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Três candidatos concorrem para construção de navio de passageiros nos Açores
Três candidatos foram admitidos ao concurso público para a construção de um navio de passageiros para os Açores que terá capacidade para 650 passageiros e 150 viaturas, disse à agência Lusa fonte do Governo açoriano.
A mesma fonte adiantou que, dos cinco candidatos que se apresentaram a concurso, “apenas três reúnem os requisitos de capacidade técnica e financeira exigidos” no programa do concurso, cuja primeira fase terminou.
Assim, “os três candidatos que reúnem os requisitos são os ASTILLEROS ARMON, S.A., HIJOS DE J. BARRERAS, e o agrupamento AMEDEO RESOURCES PLC e TAIZHOU KOUAN SHIPBUILDING CO, LTD”, indicou ainda a fonte da secretaria regional dos Transportes e Obras Públicas.
Os candidatos qualificados terão agora 60 dias, a partir de hoje, para apresentar a sua proposta técnica e comercial.
De acordo com o Governo dos Açores, após esse prazo, realizar-se-á um ato público para abertura das propostas, iniciando-se em seguida a fase de análise para a escolha da melhor proposta de acordo com o critério de adjudicação definido no programa do concurso.
O júri do concurso é presidido por José Manuel Monteiro da Silva, Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas, jubilado.
O Governo dos Açores anunciou em novembro de 2013 que iria encomendar a construção de dois novos barcos para transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas do arquipélago.
Em outubro do ano passado, o executivo autorizou o lançamento do concurso para a conceção e construção de um dos navios, com capacidade para 650 passageiros, com preço-base de 48 milhões de euros.
Na altura, o secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares, Berto Messias, explicou que o navio se destina a assegurar o serviço de transporte marítimo de passageiros, viaturas e carga rodada no arquipélago.
“Esta decisão visa consolidar o modelo do transporte marítimo de passageiros, viaturas e carga rodada, culminando e dando seguimento à estratégia que tem vindo a ser implementada nas últimas décadas para a política de transportes na região”, explicou.
“Face ao volume da despesa de investimento envolvido, foi decidido avançar já com a construção do primeiro de dois navios, adequados, assim, à prestação deste serviço, no âmbito do atual período de programação da política europeia de coesão 2014-2020, tal como consta, aliás, das Orientações de Médio Prazo já aprovadas entre 2017/2020” do Governo Regional, acrescentou o secretário regional adjunto.
Fonte: Açoriano Oriental







