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Iodo o nutriente esquecido que é decisivo na escola e na vida
A Direcção-Geral da Saúde (DGS) lançou um pequeno livro em que explicita quais são as quantidades diárias recomendadas de iodo e as melhores formas de as obter. Comer mais peixe e produtos do mar e consumir sal iodado em vez do sal comum são as melhores soluções para combater as carências deste elemento, explicam os autores da publicação Iodo – Importância para a Saúde e o Papel da Alimentação.
Em Portugal, apesar de os dados disponíveis ainda serem escassos, são suficientes “para despertarem preocupação, uma vez que apontam para uma carência em iodo muito expressiva e generalizada ao longo do país e ilhas”, defendem os autores do Livro. Um estudo divulgado em 2010 (com uma amostra de 3631 grávidas em 17 maternidades do interior, litoral e regiões autónomas) permitiu perceber a real dimensão do problema: 83% das mulheres tinham valores de iodo inferiores aos recomendados.
Fonte: Fileira do Pescado
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Através de trabalhos científicos recentes constatámos que um número significativo de crianças portuguesas e a maioria das mulheres grávidas no nosso país não ingeriam o iodo suficiente.
A deficiência de iodo grave na mãe tem sido associada a malformação congénita e partos prematuros e na criança a atraso mental. Para prevenir esta situação é necessário um trabalho profundo a curto e médio prazo e muita informação para a população.
Neste sentido o publicamos este livro que esperamos ser útil para todos, pais, educadores, produtores de alimentos, responsáveis escolares, profissionais de saúde e decisores políticos.
Fonte: Direcção-Geral da Saúde







