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	<title>Arquivo de sustentabilidade dos recursos marinhos - A Pesca nos Açores</title>
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	<description>Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores</description>
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		<title>Governo dos Açores vai apoiar abate de redes de emalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 11:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[redes de emalhar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje, em São Mateus, na Terceira, que o Governo dos Açores está “a ultimar um regime de apoio ao abate de artes de pesca menos seletivas, nomeadamente de redes de emalhar”. Segundo Gui Menezes, esta medida pretende contribuir para o objetivo do Executivo regional de continuar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou hoje, em São Mateus, na Terceira, que o Governo dos Açores está “a ultimar um regime de apoio ao abate de artes de pesca menos seletivas, nomeadamente de redes de emalhar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gui Menezes, esta medida pretende contribuir para o objetivo do Executivo regional de continuar a assegurar a sustentabilidade ecológica, económica e social do setor e, em particular, dos recursos costeiros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Secretário Regional, que falava durante uma reunião com a Direção da Associação Terceirense de Armadores, no âmbito da visita do Governo à ilha Terceira, referiu ainda que “o regime de apoio ao abate de embarcações se vai manter”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gui Menezes frisou que “é necessário fazer uma gestão mais sustentável dos recursos costeiros do arquipélago”, defendendo, neste sentido, a “importância de diversificar as espécies capturadas” na Região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há, por exemplo, condições para que mais armadores e pescadores se possam dedicar à pesca do atum”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Secretário Regional do Mar visitou também o Porto de Pescas e a Lota de São Mateus onde entregou o novo poster, no âmbito da campanha ‘Melhor Pesca para Melhor Futuro’.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produzido pela Direção Regional das Pescas, este poster pretende sensibilizar os armadores e pescadores para a importância da preservação dos recursos piscícolas dos Açores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O poster será afixado em cerca uma centena de locais ligados ao setor, entre os quais lotas, entrepostos e postos de recolha e nas sedes das associações de pesca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este poster contou com a colaboração do projeto Blue Azores, no âmbito do Grupo de Apoio ao Pescador.</p>
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		<title>Programa “Frente a Frente” da Antena 1 Açores com a participação de Gui Menezes (som)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 10:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[DOP]]></category>
		<category><![CDATA[frente a frente]]></category>
		<category><![CDATA[Gui Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade dos recursos marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O biólogo marinho Gui Menezes aborda temas como os recursos pesqueiros e lotas nos Açores. Para ouvir aqui Fonte: Antena 1 Açores</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O biólogo marinho Gui Menezes aborda temas como os recursos pesqueiros e lotas nos Açores.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><a href="http://www.rtp.pt/play/p1339/frente-a-frente" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000080;">Para ouvir aqui</span></a></strong></span></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/acores/index.php" target="_blank" rel="noopener">Antena 1 Açores</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/programa-frente-a-frente-da-antena-1-acores-com-a-participacao-de-gui-menezes/">Programa “Frente a Frente” da Antena 1 Açores com a participação de Gui Menezes (som)</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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		<title>O que está em causa na nova política europeia de pescas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2013 15:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política Comum das Pescas da União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[quotas do pescado]]></category>
		<category><![CDATA[regionalização]]></category>
		<category><![CDATA[rejeições de pescado]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade dos recursos marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sustentabilidade, proibição de rejeições e ajustamento das frotas estão em foco na reforma da política comum de pescas. Eis alguns dos principais pontos da nova política das pescas, que está próxima de ser aprovada, depois de um acordo na UE, esta quarta-feira, quanto aos seus aspectos centrais: Sustentabilidade É o ponto central da nova política [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Sustentabilidade, proibição de rejeições e ajustamento das frotas estão em foco na reforma da política comum de pescas.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Eis alguns dos principais pontos da nova política das pescas, que está próxima de ser aprovada, depois de um acordo na UE, esta quarta-feira, quanto aos seus aspectos centrais:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Sustentabilidade</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">É o ponto central da nova política comum. O objectivo é que a pesca não supere o chamado &#8220;máximo rendimento sustentável&#8221;, ou seja, um limite que não comprometa os <em>stocks</em>, hoje sobre-explorados em 75% na Europa. A recuperação dos <em>stocks </em>deverá ser feita até 2020, com 2015 como uma data intermédia, “onde for possível”. O “máximo rendimento sustentável” será calculado com base na mortalidade (capturas de peixes) e não na biomassa (peixe que está no mar), como queria o Parlamento. A elaboração de planos multianuais para diferentes áreas de pesca será um instrumento central.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Rejeições</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Todo o peixe terá de ser trazido para terra. Mas poderá haver excepções de até 5% das capturas totais de cada espécie. Também haverá alguma flexibilização das quotas, para que parte dos peixes de valor comercial apanhados em excesso possa ser vendida, de modo a desincentivar rejeições ilegais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Regionalização</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Uma das ideias da nova política é permitir aos Estados-membros criarem, sozinhos ou em conjunto, regras específicas a uma determinada pescaria ou região, condicionadas no entanto aos objectivos e metas dos planos plurianuais e ao “rendimento máximo sustentável”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Frota</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Na sequência do que já foi feito no passado recente, a nova política quer que a capacidade das frotas seja adaptada às oportunidades reais de pesca de cada país, as quais seguirão critérios de sustentabilidade. Na prática, isto pode a curto prazo significar uma diminuição das frotas que estão sobredimensionadas. Mas uma vez atingido o “máximo rendimento sustentável”, a perspectiva é que o resultado da faina seja maior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Quotas</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">O Parlamento conseguiu introduzir a obrigatoriedade de critérios transparentes para as chamadas “oportunidades de pesca” a atribuir aos diferentes Estados-membros. Até agora, as quotas de pesca têm sido negociadas sobretudo com base em critérios económicos, muito associados às capturas históricas. Agora, os critérios terão de reflectir também os aspectos ambientais e sociais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/o-que-esta-em-causa-na-nova-politica-europeia-de-pescas-1595936">Público</a></p>
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		<title>Política de pescas da UE quer equilíbrio entre recursos e capturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 10:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Política Comum das Pescas da União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Política Comum de Pescas PCP]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade dos recursos marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reforma da Política Comum de Pescas pretende conseguir equilíbrio entre os recursos disponíveis no mar e o que é capturado, sustentabilidade decisiva para o ambiente, mas também para pescadores, indústria e consumidores, disse esta segunda-feira fonte da Comissão Europeia. Oliver Drewers, porta-voz da Comissão Europeia para os Assunto do Mar e das Pescas, explicou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A reforma da Política Comum de Pescas pretende conseguir equilíbrio entre os recursos disponíveis no mar e o que é capturado, sustentabilidade decisiva para o ambiente, mas também para pescadores, indústria e consumidores, disse esta segunda-feira fonte da Comissão Europeia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Oliver Drewers, porta-voz da Comissão Europeia para os Assunto do Mar e das Pescas, explicou à agência Lusa que &#8220;a ideia é tornar a reforma mais benéfica para os pescadores, tendo a certeza que é feita uma boa gestão dos stocks de peixe&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E para definir as políticas de gestão, é necessário recolher informação sobre os stocks, um ponto em que &#8220;Portugal está a melhorar&#8221;, segundo o responsável, que acrescentou existir &#8220;uma boa cooperação com o governo português e a sua reforma das pescas está a decorrer&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um dos pontos principais na reforma da Política Comum de Pescas (PCP), em discussão no Parlamento Europeu, na quarta-feira, é a sobrepesca. O objetivo é &#8220;não danificar o stock a longo prazo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso, Oliver Drewers referiu que se pretende &#8220;tirar do mar aquilo que o stock dá, até ao ponto em que se consiga reproduzir, ficando mais saudável&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Parece muito simples, mas, na verdade, é o ponto principal da reforma, ou seja, pretendem-se assegurar que as águas comunitárias têm stocks de peixe saudáveis, o que é importante para o ambiente e é bom para os pescadores, para a indústria pesqueira e para os consumidores&#8221;, resumiu o responsável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para realizar uma gestão sustentável, é essencial conhecer os recursos existentes, por isso, a importância da investigação científica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos últimos anos, &#8220;a investigação e a informação que temos melhorou muito&#8221; e, para muitos dos stocks geridos pela União Europeia, já existem &#8220;bons dados&#8221;, mas ainda há muito trabalho a fazer, nomeadamente para algumas espécies, como as de águas profundas, apontou o responsável da Comissão Europeia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Oliver Drewers lembrou que os peixes não respeitam fronteiras e deslocam-se por águas de vários estados membros, por isso a necessidade de cooperação, de definição de políticas de gestão e de controlo comuns.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim, um dos objetivos da reforma é &#8220;investir numa melhor e mais profunda recolha de informação&#8221; já que, &#8220;se não existir informação credível, não há uma base para as decisões políticas&#8221;, defendeu Olivier Drewers.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Uma boa legislação não passa do papel se não tiver uma boa aplicação e controlo, e é nisso que estamos a apostar&#8221;, referiu, apontando o exemplo do combate à pesca &#8220;pirata&#8221; ou ilegal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto à possibilidade de proibir as rejeições, peixe devolvido ao mar por embarcações terem ultrapassado quotas de capturas ou por ter dimensões abaixo do permitido, o porta-voz da Comissão defendeu ser &#8220;importante a racionalização&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A aquicultura merece a atenção da PCP, principalmente devido aos problemas nos stocks, e é intenção dos responsáveis europeus apoiar o setor, com projetos que cumpram todas as regras ambientais e de segurança.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fontr: <a title="Bruxelas vai acompanhar comércio de bacalhau para Portugal" href="http://www.pescazores.com/noticias/nacionais/bruxelas-vai-acompanhar-comercio-de-bacalhau-para-portugal/">AçorianoOriental</a></p>
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		<title>Comer sarda é saudável mas está a tornar-se insustentável</title>
		<link>https://pescazores.com/comer-sarda-e-saudavel-mas-esta-a-tornar-se-insustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 11:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Atlântico]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Português do Mar e da Atmosfera]]></category>
		<category><![CDATA[sarda]]></category>
		<category><![CDATA[stocks de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade dos recursos marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é que as pescas na Islândia têm a ver com a saúde dos portugueses? Alguma coisa: a captura, nas águas geladas do Norte, de grandes quantidades de sarda pode a prazo ser um problema para quem opta, por cá, por este peixe barato e saudável. Rica em ácidos gordos ómega 3, essa espécie [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que é que as pescas na Islândia têm a ver com a saúde dos portugueses? Alguma coisa: a captura, nas águas geladas do Norte, de grandes quantidades de sarda pode a prazo ser um problema para quem opta, por cá, por este peixe barato e saudável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rica em ácidos gordos ómega 3, essa espécie (Scomber scombrus) acaba de ser retirada de uma lista que a organização britânica Marine Conservation Society (MCS) mantém com peixes que se pode comer à vontade, sem preocupações quanto à sua sustentabilidade. As sardas estão a ser pescadas acima do que seria desejável, daí o conselho da organização: por ora, evitem comê-las.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo a MCS, o que está a acontecer tem a ver com uma combinação entre factores naturais e a ganância humana. As populações de sardas do Atlântico Nordeste estão a mover-se mais para Norte, concentrando-se entre a Islândia e as Ilhas Faore, a norte da Dinamarca. Os peixes estão, segundo a MCS, apenas a seguir o seu alimento: outros peixes pequenos, crustáceos e lulas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas ali têm sido alvo de uma pesca sem limites. “As capturas têm sido maciças”, disse ao PÚBLICO Samuel Stone, técnico da área das pescas na MCS. Em 1992, só a Islândia pescou 53 mil toneladas de sarda. Em 2011, foram 160 mil toneladas. “A situação está a tornar-se pior”, afirma Stone.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estes valores somam-se as capturas de outros países da região, como a Noruega e o Reino Unido. E têm sido infrutíferas as negociações para estabelecer quotas consensuais de pesca entre todos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na avaliação da MCS, a população da espécie não está ainda em colapso. Mas como pode rapidamente caminhar neste sentido, a organização britânica decidiu retirá-la da sua lista de peixes sustentáveis, sugerindo que a sarda seja consumida apenas ocasionalmente, procedente de pesca artesanal ou de organizações pesqueiras com certificação de sustentabilidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Portugal pesca pouco</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Embora venha de uma organização não-governamental, o aviso foi recebido como um balde de água fria no Reino Unido, onde o consumo de sarda está a aumentar, devido ao seu preço e benefício para a saúde. Em 2011, o chefe e apresentador de televisão britânico Hugh Fearnley-Whittingstall lançou a campanha “Mission Mackerel”, para estimular a substituição do bacalhau fresco pela sarda nas lojas de fish and chips. Agora, cancelou a campanha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Portugal, a leitura é diferente. A sarda consta do menu nacional, mas está muito longe dos peixes mais pescados na costa portuguesa, como a cavala – o seu parente próximo &#8211; ou a sardinha. Portugal teve, em 2012, uma quota para a pesca de 5051 toneladas de sarda, mas capturou apenas 2000 toneladas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O stock de sardas do Nordeste Atlântico é um só, o que significa que, em tese, o que se passa na Islândia pode ter alguma influência em Portugal. Mas há três áreas de desova distintas – no Mar do Norte, no Oeste e no Sul. E é nesta última, longe das disputas nas águas mais a norte, que estão as águas ibéricas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o stock de sarda do Atlântico Nordeste ainda está dentro dos limites biológicos de segurança. “Contudo, a pesca exercida pela Islândia e Ilhas Faroe tem levado a um excesso de capturas, acima do recomendado”, refere o IPMA, numa resposta escrita a perguntas do PÚBLICO.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já ao longo da costa portuguesa, as populações de sarda, embora não muito abundantes, não têm estado mal nos últimos 20 anos, com um índice de pressão “baixo” e um nível “elevado” de capacidade reprodutora. “A sua abundância tem-se mantido estável ao longo do tempo”, diz o IPMA.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mesmo num cenário hipotético em que a sarda tenha mesmo de deixar o prato, Portugal está bem servido da sua prima cavala (Scomber colias). O peixe é tão abundante, barato e saudável, que a Docapesca lançou no Verão passado uma campanha para estimular o seu consumo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Gonçalo Carvalho, da Plataforma de Organizações Não-governamentais para a Pesca (PONG-Pesca), aplaude mas com cautela: “É uma iniciativa interessante, mas é preciso atenção para não haver sobre-exploração do stock”.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/comer-sarda-e-saudavel-mas-esta-a-tornarse-insustentavel-1581836">Público</a></p>
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		<title>Cidadãos manifestam-se contra a delapidação dos recursos marinhos</title>
		<link>https://pescazores.com/cidadaos-manifestam-se-contra-a-delapidacao-dos-recursos-marinhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 09:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente e Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca & Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Delgada]]></category>
		<category><![CDATA[recursos marinhos açorianos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Europeia do Peixe]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade dos recursos marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de cidadãos juntou-se em Ponta Delgada para apelar à defesa dos recursos marinhos. Os cerca de trinta cidadãos envolvidos na manifestação formaram um cordão humano em forma de peixe. A iniciativa inseriu-se nas comemorações da semana europeia do peixe. Fonte: RTP Açores</p>
<p>O conteúdo <a href="https://pescazores.com/cidadaos-manifestam-se-contra-a-delapidacao-dos-recursos-marinhos/">Cidadãos manifestam-se contra a delapidação dos recursos marinhos</a> aparece primeiro em <a href="https://pescazores.com">A Pesca nos Açores</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><object width="410" height="357" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/LEVzDIwiZM9Ku5Pl5nn6/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="410" height="357" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/LEVzDIwiZM9Ku5Pl5nn6/mov/1" allowfullscreen="allowfullscreen" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um grupo de cidadãos juntou-se em Ponta Delgada para apelar à defesa dos recursos marinhos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os cerca de trinta cidadãos envolvidos na manifestação formaram um cordão humano em forma de peixe.</span><br />
<span style="color: #000000;">A iniciativa inseriu-se nas comemorações da semana europeia do peixe.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/acores/?article=27969&amp;visual=3&amp;layout=10&amp;tm=10">RTP Açores</a></span></p>
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		<title>Sem gestão equilibrada dos Oceanos “estaremos perdidos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apeda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas Marinhas Protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[Direcção Regional dos Assuntos do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Cardigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Luso-Americana]]></category>
		<category><![CDATA[gestão dos oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade dos recursos marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores e especialistas da União Europeia e dos EUA, estiveram recentemente reunidos nos Açores para abordar duas questões na gestão dos oceanos: quais os próximos passos a tomar pelas nações transatlânticas numa perspectiva Portugal-EUA, e identificar as prioridades ao nível do desenvolvimento sustentável que devem constituir a contribuição portuguesa. A iniciativa, promovida pela Fundação Luso-Americana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Investigadores e especialistas da União Europeia e dos EUA, estiveram recentemente reunidos nos Açores para abordar duas questões na gestão dos oceanos: quais os próximos passos a tomar pelas nações transatlânticas numa perspectiva Portugal-EUA, e identificar as prioridades ao nível do desenvolvimento sustentável que devem constituir a contribuição portuguesa.</em></span></p>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="color: #000000;">A iniciativa, promovida pela Fundação Luso-Americana (FLAD), em colaboração com a Direcção Regional dos Assuntos do Mar e com o ISPA &#8211; Instituto Universitário, definiu um plano de acção focado na sustentabilidade das actividades marítimas.</span><span style="color: #000000;"><strong>“Portugal está hoje sob grande tensão económica e tanto construir uma nova economia dos oceanos como definir um planeamento estratégico permitirá emprego”,</strong> afirma Charles Buchanan ao <strong>Ciência Hoje</strong>.</span><span style="color: #000000;">Segundo o administrador da FLAD, parte do desafio para as nações dos oceanos é concertar todos os esforços para se focarem em questões críticas:<strong> “como, por exemplo, planear estrategicamente utilizando metodologias comuns como a Marine Spacial Planning ou Áreas Marinhas Protegidas; medir as mudanças nos ecossistemas oceânicos e determinar as causas; alcançar um consenso em relação aos indicadores que medem essas mudanças; utilizar um conjunto de indicadores comuns para fazer recomendações junto dos decisores políticos de topo; e finalmente, educar as pessoas a desempenhar um papel de interesse nestas matérias”</strong>, diz o responsável.</span><span style="color: #000000;">A sustentabilidade dos oceanos é fundamental para o desenvolvimento sustentável.<strong> “Se não alcançarmos uma gestão equilibrada dos oceanos, uma gestão baseada nos ecossistemas, evitar práticas destrutivas do solo oceânico e conseguir obter um comportamento voluntário de boas práticas pelos pescadores e embarcações e respeito pelos habitats costeiros, estaremos totalmente perdidos e o planeta perderá os seus recursos marítimos”</strong>, alerta.</span><span style="color: #000000;">Para reforçar a cooperação transatlântica, o responsável afirma que <strong>“os Açores podem ser um líder global nesse processo pois têm recursos muito valiosos e capacidades de investigação”</strong>.</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>[singlepic id=590 w=320 h=240 float=left]</em></strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Limites de utilização</strong></span></div>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="color: #000000;">Frederico Cardigos, director regional dos Assuntos do Mar, avança que nos próximos passos a tomar para reforçar o posicionamento geoestratégico de Portugal e dos Açores é essencial que todos expressem os seus pontos de vista técnicos e estratégicos para que se possa implementar um conjunto de regras</span><span style="color: #000000;"><strong> “tão consensuais quanto possível”</strong>. <strong>“O estabelecimento do Parque Marinho dos Açores, que define quais são as áreas mais sensíveis e que limites de utilização lhes estão associadas, é já um passo muito significativo e demonstrativo desse futuro</strong>”, afirma.</span><span style="color: #000000;">Não se pode explorar um determinado recurso biológico até à exaustão apenas porque dará algum emprego temporário e recursos económicos. <strong>“Essa hipótese já foi colocada nos Açores em relação à pescaria de profundidade do peixe-relógio com redes de arrasto. Como não era sustentável, optou-se por não o fazer”</strong>, exemplifica o responsável.</span><span style="color: #000000;">Assim, nesta reunião <strong>“ficou decidido que os técnicos e cientistas que fazem parte deste grupo se disponibilizarão para acompanhar a elaboração do Plano de Ordenamento do Espaço Marítimo dos Açores”</strong>, garante Frederico Cardigos.</span><span style="color: #000000;"><strong>Conhecer os ecossistemas</strong></span><span style="color: #000000;">De acordo com Emanuel Gonçalves, professor do ISPA-IU, vamos assistir nas próximas décadas à ocupação do espaço marítimo por um conjunto de novas actividades bem como a <strong>“alterações profundas”</strong> nas actividades tradicionais (pescas e transportes marítimos).</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O responsável refere que o oceano continua ainda hoje <strong>“largamente desconhecido” </strong>e interessa <strong>“avançar rapidamente no conhecimento dos ecossistemas marinhos” </strong>para que se possa <strong>&#8220;gerir melhor&#8221;</strong> as actividades crescentes para os usos do mar. <strong>“O oceano profundo é um bom exemplo desse desconhecimento mas existem hoje grandes interesses económicos que começam a olhar para a vastidão do oceano como um recurso a explorar nos domínios dos minerais, hidrocarbonetos, biotecnologia, energia das ondas, correntes e marés, extracção de inertes, etc.”</strong>, exemplifica.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A <strong>“implementação da directiva quadro estratégia marinha e a extensão da Rede Natura 2000 ao meio marinho, em conjunto com um correcto planeamento e ordenamento espacial das actividades, são processos chave”</strong> para alcançar o desenvolvimento sustentável, conclui Emanuel Gonçalves.</span></p>
</div>
<div>Fonte: <a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52164&amp;op=all">Ciência Hoje</a></div>
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