ser feitos há anos.</p>
<p>Segundo a comissão científica da ICCAT, as unidades populacionais de reprodutores foram estimadas, em 2013, em 585 mil toneladas, que compara com as 151 mil de 2008, pelo que se recomendou um aumento &#8220;progressivo e moderado&#8221; da quota.</p>
<p>A ICCAT inclui 49 membros &#8211; a União Europeia e 48 países (incluindo os EUA e o Japão, destinatário de 80% das capturas).</p>
<p>A quota da UE para 2014 foi de 7.939 toneladas e os Estados-membros ativamente envolvidos na pesca do atum-rabilho são a Espanha, a França, a Itália, a Grécia, Portugal, Malta, Chipre e a Croácia, tendo os dois primeiros as maiores partes.</p>
<p>Em 2006, a ICCAT adotou um plano de recuperação, de 15 anos, para o atum-rabilho no Atlântico Este e no Mediterrâneo, o qual tem sido periodicamente alterado com base na avaliação das unidades populacionais, nos controlos efetuados e nas novas tecnologias.</p>
<p>Em 2010 e 2012 foram introduzidas medidas substanciais para impor na prática a gestão sustentável das unidades populacionais.</p>
<p>Na última reunião anual da ICCAT, em novembro de 2013, foram adotadas medidas complementares para melhorar o controlo do atum-rabilho capturado vivo para fins de criação, estabelecendo-se regras detalhadas para a aplicação das novas tecnologias.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.acorianooriental.pt/" target="_blank" rel="noopener">Açoriano Oriental</a></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/quota-de-pesca-de-atum-rabilho-vai-aumentar-nos-proximos-tres-anos/">Quota de pesca de atum-rabilho vai aumentar nos próximos três anos</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ICCAT – Prolongamento do regime de exceção da pesca do atum bonito no Atlântico</title>
		<link>https://pescazores.com/iccat-prolongamento-do-regime-de-excecao-da-pesca-do-atum-bonito-no-atlantico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 11:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum bonito]]></category>
		<category><![CDATA[ICCAT]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Costa]]></category>
		<category><![CDATA[quota do atum]]></category>
		<category><![CDATA[quotas do pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo dos Açores congratulou-se com a aprovação do prolongamento do regime de exceção da pesca do bonito no Atlântico, numa votação que decorreu segunda-feira na reunião anual da Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT). Este regime de exceção permite aos armadores açorianos efetuar capturas desta espécie de atum, utilizada pela indústria [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/iccat-prolongamento-do-regime-de-excecao-da-pesca-do-atum-bonito-no-atlantico/">ICCAT – Prolongamento do regime de exceção da pesca do atum bonito no Atlântico</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo dos Açores congratulou-se com a aprovação do prolongamento do regime de exceção da pesca do bonito no Atlântico, numa votação que decorreu segunda-feira na reunião anual da Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT).</p>
<p>Este regime de <strong>exceção permite aos armadores açorianos efetuar capturas desta espécie de atum</strong>, utilizada pela indústria conserveira sediada na Região, <strong>sem limite de quota estabelecido</strong>.</p>
<p>“Com esta votação, a Região pode continuar a manter os níveis de captura existentes até à data, com benefícios para o rendimento dos pescadores e para as conserveiras açorianas”, afirmou o Diretor Regional das Pescas, Luís Costa, adiantando que a média de captura dos últimos cinco anos é de cerca de sete mil toneladas.</p>
<p>A manutenção do regime de exceção de estabelecimento de quota para a espécie bonito decorre da avaliação feita pelo Comité Científico da ICCAT, que considera que este &#8216;stock&#8217; se encontra a níveis de exploração sustentáveis do ponto de vista ambiental.</p>
<p>Durante a reunião da ICCAT, que decorreu em Génova, Itália, foi ainda aprovada a proposta de aumento da quota para o rabilho no Atlântico, o que, segundo Luís Costa, &#8220;poderá significar que fique disponível para os pescadores açorianos poderem capturar algumas quantidades desta espécie de atum, que pode atingir elevado valor comercial&#8221;.</p>
<p>A Região Autónoma dos Açores também defendeu, neste encontro anual da ICCAT, a posição conjunta da União Europeia, Guatemala, Honduras e Panamá que prevê a criação de um grupo de trabalho que vai estudar o impacto do uso de dispositivos artificiais que permitem a agregação de peixe (FADs) nas rotas migratórias dos atuns.</p>
<p>A próxima reunião anual da ICCAT, comissão responsável pela gestão e conservação de tunídeos e afins, realiza-se em novembro de 2015, em Malta.</p>
<p>Fotografia: Santa Catarina</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></p>
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		<title>Fausto Brito e Abreu discorda com o aumento da quota de atum rabilho atribuída às armações</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2014 10:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[atum rabilho]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Brito e Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[quota do atum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia manifestou discordância com a Resolução da Assembleia da República, hoje publicada em Diário da República, que recomenda ao Governo português que, no processo negocial com as instituições europeias e com a Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), defenda um aumento dos Totais Admissíveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia manifestou discordância com a Resolução da Assembleia da República, hoje publicada em Diário da República, que recomenda ao Governo português que, no processo negocial com as instituições europeias e com a Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), defenda um aumento dos Totais Admissíveis de Captura (TAC) do atum rabilho para armações, onde é capturado para engorda.</p>
<p style="text-align: left;">Fausto Brito e Abreu defendeu que “o eventual aumento de quota deverá ser disponibilizado para as embarcações que praticam a pesca sustentável utilizando a arte de salto e vara no Atlântico”.</p>
<p style="text-align: left;">“A pesca de atum rabilho deverá representar um incremento nos rendimentos dos pescadores açorianos dado o seu elevado valor comercial”, frisou o governante.</p>
<p style="text-align: left;">Neste sentido, o Governo Regional dos Açores vai manifestar junto do Governo português a sua discordância acerca do conteúdo da Resolução aprovada na Assembleia da República.</p>
<p style="text-align: left;">Fonte: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.azores.gov.pt/GaCS" target="_blank" rel="noopener">GaCS</a></span></p>
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		<title>Abertura da quota do atum patudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 16:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[atum patudo]]></category>
		<category><![CDATA[quota do atum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Direção geral de Recursos naturais, Segurança e Serviços marítimos comunica a reabertura da pesca da espécie Atum patudo (Thunnus obesus), a partir das 00:00 horas do dia 27 de Setembro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção geral de Recursos naturais, Segurança e Serviços marítimos comunica a reabertura da pesca da espécie Atum patudo (Thunnus obesus), a partir das 00:00 horas do dia 27 de Setembro.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/abertura-da-quota-do-atum-patudo/">Abertura da quota do atum patudo</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>Governo satisfeito com decisões da comissão de gestão da pesca do atum no Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 11:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[APASA]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[ICCAT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo dos Açores considerou hoje positivas as decisões adotadas em Istambul, na Turquia, pela Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT), alegando que favorecem a pesca de tunídeos desenvolvida pela frota açoriana. A ICCAT, além de manter sem qualquer limitação em 2012 a captura de atum bonito, a espécie com maior [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/governo-satisfeito-com-decisoes-da-comissao-de-gestao-da-pesca-do-atum-no-atlantico/">Governo satisfeito com decisões da comissão de gestão da pesca do atum no Atlântico</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Governo dos Açores considerou hoje positivas as decisões adotadas em Istambul, na Turquia, pela Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT), alegando que favorecem a pesca de tunídeos desenvolvida pela frota açoriana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ICCAT, além de manter sem qualquer limitação em 2012 a captura de atum bonito, a espécie com maior rendimento na região e que abastece a indústria conserveira do arquipélago, aprovou também um plano plurianual de gestão que poderá traduzir-se numa melhoria das reservas de atum patudo, com benefícios a prazo para as pescarias açorianas, afirmou Marcelo Pamplona, subsecretário regional das Pescas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segundo Marcelo Pamplona, o plano plurianual que vai ser implementado entre 2012 e 2015 visa a proteção no Golfo da Guiné de juvenis da segunda espécie de tunídeos com maiores capturas nos Açores.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;Porque a frota açoriana não dispõe de cercadores nem utiliza dispositivos técnicos de agregação de atuns, fica fora das novas medidas de proteção, beneficiando de melhoria do &#8216;stock&#8217; de patudo, uma vez que, havendo mais peixe, maior é a probabilidade da sua passagem pelo arquipélago&#8221;, frisou.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A ICCAT, enquanto entidade internacional gestora das capturas de atum no Atlântico, fixa as possibilidades de pesca para os vários operadores (países ou associações de países), cabendo à Comissão Europeia a redistribuição de quotas pelos estados-membros com base no historial de pesca das frotas comunitárias face aos limites autorizados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Sobre o atum patudo, o subsecretário das pescas salientou que Portugal deverá manter em 2012 a quota de 5.050 toneladas estabelecida para este ano, prevendo também a continuação do limite das capturas nacionais de atum voador nas 2.530 toneladas. No próximo ano, os pescadores portugueses deverão ainda manter uma quota de espadarte de 1.480 toneladas, indicou Marcelo Pamplona. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Numa reação às decisões da ICCAT, o secretário-geral da Associação dos Armadores de Pesca de Atum dos Açores (APASA), Pedro Capelo, considerou &#8220;pouco adequado&#8221; o estabelecimento de limitações de capturas para os tunídeos, alegando tratar-se de espécies migradoras, com uma passagem irregular pelas águas do arquipélago.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;Há anos que não atingimos a quota, mas este ano, por exemplo, atingimos o limite de capturas de patudo e fomos obrigados a interromper as pescarias da espécie&#8221;, afirmou Pedro Capela.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O dirigente da APASA, que agrupa 19 armadores que se dedicam em exclusivo à pesca de tunídeos, considerou, porém, que esse não é o principal problema da atividade, que enfrenta especiais dificuldades resultantes do agravamento dos custos operacionais, nomeadamente com combustíveis e tripulações.</span><br />
<span style="color: #000000;">&#8220;Não nos preocupa a falta de peixe, uma vez que já estamos habituados às mudanças na passagem dos atuns pelos Açores&#8221;, referiu à Lusa.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/acores/index.php?article=23841&amp;visual=3&amp;layout=10&amp;tm=10">RTP Açores</a></p>
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