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“Governo da República tem desvalorizado mar com prejuízo para os Açores e para o DOP”, considerou Carlos César

“Governo da República tem desvalorizado mar com prejuízo para os Açores e para o DOP”, considerou Carlos César

O cabeça de lista do PS/Açores às próximas eleições legislativas afirmou esta terça-feira que a Região tem sido prejudicada pela desvalorização que o Governo da República, da coligação PSD e CDS/PP, tem feito da área do mar. Para Carlos César é necessário inverter esta tendência, não só investindo nesta área mas associando também os Açores aos “direitos de participação, cogestão, informação e aos benefícios decorrentes do mar”.

O candidato socialista visitou, na ilha do Faial, o Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP), instituição que no seu entender também foi penalizada pelo atual Governo da República.

Para Carlos César, os Açores têm necessariamente de estar associados “àquilo que são os seus direitos legítimos como parte geradora da grande área de mar que pode ficar sob jurisdição portuguesa”, sendo “fundamental terminar com esta prática de ocultação que este Governo da República está a fazer dos negócios que faz, por trás da cortina, sobre o mar dos Açores”.

Nesta visita ao DOP, o candidato socialista salientou também a diminuição de apoios que esta instituição tem registado, lembrando que “há quatro anos, a Fundação da Ciência e Tecnologia apoiava esta instituição em mais do dobro do que hoje apoia. E isso não deixa de ter consequências no trabalho que aqui se desenvolve e na valorização deste centro científico”.

O socialista recordou que, ao longo dos anos, foram os governos do PS aqueles que “mais têm ajudado a Região”, exemplificando com o “caso do sismo de 1998 no Faial e com a resposta que o Governo, então socialista, deu”.

“Essa foi uma catástrofe que teve uma dimensão elevada, que abrangeu e afetou negativamente mais de 3200 famílias e implicou um investimento de mais de 250 ME, mas que foi apoiada pelos governos do PS; quando o PSD chegou ao poder na República, a primeira coisa vez foi retirar a transferência que estava prevista nesse ano de 20 milhões de euros e impedir-nos de realizar um empréstimo de 30 milhões de euros”, recordou Carlos César.

Fonte: PS Açores

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