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Açores acolhem workshop para debater monitorização da biodiversidade marinha na Macaronésia

Açores acolhem workshop para debater monitorização da biodiversidade marinha na Macaronésia

O segundo workshop técnico do projeto MISTIC’ SEAS (Macaronesia Islands Standard Indicators and Criteria: Reaching Common Grounds on Monitoring Marine Biodiversity in Macaronesia), coordenado pela Direção Regional dos Assuntos do Mar e pelo Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia, começou hoje no NONAGON – Parque de Ciência e Tecnologia de S. Miguel, prolongando-se até sexta-feira.

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia salientou a importância da realização de eventos científicos internacionais no arquipélago, destacando o facto de “uma cooperação interdepartamental do Governo dos Açores liderar este projeto europeu que envolve equipas técnicas e científicas dos Açores, Madeira e Canárias”.

Fausto Brito e Abreu frisou que a Região “tem excelentes condições para acolher grandes eventos científicos”, defendendo que “estes encontros são fundamentais para a inserção dos cientistas açorianos em redes internacionais”.

O MISTIC’ SEAS destina-se à elaboração de um plano de ação comum para a monitorização da biodiversidade marinha na região da Macaronésia, nomeadamente de aves marinhas, tartarugas marinhas e cetáceos, visando melhorar a coordenação na aplicação e implementação da Diretiva-Quadro Estratégia Marinha em Espanha e Portugal (Açores, Madeira e Canárias).

Este projeto, financiado pela Comissão Europeia através da DG ENVIRONMENT, arrancou em dezembro de 2015 e termina em fevereiro de 2017, sendo coordenado pela Direção Regional dos Assuntos Regionais de Mar e pelo Fundo Regional da Ciência e Tecnologia e tendo como parceiros a Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais do Governo da Madeira, a Direção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos do Governo de Portugal, o Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente de Espanha, através do Departamento de Sustentabilidade da Costa e do Mar, a Fundação Biodiversidade e o Instituto Espanhol de Oceanografia.

Foto: Tânia Pipa

Fonte: GaCS

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