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Constituído o grupo de trabalho para o acompanhamento da candidatura da classificação das Fajãs de S. Jorge a Reserva da Biosfera pela UNESCO

Constituído o grupo de trabalho para o acompanhamento da candidatura da classificação das Fajãs de S. Jorge a Reserva da Biosfera pela UNESCO

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente revelou hoje, na Horta, que o grupo de trabalho que foi constituído para o acompanhamento da candidatura da classificação das Fajãs de S. Jorge a Reserva da Biosfera pela UNESCO integra os presidentes das câmaras municipais e vários representantes da sociedade desta ilha.

Luís Neto Viveiros, numa intervenção na Assembleia Legislativa, adiantou que, além dos autarcas das Velas e da Calheta, este grupo é também composto “pelos presidentes das associações agrícolas de S. Jorge, pelo presidente da Associação de Pescadores, pelo Núcleo Empresarial de S. Jorge e pelo diretor do Serviço de Ambiente”.

Num debate sobre um projeto de resolução para o desenvolvimento de um Plano Integrado do Desenvolvimento das Fajãs de S. Jorge, sobre o qual se congratulou pelo consenso alcançado em comissão, Luís Neto Viveiros frisou que esta candidatura contribuirá para “consolidar” o projeto proposto.

O objetivo, segundo o Secretário Regional, é que a candidatura “fique concluída no mês de setembro, já com o processo de consulta pública que lhe é inerente”.

O titular da pasta do Ambiente anunciou ainda que o Governo dos Açores vai participar, entre 24 e 26 de março, em Malta, na V Conferência da Rede Mundial de Reservas da Biosfera em Ilhas e Zonas Costeiras.

Segundo Luís Neto Viveiros, este fórum “especialmente dedicado aos Açores e às Fajãs de S. Jorge”, constituirá uma oportunidade para “recolher apoios internacionais” à candidatura açoriana.

O Secretário Regional, que salientou o “apoio incondicional” dado pelos municípios e por “todas as forças vivas” da ilha, frisou que o sucesso desta candidatura trará “mais-valias” a S. Jorge, em diversos níveis.

Nesse sentido, exemplificou que os produtos locais poderão usar “uma marca desse galardão” e a ilha de S. Jorge terá “uma exposição completamente diferente da que tem hoje”, permitindo que “venham mais pessoas” e um “maior comércio dos seus produtos”.

Fonte: GaCS

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