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DOP propõe redução do esforço de pesca para o goraz

DOP propõe redução do esforço de pesca para o goraz

O diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, Hélder Silva, alertou para a necessidade se reduzir em cerca de um terço o esforço de pesca do goraz sugerindo, em simultâneo, que esta é uma das espécies que a Região deveria produzir em regime de aquacultura.

Hélder Silva, que falava na abertura do seminário “Valorização do Pescado dos Açores”, em Ponta Delgada, recordou que a captura do goraz nos Açores está sujeita a uma quota comunitária máxima de 1.100 toneladas por ano, mas que ainda assim será necessário diminuir o esforço de pesca para proteger os stocks. Ver vídeo aqui

Fonte: Açoriano Oriental

25 Comentários neste artigo

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    Aurora

    Que bem ver os pescadores a trocar ideias, mas ficarei muito feliz quando deixarem de olhar para o lado a fazerem acusasões uns aos outros, é por causa destas mentalidades antigas que os pescadores não se governam melhor.

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    Xaréu

    Sabiam que os “tais Barcos” deram um saltinho lá fora (e a gente a julgar que eles não voltavam mais por falta de rentabilidade…) aproveitar cota da sarda?Foram ajudar a “limpar” a cota (mais de 20 ton. dia) e já regressaram (depois de estourada a dita cota).Um deles está, esteve, encostado na doca só tem três ton. de goraz GRANDE e aí umas duas ton. de cherne (tudo tamanho legal)e daqui a dias a Sub-Secretaria das Pescas reune com as Associações com vista à liberalização da cota do goraz….e quem serão os grandes beneficiados? YES:esses mesmos!!! Os grandes…

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    Xaréu

    GOSTEI!

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    ainda pasmado

    desculpe mas o meu comentario foi como anonimo há aqui ideias tão confuzas.ando a ficar tão baralhado que nem vi que estava anonimo………….

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    PEREIRA

    É SEM DUVIDA O AUGE DESTE SITE, OS COMENTÁRIOS SÃO CLARAMENTE BASTANTE INTERESSANTES.

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    Anónimo

    só uma ideia que pode ser parva para muitos, um comentario não passa disso.comenta-se que fulano largava palangre e agora pesca há linha de mão.pois não sei se os senhores se recordão que no ano de 1985,nestas epucas avia muitos barcos de palangre no faial.meus senhores eu lhos digo se ainda hoje estes barcos não tivecem passado para a linha de mão e outros que foram vendidos para outras ilhas.diguvos que estavamos como SÂO Miguel,sem pexe ,lá não se pesca muito há linha é tudo palangre por isso a linha de mão não é tão destruidora como o palangre. bom dia para os senhores que qui comentão

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    Antes de mais, apesar de ser nítido que o CEGUINHO não necessita de GUIA, eu modestamente ofereço-lhe os meus préstimos.
    Já agora gostaria de falar um pouco de pesca ilegal.
    A pesca pode ser considerada ilegal por diversos factores nomeadamente por serem feitas capturas quando essa espécie esta protegida, por capturas de tamanhos inferiores ao estabelecido, por falta de documentação da embarcação, por pesca em zona protegida, por pesca em zona que a embarcação não tem autonomia legal para lá estar, etc etc.
    Curiosamente há situações que para uns é ilegal e para outros não o é, e eu vou dar dois exemplos:
    1º – Há uns meses um barco com matrícula de S. Miguel atracou na Horta para fazer a sua descarga de pescado e a sua captura entre outras espécies era cerca de 25 caixas do chamado “peixe branco”. Por categorias dessas 25 caixas de 15 a 17 eram de peixão pequeno sendo as restantes de peixão médio, peixão grande e goraz. Como é sabido por todos o peixão pequeno só pode ser capturado como captura acessória e esta não pode exceder 10% da captura. Neste caso a captura acessória era de 60 a 70%.
    Curiosamente durante a descarga a Inspecção Regional das Pescas esteve presente certamente verificando a documentação da embarcação e a captura e não viu nenhuma infracção. Não é de pasmar?
    Mas a história não fica por aqui, porque essa descarga foi feita num dia à tarde e o pescado só foi a leilão na manhã seguinte e curiosamente todo o peixão pequeno de um dia para o outro foi transformado em peixão médio. E esta hein?
    2º – O ano passado estavam diversos barcos a pescar numa zona ultimamente muito concorrida que fica a 50 e poucas milhas sendo a zona mais próxima a ponta dos Capelinhos. Estas embarcações foram abordadas pela autoridade competente e atendendo que estavam a mais de 50 milhas foi-lhes dadas ordens para regressar ao porto e foi-lhes aplicadas coimas pela infracção.
    Curiosamente nesse mesmo dia uma embarcação que também estava nessa zona mas a cerca de 70 milhas a autoridade competente não a mandou regressar ao porto.
    Será que esta descriminação positiva se deve ao facto desta embarcação ser de um conhecido pescador viajante?
    Como se pode verificar dos exemplos citados a ilegalidade só é considerada para alguns.
    Já agora e continuando a falar deste pescador viajante, este cavalheiro, agora é um acérrimo defensor de mandar para fora das 100 milhas os palangreiros. É pena que não tenha tido a mesma opinião quando teve barcos de palangre.
    Há pessoas que devido à falta de visão não conseguem ver mais que o seu umbigo, mas este pescador viajante tem boa visão o problema dele é que tem um umbigo tão grande, mas tão grande que lhe tapa a linha do horizonte e por esse facto só vê o seu grande umbigo.
    Um pescador confidenciou-me esta situação que seguidamente vou citar para exemplificar o carácter deste pescador viajante:
    Há cerca de 2 anos em pleno verão em determinada altura houve falta de gelo. Este senhor armou um sarrabulho e saiu-lhe pela boca fora o seguinte: “eu não quero saber se há gelo para os outros porque para mim tem que haver!”. É preciso ter lata!

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    Marinheiro

    Agora sim! Temos conversa como deve ser! Eu apoio quase tudo que acima está escrito, principalmente por ser perceber que são ideias pensadas e não só tolices da boca para fora. Concordo em parte com o sr. Alien e com o Sr. Ceguinho, mas tenho a dizer que a aquacultura não é um bicho papão que vai levar todos para a ruína, existem fundos europeus que estão a ser sugados, porque ninguém liga a este sector.Há por ai uma fabricas de atum desactivadas que dariam trabalho a muita gente. è uma questão que foi debatida mas os senhores das associações e os tolos do governo mataram a ideia á partida.

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    rato da doca

    este ceguinho só de nome de resto nao tem nada de ceguinho
    muito bem visto ++++++++++

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    Ceguinho

    Depois de ler atentamente o pensamento do senhor ALIEN, chego à conclusão que este no mínimo é um excelente IDIOTA. É idiota porque tem muitas ideias para resolver os problemas do sector das pescas.
    O problema da falta de goraz resolve-se com a aquacultura?
    Muito bem vamos transformar os pescadores em aquacultores e os barcos em viveiros?
    Pelo que deduzo, do palavreado deste senhor, também acha desnecessária a investigação feita na região. Devo dizer-lhe que nunca vi em lado algum nenhum sector desenvolver-se e modernizar-se sem suporte da investigação.
    O senhor ALIEN fala em palangreiros e em barcos de linha de mão.
    Quem será que é mais destruidor?
    O senhor faz ideia de quantos anzóis lança ao mar diariamente um palangreiro?
    O senhor faz ideia de quantos anzóis lança ao mar diariamente um barco com linhas de mão?
    Seria interessante alguém fazer um estudo para verificar qual o impacto nos recursos efectuado pela frota de palangreiros e pela frota dos linha de mão.
    Eu acredito que no goraz, cherne e pargo, falando nas espécies de maior valor comercial, eventualmente a frota de linha de mão também tem impacto nos recursos, mas vamos falar noutras espécies como o congro, a abrótea, o boca negra, o cântaro e outras mais, a responsabilidade do débil estado dos recursos é da responsabilidade dos barcos de linha de mão?
    O senhor ALIEN fala dos espanhóis e pelas suas palavras estes são uns santos cumpridores da lei. Francamente, se o diz convictamente o senhor além de IDIOTA (homem cheio de ideias) também é um SANTINHO.
    Por acaso o senhor sabe qual foi a maior apreensão de pescado no porto da Horta, de que barco era e que espécie de pescado?
    Este teve azar porque senão fizesse escala na Horta e fosse directamente para Espanha como os outros, não tinha sido apanhado.
    Para finalizar e deixar em paz o senhor ALIEN, também gostava de dizer ao senhor EUROPEU que a captura de goraz juvenil efectivamente está proibida, mas ainda o verão passado tantos barcos aportaram na Horta com as tinas cheias de goraz juvenil.
    O senhor EUROPEU não viu? Eu que sou ceguinho vi.
    Onde está a fiscalização?
    Este verão vai haver novamente safra e vamos ver se a situação se repete!

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    rato da doca

    senhor pereira e mesmo eleminado que eu quis dizer . iluminados ja e muitos a comentar hehehehehehehehehehehehehe

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    PEREIRA

    ELEMINADO…HEHEHHE….ENTÃO ESTE NÃO FALA MAIS……..HEHEHEHE…SE CALHAR QUIS DIZER ILUMINADO,….HEHEHEHE

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    rato da doca

    mais um eleminado ….

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    Uepá isto é que é, atira pa cá, atira pa lá…Em tempos, em conversa com um pescador que referiu que o porto da horta era um mar vermelho de tanto carapau que lá andava…porque não pagar a gente do mar (um ou dois), (em vez de arranjar tachos e panelas) para apanhar o carapau traze-lo para terra vivinho e po lo em viveiros assegurando a sua sobrevivência até aquela altura que não interessa a ninguém…criar sítios para isso, por exemplo usando uns sítios/uns tanques como que estão nas instalações dos portos dos açores ou na casinha do OMA ou utilizando mesmo a baia d Porto Pim /porto da horta (Publico) em vez destas instalações publicas serem usadas para projetos privados de tubarões voadores e afins, em vez de fazer arrastos a apanhar e matar peixe para fins cientificos, para saber o que lá anda…ah esqueci me isso dá trabalho, não dá dinheiro a ninguém, não é rentável e é algo demasiado inovador…logo não há interesse de privados, podem sempre alegar que são migalhas, mas de migalha em migalha a galinha enche o papo.Mais ideias (sim sou um idiota)…porque não fazer rotatividade da protecção dos montes submarinos, porque não reduzir o esforço de pesca incentivando a pesca dos covos pó salmonete, o camarão, o polvo, porque não instalar AIS em todas as embarcações de pesca, porque não usar os barcos de pesca para estudos em vez de ter mais um a largar anzóis, porque não desenvolver a aquacultura offshore, pós rabilhos tal como no Algarve, porque não colocar restos de peixe em locais estratégicos para aumentar a RENDIBILIDADE dos oceanos, porque não ilegalizar o uso do anzol numero 8, porque não efetuar a transformação do peixe em terra aumentando seu valor, porque não procurar mercados que paguem melhor pelo peixe dos Açores, porque não isto ou aquilo, porque não terem mais respeito pelo peixe, vosso sustento…porque é que eu sou tão idiota e pensar que a raça humana pode pensar no global e no peixe, em vez de só de pensarem nos seus próprios interesses pessoais.O melhor são aqueles que dizem os outros, quando eles proprios já fizeram já foram…quantos marinheiros do palangre de antigamente são hoje mestres de linhas de mão!?e quantos destes pescam onde não podem,trazem peixe ilegal abaixo da medida para terra!? Onde antes havia um palangre agora existem quatro linhas de mão, mas a culpa só é dos espanhóis…digo mais, os espanhóis tÊm régua a bordo e cumprem escrupulosamente as regras impostas enquanto os tugas tudo que vem ao anzol é peixe e se puderem ganhar mais algum é que nem pensam…triste muito triste…ah têm desculpa que a culpa é dos politicos e das politicas, pois então eu digo. DEDIQUEM-SE Á POLÍTICA E DEIXEM O PEIXE EM PAZ

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    ainda pasmado

    Sr. europeu pode ter alguma razã0.mas digame,se estes barcos continuarem na região dá na mesma porque se os mandarem embora voce diz que os espanhois não comprão o pescado dos açorianos.e digo agora eu,se eles ficarem brevemente não vai ter peixe para vender aos espanhois.uma coisa é serta meus senhores estes 4 barcos deveriam pescar fora das 100 milhas,pois para quem tem os olhos bem abertos ve que estes 4 barcos apanhão mais peixe que touda a frota açoriana por ano….

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      Europeu

      ainda pasmado, toda a razão, concordo plenamente consigo. mas não esquecer quem autorizou a construção do Ilha de Santa Maria (Srº Hélder) quem autorizou o licenciamento do Lajes do Pico é preciso dizer? o Bobicha quando foi construído já era com o propósito de ser polivalente mas só exerce com palangre de fundo.
      quanto ao Iris do Mar só para palangre de fundo para não falar do Cidade Celestial que neste momento só pesca pelágicos Espadarte Etc.
      Julgo que seria muito mais rentável para a Região para as pescas se estes fossem abatidos ou um acordo para não pescarem na Região lhes pagando o justo, porque foi-lhes dado esse direito de trabalharem como trabalhão julgo que de forma (não pensando nas consequências a curto ou longo prazo).

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    Xaréu

    E quem iria “CULTIVAR” o goraz em cativeiro…?? Os Meus Senhores ? E os pescadores ficavam a xuxar no dedo? Ficarão de certeza!Veja-se o que aconteceu por exemplo com a actividade maritimo-turistica; alguém responsável perguntou aos Pescadores jovens se estavam interessados em frequentar o curso (muito badalado) reconvertendo assim a sua actividade profissional e contribuindo assim para a diminuição do esforço de pesca? Aos comentários atrás descritos, nesta página,OBJECTIVOS e INTELIGENTES (continuem assim), gostaria de acrescentar que para reduzir o esforço de pesca no que diz respeito ao goraz,não é preciso diminuir a cota atribuida a Portugal, nem deve, basta não haver liberalização da cota.Todos sabem a quem serve a dita.Por isso não gostei do sr. Silva fazer comentarios redutores da nossa cota de goraz atribuida a Portugal (nunca gostei de lambe-botas nem de vendilhões da Pátria)

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    Marinheiro

    Uepá que finalmente se fala do que é importante. Então digam-me lá meus senhores se:
    1-tirar os espanhóis daqui para fora não é reduzir o esforço de pesca;
    2-proibir o palangre na costa ou onde quer que seja, não é reduzir o esforço;
    3-se pescar com cabeça, apenas trazendo o que dá dinheiro e deixar a criação para trás não é reduzir o esforço;
    4-se a politica de reduzir a frota que TODA a gente tem apoiado, votado em e mamado a partir de, não é reduzir o esforço.
    Fico espantado, não com as opiniões, porque cada um tem a sua, mas porque afinal um até um ceguinho consegue ver o que os outros por vezes com tantas e boas certezas, agora dão para desconversar.
    Isto meus senhores chama-se é fugir com o rabo à seringa (que desta vez não cheira a subsidio), então primeiro se o homem era director e não fez nada, talvez a culpa seja do governo que ainda lá está (e era o patrão do homem) e continua a não fazer nada.
    A verdade e toda a gente sabe é que o barco tá a ir ao fundo, que há anzóis a mais na água, que a perda de qualidade e euros é uma vergonha, que os negócios que o governo faz para supostamente levar isto a bom porto é dinheiro jogado à rua, que o presidente da federação (não tenho nada contra o homem) é uma vergonha em termos de ideias, discurso e comunicação, que não há ninguém que queira dar a voz como deve ser pelos pescadores. A verdade é que todos vocês sabem que o Silva agora falou bem, talvez bem demais.
    Gostaria de ver esse debate, ó se gostava, pode ser que dê, não é ano de eleições?

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      Europeu

      Concordo plenamente consigo até que enfim (finalmente).
      Tirar Espanhóis daqui para fora, mas quais? aqueles que o tratado de masthris diz que na U.E. é livre para circulação de pessoas mercadorias e bens?.
      O que seria se mandassem de volta para os Açores todos os nossos emigrante espalhados por todo o Mundo (Estados Unidos, Canadá, Bermudas etc.).
      Ou o que seria de nós Açorianos, se os Espanhóis dissessem aos exportadores da Região, daqui para fora porque só vamos vender o nosso pescado, o vosso fiquem lá com ele.
      Proibir o palangre na costa ou onde quer que seja é reduzir esforço de pesca é sim-senhor; mas também é reduzir esforço de pesca se proibirmos as linhas de mão, certo!. Ou vossa exª. é daqueles que venha a nós (mim) o vosso reino, ou o que vem à rede é peixe.
      Redução do esforço de pesca é falar de uma coisa que vossa exª. aqui não mencionou, não sei se de propósito é a redução da captura dos juvenis do goras que é utilizado para isco, redução não; porque esta está proibida por Portaria isso sim seria reduzir o esforço de pesca.
      Quanto ao ponto 3 é duma insatatés que só se aplicaria se todos os marinheiros mestres armadores estivessem outra profissão por exemplo deputado!.
      Quanto ao seu ponto 4 inteiramente de acordo.

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    Ceguinho

    Há quem diga que só os “BURROS” é que não mudam de opinião, logo a mudança do senhor Helder Silva demonstra que afinal ele não é tão “BURRO” como querem intitular.
    É pena que a sua mudança de opinião não tenha sido mais cedo, principalmente quando tinha um papel determinante e activo na politica de pescas da região. Mas como diz o povo, antes tarde do que nunca.
    A RTP Açores por vezes costuma fazer debates sobre assuntos de interesse para a região. Atendendo que a pescaria do goraz é de importância vital, eu, apesar de ceguinho, gostava de ver um debate entre o senhor Helder Silva, o senhor Marcelo Pampelona e o mais alto representante do associativismo das pescas que se não me engano chamam-lhe Presidente da Federação das Pescas.
    Eu gostava de ver se este senhor (Presidente da Federação das Pescas) continua a ter a mesma opinião que demonstrou quando no Hotel Canal se debatia resultados do fecho do Baixo do Condor, a conversa na altura entre investigadores do DOP e pescadores presentes descambou para o estado do stock do goraz e perante a preocupação dos pescadores, este senhor entendeu que se devia continuar a capturar goraz juvenil para isco para apanhar bonito, bicudas, encharéus etc etc, e dizia o mesmo senhor que os pescadores tinham a mania de dar muita importância ao goraz, mas na sua opinião esta espécie tem tanta importância como as outra.
    Com gente desta a influenciar a politica de pescas da região, isto tem mesmo que rebentar, até um “ceguinho” o vê.

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      Europeu

      Ò olhos vendados, (Ceguinho) de burro ele não tem nada veja-se o tacho que lhe arranjaram, ele não foi ocupar o lugar que tinha anteriormente antes de ir para a política foi: upa, upa, upa, esperto lá ele é.
      Quanto ao presidente da federação das pescas se for para fazer a triste figura que fez aquando do programa Estado da Região com o Jornalista Osvaldo Cabral mais vale não apanhar o avião.

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    desNORTE

    o que adianta propor com base em palpites e opiniões de senhores emprenhados até ouvidos…donos e senhores da razão, eu gosto é daqueles selectivos e que querem é aparecer on TV e speak “inglish” pa gente ouvir. Façam um trabalho serio e competente e deixem gastar milhões dos contribuintes…e sobretudo trabalhem com alegria, mas não usem trabalho para brincar e satisfazer vontades próprias, se fossem sérios, humildes e trabalhadores dariam muito há região…a inteligência não é desculpa para tanta arrogância e prepotência…e deixem-se de “m…..” e ponham as mãos at work…a quem precise de trabalhar para sobreviver.

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    José Pereira

    Senhor PEREIRA, Digo mais enquanto foi político os recursos estavam na maior, os recursos estavam estáveis, dito de outra forma não havia sobre exploração.
    Agora que desceu às origens sabe-se lá porque, já é preciso reduzir o esforço de pesca, apetecia-me dizer mais algumas coisas mas fico por aqui, mas concordo consigo é que há cada uma Fenix.

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    PEREIRA

    OLHA….O HELDER SILVA……………………HEHEHE,……O HOMEM DISSE ALGUMA COISA, HEHEHEHE, É PENA QUE NÃO TENHA DITO ISTO À 12 ANOS ATRÁS QUANDO ERA DIRETOR REGIONAL DAS PESCAS E ANDAVA SOMENTE A MAMAR NO GOVERNO….É QUE HÁ CADA UMA….FONIX

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    rato da doca

    isso agora e tarde demais

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