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Primeiro parque eólico flutuante vai nascer ao largo da Escócia
O primeiro parque eólico flutuante vai nascer ao largo da Escócia, noticia o Gizmag. O parque piloto Hywind, que se espera que entre em funcionamento daqui a dois anos, resulta de um acordo entre o governo escocês e a companhia norueguesa Statoil e, com os seus 30 megawatts de potência, produzirá energia suficiente para suprir as necessidades de 20.000 lares.
Os parque eólicos localizados longe da costa apresentam várias vantagens porque permitem aproveitar ventos “mais fortes e consistentes”, têm um reduzido impacto visual para os habitantes das zonas costeiras e interferem menos com a pesca e a navegação, explica a notícia.
No entanto, a utilização de aerogeradores fixos no fundo marinho só é possível até determinada profundidade. Com os parques eólicos flutuantes, a questão da profundidade deixa de ser limitante.
A iniciativa pioneira da Statoil pretende provar que é possível expandir o aproveitamento da energia eólica offshore recorrendo a parques eólicos flutuantes: “O nosso objetivo com o parque piloto Hywind é demonstrar a viabilidade de futuros parques eólicos flutuantes comerciais “utility-scale”, afirma Irene Rummelhoff, vice-presidente de New Energy Solutions da Statoil, citada numa noticia publicada no sítio web da empresa.
A localização do inovador parque eólico não é fruto do acaso. O Gizmag explica que, em 2/3 do mar do Norte, a profundidade varia entre 49 metros e 220 metros, sendo por isso reduzida a área onde podem ser implantados parque eólicos fixos, cuja profundidade ótima varia entre os 20 metros e os 50 metros, sendo o teto de 80 metros. Por outro lado, com uma velocidade de 19 nós, os ventos ao largo da Escócia constituem um recurso que vale a pena explorar.
“Estamos muito satisfeitos por desenvolvermos este projeto na Escócia, numa região com recursos eólicos abundantes e uma cadeia de fornecimento experiente em termos de petróleo e gás”, diz a dirigente já citada.
Assim, o Hywind vai ser erguido a 25 quilómetros do nordeste da Escócia, próximo de Peterhead, a uma profundidade de 95-120 metros e os seus cinco aerogeradores ocuparão uma área de, aproximadamente, quatro quilómetros quadrados. Cada um terá uma potência de 6 megawatts, sendo a tecnologia implementada fruto de seis anos de trabalho com um protótipo de 2,3 megawatts na Noruega.
Fonte: Naturlink