-
Procissão e Cortejo Náutico Nossa Sra da Guia na cidade da Horta - 30 de July, 2024
-
Fecho da quota de pesca de Atum-Patudo - 8 de May, 2024
-
Aviso de fecho da quota de bycatch de Atum Rabilho - 8 de May, 2024
-
Capturas acessórias de atum patudo - 26 de April, 2024
-
Restrições ao exercício da pesca dirigida ao atum-patudo - 26 de April, 2024
-
Fecho da quota de Atum Rabilho - 18 de April, 2024
-
Pescadores dos Açores estão preocupados com novas áreas marinhas protegidas e pedem revisão - 31 de August, 2023
-
Semana do Mar 2023: Cortejo Náutico Nossa Senhora da Guia - 4 de August, 2023
-
Fecho da quota do Espadarte - 7 de June, 2023
-
Fecho da pesca de Atum Patudo - 2 de June, 2023
Terminal de Cruzeiros de Lisboa finalista do Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia
O projeto do arquiteto português João Luís Carrilho da Graça, é um dos 40 finalistas. O prémio, no valor de 60 mil euros, é considerado de maior prestígio na área da arquitetura.
O projeto do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, da autoria do arquiteto português João Luís Carrilho da Graça, é um dos 40 finalistas do Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia Mies van der Rohe, anunciou a organização esta quarta-feira.
Também o projeto do edifício do Centro Arvo Pärt, em Talin, na Estónia, liderado pela arquiteta portuguesa Alexandra Sobral, do ateliê espanhol Nieto Sobejano Arquitetos, se encontra entre os finalistas.
Em comunicado, a Comissão Europeia e a Fundação Mies van der Rohe, que atribuem o galardão, anunciaram os 40 finalistas selecionados por um júri composto por Dorte Mandrup, George Arbid, Angelika Fitz, Ştefan Ghenciulescu, Kamiel Klaasse, María Langarita e Frank McDonald.
Inicialmente estavam nomeados 383 projetos para os mais importantes prémios mundiais de arquitetura, dos quais 17 eram portugueses.
O projeto de Carrilho da Graça é a única infraestrutura nomeada, estando perante candidatos como a praça Skanderberg, em Tirana, na Albânia, que juntou arquitetos de três países na sua autoria, ou a Casa da Música de Innsbruck, na Áustria, a Desert City, em Madrid, e o Museu de Artes de Nantes, em França.
O prémio, no valor de 60 mil euros, instituído em 1987 pela Comissão Europeia e pela Fundação Mies van der Rohe, com sede em Barcelona, é considerado um dos galardões de maior prestígio na área da arquitetura.
É bienal e distingue projetos de arquitetura construídos nos dois anos que precedem a sua atribuição. Também entrega um prémio de 20 mil euros a arquitetos no início de carreira.
O prémio toma o nome do arquiteto de origem alemã Mies van der Rohe, que dirigiu a escola Bauhaus, fundada há cem anos, na Alemanha, e que se fixou nos Estados Unidos depois da tomada do poder pelas forças nazis, na Alemanha, em 1933.
O projeto do arquiteto português Álvaro Siza Vieira para o antigo Banco Borges e Irmão, em Vila do Conde, foi o distinguido na primeira edição do prémio, em 1988.
Fonte: Observador







