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Islândia: Gestão sustentável das pescas permite que stocks de bacalhau atinjam máximo dos últimos 30 anos
A gestão sustentável das pescas na Islândia permitiu que os stocks de bacalhau tenham, este ano, atingido o valor máximo registado desde 1985. A limitação das capturas e de áreas de pescas e as restrições nas artes de pescas permitidas são algumas das medidas implementadas no âmbito da política de pescas responsável adotada pelas autoridades islandesas que tem permitido a recuperação das populações de bacalhau desde 2007.
Um comunicado de imprensa revela que, este ano, o limite das capturas de bacalhau (Gadus morhua) nas águas islandesas é de 239 mil toneladas, mais 29 mil toneladas do que em 2014. Este incremento é significativo tendo em conta que o bacalhau lidera as exportações de pescado que, globalmente, representam 41% das exportações da nação insular do Norte da Europa, onde o sector das pescas é o segundo com maior peso na economia.
E a diretora do departamento Food – Fisheries and Agriculture da Promote Iceland acredita que “a recuperação dos stocks de bacalhau vai continuar”, a julgar pelos indicadores com base nos quais são definidos os limites das capturas, resultado de extensa investigação.
A Espanha, Reino Unido França e Portugal são os principais importadores de bacalhau da Islândia que também exporta outras espécies como a Arinca (Melanogrammus aeglefinus), o Badejo (Pollachius virens) e o Cantarilho (Sebastes norvegicus). Todas são abrangidas pela certificação Iceland Responsible Fisheries criada com base nos critérios da FAO – Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e que foi atribuída pela primeira vez ao bacalhau, em 2010.
Fonte: Naturlink







