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Centro de Defesa do Atlântico instalado na ilha Terceira

Centro de Defesa do Atlântico instalado na ilha Terceira

O Presidente do Governo afirmou hoje que a decisão de instalar nas Lajes o Centro de Defesa do Atlântico valoriza a ilha Terceira, em especial, e os Açores, em geral, correspondendo também ao cumprimento do compromisso assumido pelo Governo da República de procurar novas valências e funcionalidades para a base.

“Esta é uma decisão que valoriza a ilha Terceira e valoriza os Açores”, afirmou Vasco Cordeiro aos jornalistas, após ter recebido o Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, que anunciou hoje que já estão escolhidas as infraestruturas, na Base das Lajes, que vão acolher este novo centro.

“Este assunto é verdadeiramente importante naquela que é uma abordagem nova ao papel que as Lajes, a ilha Terceira e os Açores podem assumir”, também do ponto de vista da relevância do posicionamento estratégico dos Açores para o país, referiu o Presidente do Governo.

Segundo disse, a concretização deste projeto traduz, também, o cumprimento de um compromisso assumido pelo Primeiro-Ministro quando, em 2016, visitou a Região Autónoma dos Açores.

Recorde-se que, no âmbito da Declaração Final que foi assinada pelos dois Executivos, consta uma referência ao Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira (PREIT), nomeadamente ao nível da procura de novas funcionalidades para a Base das Lajes.

“O facto de hoje já nos encontrarmos numa fase em que, mais do que reflexões sobre aquilo que pode e deve ser o Centro de Defesa do Atlântico, se está a definir a sua localização específica, é um dado bastante relevante e significativo quanto ao grau de cumprimento que este assunto vai assumindo pelo Governo da República”, destacou o Presidente do Governo.

De acordo com Vasco Cordeiro, o Governo dos Açores tem sido envolvido desde o início, quando se começou a falar deste processo, que está ao nível do Conselho de Ministros e sobre o qual o Executivo regional se pronunciará formalmente.

“Há um dado histórico que é relevante. Embora com um figurino diferente, em 2014, surgiu uma primeira referência a um centro de segurança marítima para o Golfo da Guiné e, na altura, o Governo dos Açores teve a oportunidade de propor que ficasse instalado na Terceira. A resposta de então foi não”, recordou o Presidente do Governo.

Fonte: GaCS

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